0 0 0 0 0 0 O Capitão Domingos, e os Peixoto Leal, Melo Lima, Souza Lima de Uberaba-MG, Uberlândia-MG e Itumbiara-GO

Nós somos LIMA  porque viemos do Concelho de  PONTE DE LIMA –  Distrito de Viana do Castelo, Província de Entre Minho e Douro,  Norte de Portugal. Nossa terrinha.

O concelho de Ponte de Lima tem 35 freguesias e não sabemos de qual dela veio o Joaquim Inácio de Souza Lima.

Ponte de Lima é a  aldeia mais hospitaleira de Portugal.

Ponte de Lima, a mais antiga vila da nacionalidade.

O Joaquim Inácio tinha um retrato na parede muito comprido com a velha ponte romana da terrinha.

As estórias e Histórias da nossa família não podem morrer conosco, têm que passar de geração em geração.

RESUMO:

O Capitão Domingos da Silva e Oliveira e Francisca de Sales Gomides são os pais de:

Tereza Euzébia da Silva e Oliveira que se casou com o Vovô José da Cunha Peixoto Leal, e teve:

FRANCISCA ALVINA DA CUNHA que se casou com João Modesto dos Santos, e, depois de viúva com JOAQUIM IGNÁCIO DE SOUZA LIMA, e teve;

Afonso Modesto dos Santos, filho do primeiro casamento da Vovó Chiquinha, que teve dois filhos, a mulher largou e foi com os filhos para Itumbiara-GO

ESTEVAM, com as filhas Lourdinha e Dinah, também de Itumbiara-MG (onde tem avenida Dinah que  pode ser ela.

Tio Sebastião morreu na infância

JOSÉ JOAQUIM, nosso bisavô, que teve 12 filhos. mostrados nesta página.

Joaquim Inacio teve um filho natural o tio Luis de Souza Lima que foi pra itumbiara-go e teve as filhas katie king e ruth.

O Joaquim Ignácio já era viúvo 2 vezes sem filhos dos casamentos (todos na Família Silva e Oliveira).

O joaquim inacio vinhateiro de uberaba dizia vou morrer nos braços de jesus maria e josé e ninguem ia ver ele morrer.

o último que saiu do quarto foi o maneco terra primo e governante do uberaba, logo que saiu a empregada entrou e ele estava com as maos sob o rosto dormindo tranquilamente. ficou sete anos bebendo só leite, receita dos médicos da época.

Teve o filho Luiz Inácio de Souza Lima, que viveu em Uberaba-MG e também em Itumbiara-GO. Era dos mais cultos e poliglotas em Uberaba-MG.

Em Itumbiara-MG supomos pai das filhas Katie King e Ruth Souza Lima.

Esmeralda e irmãos:

Em pé estão:

, Nair, Maria, Mário e Helenita,

Sentados, Joaquim e Esmeralda.

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Esmeralda, Joaquim, Mário Lima e irmãos, de UBERABA-MG, são filhos de JOSÉ JOAQUIM DE LIMA que é filho do JOAQUIM IGNACIO DE SOUZA LIMA Português de Ponte de Lima – Homem trabalhador e santo que é nosso amado antepassado.

 

NÓS LIMA, SOUZA LIMA, MELLO LIMA DE UBERABA-MG somos LIMA PORQUE VIEMOS DE:

Vila de PONTE DE LIMA

E nosso patriarca Joaquim Ignácio de Souza Lima tinha um quadro de parede com a ponte.

A Vila mais antiga de Portugal

Tem orgulho de ser vila e se recusam a ser elevados à categoria de cidade.

É um destino que encanta cada vez mais.

Descubra a vila mais antiga de Portugal – PONTE DE LIMA, antiga Terra de Ponte.

Em pleno coração do Vale do Rio Lima, a beleza castiça e peculiar da vila mais antiga de Portugal esconde raízes profundas e lendas ancestrais.

Foi a Rainha Dona Tereza Urraca quem, na longínqua era de 04 de março do ano de 1.125, na Idade Média, deu carta de Foral à povoação tornando-a uma vila, referindo-se à povoação como Terra de Ponte.

Séculos mais tarde, no Século XIV, o Rei de Portugal, Dom Pedro I, atento à importante posição geográfica de Ponte de Lima, mandou muralha-lá, ficando Ponte de Lima com nove torres e cercada de muralhas.

Duas das torres ainda existem.

O Acesso à vila se fazia através de seis portas.

A Ponte que deu nome ao lugar foi a única passagem segura sobre o Rio Lima na Idade Média.

Da primitiva ponte romana ainda resta um troço à margem direita do Rio Lima. A atual é a ponte medieval.

Com a expansão urbana e opulência no Século 18, as muralhas começam a serem derrubadas.

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Fotos da Família do Joaquim, filho mais velho da Eulina.

Este nome: Ponte de Lima, como se vê na foto abaixo, deve-se a esta ponte, sobre o Rio Lima.

Sim, vovô JOAQUIM IGNÁCIO DE SOUZA LIMA  tinha um quadro de parede com o retrato desta ponte que amamos tanto.

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Só que não sabemos se JOAQUIM INÁCIO VEIO DE PONTE DE LIMA MESMO ou de alguma das 50 freguesias que lhe pertencem, e que ficam ao seu arredor:

Ponte de Lima é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Casteloregião Norte e sub-região do Minho-Lima, com cerca de 2 800 habitantes. É caracterizada pela sua arquitectura medieval e pela área envolvente, banhada pelo Rio Lima.

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Aqui, nesta página do site do CAPITÃO DOMINGOS,  você vai ler sobre Capitão Joaquim Ignácio de Souza Lima que se casou com Francisca Alvina da Cunha, filha da Vovó Tereza Euzébia da Silva e Oliveira (que é filha do CAPITÃO DOMINGOS) e do Vovô Cunha Peixoto (JOSÉ DA CUNHA PEIXOTO LEAL).

Vovô Cunha Peixoto era médico prático e comerciante, português, da Freguesia de São Ildefonso, no Coração da  Cidade do Porto, em Portugal. Vovô Cunha Peixoto veio muito jovem, e,  órfão de pai e mãe, ainda menor de idade,  para o Brasil.

Acredito que junto do amigo e historiador BORGES SAMPAIO, vindo naquela época, por volta de 1845, e também acreditamos que foi o prestígio de Borges Sampaio que tornou possível que o humilde VOVÔ CUNHA se casasse com uma filha do CAPITÃO DOMINGOS, o homem mais importante de Uberaba-MG naquela época.

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Da Câmara Municipal de  Uberaba-MG sobre novos nomes para as ruas em 1884, texto do Borges Sampaio, conterrâneo e amigo do Vovô Cunha Peixoto:

JOAQUIM IGNACIO DE SOUZA LIMA é um agricultor que nesta povoação dedicou-se à industria vinhateira, a unica neste genero, na propriedade em que reside á rua do Major Eustachio.

Actualmente tem mais de sete mil pés de parreiras, colhendo dellas cerca de quatro mil litros de vinho. Tão especial industria merece  ser memorada, dando-se á travessa que lhe fica em frente á morada, a denominação:

TRAVESSA DO JOAQUIM IGNACIO

Hoje chamada Travessa Coronel JOSE FERREIRA, entre a rua Tristão de Castro e a rua Major Eustáquio.  Uma afronta a nós. Termos perdido nosso nome naquela rua.

Pois é, não temos mais nosso amado avô como nome de Rua. ficou para o vizinho Coronel José Ferreira. Triste mesmo.

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TUDO DESSA PÁGINA SE DEVE ÀS CONSERSAS COM MINHA AVÓ ESMERALDA DE MELO LIMA, filha da Eulina, neta da MAXIMINA, ela que me ensinou tudo, deu toda a base para eu pesquisar,, depois a tia ELZA irmã dela orientou-me muito… depois Tio Mário..

É FUNDAMENTAL OUVIR OS ANTIGOS E ACREDITAR NELES:  A Esmeralda (que em breve posto uma coisa linda dela)  nunca esquecerei, na sua simplicidade disse que não acreditava no homem na Lua…. “Parece tão impossível”… Eu criança acreditava na mentira… Estes dois vídeos sobre a FARSA NO HOMEM NA LUA. é minha homenagem a Vó Esmeralda: (na nossa geração já se podia chamar de Vó… Mas os mais antigos não… tinha que chamar de Padrinho.. Ela tinha que chamar os avôs dela de Padrinho).

1- Neil Armstrong se nega a jurar com a mão esquerda na Bíblia que caminhou na LUA:

2- A Farsa das filmagens em Estúdio do Homem na Lua:

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A Cidade do Porto, de onde veio o Vovô Cunha Peixoto

Site da Junta da Freguesia  de São Ildefonso, no coração do Porto-Portugal, terra do Vovô Cunha que é o pai da Francisca Alvina, a vovó Chiquinha, que foi casada com JOAQUIM IGNACIO:

http://www.jf-stildefonso.pt/

SOBRE AS IGREJAS, TRADIÇÕES CATÓLICAS, DO PORTO E REGIÃO veja esta página:

PORTO Livro das Mem Paroq

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Vovô CUNHA nasceu no Coração do Porto, na Freguesia de São Ildefonso, em 18 de janeiro de 1829. É filho de Joaquim da Cunha Peixoto Leal e Tereza ALBINA de Souza Campos. Tanto os Cunha Peixoto como os Souza são conceituados no Porto.

(Acreditamos que o Vovô Cunha Peixoto tenha vindo junto com o amigo e historiador Antônio Borges Sampaio, que declarou ter vindo na mesma época, por volta de 1844, para o Brasil).

Segundo Hildebrando Pontes, Vovô Cunha já era orfão, quando aqui chegou no Brasil. Chegou com 15 anos de idade, mais ou menos, por volta de 1844.

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Vovó Tereza Euzébia é filha do CAPITAO DOMINGOS.

Vovó  Tereza Euzébia, a primeira filha do Capitão Domingos a nascer em Uberaba, em 14 de agosto de 1833, batizada em 4 de setembro de 1833, e, falecida em 1917, em Uberaba-MG, mesmo ano que seu marido Vovô Cunha Peixoto morreu.

Vovô Cunha e Tereza Euzébia casaram-se, em 30 de novembro de 1848, em Uberaba-MG, e tiveram Vovó Chiquinha, FRANCISCA ALVINA DA CUNHA,  em 29 de março de 1851. Esse ALBINA, Alvina, é homenagem à sua avó, mãe do vovô CUNHA PEIXOTO.

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Só que não sabemos se JOAQUIM INÁCIO VEIO DE PONTE DE LIMA MESMO ou de alguma das 50 freguesias que lhe pertencem, e que ficam ao seu arredor:

Ponte de Lima é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Casteloregião Norte e sub-região do Minho-Lima, com cerca de 2 800 habitantes. É caracterizada pela sua arquitectura medieval e pela área envolvente, banhada pelo Rio Lima.

É sede de um município com 320,26 km² de área e 43 498 habitantes (2011), subdividido em 51 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Paredes de Coura, a leste por Arcos de Valdevez e Ponte da Barca, a sueste por Vila Verde, a sul por Barcelos, a oeste por Viana do Castelo e Caminha e a noroeste por Vila Nova de Cerveira.

Localidade muito importante desde a era Romana,possuiu um Palácio da Corte do Reino de Leão,documentado por achados arqueológicos e outros documentos escritos.

Recebeu foral de Dona Teresa em 4 de Março de 1125, sendo a vila mais antiga de Portugal.

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Veja estas fotos aqui também:

https://capitaodomingos.wordpress.com/0-0-0-0-tereza-euzebia-filha-do-capitao-domingos-seus-netos-souza-lima/

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Ponte milenar sobre o Rio Lima, nossa terrinha, quantos avós nossos passaram por ela durante séculos

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TEREZA EUZÉBIA, filha do CAPITÃO DOMINGOS, é bisavó de ESMERALDA DE MELO LIMA, que foi casada com o AMINTAS EUDORO DE CASTRO o (Dóro).

Eh!! Vovó Tereza Euzébia da Silva e Oliveira, uberabense, de 14 de agosto 1833, primeira filha do CAPITÃO DOMINGOS a nascer em Uberaba-MG.

Uma santa. Baixinha, um toquinho de gente. Rezava tanto terço que uma vez lhe perguntaram o que eram tantos risquinhos na parede do quarto e ela respondeu que eram os rosários que ela tinha rezado.

