0 0 0 0 0 0 Família e Genealogia de Fernando Henrique Cardoso -A Família de João da Silva de Oliveira, e seus netos da Família de Fernando Henrique Cardoso

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O tetravô de FHC

dicionario aristocratico jose manuel

Instituto Fernando Henrique Cardoso

E-mail: ifhc@ifhc.org.br

Telefones:

+55 11 3359-5000 – PABX

+55 11 3225-9024 – FAX

Fundação iFHC

Rua Formosa, 367, 6º andar, Centro, São Paulo/SP, Brasil, CEP 01049-000

3- Coronel JOSÉ MANUEL DA SILVA OLIVEIRA, filho de Sargento Mór João da Silva de Oliveira e de Joana Francisca de Paiva, irmão do Capitão Domingos e irmão do fundador de Uberaba-MG; tetra-avô do Presidente Fernando Henrique Cardoso.

Batizado na Freguesia de Santo Antônio da Casa Branca do Ouro Preto, (Hoje Distrito de Glaura, Município de Ouro Preto-MG, no Brasil), em  29 de abril de 1771.

Barbaramente assassinado, em 1814, em Traíras-GO. Traíras-GO agora são ruínas históricas abandonadas. Seu inventário com testamento deve estar em Goiás-GO, a chamada Goiás Velho, ex capital da Capitania de Goiás.

Nome dado em homenagem aos seus avós (José e Manoel).

Herói sertanista. Homem culto, seu padrinho de batismo foi o político mais importante de Minas Colonial:  o Capitão Mor de Vila Rica do Ouro Preto José Álvares Maciel.  Seu filho José Álvares Maciel Filho foi inconfidente.

O Capitão General José Manuel da Silva e Oliveira foi grande conhecedor de mineralogia, influente no Governo de Minas e Goiás.
Existem estudos seus guardados no Instituto Histórico do Rio de Janeiro e na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro.  Ele fez um estudo sobre as minas de ouro e diamantes de Goiás. Este estudo está na Biblioteca Nacional. Nós pretendemos copiar este estudo brilhante e  postá-lo neste site.

JOSÉ MANUEL Foi líder da Região do Desemboque, (atual Triângulo Mineiro), na época que a região pertencia a Goiás. Faleceu assassinado em Traíras-GO, em 1814.

PESQUISAMOS: inventário do José Manuel em Goiás Velho, cartas e patentes dele no arquivo publico goiano, eventual processo crime sobre seu assassinato.

Tio José Manuel é tetra avô do Presidente da República do Brasil, Fernando Henrique Cardoso.

  Não se casou, mas deixou órfãos muito novos. Traíras hoje em dia é apenas ruínas históricas.

O PRESIDENTE FHC e sua família também gostam de genealogia e de preservar a memória da família, o que muito nos honra.

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LEIA ESTE PDF com os descendentes do JOSÉ MANOEL DA SILVA E OLIVEIRA:

descendentes de jose manuel da silva e oliveira

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BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO – BRASIL:

A biblioteca nacional quer muito caro pela cópia do documento e diz que está em péssimo estado.

Mas onde estão os outros 2 textos de José Manuel, doados ao Instituto Histórico do RJ?

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: OLIVEIRA, José Manuel da Silva e
Título: Descrição sobre o estado atual da navegação dos rios Araguaia, Tocantins, e Maranhão, encaminhado a d. Rodrigo de Souza Coutinho.
Datas: Rio de Janeiro 14/07/<1808>
Dimensão e suporte: 07 p.
Nota: Capa e folhas soltas. Original e Autógrafo. Manuscrito.
Âmbito e Conteúdo: V rias informações sobre diversos rios com indicações e relatos da existência de várias minas de ouro.
Assuntos: Rios – Brasil
Navegação – Brasil
Minas e mineração – Brasil
COUTINHO, Rodrigo de Souza
Araguaia, rio
Tocantins, rio
Maranhão, rio

ORIGINAL PERTENCENTE À BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO-RJ, BRASIL, como mostrado acima.

Vamos transcrever em breve.

