0 1 c Picada de Goiás construída pelos Alves Gondim e Rodrigues Gondim, antepassados dos Carrilho de Castro, e, Formiga-MG, Itapecerica-MG

LER O LIVRO: DICIONARIO DE TERMOS E GENTES DE MINAS, DE WALDEMAR DE ALMEIDA BARBOZA; e ver os sites  abaixos:

www.culturamg.gov.br/arquivo/ativperm.html

A heróica e Pioneira Picada de Goiás, construída por nossos avós Rodrigues Gondim:

O chamado Caminho de Goiás ou Picada de Goiás foi uma das Estradas Reais surgidas no Brasil em função da mineração, no século XVIII.

Ver artigo principal: Estrada Real

Foi estabelecido em função da descoberta de ouro no sertão de Goiás, região que, em 1748 seria elevada à condição de capitania.

A sua importância era de tal ordem que, em 1720 a Coroa Portuguesa estipulou a pena de morte para quem abrisse, sem autorização, outros caminhos entre a capitania de Minas Gerais e Goiás, determinações reiteradas em 1733 e 1758.

Os responsáveis pela abertura da “picada” foram Francisco Rodrigues Gondim (1738-1763) e Manuel Rodrigues Gondim, que se radicaram em Itapecerica-MG.

Essa via iniciava-se em Pitangui, em Minas Gerais, permitindo o abastecimento da nova região aurífera, a imigração e o escoamento da sua produção mineral. O troço adiante de Meia Ponte, na estrada para Vila Boa de Goiás, prolongamento da chamada Estrada Real, era calçado. O Caminho de Goiás prolongava-se daí em diante, alcançando Vila Bela da Santíssima Trindade no sertão do Mato Grosso.

No total, o chamado Caminho de Goiás estendia-se por 266 léguas (c. 1.596 quilômetros), separando Vila Boa de Goiás do Rio de Janeiro, e consumindo cerca de três meses de viagem.

Era percorrido por tropas de vinte a cinquenta mulas, cada animal carregado com de sete a oito arrobas nas “bruacas” sob a direção do “arrieiro”, que comandava os “tocadores”. Essas comitivas transportavam, além dos próprios animais e de escravos, itens tão diversos como:

gêneros alimentícios (azeite, farinha de trigo, sal, vinhos);

especiarias (cravo-da-índia, canela, pimenta-do-reino);

unguentos;

tecidos (veludo, cetim, linho, tafetá, chita, baeta, estopa, aniagem, panos da Bretanha e de Hamburgo, cobertores de Castela, linhas de coser, rendas, fitas e galões)

armas, pólvora e chumbo;

ferragens (ferro, implementos agrícolas, fechaduras, peneiras de arame);

louças e vidros;

papéis e tintas (artísticas e de escrever)

http://www.descubraminas.com.br/destinosturisticos/hpg_pagina.asp?id_pagina=1897

OS HISTORIADORES CITADOS EU OS CONHECI, DR. LEOPOLDO, GOMIDE E O BARBOZA.

A história de Formiga começa a ser contada a partir de 1.675, com a bandeira de Diogo Castanho, mas foi em 1.723 que Diogo Bueno adentrou na região para descobrir e povoar o Sertão do Rio Grande e Capivari.

Infelizmente, nossa história se perde durante muitos anos, tendo em vista a falta de documentos que registrem o período, e pode ser a diferença histórica entre entradas e bandeiras.

Mister se faz, então, curvarmo-nos à realidade e considerarmos nossa história a partir de meados do século XVIII, ou seja, a partir de 1.737, com a abertura da PICADA DE GOIÁS, partindo de São João Del Rey com destino à nascente do Rio São Francisco e às minas de Goiás, e não Pitangui como se chegou a acreditar.

A PICADA DE GOÍAS FOI CONSTRUIDA PELOS NOSSOS AVÓS E TIOS RODRIGUES GONDIM.

Provavelmente no início do século XVIII, diz a história que Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhangüera, ou Diabo Velho na língua indígena, “numa de suas históricas diligências descobriu os afortunados mananciais do Rio Vermelho, nascente do Araguaia. O ouro constituía preocupação do governo, de todo mundo”.

Todas as atenções se voltam para Goiás, e todos queriam ouro, até que houve a proibição de novos caminhos, visando principalmente cobrar impostos para a coroa portuguesa.

A partir daí, inicia-se a história da região compreendida entre os Rios Grande e São Francisco, um marco diviso-histórico, na chamada Serra das Esperanças, delimitada portanto a área dentro da Comarca do Rio das Mortes, ou São João D’el Rey, uma das três criadas em 6 de abril de 1.714 (as outras duas foram as de Sabará ou Rio das Velhas e Vila Rica (Atualmente Ouro Preto).

A PICADA DE GOIÁS

A Picada de Goiás foi uma iniciativa de moradores da Comarca do Rio das Mortes (dentre eles Caetano Rodrigues Álvares de Horta, Matias Barbosa da Silva, José Alves de Mira Maximiliano de Oliveira Leite, Caetano da Silva, André Rodrigues Elvas, Francisco Pais de Oliveira, José Pires Monteiro, Francisco Rodrigues Gondim).

