0 2 Maximina Augusta de Melo, suas Famílias: Guimarães, Alves Ferreira, Moreira de Meirelles, de Franca-SP e Batatais-SP, e sul de Minas, e PORTUGAL – Maximina mãe de Eulina de Melo Lima que teve 12 filhos Lima em Uberaba-MG

MAXIMA AUGUSTA DE MELO, casada com Antônio Valim de Melo, tronco dos Melo Lima e Valim de Melo de Uberaba-MG,  é filha de José Alves Faleiros e de Maria Teodora do Nascimento.

Seu pai, o vereador de Franca-SP Capitão JOSÉ ALVES FALEIROS é filho do Sargento Mor José Justino Faleiros e de Joana Gomes de Assunção.

E a JOANA GOMES (Moreira) DE ASSUNÇÃO é filha de ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES.

OU SEJA:

ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES é pai de:

JOANA GOMES Moreira (DE ASSUNÇÃO) que é mãe de:

JOSÉ ALVES FALEIROS que é pai de:

MAXIMINA AUGUSTA DE MELO é a mãe

Eulina de Melo Lima que é a mãe de:

VAMOS VER ENTÃO, nesta página, ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES,

tronco dos Alves Ferreira, dos Guimarães, e, dos Faleiros de Franca-SP

VEJA A FAMÍLIA PORTUGUESA COM CERTEZA DESTE DESBRAVADOR ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES:

ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES, nascido na Freguesia de S. Martinho do Candoso, na então Vila de Guimarães, hoje Cidade, em 1737,

filho de Manoel Alves de Faria e Ana de Abreu (que se casaram em 03/ jan/ 1735 em Freguesia de S. Martinho do Candoso, Vila de Guimarães, Arcebispado de Braga, Portugal.)

E o Manoel Alves de Faria casou em 03/ jan/ 1735, em S. Martinho do Candoso com Ana de Abreu. e é fiho de Domingos Alves e Senhorinha de Faria (casados em Freg. S. Salvador de Pinheiro, Guimarães, Braga, Portugal).

e Ana de Abreu é filha de Bento Gomes e Jerônima de Abreu, casados em S. Cristovão de Cima de Selho, Guimaraes, Portugal, em 15 jan 1692.

Bento Gomes é filho de Domingos Gaspar e Maria Gomes (casados na freg. de s. Faustino de Vizela, Guimaraes, Portugal, em 1 jun 1663).

e Jerônima de Abreu é filha de Pedro de Abreu e Ana Lopes (casados em 8 ago 1668 em Freguesia de S. Cristovão de Cima de Selho, Guimarães, Portugal).

Leia, neste site, mais sobre MAXIMINA AUGUSTA DE MELO e de ANTONIO VALIM DE MELO:

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O VIAJANTE FRANCÊS D´ALINCOURT CONHECEU O VOVÔ ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES:

D´ALLINCOURT VISITA ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES  sogro da MADRINHA DA SERRA  em 1817 e descreve nossa região.

Aqui, o viajante francês D´Allincourt fala do vovô Antônio Alves de Guimarães, sogro da Madrinha da Serra e vizinha de sua família, de Batatais-SP e de Franca-SP

A Fazenda da Prata ficava um pouco ao sul do Sítio do Jardim das Macaúbas do Antônio Alves de Guimarães.

O vovô Antônio Alves de Guimarães é o pai do marido da MADRINHA DA SERRA, (ANTONIO ALVES FERREIRA).

Descrição da região:

“”Depois de uma descida fácil chega-se ao morador dos Batatais. Este lugar é muito alegre, seu dono, Manuel Bernardo do Nascimento, ajudado de seus filhos, desenvolve a maior atividade na lavoura; faz muito bom negócio em gado vacum, e em queijos. Afastados do caminho há, nestes lugares, muitos vizinhos, mais ou menos distantes uns dos outros, que possuem grande quantidade de gado. Deste sítio segue a estrada ao noroeste, e deixado à esquerda o caminho para a freguesia do Senhor Bom Jesus da Cana Verde, vai-se passar, ao mesmo lado da estrada, por uma ponte de pau, o ribeirão da Paciência, para chegar ao pouso do mesmo nome.

O morador da Paciência vive a duas léguas dos Batatais, e quatro do Cervo; a estrada segue, neste lugar, ao nordeste, inclinava depois ao nor-nordeste, e, passado um ribeiro, volta ao noroeste. Largas campinas, batizadas de pequenos bosques, se avistam, até que na proximidade do rio Sapucaí, o terreno torna-se irregular, e o caminho, com algumas ladeiras, vai fechar nas margens daquele rio, que são cobertas de arvoredo; o rio atravessa-se por uma ponte de madeira, e no tempo da seca dá excelente vau; dista da Paciência légua e meia, nasce na serra de Muguaçu e vai confluir no Pardo: deixa-se depois o ribeiro do Patrocínio, que vem correndo de leste por cima de Lajes; o caminho vai ao nor-noroeste, e a quatro léguas, e um quarto distante da Paciência está o morador de Santa Bárbara, à direita;

passa-se logo, por uma ponte estreita de madeira, o grande ribeirão do mesmo nome, que corre ao noroeste, por um leito formado de grossas pedras; e aqui há uma cachoeira. Deste sítio a Franca contam-se três léguas, e três quartos; larga-se adiante, à esquerda, a estrada geral, para  tomar-se, à direita, para a Fazenda das Macaúbas, junto à qual se passa o ribeiro Sapucaí.”””

