Capitão Diogo Garcia, (Quarto-avô de ANTÔNIO VALIM DE MELO), e, marido da Ilhoa Júlia Maria da Caridade, e a Fazenda do Rio Grande – Sesmaria e Testamento

Júlia Maria da Caridade é a ilhoa, milhares de mineiros são seus descendentes, filhos, netos,,, tataranetos:

 

O CAPITÃO DIOGO GARCIA é quarto-avô de Antõnio Valim de Melo.

 

JÚLIA MARIA DA CARIDADE foi casada com o CAPITÃO DIOGO GARCIA, e teve:

 

a  Filha:              JÚLIA MARIA DO NASCIMENTO casada com MIGUEL LOPES DA SILVA

(Esse MIGUEL LOPES DA SILVA era filho de FRANCISCO LOPES e MARIA PEREIRA DO LAGO) Ver abaixo os Lopes e os Pereira do Lago.

a FILHA Júlia Maria do Nascimento teve:

 

neto:          JERÔNIMO PEREIRA DO LAGO, que se casou com Tereza Custódia de Jesus, da família Gonçalves Valim, Filha de João Gonçalves Valim e Margarida Francisca do Evangelho.

E O NETO Jerônimo Pereira do Lago teve:

 

bisneta:                MARIANA INOCÊNCIA DO LAGO:   que se casou com SILVÉRIO JOSÉ DE MELO E SOUZA;

Esse Silvério era filho de FRANCISCO JOSÉ DO SOUZA MELO e CLARA FRANCISCA DO NASCIMENTO, ver abaixo, os Souza Melo, Melo e Sousa.

A BISNETA Mariana Inocência do Lago e silvério tiveram:

 

trineta:                      Tereza Umbelina de Melo.

A TRINETA Tereza Umbelina de Melo c/c JOAQUIM GONÇALVES VALIM,  e teve:

 

tetraneto                    :  ANTONIO VALIM DE MELO que se casou com Maximina Augusta de Melo.

 

ver nesse site página de ANTÔNIO VALIM DE MELO.

 

 

A FAZENDA DO RIO GRANDE ainda é em parte da família GARCIA, da parte do Diogo Garcia da Cruz, antepassados dos Figueiredo, donos atuais de parte da Fazenda:

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06/05/2008 09:31:00

Projeto Partilha@ disse…

QUASE QUE UM MORGADO EM MINAS, UÁI !!!!!!! Ricardo Gumbleton Daunt,p.5 descreve o grande vigor físico e a singular tenacidade para o trabalho, como aspectos relevantes e presentes em DIOGO GARCIA, falecido em 1762.

Diz Dr. Ricardo,”A sede do latifúndio do Rio Grande, que servia de grande pastoreio ao gado vacum, localiza-se hoje no povoado chamado CONGONHAL, distrito de Nepomuceno”.Diogo Garcia, “conseguiu acumular(…) e cujos milhares de alqueires atingiam a margem do Rio Grande”.

Dos 14 filhos que aparecem em seu inventário há um que, por laços do casamento mais aproxima Carmo da Cachoeira de Neponuceno. É o sexto filho de Diogo Garcia, João Luiz Gonçalves, casado com Maria Ângela da Cruz, quarta filha de Luzia da Cruz(nasc.17/11/1714 em Cajuru), também encontrada como Luzia do Valle, irmã de Ângela Ribeira de Moraes, mãe de José Joaquim Gomes Branquinho. Luzia, portanto, tia de José Joaquim, da Fazenda Boa Vista.

Diogo Garcia, procedente da Ilha do Faial, herdou “Garcia” da linha materna, Ana Garcia.Deixou em testamento quantia para obras da Capela do Cajuru, Capela do Divino Espírito Santo a freguesia de Carrancas, na fazenda de Manoel Machado de Toledo. Diogo Garcia foi irmão de João Garcia Luís, também assinava João Garcia Pinheiro, estudado com detalhes por Dr. Marcos Paulo.