O historiador Waldemar de Almeida Barbosa, em sua obra “A Picada de Goiás” (1.963) comprova cabalmente tal fato. A afirmativa do historiador Dr. Leopoldo Corrêa de que as cidades de Bom Sucesso, Candeias, Santiago, Oliveira e Itapecerica são provenientes da Picada de Goiás traz, por si só, uma contestação de cunho geográfico. Em linha reta, surgem as cidades de Santiago, Oliveira, Itapecerica e as regiões de Bambuí, Arcos e Iguatama.

Em outro traçado, partindo de São João Del Rey, encontramos as cidades de Bom Sucesso, Candeias e, em linha reta… Piumhi (respeitamos a recente decisão do povo da vizinha cidade e utilizamos a grafia atual), de onde partiu Bartolomeu Bueno do Prado, em 1.769. “Este parágrafo, portanto, merece maiores estudos”.

ÍNDIOS E NEGROS FUGIDOS

A partir de 1.740, já não se documenta a presença de índios, apenas dos negros fugidos. Subseqüentes à Picada de Goiás, foram concedidas 25 sesmarias (daí nascem, entre outras, as cidades de acima citadas. A sesmaria de Francisco Rodrigues Gondim (Pouso Alegre) foi abandonada em 1.741, porque os negros fugiram, tornando-se conhecidos à época como “quilombolas”.

Em célebre carta, a Câmara de Tamanduá descreve a região a D. Maria I como “imensa quantidade de negros aquilombados”, e não existem dúvidas quanto à existência de um dos vários “Quilombos do Ambrósio”, num local hoje situado na divisa dos municípios de Formiga e Cristais. Diz a história que o negro Ambrósio era rei de vários quilombos espalhados pelas Minas Gerais.

Em 1.745, a Câmara da Comarca de Sabará requereu que se trouxessem “duzentos casais de tapuias, que seriam assentados cinqüenta em cada comarca, e daí saírem à destruição dos quilombos de fugidios”.

A dureza na época, além dos índios, onças, cobras, malária, era os quilombos:

A violência dos quilombolas, em Minas Gerai,s foi assim descrita por Luíz Gonzaga da Fonseca, no seu livro “História de Oliveira”, na página 37.

Veja o caos provocado no Caminho de Goiás, a Picada de Goiás, pelo quilombolas do Quilombo do Ambrósio, o principal quilombo de Minas Gerais:

Não há dúvida que esta invasão negra fora provocada por aquele escandalosa transitar pela picada, e que pegou a dar na vista demais. Goiás era uma Canaã. Voltavam ricos os que tinham ido pobres. Iam e viam mares de aventureiros. Passavam boiadas e tropas. Seguiam comboios de escravos. Cargueiros intérminos, carregados de mercadorias, bugigangas, miçangas, tapeçarias e sal. Diante disso, negros foragidos de senzalas e de comboios em marcha, unidos a prófugos da justiça e mesmo a remanescentes dos extintos cataguás, foram se homiziando em certos pontos da estrada (“Caminho de Goiás” ou “Picada de Goiás”). Essas quadrilhas perigosas, sucursais dos quilombolas do rio das mortes, assaltavam transeuntes e os deixavam mortos no fundo dos boqueirões e perambeiras, depois de pilhar o que conduziam. Roubavam tudo. Boidadas. Tropas. Dinheiro. Cargueiros de mercadorias vindos da Corte (Rio de Janeiro). E até os próprios comboios de escravos, mantando os comboeiros e libertando os negros trelados. E com isto, era mais uma súcia de bandidos a engrossar a quadrilha. Em terras oliveirenses açoitava-se grande parte dessa nação de “caiambolas organizados” nas matas do Rio Grande e Rio das Mortes, de que já falamos. E do combate a essa praga é que vai surgir a colonização do território (de Oliveira e região). Entre os mais perigosos bandos do Campo Grande, figuravam o quilombo do negro Ambrósio e o negro Canalho.”

 

ASSENTAMENTOS OU ALDEIAS

Estes assentamentos ou aldeias, em determinadas circunstâncias denominavam-se “formigas”. Queria essa “Câmara de Sabará que os negros tivessem o mesmo espírito das formigas cuiabanas, e como não o tinham, propuseram a vinda dos índios(…)”. Não se confirma, entretanto, qualquer atendimento ao requerimento. Com o desmembramento do território de Goiás da Capitania de São Paulo, foi Governador da nova capitania D. Marcos de Noronha, Conde de Arcos.

Uma iniciativa desse governador foi a criação de aldeias para os índios, dentre essas uma no hoje município de Formiga. Nada, entretanto, pode confirmar sua instalação.

Nos vinte anos subseqüentes (até 1.765), não existe qualquer menção histórica ao nome de Formiga, e muito menos a existência de índios – só se fala em quilombolas – daí considerarmos, pessoalmente, descartadas tanto a ligação do nome da cidade e do rio tanto com os índios “formigas cuiabanas” como com as aldeias dos índios tapuias.