Ela, como os irmãos, perdeu a mãe cedo.

Casou-se, em 30 de novembro de 1848, com o Vovô Cunha: JOSÉ DA CUNHA PEIXOTO LEAL, português, nasceu na RUA DIREITA, Freguesia de São Ildefonso, no Coração da Cidade do Porto,  em 18 de janeiro de 1829.

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Vovó Terezacasou-se, aos 16 anos com um jovem português recém chegado da Terrinha, 4 anos mais velho que vovó Teresa. Trabalhou no comércio, depois se estabeleceu como médico prático, foi tão bom médico que ganhou um sobrado no centro da cidade de presente por ter curado uma mulher. Foi onde viveram até 1912, quando venderam o sobrado (ver no final desta página), depois moraram em uma casinha, na mesma rua do Padre Antônio, hoje  rua Major Eustáquio, perto da filha Chiquinha casada com outro português, o Joaquim Inácio de Souza Lima.

Morrem muito velhinhos em 1917, um logo depois do outro.

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Ver mais sobre o vovô CUNHA PEIXOTO aqui:

0 0 0 0 Tereza Euzébia, filha do Capitão Domingos, e nossa avó, esposa do Vovô Cunha Peixoto/

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Vovô Cunha e Tereza tiveram outros filhos, irmãos da Chiquinha:

– Um filho farmacêutico, nascido em Uberaba, em 26 de novembro de 1856,  JOSÉ JOAQUIM PEIXOTO LEAL, que teve filhos, casado com Augusta de Tal. JOSÉ JOAQUIM PEIXOTO LEAL  foi para a Cidade do Rio de Janeiro, e cujas balancinhas de pesar remédio. A tia Elza as conservou até pouco tempo.

– Um filho padre: Francisco da Cunha Peixoto Leal.

–  E tiveram, também,  o tio Romão que sumiu.

– Uma filha que morreu de tuberculose em 1909, aos 49 anos de idade.

Tiveram também duas MARIA DA GLÓRIA, a primeira morreu com 5 anos de idade, em 1863 ,e a outra NASCEU DOIS DIAS DEPOIS DA IRMAZINHA MORRER, e morreu, em 1867, com 4 aninhos.

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VOVÓ CHIQUINHA faleceu na rua Major Eustáquio 100, em 1927.

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Ver no final desta página a genealogia da Vovó Tereza e do Vovô Cunha Peixoto.

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Ver pagina do Cunha Peixoto neste site, seu batismo e sua cidade do Porto.

A página se chama:

0 0 0 0 Tereza Euzébia, filha do Capitão Domingos, e nossa avó, esposa do Vovô Cunha Peixoto

Ver também outras páginas deste site que falam deles.

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RESUMO nº 01:

JOAQUIM IGNÁCIO,  casado com Chiquinha,  é  o  pai de  JOSÉ JOAQUIM de Souza Lima.

JOSE  JOAQUIM  é o pai  de ESMERALDA

Esmeralda se casou com o Dóro, filho do Boidadeiro Antonio Carrilho de Castro Filho.

Ver as várias páginas de Antônio Carrilho de Castro,  neste site.

0 1 c Antônio Carrilho de Castro Filho – Boiadeiro casado com Maria Teodora de Castro, bisneta do Capitão Domingos

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ELE DISSE – Ninguém vai me ver morrer, vou morrer nos braços de Jesus Maria e José.

Pouco depois do primo MANECO TERRA SAIR DO QUARTO DELE, a empregada foi lá e ele estava como dormindo com as mãos nas maçãs do rosto. ERA O PRIMO MANECO QUE MANDAVA EM UBERABA NAQUELES TEMPOS.

FOTO DE PRIMO MANECO TERRA (MANUEL GARCIA DA ROSA TERRA JÚNIOR), o último a ver Joaquim Ignácio que passou seus últimos  7 anos bebendo só leite.

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Certidão de Casamento de Joaquim Inácio de Souza Lima e Francisca Alvina da Cunha Campos, que se chamava no primeira casamento Francisca Alvina Modesto dos Santos:

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A MAIS ANTIGA VILA DE PORTUGAL.

O TEXTO DO FORAL DE D. TEREZA QUE CRIOU A PRIMEIRA VILA PORTUGUESA – PONTE DE LIMA – terra de meu trisavô Joaquim Ignácio de Souza Lima – Lucio De Oliveira Falleiros

“Em nome de Deus e da indivisa Trindade.
Eu, rainha Dona Teresa, filha do rei Afonso (desejo-vos) saúde no senhor.
Aprouve-me fazer vila o supra-nomeado lugar de Ponte.
Estabeleço, decreto e determino firmemente como será para sempre desde já, 4° dia antes das Nonas de Março da era de 1163.
Eu, rainha faço couto aos homens que aí quiserem habitar.
O seu termo parte por foz do Trovela e daí por entre a vila Sendin e (a vila) Domez, e daí por Pedra Rodada, e depois sobe ao castro de Gaia (?) e desce à Portela de Arca, e vai a Mirancelhe e daí ao Lima.
Se alguém tentar infringir o meu decreto, pague seis mil soldos;
e se alguém fizer mal aos habitantes da supradita vila fora do seu couto, pague quinhentos soldos;
se alguém fizer alguma «coima» fora do seu couto aí não for detido, seja livre;
e se alguém fizer algum mal aos homens que de qualquer terra vierem à feira, tanto na ida como na vinda, pague sessenta soldos.
Os que habitarem na vila pagarão das suas casas um soldo por ano, nada pagando das suas «cortinhas»; as herdades que os habitantes desta vila tiverem fora do seu termo fiquem coutadas; do que colherem nas terras arroteadas paguem um terço e das não arroteadas um quinto.
Eu, rainha Teresa, e meu filho Afonso, rei, assinamos por mão própria esta carta.
Testemunhas:
Conde Fernando confirmou
Conde Gomes Nunes confirmou
Paio Vasques, dapífer da cúria confirmou
Sisnando Ramires, governador de Riba Lima como mandatário da rainha, confirmou.

veja linda história da linda Ponte de lima

http://clubevinhosportugueses.wordpress.com/2010/05/01/ponte-de-lima-a-primeira-vila-de-portugal/

LEIA NO FINAL DESTA PÁGINA A HISTÓRIA DA NOSSA MARAVILHOSA PONTE DE LIMA.

Terra maravilhosa. A gente mais dada e hospitaleira de Portugal está lá em Ponte de Lima.

Eu tenho uma gravação sobre nossa terrinha que fala de nosso povo. Grande reportagem da TV Cultura de SP.

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PONTE DE LIMA DO NOSSO TEMPO:

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Nas Actas das vereações do nosso tempo dá pra saber mais da vida nossa em Ponte de Lima:

baixe os pdf

http://pesquisa.arquivo.cm-pontedelima.pt/results?t=verea%u00e7%u00f5es

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JOSE JOAQUIM DE LIMA, por parte materna, é bisneto do CAPITÃO DOMINGOS porque:

O CAPITÃO DOMINGOS é pai de Tereza Euzébia, que é  mãe de VOVÓ CHIQUINHA, que  é mãe  de JOSE JOAQUIM.

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Joaquim Ignácio nasceu, em no Conselho de  PONTE DE LIMA, (Não sabemos em qual Freguesia, Ponte de Lima tem 35 freguesias), em 25 de setembro de 1835, (ou 1836), às margens do Rio Lima, no norte de Portugal, entre Minho e Douro, considerada a aldeia mais  hospitaleira  e o povo mais bondoso de PORTUGAL.

Como são 35 freguesias fica difícil achar seu batistério e saber exatamente onde nasceu, se na própria Ponte de Lima ou outra freguesia do Concelho de Ponte de Lima. No casamento dele que está transcrito no inventário do Capitão Domingos não consta a freguesia.

http://www.cm-pontedelima.pt/

http://www.pontedelima.com/

http://www.360portugal.com/Distritos.QTVR/Viana.VR/vilas.cidades/Ponte_de_Lima/index.html

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Joaquim Inácio teve um irmãos que veio também para o Brasil. Postaremos foto de um deles, em breve.

Um deles viveu na Cidade do Rio de Janeiro e se chamava João Inácio da Cunha e Souza.

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Os pais de JOAQUIM INÁCIO foram o Inácio José de Souza e Ana Tereza de Matos (como diz o velho primo Hildebrando Pontes) ou Ana da Trindade, como está registrado em um casamento dele transcrito no inventário de bens que ficaram do Capitão Domingos da Silva e Oliveira.

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A neta Esmeralda achava muito engraçado o Joaquim Inácio não deixar cortar os pé de banana: Vai matares a fruteira!, dizia o Joaquim Inácio, em um português com muito sotaque do norte de Portugal.

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Tio Afonso é filho do primeiro casamento da vovó Chiquinha com João Modesto dos Santos: A MULHER DO TIO AFONSO LARGOU DELE e foi morar com as filhas KATIE KING E RUTH em ITUMBIARA-GO.

Isso era raríssimo na época, mulher largar o marido. Itumbiara-GO se chamava, naquela época, Santa Rita do Paraíso, e é assim que consta nas dedicatórias das fotos.

O Tio Afonso, nascido, por volta de 1875, em Uberaba, casou-se, em 23 de junho de 1900, com Emilia Isolina Tosta, filha do comerciante Capitão João Alves Tosta, importante em Uberaba-MG, a Família TOSTA, e que parece serem os mesmos Tosta de Paranaíba-MS.

A família Modesto dos Santos, da Fazenda Cachoeira, abaixo da Toldas, é antiga e ainda está em Uberaba. Ficando viúva, vovó FRANCISCA ALVINA DA CUNHA casou-se com o também viúvo JOAQUIM INACIO.

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Eu conheci uma neta de um João Modesto dos Santos, provável outra pessoa do mesmo nome, mas certamente  parente próximo nosso. A moça trabalhava na Fundação Cultural de Uberaba, em 1990. Portanto os Modesto dos Santos ainda continuam em Uberaba.

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Vovó Chiquinha já assinou FRANCISCA ALVINA MODESTO DOS SANTOS.

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Temos fotos herdadas desse primeiro casamento de Vovó Chiquinha com João Modesto dos Santos, postaremos em breve.

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Na foto abaixo, estão:

Vovó Chiquinha com Tio Estevão no colo; e Joaquim Ignácio, com o vovô José Joaquim no seu colo.

Em pé, na foto, tio Afonso. Foto de 1887, em Uberaba-MG.

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Filhos da Chiquinha na foto: AFONSO DE SOUZA LIMA (do primeiro casamento), ESTAVAM DE SOUZA LIMA e JOSÉ JOAQUIM DE LIMA, nosso avô. As vezes José Joaquim também, as vezes,  assinava Souza Lima.

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Cheguei a ver uma foto do JOAQUIM INACIO na tia Elza, ele de terno sentado, cabelo e barbas longas. Muito vistoso. Eu tenho outra foto que pode ser dele com Vovó Chiquinha, pois parece com a foto que vi dele na Tia Elza.

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Pois é, a mortalidade infantil era grande: Vovó Chiquinha perdeu cedo as crianças: Sebastião e Maria Rita.

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Certidão de batismo de José Joaquim de Souza Lima:

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O Tio Afonso Modesto dos Santos, em 1911, morava em Araguari-MG.

O Tio Afonso, nascido, por volta de 1875, em Uberaba, casou-se, em 23 de junho de 1900, com Emilia Isolina Tosta, filha do comerciante Capitão João Alves Tosta.

Os Tosta são antigos e ainda estão na região. Informação do Hildebrando que vou conferir este casamento.

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Nós procuramos os descendentes do Tio Afonso com Emilia Isolina Tosta:

E as descendentes das filhas KATIE KING e RUTH em Itumbiara-GO, filhas do tio Luis de Souza Lima.

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PROCURAMOS descendentes de Lourdes e Dinah de Souza Lima, em Itumbiara-GO ou Uberlândia-MG, filhas do Tio Estevam de Souza Lima.

Temos outras fotos também de netas da Chiquinha que na dedicatória chamam Kate King e Ruth.

NOTA:  A VERDADE QUE AS AMADAS PRIMAS KATE KING, RUTH, LOURDES E DINAH são tão lindas que guardo as fotos a 7 chaves e me emociono ao vê-las.. Mas vou postar aqui sim.