AQUI, o viajante francês FALA DO ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES sogro e vizinho da Madrinha da Serra, Seu Sítio do Jardim das Macaúbas fica um pouco ao Norte da Fazenda da Prata onde morava a Madrinha seus irmãos e sua mãe antes dela se casar e mudar para a Fazenda da Serra:

Continua o viajante:

“””O dono desta fazenda, natural de Guimarães, conta oitenta e quatro anos, em muito bom estado de saúde, e robustez, faz o seu maior negócio em gado. Além deste sítio, entra-se um pouco adiante, na estrada geral, que vai ao nor-noroeste; o terreno continua a ser agradável, ornado de capões, e capoeiras; passam-se três ribeiros até chegar-se ao arraial da Franca.

O arraial da Franca está na latitude austral de 20º 28’, e longitude 47º 26’ de Greenwich, foi fundado há treze para quatorze anos, por Hipólito Antônio Pinheiro, capitão do Distrito, e natural da Comarca de S. João d’el-Rei, Província de Minas Gerais; é ele o mais opulento do lugar, e sete léguas arredado, possui uma grande fazenda: antes desta fundação eram estes terrenos demasiadamente infestados pelos selvagens.

Deu-se a este arraial o nome de Franca, por virem a ele estabelecer-se toda a qualidade de pessoas de diversos lugares; todavia a maior parte delas veio de Minas Gerais: a fama deste lugar é muito má, por causa dos facinorosos, que, em grande número, o habitam; e decerto a conservará enquanto ali se não estabelecerem as autoridades, que mantenham as leis do soberano, e a Justiça.

Este povo existe como os da primitiva: o mais astuto, e valente, ou para dizer melhor, o de pior coração dá a lei, os outros tremem e cegamente obedecem; e, como a Justiça está muito longe, nada receiam. Houve ali um malvado, que fez quatorze mortes, e se recreava com a narração delas; porém, graças às diligências do Exmoº D. Manuel de Portugal e Castro, capitão-general de Minas, que fizeram acabar com tal monstro, que se tinha refugiado neste arraial, onde ainda existe um delinqüente de sete mortes, e vários outros de menor número (confissão dos mesmos povos).

Não trato da qualidade de mortes, das traições, e de muitos pais roubados a seus filhos; pois são tão diferentes os casos, que seria necessário descrevê- los muito por miúdo; finalmente pela mais leve causa não há escrúpulo em tirar a vida.

Os habitantes deste lugar são industriosos, e trabalhadores; fazem diversos tecidos de algodão; boas toalhas, colchas e cobertores; fabricam pano azul de lã muito sofrível; chapéus, alguma pólvora; e até já Memória sobre a viagem do porto de Santos à cidade de Cuiabá têm feito espingardas; a sua principal exportação consta de gado vacum, porcos, e algodão, que levam a Minas: plantam milho, feijão, e outros legumes para consumo do país.

O arraial está bem arruado, porém a maior parte das ruas é ainda mui pouca povoada, só o largo da matriz está mais guarnecido de casas, que são construídas de pau a prumo, com travessões, e ripas, cheios os vãos de barro, e as paredes rebocadas com areia fina, misturada com bosta, geralmente são pequenas, e a maior parte delas cobertas de palha.

Tem a Franca duas igrejas: a de N. Senhora do Rosário, pequena, e baixa, foi a primeira, que se fundou; e a matriz de N. Senhora da Conceição está quase acabada, e é um lindo templo. Esta freguesia chega a três mil almas de confissão; e a meu ver deveria entrar o arraial no número das vilas, para melhor governo, ordem e polícia de seu povo, que tendo em meio de si as autoridades de Justiça, não haverá ali tantos crimes.

É dos mais lindos, e desafogados locais, que tenho encontrado; um comprido campo se estende de norte ao sul, e suavemente vai declinando até aos ribeiros, que o limitam a leste, e oeste, os quais reunindo-se ao sul, formam um só ribeirão; assim fica representando uma península este terreno: que é mais elevado; mais ventilado, e inteiramente plano ao norte da matriz: para oeste, contíguo ao arraial, vai ele abrindo-se em duas ribanceiras, formadas pelas chuvas, que destruirão bem depressa esta parte, se lhe não derem remédio pronto.

O ribeiro d’oeste, que tem o nome de Itambé, forma um salto de seis, ou sete braças de alto, logo abaixo da boca da ribanceira; o de leste denominasse do Vigário, porque este habita na sua vizinhança em uma excelente casa. Além dos ribeiros eleva-se o terreno em doce ladeira, e, a poucas léguas de distância há um olho-d’água, que se conserva quente em todo o tempo.