6 DE ABRIL DE 1.754

Fatos documentados: em 6 de abril de 1.754, o sesmeiro Domingos Vieira Mota descreve a região como “campos e matos devolutos, não povoados por causa de negros fugidos, quer povoar as ditas terras não só para afugentá-los mas ainda para dar sentido à dita picada para Goiás”.

Somente em fins de dezembro de 1.759 termina a guerra contra os quilombos. Dr. Leopoldo Corrêa descarta a lenda da origem do nome de Formiga estar ligado ao ataque das formigas saúvas a cargas de açúcar transportadas por tropeiros (versão ainda defendida pelo ilustre Dr. Artur de Castro Borges) e se mostra inclinado a crer na origem do nome de Formiga oriundo dos índios ou dos bandeirantes.

Entretanto, só quase vinte anos depois surge a primeira menção histórica ao nome, justamente na época em que por aqui passou o açoreano Inácio Corrêa Pamplona.

O CAPITAO DOMINGOS SERVIU NA COMPANHIA DE ORDENANÇAS DO PAMPLONA.

A partir de 1.737, tem início o desbravamento da região já delimitada, registrando-se como primeiros moradores os primos Estanislau de Toledo Pisa e Feliciano Cardoso de Camargos (com certeza, aventureiros anônimos percorreram anteriormente a região), estabelecidos na paragem da “Casa da Casca do Tamanduá” (hoje Itapecerica), que é o mais antigo núcleo de povoamento da região. A preocupação com o povoamento da região teve início, na verdade, com Luís Diogo Lobo da Silva, apelidado de “Pai dos Pobres”, que assumiu o governo de Minas em 1.763.

ESCREVE-SE HISTÓRIA DE FORMIGA

Há em nossa região, duas entradas, de caráter oficial e registradas se organizaram. A de Bartolomeu Bueno do Prado, neto de Anhangüera (ordenada pelo governador José Antônio Freire de Andrade, que seria substituído três anos depois – em 1.763 – por Luís Diogo Lobo da Silva), partiu de São João Del Rey em 03 de outubro de 1.760, e a de Custódio de Torres Lima, em 1.765.

A partir daí, definitivamente, se escreve a história de Formiga e de seu nome.

A existência da Picada de Tamanduá a Piumhi, que caracteriza o desbravamento num traçado diverso ao da Picada de Goiás, é confirmada pelos pedidos de sesmarias, feitos em território da região a partir de 1.760, e é reforçada pelos pedidos feitos por Antônio José da Silva, denominada Quilombo (que se refere especificamente à Picada como seu local de residência) e Manuel Barbosa Soares, esta última em 1.765. E o arraial começa a crescer…

A partir dessa época, surge a atuação de Inácio Corrêa Pamplona, desbravador açoreano que escreveu um capítulo especial e o mais importante na colonização de nossa região.

A vinda de açoreanos para o Brasil tem, também, uma citação especial. Em meados do século XVIII, tendo em vista o excesso de habitantes no Arquipélago dos Açores, foi feito um pedido especial ao Rei de Portugal de que fosse retirado das ilhas, e levado para o Brasil, o excedente de habitantes. Este é o motivo principal da participação ativa de açoreanos na colonização brasileira, de forma geral, e de forma especial em nossa região, através de Inácio Corrêa Pamplona, dentre outros. Este açoreano, nomeado regente da região de Campo Grande, em 1.765 (exatamente a partir de 1.765 surge menção ao nome Formiga), pelo Governador Luís Diogo Lobo da Silva para povoar a zona, teve sua ação diretamente ligada à eliminação de quilombolas da região.

Retornou em 1.769, partindo de Piumhi e, terminou seu trabalho.

Na região, os considerados povoadores ficaram assim distribuídos: Domingos Antônio da Silveira, em Córrego Fundo; Inácio Corrêa Pamplona, no Desempenhado; Antônio José Basto, em Campo Alegre; Inácia Corrêa Pamplona, em Perdizes; Padre Inácio Pamplona, em São Julião; Manoel e Jacinto Medeiros, em Medeiros; Simplícia Corrêa Pamplona, em São Simão; Miguel José Pereira, São Estêvão, sendo suas sesmarias todas nos atuais municípios de Formiga, Bambuí, Iguatama e Arcos. Surgem outros nomes importantes para a história de Formiga, os de Custódio de Torres Lima e Teodósio da Silva Viana.

A entrada, requerida “para as bandas da Serra da Boa Esperança, pretendia licença para a diligência tanto para descobrirem terras mineiras quanto de agricultura”. Licença por dois anos, para depois requerer título de posse. No requerimento ao governador, diziam-se ambos residentes “na Formiga”. A licença foi concedida em 20 de abril de 1.768, ficando estipulado o prazo de dois meses. No mesmo ano, a sesmaria de Ribeirão da Formiga (na primeira menção histórica ao nome do rio, em 1.768) é requerida por Antônio Gonçalves Lopes.