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“”AOS VINTE E NOVE DIAS DO MÊS DE ABRIL DESTE PRESENTE ANO DE MIL SETECENTOS E SETENTA E UM NESTA IGREJA MATRIZ DE SANTO ANTÕNIO DA CASA BRANCA BATIZOU E POS OS SANTOS OLEOS O DE MINHA LICENÇA O REVERENDO DOUTOR PADRE FRANCISCO ANTONIO DUMIENSE, MORADOR NA FREGUESIA DE NOSSA  SENHORA DE NAZARE A JOSÉ INOCENTE FILHO LEGÍTIMO DO ALFERES JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA E DE SUA MULHER JOANA FRANCISCA DE PAIVA, NETO PELA PARTE PATERNA DE MANUEL DA SILVA CARDOZO E DE ISABEL FRANCISCA, NATURAIS DA FREGUESIA DE SÃO MIGUEL DE OLIVEIRA DO DOURO BISPADO DO PORTO, DIGO BISPADO DE LAMEGO, E PELA PARTE MATERNA DO ALFERES JOÃO ALVARES PORTELA NATURAL DA FREGUESIA DE SANTA MARIA DO CANEDO DO ARCEBISPADO DE BRAGA E DE JOANA MONTEIRA DE PAIVA NATURAL DA FREGUESIA DE SÃO PAULO DO ARCEBISPADO DE LISBOA, FORAM PADRINHOS O capitão-mor JOSÉ ALVARES MACIEL DA FREGUESIA DE NOSSA SENHORA DO PILAR DO OURO PRETO E MARIA TEREZA DE BARROS MORADORA NESTA FREGUESIA. DO QUE FIZ ESTE ACENTO E ASSINEI. VIGÁRIO MANOEL DE BARROS.”‘

– Capítulo I –

Capitão General José Manoel da Silva e Oliveira, natural de Santo Antônio da Casa Branca, de Ouro Preto, sendo ignorada sua vida durante o tempo que residiu nessa localidade. A maior parte dos apontamentos biográficos do Capitão General José Manoel foi-nos fornecidas pelos seus netos. Por exemplo, o Coronel Antônio Augusto de Oliveira França e Francisco de Paula e Oliveira França, ambos há poucos falecidos, e que sempre os guardavam de memória.

Veio para o Desemboque como Capitão, encarregado pelo governador das Minas Gerais, de apurar os muitos criminosos que, neste lugar, assentaram-se.

 

Aqui chegando viu que existindo, de fato, tal gente es ……………………………………………………………….

Este capítulo não pode ter continuidade devido o livro original estar muito estragado e irreconhecível sua escrita. O mesmo será os capítulos seguintes que não será descrito, pois, não há condição de prosseguir. (Faltam folhas daqui para frente)

Desemboque fica atualmente no Município de Sacramento – MG.

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Esta só cuidava, pacatamente, da extração de ouro abundante na região, pagando pontualmente o quinto real imposto. Diante disso deixou de dar cumprimento ao mandato e voltou a informar ao Governador, do que testemunhara, mais ou menos, no ano de 1788.

O governador aplaudindo a resolução de José Manuel elevou-o do posto de capitão a coronel e o nomeou fiscal da arrecadação do quinto real do ouro extraído na comarca do Novo Sul, hoje triângulo Mineiro.

Aqui chegando tomou o partido de Goiás, na antiga questão de divisas entre capitania e a de Minas. Foi nomeador pelo Governador de Goiás Comandante do Julgado do Desemboque, cargo que exerceu desde 1789 ate 1804.

Em 1794, ocupou no Araxá, o cargo de Juiz Ordinário do distrito depois o de Juiz Comissário da mesma localidade. Em 1799, em sociedade com Manoel Francisco, obter a concessão de uma sesmaria de terras denominada S. Manoel do A beneficio. Esta comarca, ou melhor, sesmaria depois passada a outros proprietários deu margem a uma longa chicana que durou cerca de 30 anos. Limitava-se com a de Santa Maria do Capim Branco, do Município de Sacramento e hoje conquista.

Os irmãos de José Manoel só vieram para o Novo Sul depois que ele regressará à Casa Branca.

Estes irmãos foram: Sargento Mor ou Major Antonio Eustáquio, Capitão Domingos, Tenente Joaquim da Silva e Oliveira, e mais primos: vigário Hermógenes e seu irmão Antônio Alves Portela Dumiense, também padre e primos filhos de Luís da Silva Cardoso.