NENHUMA FOTO É MINHA. É NOSSA DA FAMILIA…. VAI SER PASSADA PARA OS MAIS NOVOS QUE JUREM QUE VÃO GUARDÁ-LAS…

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Joaquim Ignácio veio para o Brasil ainda jovem, passou por Campinas-SP e se estabeleceu em Uberaba-MG como comerciante. Em Campinas, está em um processo de falência dele no Arquivo Público de Uberaba.

CASOU-SE 3 VEZES na Família SILVA E OLIVEIRA. Esse gostava das moças Silva e Oliveira.

Ele teve loja que faliu em Uberaba, e depois se estabeleceu como vinhateiro.

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JOAQUIM IGNACIO CASOU-SE:

1º- VEZ: com tia Maria Rita Gomides de Oliveira, filha do Capitão Domingos, INFORMAÇÃO DO HILDEBRANDO PONTES e está no inventário do Capitão Domingos, a transcrição do casamento.

2 º VEZ – com a sobrinha do Capitão Domingos, filha de tia Violante e Tio Joaquim, e que tinha o HONROSO NOME de JOANNA FRANCISCA DE PAIVA, de sua avó, a mãe do Capitão Domingos. Hildebrando Pontes não fala deste casamento.

Quando casou-se com a vovó Chiquinha declara ser viúvo da Joana Francisca de Paiva. JOAQUIM IGNÁCIO, viúvo, casou com:

3º Vez:  com  a viúva FRANCISCA ALVINA DA CUNHA CAMPOS, conhecida como VOVÓ CHIQUINHA, filha de TEREZA EUZEBIA DA SILVA OLIVEIRA, que é filha do CAPITAO DOMINGOS.

JOAQUIM IGNACIO e VOVÓ CHIQUINHA casaram-se,  em 12 de outubro de 1883, em Uberaba-MG. Mesma data do casamento da neta Esmeralda que se casou com o Dóro em 12-outubro-1924,, já peguei a Certidão completa na Igreja da Abadia.. Vou postar.

Vovó  Chiquinha era viúva de João Modesto dos Santos, com quem teve o Tio Afonso.

Vovó Chiquinha e Joaquim Ignácio tiveram de filhos: Tio Estevão Inácio de Souza e o José Joaquim de Lima que é nosso avô.

Tio Estavão também assinava ESTEVAM DE SOUZA LIMA.

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JOAQUIM IGNACIO E CHIQUINHA  compraram dos filhos do Padre Antônio (isto mesmo), na rua deste nome, (Rua do Padre Antônio), hoje Rua Major Eustáquio, uma chácara onde eles plantaram vinho e ele foi o grande vinhateiro da região. Tenho os dados da compra no primeiro cartório de Uberaba.

Por isso antes a Rua Major Eustáquio se chamava rua do PADRE ANTONIO. O herdeiros do padre Antônio foi quem vendou o terreno para o Joaquim Ignácio. no 1 cartório de Uberaba do Raúl Silveira.

Tinha até uma travessa que que, saindo da Rua do Azagaia (hoje Tristão de Castro), ia  dar em frente a sua casa, no número 100 da  rua do Padre Antônio, e que se chamava travessa do Joaquim Ignácio, hoje Travessa Coronel José Ferreira.

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No final da vida, deu uma doença na vinha do JOAQUIM IGNACIO, e, ele perdeu tudo e passou por causas de uma doença, 7 anos bebendo somente leite. O governo não quis ajudar, ele teve que acabar com as vinhas.

A Esmeralda contava,  que ele ficou um ano em Uberabinha, atual Uberlândia para se curar.

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Quando estava para morrer, JOAQUIM IGNÁCIO  disse que ninguém ia ver ele morrer e que iria morrer nos braços de JESUS, MARIA E JOSÉ.

Certo dia, o primo MANECO TERRA, filho de Tia Senhorinha da Silva e Oliveira Terra, foi visitá-lo. Ele estava de cama.

Primo Maneco era o manda-chuva de Uberaba naqueles tempos.

A tia Senhorinha foi a caçula e última filha do CAPITAO DOMINGOS a falecer, em 1926.

Os Terra, de Uberaba, procuramos vocês para unir  esta família Silva e Oliveira, maravilhosa.

Primo Maneco acabara de sair do quarto, empregada entrou e ele  estava com as duas mãos juntas no rosto, deitado de lado,  sorrindo  como se estivesse dormindo tranquilamente.  Era o dia 21 de setembro de 1913.

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Vovó Chiquinha, viúva de novo, começou a alugar quartos daquela casa grande, e morreu  em 1927.

Eu cheguei a ver o inventário dela no cartório, mas não  o encontrei mais no Arquivo Público Municipal de Uberaba.

Pouco sobrou e foi herança pequena para Estevam, Afonso e José Joaquim.

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CHIQUINHA vendeu aos poucos os lotes da chácara e alugava quartos. tinha muita mangueira no quintal. Até há pouco tempo havia uma casa cde número 100 na rua Major Eustaquio. Atualmente só resta nas ruas de Uberaba, a numeração nova.

Tio Romão tinha sumido, os pais de vovó Chiquinha,  que eram Vovô Cunha e Vovó  Tereza terminaram junto a vida, ali pertinho morando em uma casinha, na Major Eustáquio, em Uberaba-MG.

Foram procurar para saber se tio Romão teria morrido em Ituverava-SP, por volta de 1915. Em 1905, ele, Romão, era solteiro e tinha um jornal lá em Ituverava-SP.

Não sabemos nada dos descendentes do filho natural que o Joaquim Inácio teve. O LUIS DE SOUSA LIMA, que foi importante em Uberabinha e Itumbiara. breve posto documento dele. (Hoje, 21 de julho de 2011, com muita alegria, abri o email e havia uma mensagem de uma neta do tio Luís, parece que finalmente encontramos a família).

Vovó Chiquinha por pouco quase conheceu a família, a mãe do tio Luís que é filho do Joaquim Ignácio, eram de Goiás (Itumbiara-GO) Foi um cena engraçada, estava na estrada, avisaram que acabara de passar um carro com a mãe do tio Luís de Souza Lima. A Esmeralda contava esta história.

O velho Hildebrando Pontes diz que Tio Luís sabia dez línguas, sabia química e tudo mais, sendo o mais culto uberabense da virado do Século XX.

 

PARA QUEM EXTRANHA ESTE NOME Katie King, explicamos, é nome de um espírito que aparecia por volta de 1.900 em Uberabinha, então devia ser espiritualista o tio Afonso.

Tio Estevão era dentista, vivia em Santa Rita do Parnaíba, e fazia os cavalos e o burrinho ajoelharem e o cumprimentarem.  Santa Rita hoje se chama Itumbiara-GO.

Tio Estevam cuidava das pessoas, nas roças, pelo GOIÁS afora, tratava dentes.

Chamou os cavalos que estavam comendo no curral eles pararam vieram cumprimentaram ele.

Gostaríamos muito de ter notícias dos seus descendentes, netos da prima Ruth e Katie King… filhas de quem? Tio Afonso assinava Modesto dos Santos, Ruth e Katie King eram Souza Lima. Seria filha do tio Luís, mas ai não chamariam a Vovó Chiquinha do Vovó.

Temos fotos delas dedicadas à chiquinha, o tio Mário confirma ter conhecido duas filhas de tio Estevam e que uma chamava Lurdinha mesmo.

O tio Afonso também teve filhos, os quais procuramos os descendentes e temos fotos delas. Em breve coloco nesta página. Duas moças, ele teve, e talvez mais filhos.

Para contar a história ficaram só os descendentes de um filho do JOAQUIM IGNACIO e da vovó Chiquinha:

o JOSÉ JOAQUIM  DE LIMA, que é nosso AVÔ.

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VOVÓ CHIQUINHA faleceu na rua Major Eustáquio, número 100, em 1927. Os números antigos de Uberaba existiram até 10 anos atrás mais ou menos. Hoje não sei mais achar onde era a casa. Saindo da Tristão de Castro, seguindo a Travessa Coronel JOSE FERREIRA, vire a esquerda subindo a Major Eustáquio, uma duas casas depois da esquina do lado direito de quem sobe para o começo da Major Eustáquio. As plantações de Uva iam até a atual Avenida Santos Dumont.

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José Joaquim era um homem amoroso, tinha uma vaca que deitava no colo dele:

José Jooaquim de Lima, com a vaca de estimação em seu colo, que lindo

Queria saber o nome da vaca.

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Se José Joaquim ficasse dois dias só sem ver os filhos, ele chorava.

Cabelo branquinho, tradição dos Lima.

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JOSÉ JOAQUIM DE LIMA casou-se com Eulina Augusta de Mello.

EULINA é  a querida avó  SOLINA, filha de ANTONIO VALLIM DE  MELLO e Maximina Augusta de Melo, nobre descendente de bandeirantes, dos Faleiros e de Tomé Rodrigues Nogueira do Ó.

Eulina, na época de seu casamento, em 1902

Para saber mais da família da Eulina entre aqui:

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Foto abaixo do José Joaquim, Solina e os filhos mais velhos: Esmeralda, Joaquim e Olavo.

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Em breve fotos de cartas e cadernos de receitas de Solina que estudou na virada do século 19 para o século XX no colégio Nossa Senhora das Dores que existe até hoje em Uberaba.  Temos foto da tarefa, dever de casa,  das aulas de francês dela, também.

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Nesta página tem os filhos e netos do José Joaquim de Lima com Eulina e também todos os filhos da Maximina que são irmãos da Eulina:

0 2 Maximina Augusta de Melo, seus descendentes familias de uberaba valim resende cruvinel borges melo

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Batismo de Esmeralda, filha de José Joaquim de Souza Lima.

Eulina, (Solina), rigorosa com os fihos, se estes, adolescentes, fizessem arte, cortava as calças, voltando a ser criança, você não é homem mais, ficavam então de short por um ano e depois vinha a calça comprida de novo. e a reconciação quando era caso de briga, de irmão com irmão.

Vovó Eulina e suas irmãs

José Joaquim e Eulina… a moça da foto seria a djanira.

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E JOSE JOAQUIM e Solina são  os pais de ESMERALDA  DE  MELO LIMA. Essa foto é de 1920, ou 1923, mais ou menos, com Esmeralda solteira ainda, não é de 1925. São as 3 netas mais velhas da Maximina.

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A Esmeralda estudou no Colégio Nossa Senhora das Dores, em Uberaba-MG, na década de 1910, quando ia para o recreio, escutava do outro lado da rua, os presos gritando, naquela antiga cadeia que o Presidente Juscelino prometeu que ia transformá-la em Faculdade de Medicina e cumpriu a promessa. Esta estória também foi contada por tia Elza que lá estudou na década de 1920.

Na década de 1980, a cadeia já era em outro local, mas a estória se repetia, e apareceu um jovem promotor público em Uberaba prometendo mudar a situação.

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Nesta foto abaixo, falta a Tereza, filha de Esmeralda, em breve, posto foto com ela, Tereza e os irmãos e Esmeralda.

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Esmeralda já viúva, em Ituverava-SP, no seu aniversário. Com os filhos, roberto, suzana, luciana, antônio (o toneco) e José (o zé do dóro)

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JOSE JOAQUIM DE LIMA  nasceu em UBERABA-MG,  em  16 de agosto de 1884, casou-se, em 10 de junho de 1902, com SOLINA  e teve 12 filhos, 7 homens e 5 mulheres.

A data do casamento da Solina é o mesmo do aniversário da Vovó Solina.

Abaixo, certidão de Casamento de   José Joaquim e Eulina.

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Os filhos foram de JOSÉ JOAQUIM e SOLINA (Eulina Augusta de Melo) foram:

Joaquim (1903),

Esmeralda (1905),

Olavo (1907),

Enoch (1909),

Maria (1911),

Mário (1913),

Adalberto (1915),

Antônio, “Totó” (1917),

Elza (1919),

José (1920),

Nair (1923??),

Helenita (1924).

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Preciso confirmar data de nascimento da tia Nair. Elza colocou 1932 no livro. Deve ter invertido os números.

Tinha um intervalo de 2 anos entre os nascimento de cada um dos filhos.

Abaixo foto da caçula do José Joaquim e da Solina: Helenita Genari.

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Filhos de José Joaquim e Solina,  ainda viva em 2013:  Nair.

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Destes 12 filhos do JOSÉ JOAQUIM e SOLINA, hoje são dezenas e dezenas de netos e bisnetos.