Do Sargento-mor João Gonçalves Chaves vem também uma informação até então não citada em nossa história, que pode ser a origem do nome da paróquia de São Vicente. Em recente subsídio, Dr. José Gomide Borges, do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais (e autor do livro O Sertão de Nossa Senhora das Candeias da Picada de Goiás), associa o Sargento-mor à origem do nome da Paróquia, da seguinte forma: “Trata-se de subsídio para o estudo da questão.

Ao que parece, o líder que promoveu a edificação da primitiva capela, na passagem da Formiga, o Sargento-mor João Gonçalves Chaves, por provisão episcopal era natural da freguesia retro e, então, veio-lhe à lembrança o nome do padroeiro de sua terra de origem – São Vicente.” A Freguesia a que se refere Dr. José Gomide Borges é FORMIGAIS, na diocese de Lisboa. (Nota inserida na Grande Enciclopédia Brasileira e Portuguesa, volume XI, página 646).

A história nos mostra, entretanto, que dentro do hoje município de Formiga existia outra capela, mais antiga, no local denominado Padre Doutor, distante cerca de seis quilômetros da cidade, homenagem ao Padre Dr. Salvador Pays Godoy dos Passos, e não ao Padre Arantes, como se afirmava anteriormente.

Dr. Leopoldo Corrêa, em suas pesquisas, encontrou farto material nos livros paroquiais da Matriz de São Bento de Tamanduá (em Itapecerica) e corrigiu mais um erro histórico.

É importante frisar a importância da Igreja na colonização de nossa região, já que a grande maioria dos atos administrativos passavam pela Igreja. Qualquer núcleo de povoamento tinha como primeira meta a construção de uma capela, e só a partir daí poder-se-ia almejar algo mais.

O pedido de provisão da capela na passagem da Formiga, em 11 de março de 1.765, coincide com o pedido de sesmaria, em primeiro de janeiro do mesmo ano, requerido por Antônio José da Silva, na Picada Tamanduá – Piumhi, e ainda com a passagem do então Governador Luís Diogo Lobo da Silva, no ano anterior. O Vigário Jerônimo de Araújo passou atestado nos termos da petição a 2 de janeiro de 1.787.

“Há outro registro em que se lê que a Capela de São Vicente Férrer da Formiga foi erigida por provisão de 13 de abril de 1.780. Tal registro está de acordo com a petição supra”. Foi um processo tumultuado, no qual não se faz menção à Capela de Nossa Senhora da Conceição, do Padre Doutor. E o arraial continua a crescer…

A partir desse ponto, contam-nos a história de Formiga João Emanuel Pohl, o Barão de Eschwege e August François Cesar Provençal de Saint Hilaire, em especial este último, que em 1.816, encarregado pela Academia de Ciências de Paris, viajou durante seis anos, passou por Formiga e nos deixou um legado histórico da mais alta importância, na sua obra “Viagem às nascentes do Rio São Francisco e pela Província de Goiás”.

Em seu livro, escreve Saint Hilaire que “conheceu em Formiga um senhor centenário que foi o primeiro a se estabelecer neste lugar, há cerca de setenta anos, e que lançou os alicerces de uma capela”.

Bernardo Fernandes Barroso e João do Couto Coutinho, constantes na solicitação da capela, faleceram antes da passagem de Saint Hilaire, o primeiro em 1.780 e o segundo em 1.808.

Embora se tenha afirmado, por muito tempo, que o primeiro morador tinha sido João Caetano de Souza, Dr. Leopoldo, com muita propriedade, corrige mais um erro histórico, simplesmente demonstrando a impossibilidade de sê-lo. Teria ele cerca de cento e vinte anos quando eleito presidente da Câmara.

O primeiro morador a se instalar em Formiga o fez por volta de 1.749, e foi João Gonçalves Chaves, que requereu sesmaria em 1.752 e já era centenário em 1.819, quando aqui passou Saint Hilaire. João Caetano de Souza foi eleito o primeiro Presidente da Câmara, em 1.839, e conforme arquivo paroquial, “aos trinta e um dias de outubro de 1.852 no cemitério desta vila, sepultou-se em catacumba o coronel João Caetano de Souza, tendo precedido acompanhamento solene, com todas as cerimônias do ritual romano: faleceu de enfermidade interna na idade de sessenta e quatro anos”.

Infelizmente, Saint Hilaire deixa como legado sua má impressão a respeito do povoado, possivelmente pela presença de muitos criminosos (que talvez tenham contribuído para o aumento da população do povoado), já que corria em São Paulo a notícia de que no interior de Minas no caminho de mercadorias e riquezas do litoral de São Paulo para Goiás – os esconderijos em mata fechada eram impossíveis de se procurar. Escreve ainda que “não tenho com que louvar a cortesia dos habitantes de Formiga.