O novo Sul, nesse tempo era parte integrante de Goiás, antigo distrito de Vila Boa.

José Manoel foi um notável sertanista; penetrando pelos sertões de Goiás, tocou as divisas de Mato Grosso, descobrindo as minas auríferas do córrego do ouro, hoje Caiapó, comarcas de Torres do Rio Bonito. Devido ao grande número de ranchos que ali deixou, ficou o local até hoje conhecido por Tapera do José Manoel.

De regresso a Rio de Janeiro, se apresentou, ao governador geral a quem presenteando com uma grande cópia de ouro, prestou magníficos informes sobre as riquezas de Goiás. Em recompensa nomeou-lhe o Governador Superintendente geral das minas de Goiás, passando dali por diante José Manoel a ser pessoa de alto conceito não só da Capitania como do Governo Geral.

Seguiu com numerosa contingente de escravos em direção á Serra das Pitombas, cujas minas auríferas ele iria explorar, mais aconteceu que em meio da jornada, perdendo maior parte dos escravos, devido a febres, teve de retroceder, deixando, contudo, revelada a existência de tais preciosas minas, mais tarde, proveitosamente, por outros exploradas.

Incrementou muito progresso de Goiás, era abrindo novas estradas, ora desenvolvendo a navegação de seus grandes e numerosos rios.

O Dr. Antonio Martins de Azevedo Pimentel, em seu “O Brasil Central”, publicado em 1907, citando o que Alencastro, escrevera sobre Goiás, em 1863, relata o seguinte, com referência a José Manoel:

 

“Em 26 de Maio de 1809, na foz do Rio Manuel Alves Grande, fundou-se um Presidio Militar para proteger o Comércio e a escola, entre Porto Real e S. João das Duas Barras. Ao desembargador Teotônio Segurado e Coronel  José Manuel da Silva e Oliveira, aquele Ouvidor e este comandante Militar da nova Comarca, muita se deve o ter sido naquele tempo a navegação do Tocantins mais próspera do que é hoje. “

 

Em recompensa aos inestimáveis serviços prestados ao Governo Geral foi o Cel. José Manuel da Silva e Oliveira nomeado Capitão General e governador de Pará, mais ou menos no meados de 1814. (Isso nunca foi confirmado, Pará tinha uma junta governativa na época).

 

Para empossar-se do alto cargo, partiu do Rio de Janeiro, pelo interior do país em direção a Belém do Pará, tendo de fazer pelo Tocantins grande parte da viagem. Ao chegar, porém em Traíras, de Goiás, segundo se supõe, fora assassinado pelo próprio médico de sua comitiva. Isto já em principio de ano seguinte.

 

Este assassinato ocorreu de seguinte modo: Estando o recém-nomeado Governador de Pará, almoçando, aconteceu engasgar-se com um pedaço de frango. O médico imediatamente correu a prestar-lhe socorros, servindo-se, dizem uns, de uma vela para com ela empurrar o estranho corpo para o estômago; outros que se utilizara de uma pinça. O fato é que não se sabe se o osso foi ou não retirado e poucos momentos depois o ilustre enfermo se estorcia em agudíssimas dores no ventre e garganta e exalava o derradeiro alento. Os que afirmam ter o médico se servido de vela, dizem que este, perversamente, colocara certa porção de sosalgar na extremidade da mesma e os que afirmam o emprego da pinça por sua vez, dizem que médico produzira na garganta da vítima e ferimento necessário por onde aquele instrumento cirúrgico, também envenenado, inoculara violento veneno.

 

Este trágico acontecimento repercutiu dolorosamente por todos os lados onde era conhecido o Capitão General José Manoel.

Dizia-se que o médico ou físico (como estão eram conhecidos os discípulos de Asculapius) assim o fizeram por inveja.

Um dos irmãos da vítima ao saber disso, saiu em procura de médico assassino que encontrou no fim de seis anos a correr cavalhadas em uma localidade goiana.

Deu-lhe carteiro tiro de pistola em pleno peito fazendo tombar sem vida pagando assim uma divida de sangue.