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O José Joaquim tinha de herança de sua mulher EULINA DE MELO LIMA ( A Solina), a Fazenda, no Sucuri, um ribeirão que deságua no Rio Conquistinha,onde fazia parte da fazenda do Antônio Valim de Melo e da Maximina Augusta de Melo, a Fazenda da Conquista que pertenceu ao Capitão Domingos.

Assinalado com X, onde era as terras do José Joaquim de Lima, no Sucuri, saindo de Uberaba para São Paulo, pela BR-050, uns 12 quilômetros, no sentido Uberaba para São Paulo

Ver neste site, página da Maximina.

0 2 Antônio Valim de Melo, pai de Eulina que se casou com José Joaquim, bisneto do Capitão Domingos

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JOSÉ JOAQUIM morou um ano em Uberabinha e um ano em Goiás na cidade de …seria Buriti Alegre?.

Esmeralda e Mario falavam de Goiás,  mas não tenho certeza…sobre qual cidade, parece-me ser Buriti Alegre,……. Sobre este lugar, a  esmeralda contava que viu uma  mulher pegar lepra porque se lavou e bebeu água, em um córrego onde havia um sapo morto.

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José Joaquim e Eulina possuiram também casa de esquina, de número 71, da rua Olhos d´Agua, no Alto da Misericórdia, Bairro da Abadia, onde faleceram.

José Joaquim teve rádio amador, eu vi uma conta que pagava do rádio.  Esse endereço é a atual rua Barão da Ponte Alta (ele, o Barão da Ponte Alta, é nosso primo, é Silva e Oliveira) e faleceram ali. Em 1950 José Joaquim, e Solina faleceu em 1953.

Casa bem limpinha e organizada com só o necessário em móveis. Hoje ali é o bar, a casa da elza, hoje do Firmino e dos herdeiros na rua ao lado do tio José Lima.

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Pelo tanto de fotos antigas do século XIX que herdamos, podemos saber que eramos uma família muito importante porque pouca gente tirava foto naqueles tempos, sobreviveram também os imensos negativos de fotografia de vidro.

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Eulina estudou no colégio das freiras por volta de 1.900, em uma época que pouca gente sabia ler e escrever. Isto também mostra nossa cultura e que eramos uma família muito importante.

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Umas das filhas de Eulina e José Joaquim, a Elza, me contou quase tudo que sei sobre os Lima.

Elza  escreveu parte do livro da familia, o livro da genealogia  família da Maximina do Antonio Valim, os Faleiros de Franca-SP.

Livro do Ozório Rocha, o qual transcrevemos partes neste site.

veja: 0 2 Maximina Augusta de Melo, seus descendentes familias de uberaba valim resende cruvinel borges melo

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Uma dessas filhas do José Joaquim e Solina  foi ESMERALDA DE MELLO LIMA.

LER SOBRE ESMERALDA na página ANTONIO CARRILHO DE CASTRO , neste site.

0 1 c Antônio Carrilho de Castro Filho – Boiadeiro casado com Maria Teodora de Castro, bisneta do Capitão Domingos

Foto da bodas de ouro, em 12 de outubro de 1974, da Esmeralda e Dóro, com os bisnetos na frente deles, a Simone virou de costa e não ficou bem na foto. Foi na Igreja da  Adoração Perpétua.

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Dóro, Esmeralda e os bisnetos em 1974, aparecem eduardo, sandrinha, heloísa, jane e simone de costa e o luis da leda pai de simone. Atrás de Esmeralda e o Dóro, estão José, Tereza e Toneco.

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Dona Esmeralda e filhos, em maio de 1987, em Miguelópolis-SP

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ESMERALDA DE MELO LIMA e seus descendentes.

Esmeralda de Melo Lima, filha legítima de José Joaquim de Souza Lima e de Eulina Augusta de Melo. Esmeralda nasceu, em Uberaba-MG, em 25 de maio de 1905, e, ali, falecida, em 11 de janeiro de 1996.

Esmeralda é neta, pela parte paterna, do vinicultor português Joaquim Ignácio de Souza Lima e de Francisca Alvina da Cunha Campos (a “Chiquinha”); e neta, pela parte materna, do fazendeiro Antônio Valim de Melo e de Maximina Augusta de Melo (Nascimento Faleiros), naturais de Franca-SP.

Esmeralda casou-se, em Uberaba-MG, na Igreja da Abadia, em 12 de outubro de 1924, com Amintas Eudoro de Castro, o “Dóro”, (Uberaba, 05 de outubro de 1901 – Uberaba, 29 de março de 1975), filho legítimo do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho e de Maria Teodora de Castro, (tio casado com sobrinha).

Dóro é neto, pela parte paterna, do Vereador e Capitalista Alferes Antônio Carrilho de Castro e de Maria Bernardes da Silveira, e Dóro é neto, pela parte materna, do Tenente Coronel João de Aquino da Silva e Oliveira e de Elisa Cândida da Silveira Castro, irmã do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho.

Esmeralda e Dóro são primos, em quinto grau, sendo ambos, trinetos do Capitão Domingos da Silva e Oliveira.

Quando duas pessoas têm o mesmo trisavô, são primos em quinto grau.

Quando duas pessoas têm o mesmo bisavô, são primos em terceiro grau.

Quando duas pessoas têm o mesmo avô, são primos em primeiro grau.

Esmeralda e Dóro tiveram seis filhos que chegaram à vida adulta, e tiveram duas meninas gêmeas, falecidas, ambas, com dois anos de idade, em 1933.

Tiveram filhos e filhas, de dois em dois anos, de 1925 até 1937. Ainda viva, em 2012, só a filha Luciana. Vive ainda a nora Inedes.

A primeira neta de Esmeralda é nascida em 1944 (Romilda) e a última neta (Roberta) é nascida em 1979, portanto 35 anos entre a primeira e a última neta de Esmeralda.

Alguns bisnetos de Esmeralda, os mais velhos, (Eduardo, Jane, Sandra, Heloísa e a Simone), aparecem nas fotos das “Bodas de Ouro” de Dóro e Esmeralda, em 1974, na Igreja da Adoração Perpétua, em Uberaba-MG.

Esmeralda não chegou a conhecer nenhum trineto. Os primeiros trinetos nasceram pouco depois de Esmeralda falecer. Os trinetos mais velhos são os dois filhos da Sandra, filha da Romilda (o Matheus Felipe e o Tales Henrique).

Filhos de Esmeralda e do Dóro:

1-    José de Castro, nascido em 1925, casado com Maria Aparecida Monteiro, filha legítima de Urias Justino Monteiro e de Armanda de Souza Monteiro, a “Mandica”.  Adotou uma filha, a Maria Ângela, casada, com 3 filhos. Mandica e Urias são primos, em primeiro grau, duas vezes. O pai da Mandica é irmão do pai do Urias, e a mãe da Mandica é irmã da mãe do Urias. Todos falecidos. José de Castro é o neto mais velho de Maximina Augusta de Melo.

2-   Teresina de Castro, (conhecida como Tereza), nascida em 1927, casada, aos 15 anos de idade, em 1943, com José Bento de Figueiredo, já falecidos. Nove filhos. Todos chamados “Castro Figueiredo”, exceto Joaquim Pedro:

1- Romilda, neta mais velha de Esmeralda, (ACREDITO que Romilda seja a TRINETA MAIS VELHA de Maximina Augusta de Melo), é nascida em 02 de novembro de 1944, e, casada, em 20 de janeiro de 1968, com Alaor Bento de Freitas, filho de Sebastião Bento de Freitas e de Jerônima Barbosa de Freitas, nascido em 12 de setembro de 1936 em Guará-SP. Romilda mora em Goiás. Romilda tem quatro filhos, todos “Figueiredo Freitas” e todos nascidos em Miguelópolis-SP: a- Eduardo, bisneto mais velho de Esmeralda, nascido em 07 de novembro de 1968, casado, com 2 filhos: Otávio e Daniel. Mora em São Paulo-SP; b- Sandra, nascida em 9 de março de 1970, casada, com 2 filhos: Matheus Felipe e Tales Henrique. Mora em Goiás; c- Rogério, nascido em 29 de março de 1973, casado tem 2 filhos: Eduarda e Rogério Henrique; d- Paula, nascida em 23 de setembro de 1981, casada com o Reginaldo, tem o filho Conrado; 2- Vânia, viúva de João Cândido que foi vereador em Miguelópolis-SP, teve a filha Jane, em 1970, e outros filhos, mora em Miguelópolis-SP; 3- Leda, casada com Luís, teve a filha Simone, (casada, com filhos) e filhos, mora em Goiás; 4- Joaquim Pedro de Figueiredo, casado, teve um casal de filhos, mora em Miguelópolis-SP; 5- Tereza, viúva de Sebastião Frizzo, teve Heloísa, Natália, Ana Cláudia e …, mora em Ribeirão Preto-SP; 6- Zilda, divorciada e viúva de Antônio Carlos Karan, tem 2 filhos, mora em Goiás; 7- Mirtes, divorciada do “Dinho” que é da família “Silveira Fernandes” de Passos-MG, a mesma família de Alceu Júlio da Silveira, e (se não me engano) Dinho é sobrinho do falecido Sebastião Frizzo. Mirtes teve Betânia (casada) e dois filhos; 8- Maria Aparecida, solteira, teve um filho natural, o Guilherme. Moram em Goiás; 9- Lourdes, casada com Neif Alber Filho, com filhos. Consta que um décimo filho de Terezina de Castro faleceu bebê.

3-    Antônio Carrilho de Castro Neto, nascido em 1929, divorciado de Honorina Monteiro, irmã de Maria Aparecida Monteiro, acima citada. Todos já falecidos. Sem filhos. Adotou uma filha, Maria Inês, irmã da Maria Ângela adotada por José de Castro. Maria Inês faleceu, criança, na grande epidemia de meningite de 1974.

4-    Gêmeas, Maria Abadia e Maria Eulina, nascidas em 1931, e, falecidas, em 1933.

5-    Luciana de Castro, nascida em Uberaba-MG, em 06 de outubro de 1933, casada com Alceu Júlio da Silveira, nascido em Penápolis-SP, em 15 de fevereiro de 1924, filho de João Júlio da Silveira, (o “Juquinha”), natural de Franca-SP, e de Alcina Monteiro (a “Chinica”), natural de Uberaba-MG. Alceu é primo, em primeiro grau, de Honorina e de Maria Aparecida Monteiro. João Júlio (Juquinha) e Alcina (Chinica) são primos, em primeiro grau, pelo lado dos Monteiro de Araújo. Luciana tem um filho, eu, Paulo César de Castro Silveira.  Alceu é falecido. Alceu é da família “Silveira Fernandes”, da Inconfidência Mineira,  de Conselheiro Lafaiete-MG, que passaram por Candeias-MG, e, se estabeleceram em Passos-MG.

6-    Suzana de Castro, nascida em 1935, casada com José Batista Ferreira, (Zé Berto, Zéca). Já falecidos. Cinco filhos. Todos os filhos de Suzana são “Castro Ferreira”: 1- Terezinha, casada com Sebastião, tem três filhos: Carla (que tem dois filhos, o Caio e o Lucas), Alessandra (que tem o filho Vitório) e Bruno, solteiro. Terezinha mora em Uberlândia-MG. Os demais filhos de Suzana moram em Uberaba-MG; 2- Leci, casado com Márcia, tem três filhos:  Luciana (que tem o filho Paulo Júnior), Tiago e Neto; 3- Sueli, divorciada, tem dois filhos: André (que tem a filha Florença) e Gustavo; 4- Darci, casada, tem 3 filhos: Nélio (que tem a Ana Beatriz e a Maria Eduarda), Ederson e Eslei; 5- Marli, casada com Carlos, seu primo, em terceiro grau, também bisneto de Eulina, e filho de Olavo de Lima. Marli e Carlos também são primos, em terceiro grau, por parte de Cleonice de Castro, (esposa de Olavo de Lima, e avó de Carlos), irmã do Dóro, marido de Esmeralda, e, avô de Marli. Marli tem 3 filhos: Leandro, Eduardo e Juliana.