Eu ocupava um quarto minúsculo e vivia permanentemente cercado de curiosos, que tiravam a luz do dia e me importunavam com perguntas indiscretas”. Coincidentemente, tanto o Barão de Eschwege quanto Saint Hilaire deixam registrada a enorme quantidade de prostitutas, a maioria brancas, que infestavam o povoado. Escreveu o segundo: “em nenhuma parte vi uma quantidade tão grande como em Formiga.

Uma meia dúzia delas hospedava-se no mesmo albergue em que me encontrava, e quase todas eram brancas. Estas mulheres não se ofereciam a ninguém, mas não saíam da varanda do albergue, exibindo aos tropeiros seus encantos, já fanados por uma vida de libertinagem.

Existem dados que indicam que capitães, ou mesmo comandantes serviam-se de autoridades constituídas para obter direitos sobre essas meretrizes”.

Apesar disso, o arraial continua a crescer…

Reaparece o nome o açoreano Inácio Corrêa Pamplona, que embora defendido pelo historiador Waldemar de Almeida Barbosa, é tido como um dos delatores de Tiradentes na Inconfidência Mineira. Por uma carta de 23 de agosto de 1.798, de Bernardo José de Lorena ao Juiz Ordinário e mais oficiais da Câmara da Vila de São Bento do Tamanduá, era autorizada a criação, na Capela de São Vicente Férrer da Formiga, a Companhia das Ordenanças (por representação do Regente Inácio Corrêa Pamplona, que informara haver número suficiente de moradores), ratificando o que já existia anteriormente, pois existe registro, em 16 de julho de 1.784, de que o Conde de Valadares nomeava o Capitão José Fernandes Souto para substituir o Comandante Antônio Ribeiro, e nomeava ainda o Alferes José Borges Campos e o Tenente Braz Lopes para a 6ª Companhia de Infantaria Auxiliar no Quartel do Distrito de São Vicente Férrer da Formiga.

E o arraial continua a crescer…

Conforme já dissemos, grande parte da história de Formiga vem da Igreja Católica Apostólica Romana. Criava-se no arraial de São Vicente Férrer da Formiga a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, e à frente dessa instituição, de 25 de dezembro de 1.809 a 25 de dezembro de 1.816, esteve Bernardo Alves Moreira. Durante esse período, edificou-se a Capela do Rosário. As despesas da construção foram anotadas no ano de 1.814, o sino foi inaugurado a 10 de abril de 1.822, e a população insistia na criação da nova paróquia. Tal capela, para tristeza dos formiguenses, foi demolida em janeiro de 1967.

Enquanto isso, o arraial continuava a crescer.. Durante a construção da Igreja do Rosário (na época chamada capela), o rápido crescimento do sítio da Formiga e a insistência da população do lugar em ter sua paróquia despertaram a atenção do Bispo de Mariana, D. Pizarro, que reconhece a importância de sua criação.

Já em 1.822 solicitava povo de São Vicente Férrer da Formiga realizar aí nova paróquia, pelo desmembramento de Campo Belo e a de Tamanduá. Em 1.931, volta a se manifestar a autoridade eclesiástica: “na Paróquia da Vila de São Bento do Tamanduá, inda que o pároco não declara capela alguma para ser elevada à nova paróquia desmembrada daquela, lembraria a Capela de São Vicente Férrer da Formiga, que dista da Matriz de 6 a 7 léguas, sendo suas divisas as que tem com a Aplicação da Matriz atual, e as que divide seu terreno de 14 léguas com as freguesias de Campo Belo e de Piuí (grafia original) e de Bambuí.

De muitos tempos trabalham os moradores deste arraial que é assaz populoso, para conseguir este benefício, e não tem alcançado”.

A 14 de julho de 1.832, o Decreto da Regência elevava à Paróquia diversos Curatos da Província de Minas Gerais: “A Regência, em nome do Imperador o Senhor D. Pedro II, tem sancionado, e manda que se execute a Resolução seguinte da Assembléia Geral da Província de Minas Gerais. Província de Minas Gerais Resolução seguinte da Assembléia Geral da Província de Minas Gerais:

Art. 1º – Ficam elevadas a Paróquias de Minas Gerais, os seguintes curatos(…)

Art. 2º – Na Comarca do Rio das Mortes os seguintes curatos: (…)

Art. 8º – O Curato da Formiga do Tamanduá, tendo filial aplicação de Candeias, e o Distrito de Sete Lagoas, o arraial passou a ser Distrito, conforme se observa, tanto na provisão da capela, nos idos de 1.765 quanto na criação da paróquia houve, por parte das autoridades eclesiásticas de São Bento do Tamanduá, uma certa resistência, e não fosse a disposição dos moradores do sítio de São Vicente Férrer da Formiga, os processos teriam se arrastado ainda mais (a provisão da capela se arrastou de 1.765 a 1.780 e o da paróquia de 1.814 a 1.832).