 

Dentre os seus irmãos era José Manoel e de maior preparo Intelectual. Dele conheciam-se, ainda inéditas, quatro interessantes memórias históricas, cujos originais se acham no Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro. São elas: (APENAS UM ENCONTREI NA BIBLIOTECA NACIONAL). Talvez os outros estejam no INSTITUTO HISTORICO.

1° – Memória em que se relatam todas as Circunstâncias e Direitos e Acontecimentos que tem havido Julgado do Desemboque sobre as divisas dos limites desta Capitania de Goiás com a de Minas Gerais, dada o Desembargador Affonso Luiz de Souza Leal, em data de 18 de Junho de 1804.

2° – Memória do principio da povoação e criação de julgado do Desemboque, pertencente à Capitania de Goiás e estado em ao apresentar-se o mesmo. Não está datada, mais deve ser, mais ou menos, da data da procedente.

3° – Memória sobre a produção de ferro de Goiás. Idem.

4° – Descrição atual da navegação dos Rios Araguaia, Tocantins e Maranhão, dirigida em 1808, ao Ex. Sr. Rodrigo de Souza Coutinho.

Milliet de Saint Adolphe, em seu Dicionário Histórico, Geográfico e Topográfico do Império do Brasil, falando de Desemboque disse que esta localidade muito prosperou enquanto lá esteve á frente de sua administração o Coronel José Manuel da Silva e Oliveira. A este ilustre mineiro deveu o seu Irmão Major Antônio Eustáquio o haver conseguido em 1809, de Marquez de São João da Palma, então Governador de Goiás, a nomeação de Comandante Regente dos Sertões da Farinha Podre e mais tarde a de Curador de distrito dos Índios domiciliados ao longo da estrada de São Paulo e Goiás.

Ignora-se a idade que faleceu. Não foi casado, mas, em seu testamento, hoje desaparecido, reconheceu como legítimos os seguintes filhos os seis primeiros havidos com Ana Rosa da Candelária, falecida, em idade avançada, no Desemboque, aos 10 de julho de 1859, e o sétimo e último, da qual descende FHC, ignorava-se com quem:

 

1-1  Tenente Coronel José Manoel da Silva e Oliveira

1-2  1-2 Rita Manoela da Silva e Oliveira

1-3 Alferes Manoel José da Silva e Oliveira

1-4 Capitão José Manoel da Silva e Oliveira

1-5 Tenente Joaquim Manoel da Silva e Oliveira

1-6 Alferes Antonio Manoel da Silva e Oliveira

1-7 Rita Porfiria da Silva e Oliveira

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Aqui em PDF, para facilitar a consulta de nomes através do CTRL F, toda a descendência do Capitão General José Manuel da Silva e Oliveira.

Leia este PDF:

descendentes de ose manuel da silva e oliveira

 

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O engano referido no texto abaixo, confirma que os dados de nosso primo Hildelbrando estão corretíssimos.

Texto do senhor Paulo Roberto Cardoso, primo de FHC, ao qual, agradecemos imensamente seu contacto conosco:

Na atualização que acabo de fazer em nossa árvore genealógica, tive a grata surpresa de “descobrir” nossos primos de Goiânia, filhos do tio Nhonhô (Felicíssimo do Espírito Santo Filho), irmão do Vovô Quim (Joaquim Ignacio Baptista Cardoso), que, gentilmente, enviaram-me o seu tronco.

A árvore também foi enriquecida com os descendentes do tio Augusto (Augusto Ignacio do Espírito Santo Cardoso), também irmão do Vovô Quim.

Juntamente com os dados dos descendentes do tio Nhonhô, recebi trabalho realizado por Antonio Cesar Caldas Pinheiro, de família também goiana, estudioso em genealogia e biografia. Com dados levantados em cartórios, em certidões de batismo, de casamento, algumas publicações e anotações, informa que houve um engano na publicação intitulada “BAÚ VELHO”, em que aparece Manoel Pereira Cardoso casado com Mariana de Velasco Molina. Na realidade, Manoel foi casado com Rita Porfíria da Silva e Oliveira. Segundo Antonio Cesar, é possível que o engano em “Baú Velho” tenha ocorrido em virtude de que Manoel casou-se em segundas núpcias com sua cunhada, Maria dos Prazeres de Velasco Molina, meia irmã de Rita Porfíria. Maria dos Prazeres casou-se com 53 anos de idade e, por conseguinte, tudo leva a crer que não teve filhos.