7-      Roberto Carrilho de Castro, (o “Betão”), nascido em 1937, falecido em 1994, de câncer, foi casado com Inedes Carvalho, viúva de Ari.  Roberto teve um filho adotivo, o Leandro, casado, com filhos. Teve uma filha: Roberta de Carvalho Castro, nascida em 17 de agosto de 1979, casada, com filho(a). Inedes ainda vive, e, é casada, em terceiras núpcias, com Gilberto. Inedes e Roberta moram em Franca-SP. Roberta é a neta caçula de Esmeralda.

Filhos do Leci de Castro Ferreira:

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Um filho do José Joaquim participou da Revolução de 1930, foi o OLAVO JOSÉ DE LIMA, servia a Pátria, em Pouso Alegre-MG, em 1930, rumou para São Paulo,  onde montou guarda para o Doutor Getúlio Vargas, no Palácio dos Campos Elísios, na capital paulista.

De volta ao quartel do exército em Pouso Alegre-MG, escreveu esta carta para vovó Solina:

Para saber mais do Olavo, entre nesta página:

0 0 0 0 Tereza Euzébia, filha do Capitão Domingos, seus netos Souza Lima

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Foto do Olavo, filho do JOSÉ JOAQUIM DE LIMA, com sua esposa Cleonice, que é irmão do Dóro, e portanto filha do boidadeiro, e mais a  filha Dulce e a neta Élida.

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Olavo e Esmeralda são irmãos, assim como Cleonice e Dóro.

Olavo José de Lima, nascido em 15 de junho de 1907, casado em 28 de janeiro de 1932, com Cleonice de Castro, nascida em 23 de maio de 1912, filha do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho e Maria Teodora de Castro.

Filhos:

1-      Djalma de Castro Lima, nato a 26 de agosto de 1934, casado em 3 de setembro de 1935, com Luzia Capucci, nascida em 16 de dezembro de 1938. Que tiveram os filhos: Neide Terezinha Lima, Luis Sérgio Lima, Marta Terezinha Lima e Maria Terezinha Lima. Morou na Santo Inácio, na casa do Padrinho Totonho até poucos anos atrás.

2-      Djanira Lima Capucci, casada com Nicodemus Capucci. Residem em Conceição das Alagoas-MG

3-     Romeu de Castro Lima casado com Gracinda Cordeiro Lima. Filhos: Carlos Humberto de Lima, (casado com a neta do Doro, Marli), Márcia Helena de Lima.

4-    Dulce de Castro Lima casada com o Onofre e que tem a filha Élida.

5-    Rubens de Castro Lima.

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No aniversário da Esmeralda, 25 de maio, os irmãos remanescentes dos 12 se encontravam:

Tudo cabecinha branca, foi nestas reuniões que conheci alguns deles: os mais velhos como tio joaquim não tive a honra de conhecer

Na reunião abaixo: Helenita, Elza, Maria, Esmeralda, Mário e Nair:

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O filho mais velho de José Joaquim e Eulina

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Nair, filha de José Joaquim e Solina

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Aqui, nas imagens abaixo,  a Vovó Tereza e seus descendentes, por Hildebrando de Araújo Pontes, nosso primo, avô do doutor Silvio Pontes Prata.

Nota. o livro do Hildebrando Pontes tem muitos erros, está escrito “Afonso Modesto”, mas o certo é que Chiquinha é viuva de João Modesto dos Santos, como consta no seu casamento com JOAQUIM IGNACIO.

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Foto do túmulo da Família Modesto dos Santos:

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Continuação:

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Nesta página tem os filhos e netos do José Joaquim de Lima com Eulina e também todos os filhos da Maximina que são irmãos da Eulina:

0 2 Maximina Augusta de Melo, seus descendentes familias de uberaba valim resende cruvinel borges melo

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Mário Lima é muito religioso, veja fotos, em uma foto ele com os padres e em outra ele segurando uma Cruz, no centenário de elevação de  Uberaba à categoria de cidade, em 1956:

Mário Lima, filho de José Joaquim de Lima, segurando uma Cruz.

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Mário Lima, filho de José Joaquim de Lima, de terno branco, bem na frente da foto

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Mário Lima, filho de José Joaquim de Lima e Eulina

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Mário Lima, aos 99 anos, em agosto de 2012:

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Aqui a Família do Mário Lima, filho do JOSE JOAQUIM DE LIMA e Solina.

Mário Lima teve 11 filhos:

Livro dos Faleiros, pág 140-  ESTA PARTE DO LIVRO FOI ESCRITO  POR ELZA DE LIMA. O livro é do Ozório Faleiros da Rocha, falecido em 1976, e atualmente Lúcio Faleiros amplia o livro esperando nova edição pelos herdeiros do Ozório.

MÁRIO DE MELO LIMA, *14/04/1913, fazendeiro e industrial, c.c. JÚLIA DE JESUS LIMA,*30/04/1919, falecida, ambos uberabenses, 11 filhos.

Primeira filha:

4N895 – MARIA HELENA LIMA HENRIQUE,*23/07/1938, c.c. HÉLIO HENRIQUE,*15/02/1937, bancário (Banco do Brasil de Uber lândia), em 1963 terceiro anista de Direito. Casou em 08/05/1960, HÉLIO faleceu em10/03/2002,tiveram três filhos:

5N726a – MARTA HELENA HENRIQUE, *15/03/1963, c.c. MARCOS BORGES, com um filho:

6N202i – RAFAEL HENRIQUES BORGES,*31/05/1984.

5N726b – LUIZ HUMBERTO HENRIQUE, * 05/03/1965 , c.c. ANA, com duas filhas:

6N202j – LETICIA,*01/07/1991. . 6N202k – VIVIANE,*24/10/1994.

5N726c – ANDRÉ LUIZ HENRIQUE,*05/08/1967, c.c. LÍRIA, com dois filhos:

6N202l – LUCAS,*15/02/1997. . 6N202m-BEATRIZ,*22/05/2006.

Segundo Filho:

4N896 – MÁRIO JOSÉ DE LIMA, *23/07/1939, em Uberaba, comerciário e ali residente, c.c. NEIDA, com dois filhos:

5N726d – CLÁUDIA,*04/08/1964,faleceu em 15/01/1991 . 5N726e – MARIA EUGÊNIA, *23/01/1968 , c.c. SAMUEL, com uma filha:

6N202n – MARIA GABRIELE, *03/11/2010.

Terceira filha:

4N897 – MARIA DE LOURDES LIMA GUIMARÃES,*06/08/1940 c.c. PAULO, com três filhos:

5N726f – ANA MÁRCIA,*23/12/1967. . 5N726g – SANDRA MARA,*21/09/1971. . 5N726h – LUIZ FERNANDO,*07/06/1974, com uma filha:

6N202o – GEOVANA,* 07/05/2003.

Quarto filho:

4N898 – LUIZ CARLOS LIMA,*14/01/1942, c.c. ELIZABETH, com três filhas:

5N726i –ADRIANA,*19/05/1967, c.c. DJALMA, com 1 filho

6N202p – GUILHERME,* 22/12/1988.

5N726j – ANDRÉA ,*22/11/1969, c.c. BENEDITO. Com um filho:

6N202q – DANIEL.

5N726k – GISELE, * 13/06/1976, c.c. FERNANDO, com dois filhos:

6N202r – LUCAS. . 6N202s – FELIPE.

Quinto filho:

4N899 – CARLOS ALBERTO LIMA,* 15/11/1945, c.c. IVANILDE, com três filhos:

5N726l –PATRICIA,*27/4/1971, c.c. VALTER. Com 1 filha

6N202t – CAROLINA,*25/08/1992. . 6N202u – OTÁVIO,*21/09/2004.

5N726m – CLEBER, *15/02/1973. . 5N726n-GUSTAVO,*15/08/1978, com uma filha :

6N202v – JÚLIA.

Sexta Filha:

4N900 – VERA LÚCIA DE LIMA, *24/03/1947, c.c. JOÃO R. CUNHA, com três filhos:

5N726o – VALÉRIA R. CUNHA, 31/01/1966, c.c. EDGAR, com três filhos :

6N202v´ – RAFAEL,*22/10/1987. . 6N202x – GABRIEL, * 02/04/1991. . 6N202x´ – DANIEL,*13/03/1994.

5N726p – HAROLDO R. CUNHA,*29/04/1967, c.c FERNANDA, com três filhos:

6N202y- LAURA,*22/06/1997. . 6N202y´ – JÚLIA,*14/03/2000. . 6N202w – CAIO,* 08/11/2003.

5N726q – VANESSA ,*22/07/70. . 5N726r – VALESKA, * 27/07/1970.

Sétima filha:

4N901 – DORALICE DE JESUS LIMA,*07/10/1949, c.c. IVAN, *22/02/1947, com quatro filhos: (Recebemos comentário que nascimento do Ivan é 22/12/1946).

5N726s – ALESSANDRA,*10/03/1974, c.c. FERNANDO. . 5N726t – MARCELO,*22/12/1976, c.c. RENATA, com duas filhas:

6N202z – MARIA CLARA,* 26/09/2007. . 6N203 – MARIA LUIZA, *02/02/2009.

5N726u – TATIANA,*05/08/1978. . 5N276v – RODRIGO,*29/03/1982, c.c. JOICE *2/9/1983

Oitavo filho:

4N902 – JOÃO CARLOS DE LIMA,*30/05/1952. . 4N903 – ROSA MARIA DE LIMA,06/07/1953, c.c. JORGE, *27/05/1952, com três filhos:

5N726x – RENATA, *18/01/1973, c.c. GUILHERME. . 5N726y – FERNANDA, 15/03/1986. . 5N726w – EDUARDO ,*06/12/1993

4N904 – PAULO SÉRGIO LIMA, * 24/11/1954. Faleceu em 13/12/2009, c.c. ROSA, com um filho:

5N726z – FELIPE LUIS, *03/06/1993.

Nona filha:

ROSA MARIA DE LIMA ,*06/07/1953,c.c. JORGE,* 27/5/952 com três filhos:

a)RENATA,*18/01/1983, c.c. GUILHERME.

b) FERNANDA,*15/03/1986.

c)EDUARDO,*06/12/1983.

décima filha:

 REGINA CÉLIA DE LIMA, *30/06/1957.

décimo primeiro filho:

 11)- PAULO SÉRGIO LIMA,*24/11/1959. fALECEU EM 13/12/2009, c.c.Rosa com um filho:

a) Felipe luis, * 03/06/1993

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Espaço de divulgação de Vinhos Portugueses

Maio 1, 2010

PONTE DE LIMA – A primeira Vila de Portugal

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Ponte Romana e Igreja de Santo António
Em pleno coração do Vale do Lima, a beleza castiça e peculiar da vila mais antiga de Portugal esconde raízes profundas e lendas ancestrais. Foi a Rainha D. Teresa quem, na longínqua data de 4 de Março de 1125, outorgou carta de foral à vila, referindo-se à mesma como Terra de Ponte. Anos mais tarde, já no século XIV, D. Pedro I, atendendo à posição geo-estratégica de Ponte de Lima, mandou muralhá-la, pelo que o resultado final foi o de um burgo medieval cercado de muralhas e nove torres, das quais ainda restam duas, vários vestígios das restantes e de toda a estrutura defensiva de então, fazendo-se o acesso à vila através de seis portas.

A ponte, que deu nome a esta nobre terra, adquiriu sempre uma importância de grande significado em todo o Alto Minho, atendendo a ser a única passagem segura do Rio Lima, em toda a sua extensão, até aos finais da Idade Média. A primitiva foi construída pelos romanos, da qual ainda resta um troço significativo na margem direita do Lima, sendo a medieval um marco notável da arquitectura, havendo muito poucos exemplos que se lhe comparem na altivez, beleza e equilíbrio do seu todo. Referência obrigatória em roteiros, guias e mapas, muitos deles antigos, que descrevem a passagem por ela de milhares de peregrinos que demandavam a Santiago de Compostela e que ainda nos dias de hoje a transpõem com a mesma finalidade.

A partir do século XVIII a expansão urbana surge e com ela o início da destruição da muralha que abraçava a vila. Começa a prosperar, por todo o concelho de Ponte de Lima, a opulência das casas senhoriais que a nobreza da época se encarregou de disseminar. Ao longo dos tempos, Ponte de Lima foi, assim, somando à sua beleza natural magníficas fachadas góticas, maneiristas, barrocas, neoclássicas e oitocentistas, aumentando significativamente o valor histórico, cultural e arquitectónico deste rincão único em todo o Portugal.