Criada a Paróquia de São Vicente Férrer da Formiga, a elevação do Arraial à categoria de vila foi rápida, e não sofreu as preliminares políticas normais. De novo a população se rebelava contra a demora no pronunciamento de Tamanduá, e o então Presidente da Assembléia Provincial Melo e Souza, assume a direção dos trabalhos de emancipação política de alguns lugares, dentre eles o do arraial de São Vicente Férrer da Formiga, por considerar a posição de “empório do comércio do sertão…”.

Surge a questão do nome a ser dado, e o Cônego Manuel Júlio de Miranda sugere o nome de Vila Nova da Formiga. Vendo, por parte da Assembléia Legislativa Provincial, inclinação pela aprovação do projeto, o chefe político de Tamanduá, Padre João Antunes Corrêa propõe a criação e nova Comarca, cujo círculo conteria a mesma Tamanduá e as vilas de Oliveira e Formiga.

Estava criada a nova Comarca do Rio Grande e garantida a elevação de Formiga à categoria de vila, com a aprovação da que se tornaria a Lei 134, de 12/03/1939. E o distrito passa a ser vila, mas falta sua instalação.

PRIMEIRO COLÉGIO ELEITORAL

Em ofício de 22 de julho de 1.839, o Presidente Bernardo Jacinto da Veiga determina que se instale a nova vila, e que se fizesse da mesma forma ordenada em 22 de julho de 1.833, tomando posse o vereador mais votado, perante a Câmara de Tamanduá, para conferi-la depois a seus colegas.

Os vereadores eleitos para a nova municipalidade foram João Caetano de Souza (escolhido Presidente), Modesto Antônio de Faria, Francisco Teixeira de Carvalho, Joaquim Carlos Ferreira Pires e Honório Hermeto Corrêa da Costa”. Ficou, portanto, instalada a Câmara Municipal da Vila Nova da Formiga, que teve seu primeiro Colégio Eleitoral a 30 de setembro de 1.839.

O PRIMEIRO JUIZ

A Vila teve como primeiro juiz, nomeado em 29 de julho de 1.839, o Dr. Manuel José Pinto de Vasconcelos (que só compareceu à vila em janeiro do ano seguinte), como primeiro Juiz Municipal, o Vereador José Carlos Ferreira Pires, como primeiro Juiz de Órfãos, (o Vereador Francisco Teixeira de Carvalho) e como primeiro Promotor, João Teixeira de Carvalho.

Outra vitória, e a Vila Nova da Formiga continua crescendo…

A PRIMEIRA SESSÃO DA CÂMARA

Na primeira sessão da Câmara, em 15 de outubro de 1.839, surgem as primeiras propostas e decisões. O Vereador Modesto Antônio de Faria propôs a adoção provisória das posturas da Vila de Tamanduá para o novo município; Francisco Teixeira de Carvalho para que se criasse o Distrito de São João do Glória e Joaquim Carlos Ferreira Pires o de Arcos.  Ferreira Pires são parentes da vovó CANDIDA BALBINA DE ALQUIMIN.

OS DISTRITOS VIZINHOS

O Distrito de São João do Glória, da Paróquia de Piumhi, foi criado em 1.840. Já o Distrito de Arcos foi criado em 1.840 e instalado em 1.842, e dele fazia parte Porto Real (Iguatama), enquanto o Distrito de Capetinga (Santo Antônio, hoje Santo Hilário, em homenagem ao escritor francês) que fora suprimido, foi depois restaurado com a denominação de Senhora do Rosário da Estiva (1.842).

A Vila de Nossa Senhora do Livramento de Piumhi foi desmembrada de Formiga pela Lei 202, de 1º de abril de 1.841, e instalada em 7 de abril de 1.842. Em 22 de outubro de 1.842, consumou-se a execução do primeiro condenado à morte na Vila Nova da Formiga, por enforcamento. José dos Santos Leão foi condenado pelo assassinato de Francisco das Chagas Gago. A esposa do assassinado, Luíza Maria da Conceição, também condenada à morte por enforcamento, conseguiu fugir da prisão, e em 1º de maio de 1.850, o Juiz Municipal, Pedro da Costa Fonseca, se suicida, após ser acusado de conivência em tal fuga.

A divisão administrativa das Comarcas Em 22 de abril de 1.850, houve nova divisão administrativa, dividindo-se a Comarca do Rio Grande. Tamanduá, Formiga e Piumhi passaram a ser a 3ª Comarca do Rio Grande, já sem Nossa Senhora das Oliveiras.

Em 6 de junho de 1.858, a Vila Nova de Formiga consegue sua emancipação político-administrativa, adquirindo foros de cidade, através da Lei 860. Em um único artigo, eis o texto da Lei, sancionada por Carlos Carneiro de Campos: “Fica elevada à categoria de cidade a Vila Nova da Formiga, e revogadas as disposições em contrário”.

E a Vila Nova da Formiga passa a ser cidade…

Em 1.866, Formiga passou a pertencer à Comarca do Pará, com Tamanduá e Oliveira. Em 1.870, compunham a 19ª Comarca do Rio Grande: Formiga, Tamanduá e Piumhi. Em 1.871, criava-se o Distrito de Bocaina, pelo Decreto 380, de 7 de março. Com tal criação, grande parte do território de Formiga e Boa Esperança passava para Piumhi, o que provocou, na poca, grandes protestos dos dirigentes de Formiga.