Dessa forma, pedindo desculpas pelo engano que fiz todos incorrerem, aproveito para solicitar que substituam as páginas iniciais onde aparece o casal Manoel e Mariana, por Manoel e Rita, que ora lhes envio.

De toda maneira temos parentesco com os Velasco Molina, pois o Antonio Milburges do Espírito Santo (neto de Manoel Pereira Cardoso e filho de Felicíssimo do Espírito Santo) foi casado com Ana de Velasco Molina, com quem teve oito filhos.

Algumas curiosidades:

–   Dos filhos de Manoel Pereira Cardoso, somente Felicíssimo é Espírito Santo e não leva Cardoso em seu nome;

–  Dos filhos de Felicíssimo do Espírito Santo, o Joaquim Ignacio (Vovô Quim) é o único que não leva Espírito Santo em seu nome (foi substituído por Baptista, em homenagem a São João Baptista, por ter nascido a 24/06, dia do santo );

–  Dos filhos de Felicíssimo do Espírito Santo o sobrenome Cardoso, de seu pai Manoel, foi recuperado em quase todos, à exceção de Antonio Milburges do Espírito e de Felicíssimo do Espírito Santo Filho (tio Nhonhô).

Portanto, temos parentes somente Cardoso (os descendentes de Joaquim Ignacio), temos outros Espírito Santo Cardoso, e outros, apenas Espírito Santo.

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NOSSOS  ASCENDENTES

FAMÍLIAS CARDOSO e  SILVA  E  OLIVEIRA

Penta avô e penta avó: João da Silva de Oliveira e Joana Francisca de Paiva, Ele: natural de Oliveira do Douro – Cinfães – Viseu, Portugal.

Tetra avô e tetra avó: José Manoel da Silva e Oliveira, Ele: natural de Santo Antonio da Casa Branca de Ouro Preto .

Trisavô e  trisavó: Manoel Pereira Cardoso  e  Rita Porfíria da Silva e Oliveira, filha de José Manoel da Silva e Oliveira

bisavô  e  bisavó:  Felicíssimo do Espírito Santo (filho de Manoel e Rita Porfíria) e Emerenciana Vicência de Azevedo – (em primeiras núpcias) . depois de viúvo casou com Ana Francisca da Cunha Morais   –  (em segundas núpcias).

Filhos de Felicíssimo  e  Emerenciana:

Joaquim Ignácio Baptista Cardoso

Ana Ignacia do Espírito Santo Cardoso

José Ignácio do Espírito Santo Cardoso

Joana Ignacia do Espírito Santo Cardoso

Augusto Ignácio do Espírito Santo Cardoso

João Ignácio do Espírito Santo Cardoso

Filhos  de  Felicíssimo  e  Ana Francisca

Maria Henriqueta do Espírito Santo

Ana Benedita do Espírito Santo

Antonio Milburges do Espírito Santo

Maria Benedita do Espírito Santo

Felicíssimo do Espírito Santo Filho

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Nosso parente Paulo César de Castro Silveira, de São José dos Campos, gentilmente nos enviou levantamento feito, pelo historiador e genealogista, Hildebrando Pontes, de Uberaba-MG, a respeito dos descendentes do Sargento-Mór João da Silva e Oliveira.

Eis um resumo :

José Manoel da Silva e Oliveira (filho de João da Silva e Oliveira) : foi nomeado pelo Governador Geral, Capitão General e Governador do Pará, em meados de 1814.

Teve sete filhos com Ana Rosa da Candelária  e outra, a saber :

José Manoel da Silva e Oliveira – Tenente Coronel

Rita Manoela da Silva e Oliveira

Manoel José da Silva e Oliveira – Alferes

José Manoel da Silva e Oliveira (Segundo) – Capitão

Joaquim Manoel da Silva e Oliveira – Tenente

Antonio Manoel da Silva e Oliveira – Alferes

Rita Porfíria da Silva e Oliveira, não se sabe com quem. mas é possível achar nos livros de Igreja de Goiás, no acento de casamento de Rita.