Caracteristica importante da família GARCIA era a proteção dos parentes uns pelos outros.”Garcia” ou “Gracia”, conforme aparece nos documentos antigos tem muito representantes entre nós.

Os conhecidas, Francisca Garcia, casada com Fraancisco Rodrigues originaram os “GARCIA DUARTE”, e de Ana Garcia, DIOGO GARCIA, c.c Ilhoa Julia Maria da Caridade, e JOÃO GARCIA PINHEIRO, casado em 1700, pais de Rosa Maria de Jesus que se casou com Antônio do Vale Ribeiro, irmão de Ângel Ribeira de Moraes, mãe de José Joaquim Gomes Branquinho da Fazenda Boa Vista – Carmo da Cachoeira. “A família Garcia atingiu proporções gigantescas em poucas gerações no Brasil”.

O estudo desse imenso latifundio territorial na época colonial torna-se instigante. Somando a isso vem o Projeto de Colonização mostrado pela Dra. Marcia Amantino que poderá coroar o trabalho e nortear nossas buscas.

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TESTAMENTO DE DIOGO GARCIA

Arquivado no Museu Regional de São João del-Rei na Caixa 55.

Número de folhas originais : 262

Testador : JÚLIA MARIA DA CARIDADE.

Inventário Redigido : Fazenda Rio Grande, em casa do testador

Data da abertura do testamento: 16 de Abril de 1762

Transcrito por : Edriana Aparecida Nolasco a pedido de Regina Junqueira.

Data da Transcrição :

Objetivo: Dados Genealógicos.

Em nome da Santíssima Trindade, Padre Filho e Espírito Santo três pessoas distintas e um só Deus verdadeiro.
Saibam quantos este Instrumento Testamento virem como no Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil setecentos e sessenta e dois anos, aos vinte e três dias do mês  de Março do dito ano nesta minha Fazenda do Rio Grande  donde eu Diogo Garcia sou morador estando em meu perfeito juízo e entendimento que Deus Nosso Senhor foi servido dar-me e doente em minha cama com uma grande enfermidade e temendo me a morte e desejando por minha alma no caminho da salvação por não saber o que o mesmo Senhor de mim disporá e quando será servido levar-me para si faço este meu Testamento da forma seguinte:

Primeiramente encomendo minha alma a Santíssima Trindade que a criou e rogo ao Eterno Padre que pela morte de Seu Unigênito Filho a queira receber assim como recebeu a Sua estando para expirar na Sagrada Arvore da Cruz, a meu Senhor Jesus Cristo peço que assim como neste mundo me remiu com o seu precioso sangue me de na outra vida seus divinos merecimentos para merecer a Salvação, ao Divino Espírito Santo queira lumiar minha alma com sua Divina Luz para que saia desta vida na visão de seu Divino amor, a Virgem Maria Mãe de Deus e Senhora Nossa no juízo particular queira ser minha advogada e intercessora diante de seu Divino Filho, ao Arcanjo São Miguel e a todos os Santos e Santas da corte do Céu, particularmente ao anjo da minha Guarda  aos Santos do meu nome cabidas minhas especiais devoções rogo sejam meus intercessores quando minha alma desde mundo partir para que vá gozar da bem aventurança para que foi criada porque como verdadeiro cristão protesto viver e morrer na Santa Igreja Romana em cuja fé espero salvar a minha alma não pelos meus merecimentos mas pela Sagrada Paixão do Unigênito Filho de Deus.

Declaro que sou natural e batizado na Freguesia de Nossa Senhora das Angustias da Vila da ….. Ilha do Fayal do Bispado de Angra, filho legitimo de Matheus Luiz e de sua mulher Ana Garcia, já defuntos.