Em 1.872, a Câmara de Formiga resolve adquirir terreno para se construir uma vala, visando à mudança de curso do Rio Formiga. O curso original era pela Rua Santo Antônio (hoje Quintino Bocaiúva) e Rua Cel. José Gonçalves d’Amarante. Em 1.883, Piumhi e Bambuí desmembraram-se da Comarca do Rio Grande.

Em 1º de janeiro de 1.893, era fundada a Santa Casa de Misericórdia, em terreno doado pelo formiguense Francisco Domingos Gontijo. Em 1.895, Dr. José Carlos Ferreira Pires toma conhecimento dos aparelhos de Raios X, ao ler uma revista alemã, e importa um para Formiga. O aparelho foi trazido em lombo de burro e carro de boi e foi o primeiro a ser trazido para a América do Sul. Tal aparelho encontra-se hoje no Museu da cidade de Chicago, USA.

Em 1.901, através da Lei 319, incorporava-se o Distrito de Pimenta ao município de Formiga. Em 30 de agosto de 1.911, através da Lei 556, artigo 5o, § 2o, o Distrito de Pimenta passa a pertencer à vizinha cidade de Piumhi. Eis a origem dos nomes dos atuais distritos, calçados na história da região.

Albertos – Manoel Alberto se estabeleceu no território. Sua fazenda confrontava com ” O Saco”, e sua esposa Andresa Pinheiro e filhos continuaram a desenvolver a propriedade, conhecida como Albertos, nome até hoje mantido. O Prefeito Dr. Leopoldo Corrêa, através do Decreto 158, delimitou o Distrito.

Baiões – As terras daquele Distrito têm ocupação anterior a 1.769, por Matias Pinto Baião que, em 1.792, requer mais meia légua no Rio de Santana. Matias Pinto Baião foi o pioneiro, seguido de Pedro Pinto Baião, e depois outros “Baiões” vieram para denominar o lugar. Pelo mesmo Decreto 158, Dr. Leopoldo Corrêa delimita o distrito. EU CONHECI O DOUTOR LEOPOLDO CORREIA.

Pontevila – Apesar da denominação histórica ser Ponte Alta, em última instância denominou-se Ponte Vila. Também o Prefeito Dr. Leopoldo, no mesmo Decreto 158, delimita o distrito.

Córrego Fundo – O nome do Distrito teve origem na sesmaria de Domingos Antônio da Silveira, um dos companheiros de Inácio Corrêa Pamplona, em 1.767. O Distrito foi criado através da Lei Municipal 134, de 1º de abril de 1.949, quando era Prefeito o Sr. José Justino Rodrigues Nunes.

CURIOSIDADES IMPORTANTES

Em 1.907, chegava a Formiga a energia elétrica, através da Usina da Charqueada. A Usina do rio Pouso Alegre data de 1.923, a Usina do Ribeirão dos Monteiros de 1.955 e a CEMIG, até hoje utilizada, veio para Formiga em 1.961.

Em 20 de abril de 1.908, inaugura-se, com grande festa, o trecho da via férrea entre Formiga e Arcos, da Companhia da Estrada de Ferro de Minas, e ponto inicial da Estrada de Ferro Goiás.

Em 6 de junho de 1.908, é fundada a Corporação Musical São Vicente Férrer, iniciativa dos trabalhadores da recém inaugurada ferrovia.

Em 1.918, inaugurava-se o Grupo Escolar Rodolpho Almeida. Sua criação se deu pelo Decreto no 3.937, de 1o de julho de 1.913, e foi a primeira escola pública a se instalar em Formiga, mais de 60 anos após a emancipação político-administrativa do Município.

Em 1.927, era finalmente inaugurada a agência dos Correios e Telégrafos em Formiga, (o serviço teve início em Minas Gerais em janeiro de 1.798), embora desde 1.840, através de decreto editado em 7 de março, funcionasse precariamente na Vila Nova da Formiga.

Em 1.928, era inaugurada a Escola Normal Estadual (atual Escola Estadual Jalcira Santos Valadão).

Dona Beja, ninguém poderia fazer a história de Formiga, silenciando D. Ana Jacinta de S.José ou melhor (D.Beja). Em seu testamento gentilmente mostrado por Pedro Afonseca e Silva a Dr. Leopoldo Corrêa, médico e escritor formiguense, D.Beja declara ser da cidade de Formiga, filha natural de Maria Bernardo dos Santos.

Formiga foi também pioneira, em toda a América do Sul, na utilização de um aparelho de Raio X, como método de diagnóstico.

Em 1895, o médico mineiro José Carlos Ferreira Pires soube dos Raios X ao ler uma revista alemã e acabou encomendando um aparelho. O Raio X foi embarcado para o Brasil e chegou a Formiga em lombo de burro e carro de boi.