Manoel Pereira Cardoso, nasceu em 1802 e faleceu em Goyaz Velho, em 19/10/1869. Casou-se com Rita Porfíria da Silva e Olivaira, nascida em Goyaz Velho, em 1808 e faleceu em 09/03/1850.  O casal teve oito filhos, dentre os quais Felicíssimo do Espírito Santo, nascido em Goyaz Velho, em 27/09/1835. Pertenceu ao Partido da Monarquia; foi Deputado Provincial ; Vice-Presidente e Presidente da Província de Goyaz ; Conselheiro da antiga Câmara; Deputado; Senador. Casou-se em primeiras núpcias, em 14/02/1858, com Emerenciana Vicência de Azevedo, nascida em 1825 e falecida e, 03/08/1871, com quem teve sete filhos. Em segundas núpcias, casou-se, em 1873, com Ana Francisca da Cunha Morais, nascida em Goyaz Velho, em 25/05/1848, com quem teve outros cinco filhos.

Origem  da  família  Silva e Oliveira

João da Silva e Oliveira – Sargento Mór – natural de Oliveira do Douro, Cinfães, Viseu , veio de Portugal e estabeleceu-se em Santo Antonio da Casa Branca de Ouro Preto.

Veio para o Brasil fugido da perseguição do 1º Marquêz do Pombal, anteriormente Conde de Oieiras, Sebastião José de Carvalho e Melo, ministro de D.José I, Rei de Portugal.

13 Respostas to “0 0 0 0 0 0 Família e Genealogia de Fernando Henrique Cardoso -A Família de João da Silva de Oliveira, e seus netos da Família de Fernando Henrique Cardoso”

  1. Reinaldo Godoy do Espírito Santo Says:

    Bom dia,
    Estou procurando referências do Sr Manoel Pereira Cardoso Jr, casado com a Sra Ana Benedita do Espírito Santo Cardoso (Neta do Brigadeiro Feliçíssimo do Espirito Santo) Seus filhos foram Felicíssimo do Espírito Santo Neto (meu avô) e Ana Benedita do Espírito Santo.
    Meu nome é Reinaldo Godoy do Espírito Santo, filho do Eng Dr Ciro Machado do Espírito Santo, estou ajudando a meu sobrinho de 10 anos, Francisco Schmidt do Espírito Santo, a montar a sua árvore genealógica.
    Acredito, como contava meu avô, que seu nome era uma homnagem ao tio Nhonhô perdemos o sobrenome Pereira Cardoso, assim como só consegui cruzar referIencias no Google.
    Agradeço desde já qualquer informação de onde perdi a sequência da genealogia.
    Atenciosamente
    Reinaldo Godoy do Espírito Santo

  2. Paulo Silveira Says:

    Na verdade, 1990, foi quando tirei cópia. O velho Hildebrando escreveu no começo do século XX quando ainda existiam os livros paroquiais de desemboque.
    Há informes que estes livros foram postam para secar em cima de cercas e o gado comeu.
    Sobreviveram porém e estão no forum de sacramento os inventarios e testamentos de desemboque.
    Não sei se há livros de testamentos.

  3. felicissimo cardoso neto Says:

    Vocês estão de parabéns. Foi um trabalho de garimpagem.
    Só para contribuir, assim com o vovô Quim , como se referiu o Paulo Roberto , recebeu
    o nome Baptista por ter nascido no dia de São Batista , provavelmente o Felicissimo do Espírito Santo nasceu em 6 de agosto dia de São Felicissimo, imagino eu.
    abs a todos
    Felicissimo Cardoso Neto

  4. Marta Amato Says:

    Querido primo, fui a 1.a genealogista que contestou a ligação de FHC com a família Velasco e Molina, isso em 1995, mesmo ano da posse no 1.o mandato. O nome da esposa de Manuel Pereira Cardoso consta na árvore presenteada a ele pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, com dados pesquisados por mim. Fico feliz que a veracidade de minha pesquisa foi confirmada.
    grande abraço da prima
    Marta Amato

    • capitaodomingos Says:

      Você deixou muito incompleto os dados sobre nós Evangelho. Já vi seus escritos no new family search. Não tem nada de Goiás no CHF, e, pretendo ainda ir lá. O que eu publico em breve são os textos da biblioteca nacional escrito pelo penta avo de FHC, o Capitão General José Manuel da Silva e Oliveira. Lamentavelmente não consta o texto sobre o Desemboque, só os textos sobre Goiás. Não deixe de acessar tombo.pt e publiquei o texto do processo távora. publiquei tambem os obitos e o texto do padre sobre emendar por causa do castigo. o maremoto de 1755 em vila da praia quando morreu um Evangelho.