Sou casado com Julia Maria da Caridade de quem tenho havido por matrimonio os filhos seguintes; Ana Maria do Nascimento; Elena Maria do Espírito Santo; Julia Maria; Catarina Maria do Espirito Santo; João Luiz Gonçalves todos casados – assim mais solteiros os seguintes: José Garcia; Diogo Garcia; Tereza; Madalena; Manoel; Antonio; Francisca; Mateus; os quais instituo meus legítimos herdeiros nas duas partes de meus bens como declaração porem que as sobreditas cinco filhas e um filho casados se acham dotados de três mil cruzados cada um livre de vestuários e algumas alfaias mais e para complemento dos ditos dotes só resta dever a minha filha Catarina Maria do Espírito Santo mulher de Gregório José Álvares cento e quinze mil réis e a meu filho João Luiz Gonçalves só lhe tenho dado umas terras que partem com o meu genro Domingos Villela e com os herdeiros de Francisco Martins cujas terras lhe dei em quatrocentos mil réis e dois negros em duzentos e oitenta mil réis e sete éguas a sete oitavas cada uma e doze cabeças de gado vacum a preço de quatro oitavas cada uma cinco foices novas por seis oitavas e quatro os quais referidos bens importam oitocentos e três mil e novecentos réis   e se lhe inteirará o resto que falta para o compito dos três mil cruzados e querendo os ditos meus filhos ou filhas dotados entrar a herdar meus bens entraram também a colação com seus dotes menos a minha primeira filha Ana que também foi dotada na dita quantia de três mil cruzados em um sitio que lhes dei na paragem chamada Cajuru no dito valor de três mil cruzados porque no caso de que exceda esta quantia a igualdade das legitimas dos ditos meus filhos se lhe preencherá o excesso pelos bens da minha terça pela preferência que tem da primeira dotada.

Peço a minha mulher Julia Maria da Caridade em primeiro lugar queira por serviço de Deus e por me fazer mercê ser minha testamenteira, em segundo lugar a meu genro o Senhor Alferes Manoel Pereira do Amaral, em terceiro lugar a meu filho José Garcia em quarto lugar ao Senhor da Mesa da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo  da dita Vila de São João de El Rei a todos e a cada um de per si peço queiram aceitar este meu testamento e correrem com as disposições dele.

Declaro que sou Irmão Professo na Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo da dita Vila de São João de el Rei e se lhe pagará tudo o que ao tempo do meu falecimento constar eu lhe seja devedor e lhe peço acompanhe meu corpo a sepultura podendo ser. Declaro que sou Irmão da Irmandade do Santíssimo Sacramento e das Almas da Freguesia de Nossa Senhora do Pilar da dita Vila e se lhe pagará por meu falecimento o que constar ser eu devedor e podendo ser acompanharão meu corpo a sepultura.

Ordeno que meu corpo seja sepultado na Capela da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo da dita Vila de São João envolto no Habito da Religião Carmelita e não havendo em o meu próprio de terceiro e me acompanhará o meu Reverendo Parocho com mais dezesseis sacerdotes os quais todos dirão Missa de corpo presente pela minha alma e assim mais dirão Missa de corpo presente todos os mais sacerdotes que se acharem na dita Vila no dia de meu enterro e de tudo se lhes pagará a esmola costumada e tambem se levará em conta o meu Testamenteiro toda a cera que se gastar no meu funeral e sendo o caso que se não possam celebrar as missas no dia do meu enterro por algum justo impedimento se celebrarão no dia seguinte e se porá um rol em a  Capela da dita Venerável Ordem em o qual se assinarão os reverendos Sacerdotes porque sempre quero que se celebrem as Missas na dita capela.

Ordeno que no dia terceiro, sétimo e trinta do meu enterro se mandem celebrar Missas por minha alma por sufrágio de esmola cada um …. cruzado de ouro e peço aos Senhores Reverendos Sacerdotes queiram rezar um responso por minha alma pelo amor de Deus advirto que o dia terceiro se contara do dia em que meu corpo apresentado na Igreja.

Ordeno se mandem celebrar pela minha alma duzentas missas a saber cinquenta por meu pai e cinquenta por minha mãe mais conquenta pelas almas da minha maior obrigação e outras cinquenta pelas almas do purgatório todas estas referidas Missas serão ditas na mesma freguesia de esmola cada uma de meia oitava de ouro, tudo por modo de sufrágio.