Nomes que Formiga já teve

– Sítio ou Rancho de Formiga

– Arraial de São Vicente Férrer

– Vila Nova de Formiga

– Formiga é conhecida como a cidade das “Areias Brancas” e “Princesa d’oeste” FORMIGA (atual)

HINO DE FORMIGA Lei Municipal 836/71 Música: Francisco Fonsêca – Letra: Ruy Peirão

Óh Formiga a quem tenho tanto amor

Nos teus campos de rara beleza

Tu confirmas com todo esplendor

Que d’oeste tu és a princesa.

Já é glória nascer brasileiro

Há porém quem feliz assim diga

Meu orgulho maior é ser mineiro

E mineiro nascido em Formiga.

O teu povo é feliz no labor

No trabalho fecundo e na paz

E por isso repete com ardor

És orgulho de Minas Gerais.

FONTE HISTÓRICA: Guia Turístico Formiga – Minas Gerais ( Adm. 1997 – 2000)” O Historiador Sr. Leopoldo Corrêae pelo Sr.José B. Rios Junior e http://www.formiga.nom.br

18 Respostas to “0 1 c Picada de Goiás construída pelos Alves Gondim e Rodrigues Gondim, antepassados dos Carrilho de Castro, e, Formiga-MG, Itapecerica-MG”

  1. Geraldo Loures dos Santos de Paiva Says:

    Prezado Moderador e Genealogista,
    Quanta riqueza de informação neste blogue.
    Minha ancestralidade é Loures de Piau-MG.
    Procuro meu elo entre meu tetravô Loures e seus antepassados que terão vindo de Portugal lá por 1700.
    É possível alguma informação?
    Agradeço qualquer contato.

  2. ITAMAR Says:

    muito bonito a kistoria desta linda cidade

  3. ITAMAR Says:

    MARAVILHOSO ESTES DOCUMENTARIOS DA CIDADE DE FORMIGA

  4. ANTONIO ROGERIO UEHARA SILVA Says:

    Domingos,
    Meus tetravós (Jose Joaquim da Silva e Fancisca Rodrigues de Aguir) no censo de 1831 moravam na Vila de Formiga no quarteirão 24, e era a familia 589 e 590 nela, só que da data anterior ao censo eu não tenho mais nada sobre a familia do lado do meu tetravô, será que você tem o caminho de como poderei chegar em alguma noticia??

  5. FLÁVIA IZABEL DIAS DA SILVA Says:

    Boa noite!
    preciso de fotos de documentos de mobílias da escola normal, fotos de todos os diretores desde a fundação até o atual, estou pesquisando para trabalho na faculdade anhanguera a qual estudo,já fui aluna na escola normal e atualmente não estou em Formiga,meu email ,caso consiga algum documento ou contato,ficarei feliz em registrar a história da querida Escola Normal.
    Atenciosamente.flaviadiasbarbosa@hotmail.com.br

  6. leticia alvarenga Says:

    Boa tarde..procuro informaçoes sobre os primeiros moradores da comunidade rural de Rodrigues..que fica perto de baioes..qualquer informaçao por favor é muito bem vinda..obrigada.

  7. Terezinha Aparecida Borges Dias Says:

    Adorei as informações sobre querida Formiga
    Procuro informação sobre a família Borges em Formiga. Em especial sobre Manoel Correa Borges, casado com Arminda Corrêa Borges.
    Obrigada.

  8. Jurandir Rodrigues Gondin Says:

    Eu sou um Rodrigues Gondin: meus antepassados são de Itapecerica, tambem faço parte dessa história

  9. MYRTHES CORREA REIS Says:

    BOM DIA,
    Sou uma CORREA, sobrinha de LEOPODO CORREA e INAH CORREA, preciso provar que tenho decendencia portuguesa, onde posso encontrar estes dados , certificando esta descendencia …
    Irei tambem recorrer aos primos …
    Atenciosamente ,
    Myrthes Correa REIS

  10. GERALDO DE SOUZA AGUIAR Says:

    MEU TATARAVÔ CHAMADO MANUEL DE SOUZA AGUIAR ERA TROPEIRO E FAZIA ROTA RIO DE JANEIRO-SAO JOÃO DEL REY-FORMIGA ENTRE 1820 E 1850. SERÁ QUE EXISTE EM ALGUMA IGREJA, MUSEU ALGUMA COISA VINCULADO AO NOME DELE.

  11. Alice Fatima Pacheco Llima Says:

    Boa Tarde: Sou neta de Alexandre Pacheco e de D Maria Candida de Jesus, a última noticia que tivemos ,foi de uma tia que morava na cidade de Formiga a muitos anos atrás, com o nome de Cornélia a mesma tinha uma irmã com o nome de Leonora outra Maria , outro não sei o nome parece ser João e o meu pai Miguel Pacheco Lima. Gostaria muito de localizar algum parente se ainda moram na cidade . Se por acaso for possível e localizar alguém que ainda mora na cidade por favor manda-me alicefatima0207@hotmail.com. Atenciosamente obrigada.

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