    • capitaodomingos Says:

      Leia também o texto que publiquei em várias páginas sobre os Leme escrito pela prima portuguesa. É maravilhoso.

  5. Maria Fernanda Alves Guimarães Says:

    Caro Capitão Domingos, precisamos muito conversar sobre os descendentes do Tenente Joaquim Manoel da Silva Oliveira. Descendo do casal João Joaquim da Silva Guimarães – Constância Beatriz de Oliveira, pais de Bernardo Guimarães. O senhor tem uma teoria sobre o Vigário Silva. Por histórias de família, tenho outras conjecturas. O senhor poderia me escrever? Teria o máximo prazer em trocar , não meia-dúzia, mas meio milhar de palavras.
    O seu site é maravilhoso. Riquíssimo de informações, transpirando afeição pelos ancestrais. Ele me emociona muito! Grande abraço,
    Maria Fernanda Alves Guimarães

    • capitaodomingos Says:

      OK.

      Obrigado. E tenho muito rascunho ainda para publicar.

      Continue escrevendo. O que é ruim é o pessoal que aparece aqui uma vez e some.

      Eu já vi falar do Brava Gente. Mande o link.

      Eu tenho o batismo do Carlos, filho da tia rita, criados juntos com os filhos do Eustáquio que foram expostos na casa da tia rita.

      Do José Manuel da Silva e Oliveira eu vou publicar em breve a família dele (texto do Hildebrando). Publiquei do Eustaquio e do Capitão Domingos. Só espero alguem para digitar. Hoje vou procurar. Os primos do FHC têm atualizações.

      Sobre os filhos da tia rita, vejo tudo nos processos de genere de padres em Mariana-MG na próxima vez que for lá, provavelmente em março do ano que vem. E o inventario do Antonio José da Silva está em Uberaba. Vai ficar para a próxima pesquisa no arquivo.

      Já achou o mapa de 1827 no site?

      Sabe que foi o irmão do Bernardo que trouxe o Calógeras para Uberaba?

      Abraços.

      Paulo.

    • capitaodomingos Says:

      textos antigos tem desconfio. isto escrevi antes de eu achar o batismo do carlos.

      são mais de 100 paginas do site, não há tempo de atualizar e corrigir.

      o site parte dos silva e oliveira e coloca todas as familias minhas que se ligaram aos silva e oliveira. todas importantes como a Faleiros, a Gonçalves Valim, Garcia, Julia Maria da Caridade, bandeirantes etc.

      carlos terminou a vida na capela imperial. posso tentar o inventario no arquivo nacional. antonio tem inventario no APU.

      como disse quando for a mariana-mg vou ler o processo de genere et moribus do padre carlos.

      a familia toda veio. hermogenes e dumiense padres irmaos primos do capitao domingos, veio varios macedos que tambem suspeito serem da tia rita.

      o problema é que houve incendio no forum de ouro preto na decada de 40 e se perderam muitos inventarios.

      todo dia acrescento coisas. ontem postei metade do testamento do eustaquio, e, já está sendo digitalizado a familia do fhc que em breve estara online. o texto do hildebrando bate com tudo que o primo do FHC pesquisou.

    • capitaodomingos Says:

      Não há que ter medo de hipótese, (não é mais o caso), tudo ajuda os pesquisadores que leem o site e seguem pistas.

  6. velascus Says:

    Olá, eu sou Bruno Velasco. E gostaria de saber se alguém tem uma luz sobre a origem da família Velasco lá do Pará… eles vêm da mesma origem dos Velasco de Goiás? Tipo eles poderiam descender de Fernando de Velasco e Molina?

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