Ordeno que se mandem celebrar mais cento e sessenta missas nesta dita Vila de esmola cada uma de meia oitava de ouro.

Declaro que os bens que eu possuo são uma Escritura em que se acham declarados todos os bens do casal pela qual fiz venda deles a minha mulher Julia Maria da caridade pela quantia de cinquenta e três mil cruzados cuja escritura se acha na nota do Tabelião da dita Vila de São João e pagamentos iguais do dia de meu falecimento em diante e como da dita escritura consta, só me pertence a metade por pertencer a outra metade a dita minha mulher e da minha meação pertencem duas partes a meus filhos e legítimos herdeiros, só me fica livre a disposição da quantia que pertence a minha terça que são oito mil cruzados e trezentos e trinta e três mil réis salvo erro dos quais mando se cumpram e satisfaçam os legados já declarados e por sua alternativa se satisfarão os que abaixo vou declarando seguindo a primazia na forma que se vão descrevendo os seguintes:

Deixo a Irmandade do dito Santíssimo Sacramento da Vila de São João del Rei  cem mil reis por esmola. A Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo da mesma duzentos e quarenta mil reis. A Irmandade das Almas da dita Vila cem mil réis, para a redenção dos cativos cinquenta mil reis se entregarão a seu respectivo Procurador, tudo por esmola e pelo amor de Deus.

Deixo para as obras da Capela de São Miguel do cajuru da Freguesia da Vila de São João cinquenta mil réis. Para as obras da capela Madre de Deus da dita Freguesia outros cinquenta mil réis. Para as obras da Capela do Divino Espírito Santo das Carrancas sita na Fazenda de Manoel Machado de Toledo outros cinquenta mil reis tudo de esmola.

Deixo a meu filho Diogo Garcia trezentos mil reis por esmola em atenção aos bons serviços que me tem feito.

Deixo a três dos meus filhos que se ordenarem de ordem sacras a cada um deles trezentos mil reis e sendo caso nenhum deles ou algum não ordene se repartirá a dita quantia do legado deixada pelos meus filhos e filhas que de prezente se acham solteiros, isto se estenderá somente dos legados ou legado daquele meu filho ou filhos que não se ordenarem.

Deixo a meu testamenteiro trezentos mil reis pelo trabalho que há de ter com minha testamentária e não será obrigado a dar contas senão passados quinze anos e caso no dito tempo não lhe seja fácil dar a tudo inteiro cumprimento requererá ao Juiz da conta e este lhe concederá mais o tempo que lhe parecer conveniente.

Declaro que o que devo constará por créditos assinados por mim algumas dividas mais deverei das quais não tenha passado obrigações e quero se pague tudo que constar eu seja devedor sem nenhuma diligências judiciais mais que o juramento das partes sendo pessoas de reconhecida verdade e sã consciência e sendo o caso que hajam algumas custas se façam da minha fazenda por não gravar meus credores.

Declaro que o que se me deve estará pelo que minha mulher inventariar.

Declaro que depois de pagas as minhas dividas se meus bens não chegarem para inteiro cumprimento do que determino se rateará por todos a respeito exceto  a deixa a meu Testamenteiro porque esta lhe deixo em razão do seu trabalho.

Declaro que deixo uma carta fechada escrita a meu testamenteiro que aceitar esta Testamentária o qual encarrego sobre sua consciência o cumprimento e execução do conteúdo dela que quero valha como parte deste Testamento e não será obrigado meu testamenteiro a dar contas judicialmente do que nela determino mas tão somente a jurar em como tem em conjunto o que nela ordeno.

E de todo o resto que de minha terça sobrar se houverem bens que bem bastem para o que determino de todo o remanescente de minha terça nomeio e instituo minha alma herdeira universal e meu testamenteiro disporá tudo em missas pela minha alma e pelas almas do Purgatório cujas missas se mandarão na mesma Capela de Nossa Senhora do Monte do Carmo da dita Vila pela esmola costumada.

