0 0 0 0 0 0 A Família materna dos Silva e Oliveira de Uberaba-MG – Portugueses do Porto e de Lisboa – Paiva, Peres, Alves Portela

JOANA FRANCISCA DE PAIVA é a mãe do CAPITÃO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA.

Aqui os Antepassados maternos do Capitão Domingos da Silva e Oliveira, de seu irmão Sargento Mor Antônio Eustáquio da Silva e Oliveira, fundador de Uberaba-MG.

 

A mãe do CAPITÃO DOMINGOS era JOANA FRANCISCA DE PAIVA falecida em Glaura-MG em 1818.

leia o PDF abaixo com a Genealogia dela:

Antepassados de joana francisca de paiva

FOZ DO DOURO, nossa terrinha, dali viemos para o Brasil,

no nosso tempo era:

Freguesia de SÃO JOÃO DA FOZ,

a campeã das festas de São João

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Foz do Douro

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A LISBOA BOA DO NOSSO TEMPO QUANDO VOVÓ VIVIA LÁ……

QUE LUGAR LINDO VOVÓ VIVEU – ERA DA FREGUESIA DE SÃO PAULO, EM LISBOA

Como era Lisboa antes do terramoto de 1755?

No dia 1 de Novembro, pelas nove e meia da manhã, a crosta terrestre rompeu-se no mar, ao largo de Portugal, e a terra tremeu com uma tal violência que grande parte da cidade ficou reduzida a escombros. Com magnitude de 8,5 graus, um dos maiores sismos de que há memória, o terramoto de 1755 é considerado a primeira grande catástrofe natural da história.

A Lisboa anterior ao terramoto de 1755 desapareceu quase completamente, não só com a catástrofe de 1 de Novembro, mas também com a reconstrução empreendida pelo futuro Marquês de Pombal, ministro do rei D. José I, da qual resultou uma cidade de traçado regular e quarteirões uniformes.

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Da Lisboa barroca ficou apenas a memória de uma cidade mítica que perdura até hoje e cujas descrições oscilam entre a extrema miséria, a devoção religiosa e a desmedida opulência.

Lisboa
Lisboa

No dia 1 de Novembro, pelas nove e meia da manhã, a crosta terrestre rompeu-se no mar, ao largo de Portugal, e a terra tremeu com uma tal violência que grande parte da cidade ficou reduzida a escombros. Com magnitude de 8,5 graus, um dos maiores sismos de que há memória, o terramoto de 1755 é considerado a primeira grande catástrofe natural da história.

1755Uma hora e meia depois chegou o tsunami, gerado pela deformação no fundo do mar quando se deu o sismo, e inundou a zona ribeirinha da capital. Por último, os incêndios. Os fogões no casario denso, sempre acesos, atearam fogos que cobriram Lisboa de negro.

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Terão morrido dez mil pessoas, nas estimativas recentes, entre as 200 mil que habitavam a cidade. Umas terão ficado debaixo dos escombros. Aquelas que fugiram para as margens do Tejo, sobretudo o Terreiro do Paço e o Cais do Sodré, foram apanhadas pela onda, que chegou com cinco metros de altura e avançou 250 metros terra adentro.

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Foi em cima destas ruínas que renasceu uma Lisboa de ruas largas e geométricas na Baixa, tal como conhecemos agora.

A cidade erguida da catástrofe – cujos trabalhos de reconstrução foram dirigidos por Sebastião José de Carvalho e Melo, o futuro Marquês de Pombal – sepultava assim muitos vestígios da antiga, descrita nos textos da época como caótica, cujas ruas e becos não obedeciam a qualquer plano prévio

. Descreviam-na ainda como nojenta (as bacias com dejectos eram despejadas no Tejo) e contava-se queestava sempre a ser fustigada por incêndios.

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