História do Concelho de Ponte de Lima

Perspectiva da Vila de Ponte de Lima


Implantada na região do vale do Lima e debruçada sobre o rio que lhe conferiu o nome, a vila de Ponte de Lima possui um conjunto de características paisagísticas únicas que desde sempre conferiram a esta vila do Alto Minho uma originalidade e uma especificidade muito próprias.

O seu passado histórico, marcado por uma forte referência medieval que ainda hoje se vê traduzida no traçado urbano da vila, teve como suporte uma estrutura económica baseada no carácter comercial e mercantil que se viu reforçada, quando em 1125 D. Teresa lhe conferiu foral institucionalizando a Feira que, tal como hoje, se estende pela frente urbana da vila bordejando o Lima.

Foi praça forte de D. Pedro e D. Fernando e desempenhou um papel importante no tempo de D. João I. O rio, ponto de referência e eixo ordenado da vila, foi até ao dealbar do século XX uma via de comunicação muito activa, estabelecendo a ligação da vila com os centros urbanos do litoral e do interior do vale. Atravessado por uma ponte medieval, construída a partir de uma romana, que estabelecia os contactos entre as duas margens e permitia a ligação da vila, por terra, a outras paragens, tendo muitas vezes servido como passagem obrigatória dos peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela.

Não foge à evolução que por força destas circunstâncias se verificaram ao tempo de D. João V, como sucedeu com outros centros de maior dimensão. Será graças a esse movimento de efervescência económica que o concelho se vê brindado por notáveis construções arquitectónicas religiosas e cívis.


Origens do Concelho de Ponte de Lima

A região de Ponte de Lima foi habitada desde os primeiros tempos da pré-história. Embora não tenha sido explorada qualquer estação arqueológica correspondente à Idade da Pedra, já se contam no concelho muitos achados avulsos que documentam a presença e a actividade do homem pré-histórico. Os primeiros utensílios do paleolítico foram descobertos no concelho pelo P.e Saraiva de Miranda, na freguesia do Bárrio, seguindo-se-lhe outros nas de Cepões, Labruja, Vilar do Monte, Arcozelo e Refojos. Posteriormente Manuel Gomes Dias fez novos achados nas freguesias de Refojos, Serdedelo, Ribeira, Feitosa, Facha, Correlhã e Moreira do Lima. Trata-se em geral de bifaces acheulenses, certamente levados, por razões desconhecidas (talvez crença religiosa ou superstição), para lugares diferentes dos de origem.

Quando no mesolítico a melhoria do clima possibilitou a vida ao ar livre na maior parte do ano, o estuário do Lima devia alongar-se muito mais para o interior e o rio seria mais profundo: algum dia as investigações arqueológicas descobrirão amontoados de resíduos a documentar a presença de colónias humanas nesta zona, já que alguns picos ancorenses isolados aí se têm encontrado.

Do período neolítico, em que nasceu a agricultura, a domesticação dos animais e o postoreiro, achou-se, num caminho junto à escola da igreja (sítio do Campo da Vinha), em Fornelos, um machado de pedra polida recolhido no Museu Pio XII, em Braga, e objectos idênticos descobriu Manuel Gomes Dias no monte de Santa Maria Madalena, entre as ruínas de um aldeamento que se poderá atribuir a esta época.

Consequência da veneração pelos mortos que se difunde na parte final do neolítico e no começo da idade dos metais, a cultura megalítica é documentada com um dólmen localizado por Abel Viana, na freguesia da Labruja. As grandes lajes e esteios desde monumentos foram retirados posteriormente, com muita frequência, do seu primitivo local, apenas substituindo os montes de terra: as mámoas, também chamadas antas, arcas e orcas, designações de que se conhecem reflexos na toponímia. O P.e Cunha de Brito descobriu várias mámoas, nas freguesias de Vilar do Monte, Freixo, Ribeira e Arca. Abel Viana identificou uma em Anais. Manuel Gomes Dias achou várias em Labrujó, Moreira de Lima, Faldejães, Serdedelo e Boalhosa.

A presença humana no concelho continua a ser documentada durante a idade dos metais.


Da idade do bronze e, mais concretamente, da cultura argárica, Abel Viana inventariou quatro cistas, localizadas nas freguesias de Refojos, Fornelos, Vitorino de Piães e Anais, e em Vilar do Monte encontrou-se um objecto de bronze, provavelmente a ponta de um machado.


Algumas insculturas em penedos ao ar livre podem ser já desta época, como a do cavalinho em Santo Ovídio.

A falta de elementos arqueológicos já fizeram pensar que, nos extremos do noroeste peninsular, os indígenas teriam recebido do centro da Europa a civilização do ferro, sem que houvesse contactos preliminares com as mais evoluídas civilizações mediterrânicas. Mas as escavações realizadas em Agosto e Setembro de 1979 no castro de S. Estêvão, da freguesia da Facha, trouxeram nova luz para o conhecimento da história prévia do vale do Lima.

Entre o material exumado nessas escavações, que abrange uma longa sequência histórica, enumeram-se os fragmentos de cerâmica grega e as contas de colar de ascendência fenícia.

Quanto à primeira, tratando-se da típica cerâmica de figuras claras sobre fundo escuro num dos fragmentos era nitidamente visível o recorte de um braço humano – poderemos remontar os contactos da nossa região com o mundo grego ao século V a.C.

Na idade do ferro, a área de Ponte de Lima, como todo o noroeste da Península Ibérica, tornou-se mais densamente povoada. São desta época os castros: povoações localizadas no cimo dos montes, cercadas por fossos e muralhas, não muito longe de uma nascente ou de um curso de água. Os seus habitantes, que se abrigavam em pequenas casas redondas ou quadradas, agrupados em tribos, dedicavam-se principalmente ao pastoreio e ao cultivo de cereais.

Sabendo explorar e trabalhar os metais, faziam admiráveis trabalhos de ourivesaria, mas utilizavam uma cerâmica grosseira, inteiramente manual, de paredes espessas, decoradas, nem sempre, com linhas, riscos e alguns relevos: agasalhavam-se com tecidos de lã e linho. Trituravam os cereais com o moinho de rolo, constituído por uma pedra mais ou menos rectangular e ligeiramente côncava, sobre a qual uma outra, oblonga e arredondada, num movimento de vaivém, esmagava os alimentos.

Como são ainda raras as explorações arqueológicas, a localização dos castros no concelho de Ponte de Lima tem-se feito mediante a observação dos taludes formados pela terra que cobre os restos das muralhas circundantes. A confirmação da sua existência é possível através da análise do espólio de superfície, geralmente constituído por restos de cerâmica. Este processo ajudou a fazer inventariação de um largo número de castros, distribuídos pelas várias freguesias do concelho. Os mais importantes parecem ter sido os de Santo Ovídio, em Arcozelo, do Castelo, em S. João da Ribeira, do Alto de S. João, na Correlhã, de S. Lourenço, em Serdedelo, e do Crasto, em Vitorino de Piães.

Nas acrópoles de alguns desses castros, os templos dedicados aos deuses pagãos foram substituídos por ermidas cristãs: S. Ovídio, em Arcozelo, S. Veríssimo, em Calvelo, S. Cristóvão, em Freixo, S. Lourenço, em Serdedelo, S. João, na Correlhã; outros deixaram eco na toponímia: lugares do Castro, em Ribeira, Refojos, Santa Comba, Beiral e Vitorino de Piães; da Bouça de Castro, em Estorãos; de Castro Bom, em Moreira; do Castro de Mau Vizinho em S. João da Ribeira. Do Castro de Genso, em Calheiros, recolheu Manuel Gomes Dias um tosco ídolo de granito, relacionado com as crenças populares do mundo castrejo.

Apenas o castro de Santo Estêvão da Facha foi objecto de escavações sistemáticas.
As povoações castrejas perdurarão mesmo nos tempos da romanização, que, pelas repercussões que teve, merecerá uma atenção especial, em capítulo próprio.

* * *

Com as invasões bárbaras, no início do século V, dá-se uma profunda transformação da sociedade local, a ponto de até os próprios castros, que tanto resistiram à dissolução no mundo romano, terem sido abandonados, salvo algumas raras excepções, como o já referido de Santo Estêvão, e, nesse caso, em vez de continuidade, talvez seja melhor falar em reocupação do local.

A Ribeira Lima situa-se no espaço geográfico em que se instalou o reino dos suevos, seguindo-lhe a sorte, ao ser absorvido pelos visigodos.

Superada a crise resultante da invasão, o território conheceria então um período de vida intensa, de que nos falam vestígios arqueológicos e toponímios.

Aqui chegaram também os ecos da conversão ao catolicismo de Recaredo, o primeiro visogodo que reinou sobre os suevos. Com efeito, na Correlhã foi achada, no século passado, uma moeda de ouro de 22 quilates, com o peso de meia grama, comemorativa do 3º concílio de Toledo, realizado em 589, que assinala a conversão ao catolicismo de Recaredo e dos visigodos, de que foi rei entre 589 e 601.
No passal da freguesia de Ardegão, achou-se, em 1936, outra moeda visigótica, identificada como um triente, de 14 quilates, cunhada no tempo de Egica (687-702).

No Eido da Renda, em Beiral do Lima, foi exumada uma necrópole, com cerca de vinte sepulturas trapezoidais, de tégulas, ímbriques e pequenas lajes, onde, além dos característicos vasos de cerâmica e de vidro colorido, e de um punhal de ferro, se acharam fragmentos de prata, contas de âmbar, um anel e um precioso diadema de ouro.

Sepulturas antropomórficas cavadas na rocha há-as em várias freguesias do concelho: Correlhã (nas vizinhanças da igreja), Cabaços (no lugar de Bouça Longa), Labruja (nas proximidades da igreja e de um castro), Estorãos (no monte do Castelo), S. Pedro de Arcos (no lugar de Sangemontes) e Refojos (no lugar de S. Simão).

Na freguesia de Santa Cruz do Lima encontra-se dois capiteis ainda pré-românicos, depois levados para Braga. Dois outros se acharam na vila de Ponte de Lima – um na Rua D. Leonel de Lima e outro junto à fonte da Rua do Pinheiro.

Estes vestígios arqueológicos confirmam a existência, já então, de um agregado populacional, na mesma localidade onde mais tarde se fundaria a actual vila.
A proposta localização na área deste concelho da paroecia suéva de Agilde (Gelha – Rebordões-Souto) e do pagus de Annove (lugar d’Anova – Calheiros) não só nos leva a pensar numa colonização intensa sob o domínio suevo e visigodo, tal a abundância de topónimos referenciáveis a essas épocas, como também põe em causa a teoria do ermamento, isto é, do total despovoamento, a norte do Douro, após as invasões muçulmanas.

As crónicas árabes não falam de incursões profundas nem demoradas nesta zona, mas, decerto, as circunstâncias políticas não consentiam uma vida desafogada, originando o definhar das instituições e a ancilose económica, com a consequente rarefacção da vida urbana e a dispersão no campo e nos recôncavos montanhosos do interior.

Iniciada a reconquista, cedo o Alto Minho foi objecto da presúria, isto é, de uma nova apropriação do território por parte dos monarcas e dos nobres, conforme se ia estendendo para sul o domínio político da monarquia asturleonesa, nos séculos IX e X.

Com Afonso III o Grande (866-910) consolida-se a reocupação das terras situadas a sul do rio Minho. Em 915, Ordonho II doou a Villa Corneliana à igreja de Santiago, em substituição dos quinhentos soldos que seu pai, Afonso III, tinha deixado a esta igreja no seu testamento. A Villa Corneliana – correspondente à actual freguesia de Correlhã – transformar-se-ia, pelo menos durante algum tempo, no posto mais avançado da política de hegemonia e influência religiosa de Santiago de Compostela em território português, tendo servido como base estratégica na célebre transferência das relíquias de S. Frutuoso, levada pessoalmente a cabo pelo arcebispo D. Diogo Gelmires, em 1102.

Nos fins do séc. XII, integrado na cruzada ocidental contra os fundamentalistas muçulmanos conhecidos como almorávidas, veio enquadrar-se nas hostes leonesas um nobre francês, Henrique da Borgonha. Foi-lhe dada em casamento a infanta Teresa e o governo do condado de Portucale.