Declaro e deixo que minha ultima vontade é irrevogável que a legítima que pertencer e tocar a meus herdeiros meus filhos incumbo e deixo recomendado as entregue a meu testamenteiro e lhe encarrego administração das legítimas dos ditos meus filhos para que as administre e arrecade e depois as entregue aos preditos meus filhos ou a seus procuradores, usando nesta parte da faculdade que me é permitida no capitulo vinte e três do Regimento dos defuntos e ausentes e ainda pela resolução de Sua Magestade de quatro de Dezembro de mil setecentos e cinqüenta, por cuja observância da procura agora nas residências dos ditos Provedores dos ditos defuntos e ausentes cuja ordeno se acha registrada em Vila Rica.

E para darem expedimento a tudo aqui declarado torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mais senhores em o principio deste declarados queiram aceitar serem meus Testamenteiros benfeitores e administradores de meus bens e tutores de meus filhos menores e curadores de seus bens para lhos arrecadarem e administrarem, venderem em praça e fora dela, cobrarem arrecadarem entregarem e remeterem tanto pela parte de meus filhos como legatários para o que os hei por abonados e lhes faço sessão e traspasso de todo o domínio que em meus bens tenho como se em minha vida lhos entregasse, e lhes concedo todos os poderes que em direito posso e missão concedidos.

E por ser esta a minha ultima vontade de modo que tenho dito fiz este meu testamento e quero valha como Testamento Codecilio para o que peço e rogo as Justiças de Sua Magestade que Deus guarde assim Eclesiásticas como seculares que em tudo façam guardar e cumprir como nele se contem e declara ou como em direito melhor lugar haja com todas as clausulas que por Direito para sua validade lhe são necessárias que todas aqui hei por expressas e declaradas como se de cada uma fizesse expressa e declarada menção pelo qual revogo e hei por revogado outro qualquer Testamento que antes haja feito por estar este conforme a minha última vontade do modo que o ditei e por firmeza dos que pedi e roguei ao Ajudante João Cosme Vieira que este me fizesse e comigo assinasse como testemunha e me assinei com o meu sinal costumado que é uma cruz feita pela minha própria mão

Eu o fiz a rogo do Testador em dito li co…. acima.

Declaro mais que a carta de que acima faço menção fica sendo parte deste Testamento   e só o testamenteiro que este meu Testamento aceitar a poderá abrir e para cumprimento do nele disposto haverá a si duzentos e um mil réis dos quais se lhe não pedirá contas como acima determino em dito (ilegível)

Diogo + Garcia

João Cosme Vieira

7 Respostas to “Capitão Diogo Garcia, (Quarto-avô de ANTÔNIO VALIM DE MELO), e, marido da Ilhoa Júlia Maria da Caridade, e a Fazenda do Rio Grande – Sesmaria e Testamento”

  1. Jose Antonio Barbosa Franco Says:

    Olá, amigo.
    Fico grato se puder me informar se Julia Maria da Caridade, acima mencionada, era uma das três Ilhoas, mencionadas na genealogia das famílias Junqueira e Franco.

  2. aluisio maciel filho Says:

    eu descendente de Diogo garcia e julia maria da caridade,atraves de seu filho :jose garcia casado com maria nazaré andrade(isabel pedrosa e jose r goulart),tivera entre outras maria custodio do carmo que se casou felix gonçaves braga deste casal nasce em carrancas entre outros Diogo Custodio braga casa com umbelina rocalina da cunha(ou carmo) morre em são simão ou RiB preto,1868<tem entre outros Carolina maximiana da cunha que se casa João antonio Maciel(segundo casamento)tem meu avo Francisco antonio maciel nasc 23/02/1887 em Rib Preto.Caso tenha mais informações sobre o que narrei gostaria de saber.Pricipalmente sobre joâo A Maciel que era filho de Manoea antonio teixeira e maria maciel.

  3. Marcos Maurício Mendes Lima Says:

    Qual é o gmail do Capitão Domingos?. Pois,desejo mandar uma digitalização da carta de Sesmaria à Diogo Garcia, para sua página.

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