O Conde D. Henrique faleceu, em Astorga, em 30 de Abril de 1112, sem ver reconhecidos, pelo monarca de Leão, os seus planos de autonomia, amadurecidos nos duros anos de luta que empreendeu, para o defender e expandir para sul. D. Teresa, quando lhe caíram nas mãos os destinos do condado, tudo fez por desatar os laços de vassalagem em que a tentava enredar D. Urraca, rainha de Leão e Castela, então desposada com o rei de Aragão, D. Afonso, o Batalhador. A outorga do foral e a consequente criação do município de Ponte de Lima, promovida por D. Teresa, em 1125, deve ter sido, entre os seus objectivos, o de contrabalançar a importância da “vila” Corneliana e de lhe retirar parte dos moradores e, desse modo, reduzir a influência galega.

D. Teresa, diz a Crónica Compostelana, “invadia os confins da Galiza […] e fazia edificar novos municípios para inquietar e devastar a pátria e lutar contra a pátria e o rei” (a pátria e o rei aqui mencionados são, é claro, os de Leão).

Entre esses “municípios” estava em primeiro lugar o de Ponte.
O Município e O Julgado de Ponte de Lima

Quando D. Teresa fundou o município de Ponte de Lima, incluiu dentro do seu termo apenas o território correspondente à actual freguesia de Santa Maria dos Anjos e, ao que parece, o da freguesia de Arca. Esse termo alargar-se-á gradualmente, no correr dos tempos, até se chegar ao território do actual concelho de Ponte de Lima.

Embora à data da outorga do foral por D. Teresa já se faça referência à terra de Ponte, convém advertir que, naquela época, “terra” não significava o mesmo que município ou concelho, nem sequer o mesmo que “julgado”, e que, por isso, os limites territoriais da “terra” não coincidiam com os do concelho.

Um município é uma comunidade local dotada de autonomia na condução dos seus destinos. Município é a palavra que nunca aparece na documentação, embora seja a mais adequada para referir aquela realidade que nos tempos actuais é costume designar com a palavra concelho, que engloba o território, as gentes e os respectivos órgãos de governo local. Raramente a palavra concílio, sua equivalente na versão latina, aparece nesse sentido nos documentos do séc. XII e XIII. Quando se menciona o município, e sobretudo en referência à comunidade que o integra, a documentação usa, conforme os casos, as palavras “vila”, “cidade”, “moradores”, “habitantes”, ou os plurais “vós”, ou, quando é o concelho a pronunciar-se, “nós”.

As terras ou tenências equivalem a circunscrições territoriais criadas para fins de organização militar: um tenens ou rico-homem estava à frente de cada uma dessas terras, variando constantemente a sua área de acção, como se pode ver pelo enleco dos confirmantes de diversos documentos dos séculos XII, XIII e XIV. No foral de Ponte, aparece, como um dos confirmantes, Sisnando Ramires, que era o “tenens” de Riba de Lima.

Os julgados eram divisões territoriais estabelecidas para fins de administração da justiça, e tinham à sua frente um juiz, entendido já no sentido actual.

Nas cortes de 1211, foi determinado que nenhuma terra houvesse sem estar integrada num julgado; nenhum habitante poderia furtar-se desde então à alçada do juiz, ou ao seu juízo, em caso de delito ou de contenda, e muito menos cair, por usurpação, sob a alçada de autoridades estranhas, como os senhores de algum couto (domínio eclesiástico) ou de alguma honra (domínio nobre), em que a localidade onde vivia o súbdito não estava de facto englobada.

Em 1211 não se instituem os julgados, como por vezes se tem dito, mas apenas se determina a sua extensão a todo o reino. Há referências anteriores a vários julgados e muitas mais aos juizes que, pelo menos desde cerca de 1135, existiam em quase todos os concelhos. É a partir desta data que muitas vezes o concelho equivale ao julgado. Em consequência das referidas cortes, criaram-se vários julgados, que mais tarde se viriam a transformar em concelhos, mas em que o juiz era nomeado pelo rei, mas noutros casos alargou-se simplesmente a área submetida ao juiz de um município, eleito pelos seus habitantes, como sucedeu em Ponte de Lima.
O Alargamento do Termo de Ponte de Lima

A primeira ampliação do termo de Ponte verifica-se assim quando este se tornou a cabeça do julgado de S. Martinho, que incluía a parte norte do actual concelho e mais as freguesias que hoje estão englobadas na parte norte do concelho de Viana. Apesar do nome, este julgado nada tinha a ver com a freguesia actualmente conhecida por esse nome, nem com as que rodeiam, na margem esquerda do Lima.Da jurisdição do concelho ficavam excluídas as freguesias integradas nalgum couto e assim dependentes, mesmo na jurisdição civil, de alguma autoridade eclesiástica. A integração da terra de S. Martinho no julgado de Ponte de Lima deve ter-se dado, por conseguinte, pouco depois e em resultado das cortes de 1211.

As inquirições de 1220, por se estenderem apenas até ao Lima, não fornecem quaisquer dados sobre o quadro administrativo da margem direita do rio Lima. Sabemos que a sul o espaço do actual concelho se repartia por diversos concelhos e coutos eclesiásticos. A situação não difere substancialmente da que volta a ser testemunhada pelas inquirições de 1258, estas a abranger também o espaço localizado entre os rios Minho e Lima.

Ao julgado de Aguiar de Neiva pertenciam as freguesias de S. André de Vitorino, S. Salvador de Navió, S. Tiago de Poaires, S. Maria de Ardegão, S. Martinho de Friastelas e S. Julião de Paçô (Freixo), estas duas só mencionadas em 1258, além de outras nove actualmente integradas noutros concelhos.

Ao julgado de Penela, com mais de três dezenas de freguesias, uma parte das quais integradas no actual concelho de Vila Verde, pertenciam as de Fornelos, Queijada, Sinde (Anais), Gaifar, Fojo Lobal, S. Lourenço (do Mato), Sandiães, Calvelo, Cabaços, S. Martinho da Gândara, Gemieira, S. João da Ribeira, Arca, Lavradas, Santa Cruz, (então designada como S. André), Gondufe, Mosteiro de S. Marta e S. João de Serdedelo, Beiral, Boalhosa (couto da ordem do Hospital).

A freguesia de Correlhã funcionava como um julgado à parte, com juiz próprio, uma vez que era couto da Igreja de Santiago de Compostela. O julgado de S. Estêvão era constituído pelas freguesias de S. Miguel da Facha, S. Mamede de Padela (Seara), S. Maria de Barco e Mosteiro de Vitorino (hoje numa só freguesia, Vitorino das Donas). Souto e Rebordões formavam um concelho, com duas freguesias, hoje conhecidas com os nomes de Rebordões-Souto e Rebordões-Santa Maria.

Na margem direita do rio Lima estendia-se o vasto julgado de S. Martinho, dependente do juiz de Ponte de Lima, constituído pelas freguesias que pertencem a este concelho e ao de Viana. Por isso o juiz de Ponte de Lima interveio na inquirição em todas essas freguesias. Não se menciona a freguesia de Cabração, que então era couto do mosteiro de Vitorino das Donas e se encontraria despovoada. Vilar do Monte, então designada como S. João de Vilar ou Vilar de Miranda, é incluída, em 1258, na inquirição relativa ao julgado de Valdevez. Refojos era um couto dos Cónegos Regrantes, com jurisdição própria.

A primeira alteração a este panorama resulta da criação do município de Viana, com a outorga do foral por D. Afonso III, em 1258. Desanexaram-se então da jurisdição de Ponte de Lima as freguesias que passavam a constituir o termo do novo concelho, situadas para lá do rio Podre, que separa Fontão de Lanheses. Mas, em contrapartida, como documenta o pergaminho n.º 5 do Arquivo Histórico de Ponte de Lima, em 1369, D. Fernando integrou no termo de Ponte de Lima o julgado de Penela, parte do de Valdevez, desde a igreja de S. Pedro do Souto, e o de Aguiar de Neiva. Ficou assim com uma dimensão próxima da que tem na actualidade.

Posteriores alterações modificaram este mapa, como a criação do concelho de Albergaria, que englobava freguesias dos antigos julgados de Aguiar e de Penela. Na área do concelho continuavam a existir alguns coutos: Bertiandos, Feitosa, Correlhã, Gondufe, Cabaços, Queijada e Boalhosa. Em grande parte, no fim do século XVIII, estes coutos foram transformados em pequenos concelhos, que viriam a ter uma duração muito efémera.

Com a reforma administrativa implantada após a instauração do liberalismo, em 1836 e 1837, esses e outros pequenos concelhos ou suas parcelas (a Facha, incluindo Seara e Vitorino das Donas, assim como S. Pedro de Arcos, Cabração, Fontão e Moreira, do concelho de Lanheses, Anais, Vilar das Almas, Calvelo, Fornelos, Fojo Lobal, Gaifar, S. Lourenço do Mato, Sandiães, Freixo e Friastelas, do concelho de Albergaria de Penela) foram extintos e integrados num só, o actual concelho de Ponte de Lima.

O concelho abrange presentemente cinquenta e uma freguesias, situando-se 33 a sul e 18 a norte do rio Lima.

Ponte de Lima ou Ponte do Lima

Aparece escrito de modos diferentes o nome da terra: Ponte de Lima e Ponte do Lima.

A mais antiga grafia do nome deste concelho, e a única usada durante séculos, é Ponte de Lima.

A grafia Ponte do Lima conquistou, no entanto, algum número de seguidores a partir de meados do século dezanove.

Tanto os que são de opinião que se deve escrever Ponte de Lima como os que preferem Ponte do Lima alegam a seu favor a linguagem popular. Ambas as maneira de dizer se ouvem, de facto, na região, embora seja mais frequente a forma Ponte de Lima.

Aduzem-se, igualmente, a favor de uma e outra forma, os testemunhos de vários escritores, do século passado e do presente, pelo que também este argumento não serve para dirimir a questão.

Uma outra razão, apresentada com frequência, é de ordem lógica e gramatical. Os que defendem a forma Ponte do Lima dizem que a palavra Lima designa o rio e é do género masculino. Os que, pelo contrário, preferem Ponte de Lima dizem que Lima é o mesmo que Límia, designação hoje em desuso nas terras portuguesas, a qual englobava a região atravessada pelo rio, que por isso se chamou também “rio de” ou “rio da” Límia ou Lima, antes de se dizer simplesmente “rio Lima”.

Não se pode negar fundamento e valor a estes argumentos apresentados em defesa de uma e de outra forma. Isto é, a pronúncia popular, a maneira de escrever dos autores dos últimos dois séculos e as razões de ordem lógica ou gramatical tanto podem abonar a favor de PONTE DE LIMA como a favor de PONTE DO LIMA.

Se o quisermos aceitar, resta um caminho pelo qual podemos enveredar para encontrar a solução do problema: o caminho da história, que consiste em saber como se foi designando e escrevendo o nome desta terra no decorrer dos tempos. Se alguma dessas formas precedeu ou se impôs sobre as outras, essa é a que devemos utilizar.

A primeira designação com que a nossa terra aparece referida nos documentos é simplesmente “Ponte”; assim acontece, por exemplo, no foral de D. Teresa, onde a rainha estabelece: “Placuit mihi ut faciam vilam supra nomimato loco Ponte cautum”, isto é, “aprouve-me tornar couto a vila situada no referido lugar de Ponte”.

A mais antiga referência documental onde a nossa terra é mencionada pelo seu nome composto, em que entram as duas palavras PONTE e LIMA, talvez seja a das Inquirições de 1258. A abertura do capítulo relativo ao julgado que então abrangia a parte norte dos actuais concelhos de Ponte de Lima e Viana do Castelo é esta: “Item in Judicatu de Ponte de Lima”. E, embora ao chegar á vila, se diga simplesmente, aliás em mais correcto latim, “Item in vila de Ponte Limie”, já na inquirição relativa à freguesia de Orbacém (Sancta Ovaya de Arvazani), situada no julgado de Caminha, se encontra a seguinte passagem: “quando el Rey vem a Ponte de Limia et quer corer monte, vam pora ele cum caes et cum azcunas et cum cornus, et andam cum elrey” (quando El Rei vem a Ponte de Lima”…).

Passando da documentação de ordem geral à que diz exclusivamente respeito ao nosso concelho, podemos folhear os pergaminhos do Arquivo Histórico Municipal de Ponte de Lima.

O mais antigo documento aí existente é a carta de D. Afonso IV, dada em Santarém, a 17 de Maio de 1326, a confirmar o foral, os bons usos e costumes do município; diz assim, numa passagem, a breve carta, redigida no português da época: “faço saber que eu querendo fazer graça e mercê ao Concelho de Ponte de Lima outorgo lhi e conffirmo seu foro”.

De igual modo se exprime idêntica carta de confirmação, passada pela infanta D. Branca, em 9 de Fevereiro de 1332: “faço saber que eu querendo fazer graça e mercê ao concelho de Ponte de Lima outorgo lhi e conffirmo seu foro”.

No pergaminho n.º 3 do mesmo arquivo, uma longa carta de sentença, dada por D. Pedro I, em Leiria, a 30 de Maio de 1360, pondo fim à querela entre o concelho de Ponte e os moradores da terra de S. Martinho, sobre o pagamento de fintas e talhas, o nosso concelho é repetidas vezes mencionado com a designação de “Ponte de Lyma”.

O pergaminho n.º 4, igualmente extenso e constituído por uma carta de sentença, dada por D. Fernando, em 12 de Setembro de 1368, solucionando nova querela sobre a mesma matéria, entre o concelho de Ponte e os seus moradores de S. Martinho, contém múltiplas repetições do nome “Ponte de Lima”.

Com esta amostragem, iniciada pelos documentos mais antigos, dispensamo-nos de passar em análise, um a um, todos os 75 pergaminhos do valioso Arquivo Histórico do nosso município, na maior parte dos quais se encontra o nome da vila ribeirinha ou do concelho escrito sempre de maneira que corresponde a PONTE DE LIMA e nunca, mesmo nunca, a “Ponte do Lima”.

Não podemos ter a pretensão de conhecer, nem sequer por alto, toda a documentação posterior referente ao nosso concelho. Mas em toda a que passou debaixo dos nossos olhos, nunca encontrámos, pelo menos até meados do século XVIII, a forma “Ponte do Lima”. Na documentação relativa ao mosteiro de Vitorino das Donas, nos séculos XIV e XV, registe-se por mera curiosidade que o rio até aparece algumas vezes designado no feminino – rio da Lima -, o que, na lógica dos defensores do nome da nossa terra com artigo a seguir ao “d”, obrigaria a que se dissesse “Ponte da Lima”!

Nunca, em toda a documentação anterior às últimas décadas do século XVIII, encontrámos a forma “Ponte do Lima”.

PONTE DE LIMA é, por conseguinte, historicamente, a maneira mais correcta de escrever e dizer o nome da nossa terra.

1326.05.17, Santarém
– D. Afonso IV confirma ao concelho de Ponte de Lima o seu foro, bons usos e costumes.
Arquivo Histórico do Município de Ponte de Lima, pergaminho n.º1

Dom Affonsso pela graça de Deus Rey de Portugal e do Algarve a quantos esta carta virem faço saber que eu querendo fazer graça e mercêe ao Concelho de Ponte de Limha outorgo lhi e conffirmo o seu foro que ham fecto e seos boons usos e costumes assy como os ouverom en tenpo dos Reys que ante mi foram. Em testemonho desto dey ao dicto Concelho esta minha carta. Dante en Santarém dez e sete dias de Mayo. El Rey o mandou, Martim Stevez a ffez. Era de mill trezentos sasseenta e quatro anos.

Fonte: António Matos Reis, Ponte de Lima no tempo e no espaço (CM P Lima)
Ponte de Lima Histórica – A Vila Mais Antiga de Portugal

Em Ponte de Lima, terra de história e de histórias, um passeio pelo centro é um regresso à nossa ancestralidade. O Largo de Camões, sala de visitas da vila, acolhe-o com o Chafariz Nobre, terminado de construir em 1603.

A Ponte, logo ali ao lado, vai abrir-lhe o apetite para a respectiva travessia, a pé, ao longo de cerca de três centenas de metros. Atravesse-a e admire a beleza da Igreja de Santo António da Torre Velha, do século XIX, com destaque para a altura da torre e para as gárgulas existentes em cada ângulo da mesma.

Contígua, a Capela do Anjo da Guarda, uma construção com raízes românicas e góticas, que muitos atribuem ao século XIII, vai aguçar-lhe a curiosidade pela forma singela e harmoniosa com que se insere na paisagem.

Continue na margem direita onde a importância da agricultura é registada no Museu Rural, junto aos Jardins Temáticos do Arnado – visite a sala do linho, a cozinha regional, o forno de cozer o pão e a adega.

Não regresse à outra margem sem visitar o Festival Internacional de Jardins, se a sua visita coincidir com as datas em que se encontra aberto ao público, e o pitoresco Arrabalde de Além da Ponte, de inegável interesse arquitectónico.

Na margem esquerda, de volta ao centro histórico, admire a Torre de S. Paulo, do século XIV, o Pelourinho, a Torre da Cadeia Velha, espaço que serviu de encarceramento até aos anos sessenta do século XX e o Arco da Porta Nova, que dá acesso à velha Rua da Judiaria.

Ao dirigir-se a um outro ex-libris de Ponte de Lima, a Avenida dos Plátanos, detenha-se na barroca Capela de Nossa Senhora da Penha de França. Na referida avenida, visita obrigatória à Capela de Nossa Senhora da Guia (século XVII) e ao notável conjunto formado pelas Igrejas de Santo António dos Frades (século XV) e da Ordem Terceira de S. Francisco (século XVIII), recentemente recuperadas, que albergam o Museu dos Terceiros onde pode admirar um precioso conjunto de arte sacra.

Dirija-se agora ao Teatro Diogo Bernardes, belo exemplar de um teatro à italiana, inaugurado em 1893 e recentemente restaurado, que continua a ser o centro cultural, por excelência, da vila. De imediato, o Palacete Villa Moraes, com admiráveis fachadas de imitação neoclássica, ao velho estilo de brasileiro torna viagem, e um parque envolvente, romântico, acolhedor e convidativo a uns momentos de deleite.

De volta ao centro da vila, uma passagem pelo edifício da Biblioteca Municipal, com a sua varanda alpendrada, ao Largo da Picota. A Igreja Matriz, mandada reconstruir por D. João I, é de visita obrigatória.

Daí, dirija-se ao Paço do Marquês (século XV), visite o Núcleo Arqueológico, os jardins envolventes e as belas varandas manuelinas do edifício

Sugerimos também a visita à Igreja da Lapa, onde se encontra a imagem do santo negro S. Benedito.

Na Praça da República destacam-se os monumentos evocativos à Rainha D. Teresa e ao Poeta António Feijó, o edifício dos Paços do Concelho e o Pelourinho. Perca-se agora pelas ruas e ruelas da vila, com destaque para a Rua Beato Francisco Pacheco e para o quinhentista Bairro das Pereiras com belos exemplares arquitectónicos e fachadas notáveis.

Sugerimos o término deste roteiro, de entre muitos outros possíveis, na Capela de Nossa Senhora da Misericórdia das Pereiras, onde irá desfrutar de uma vista sublime para o rio e para o conjunto da totalidade da vila.
Rio Lima – O Rio do Esquecimento

Rio Lima e Igreja de Santo António
A ligação desta terra ao rio que lhe deu parte do seu nome é muito forte e, ainda nos dias de hoje, temos que reconhecer essa mais valia que é também um ponto marcante dos sectores turístico e ambiental.

Denominado pelos romanos de Lethes – o Rio do Esquecimento (acreditavam que quem o atravessasse perderia para sempre a memória do passado), foi a mais importante via de comunicação até à construção das estradas reais, regou durante séculos as nossas terras, abasteceu de águas as nossas casas e permite, coisa rara nos dias que correm, que residentes e visitantes possam banhar-se nele durante o período balnear, pois a poluição, felizmente, ainda não chegou a estas paragens.

Os desportos náuticos são cada vez mais uma constante. A sua prática motiva uma procura crescente das suas águas e das estruturas colocadas à disposição de atletas e de praticantes das mais diversas modalidades desportivas aquáticas.

http://clubevinhosportugueses.wordpress.com/2010/05/01/ponte-de-lima-a-primeira-vila-de-portugal/

13 Respostas to “0 0 0 0 0 0 O Capitão Domingos, e os Peixoto Leal, Melo Lima, Souza Lima de Uberaba-MG, Uberlândia-MG e Itumbiara-GO”

  1. Lúcio de oliveira falleiros Says:

    Para os netos de silina e consequentemente, bisnetos de Maximina,trinetos de José Alves Falleiros e tetranetos do meu bisavô José Justino Faleirod. No meu livro dos falleiros. como já disse,tenho todos os descendentes, com detalhes, desse meu tio avô José Alves Falleiros. Dos treze irmãos de Maximina, dos seus dois filhos com Joaquim Valim de Melo e os outros 5 filhos com o cunhado Antônio Valim de Melo. Os 12 filhos de sua avô Solina.e os 8 filho de Esmeralda.
    òsculos e amplexos

  2. capitaodomingos Says:

    Obrigado, estamos corrigindo e ampliando o texto do Osório Rocha. A parte de Uberaba foi escrita pela Tia Elza.

  3. Tânia Mara Garcia Says:

    Sou neta de Luis Ignácio de Souza Lima e posso dar informações sobre os descendentes dele, como também sobre Estevão de Sousa Lima e suas duas filhas.

    • capitaodomingos Says:

      maravilha. Luis ignacio é o filho natural do joaquim Ignacio. maravilha. é o que procuramos há décadas. pode mandar sua arvore e do tio estevam. ainda não postei as fotos das filhas dele. e tenho fotos para serem reconhecidas que podem de ser das filhas do juis lgnacio ou do tio affonso. eu tenho uma carta do luis ignacio de iturama. depois de escanear poderia passá-la aos netos dele. obrigado.

  4. thiago Says:

    oi gostaria de saber sobre a familia alves gouvea naturais de batatais

  5. Martha Henrique Says:

    A primeira filha de Mário de Melo Lima é Maria Helena Henrique, viúva de Hélio Henrique, sem o `s´ no final como está grafado.O filho de Martha Helena Henrique nasceu em 31/05/1994 e não em 1894.

  6. renata lima Says:

    Primo em nome de Rosa Maria filha de Mario de Melo Lima lhe damos os parabéns pelo belo trabalho! Nó nos propomos a da fazer uma material revisado da família de Mario de Melo Lima para sua próxima visita em Uberaba.
    Abraços!

  7. Ivan Martins Pontes Says:

    A data de nascimento de Ivan, casado com Doralice, filha do Mario Lima, é 22/12/1946

  8. Eduardo Italo Lima Says:

    Bom dia. Sou Eduardo, filho de ROSA MARIA LIMA, filha de MARIO LIMA.
    Minha data de nascimento correta é 06/02/1993, e já tenho 2 filhos, de nomes e datas de nascimento respectivos: CAETANO 04/12/2012 ; VICENTE 26/09/2014.
    Grato.

  9. Maria Antonieta de Almeida Barbosa Says:

    minha avó, Maria Borges de Almeida tem uma cópia do José Joaquim com a vaca no colo e diz ser seu bisavô, sendo sua mãe, Olivia Borges da Silva, filha de Luiza Maria de Lima e esta ao casar mudou-se para onde nossa família se encontra: Uberlândia, na época distrito de Uberaba. Conta que um Talvez um dos filhos ou irmão de José Joaquim foi quem recebeu herança e veio para Uberlândia. Se tiverem maiores informações, há ainda preservado o túmulo de Maria Luiza de Lima no Cemitério São Pedro de Uberlândia, os demais foram enterrados em cemitérios que não existem mais. Posteriormente os cumpadres – Marido de Luiza e o pai da Família Mariano fizeram o casamento de Pio Borges, também descendente de família de Uberaba, e Olívia, os pais de minha avó Maria (viva atualmente com 99 anos) esta também se lembra de uma menina de sua idade que visitava regularmente em Uberaba de nome Melica. As famílias tinham preconceito de registrarem os filhos em Uberlândia e somente o faziam na Igreja São Domingos de Uberaba.

    • GENEALOGIA SILVA OLIVEIRA Faleiros, Leme, UBERABA-MG FRANCA-SP MADRINHA DA SERRA Says:

      ok. muito obrigado. no site há um pdf como muitos nomes da família. vou visitar sim. e procure saber com ela sobre tio estavam e tio luis, irmãos de josé Joaquim. ele não teve herança não. josé Joaquim de lima faleceu em 1950 e a vó solina em 53. deixou só a esquina da rua barão da ponte alta na abadia.

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