Hoje são raras as que existem cobertas de palha, e há boas propriedades; desde o ano de 1818, em que estive nesse arraial, até o princípio deste de 1823, que por ali tornei a passar, tem-se aumentado o número de fogos consideravelmente, não só dentro do lugar, como fora junto dos ribeirões, por onde há sítios mui aprazíveis; igualmente há crescido o comércio, e agricultura, e ali concorrem da Farinha Podre, e outras partes a buscar sal, e mais alguns gêneros.

Partindo da Franca dirige-se a estrada a oés-noroeste; depois a oeste; o terreno vai oferecendo a mesma perspectiva agradável que o antecedente, passam-se quatro ribeiros, o primeiro dos quais tem uma cachoeira à vista do caminho, e vai correndo por cima de lajes; finalmente principia-se a descer, até que se chega ao pouso, e fazenda do Machado,35 duas léguas e meia da Franca; o morador fica à direita, e cercado de montes e vales; as águas são boas e abundantes, e junto à casa corre um claro ribeiro.””

TESTAMENTO de ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES :

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PORQUE ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES – Porque este nome!

É Guimarães porque veio do Concelho de Guimarães, em Portugal:

Nasceu em 1737, na Freguesia de São Martinho do Candoso, Vila de Guimarães, primeira capital de Portugal,

ver acima seus pais avós e bisavos.

Casado em 1782.. em Itaberaba-MG, com Josefa Gomes Moreira, também dita Josefa Gomes de Assunção.

Um dos lugares de maior cultura do mundo:

Guimarães é o 4.º Património UNESCO mais recomendado do mundo

As opiniões da comunidade de utilizadores do TripAdvisor, provavelmente o mais influente portal de viagens do mundo, colocaram o centro histórico vimaranense em 4.º lugar entre todos os destinos do mundo com Património UNESCO.

Numa lista liderada pelo Conjunto Histórico do Palácio Potala, de Lhasa (Tibete sob administração chinesa), a ex-Capital Europeia da Cultura brilha à frente de Masada (Israel) e atrás do Desfiladeiro de Ironbridge (no Reino Unido, berço da revolução industrial) e do Palácio e Parque de Fontainebleau (França).

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O top surge de uma parceria entre UNESCO e Tripadvisor, baseando-se na análise do feedback de mais de 1,1 milhões de viajantes.

Trata-se do maior estudo deste género jamais realizado, segundo o comunicado do TripAdvisor.

Cada um dos 962 sítios designados pela UNESCO como Património Mundial tem um enorme significado cultural ou natural, comenta Emma Shaw, porta-voz do site, realçando que estas listas identificam os locais mais valorizados pelos milhões de viajantes do TripAdvisor que os visitam.

A parceria entre o site e a agência das Nações Unidas nasceu em 2009 e, através de várias iniciativas conjuntas e relacionadas com o património, pretende sensibilizar e conquistar o apoio dos viajantes para a preservação dos sítios naturais e culturais inscritos na lista da UNESCO.

Quando os utilizadores do site escrevem sobre um hotel, restaurante ou atracção que esteja dentro de uma área com Património Mundial, é-lhes solicitado que respondam a um inquérito sobre a sua experiência em relação ao sítio UNESCO, incluindo se o recomendam ou não.

Ao todo, já foram recebidos mais de 1,1 milhões de inquéritos. Entre vários comentários de portugueses, surgem também turistas estrangeiros – lindo e digno de ser visitado, escreve um utilizador espanhol; encantadora cidade velha, diz um argentino; respira-se uma belíssima atmosfera, aponta outro; saborosa comida regional, lembra um brasileiro; ou absolutamente charrmoso, resume um francês.

GRANDE SESMARIA DO PIONEIRO E DESBRAVADOR DE FRANCA-SP:

ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES.

SITIO DAS MACAUBAS, do ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES, e que ficou depois para seu genro JOSE JUSTINO FALEIROS, atualmente é de VICENTE FALEIROS.

Claro éra uma sesmaria imensa. 6 léguas por 3.

NA FOTO VEMOS FRANCA, patrocínio paulista, itirapuã e o RIO SAPUCAI, fazendo de divisa dos municipios de Batatais com Patrocinio paulista, antigo patrocinio do sapucai (MAS sapucaizinho). o SAPUCAI grande é divisa com batatais.

Local aproximado do Sitio da Macaubas, do Antonio Alves de Guimarães, e depois Fazenda do José Justino Faleiros

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OS ALVES FERREIRA EM FRANCA

João Bekman Alves*

Origens

Era costume dos imigrantes portugueses, já estabelecidos no Brasil, promoverem a vinda dos parentes que permaneceram na metrópole, principalmente durante o Ciclo do Ouro nas Minas Gerais.

Os Alves Ferreira são originários do termo de Guimarães, considerada o berço da nação portuguesa.

Manuel Moreira de Meirelles cavaleiro da ordem de Cristo, migrou para o Brasil no início da mineração, foi vereador mais velho da Câmara de Vila Rica na legislatura de 1732, era casado com Josepha Rodrigues d’Assumpção e faleceu na Fazenda Cachoeira de Santana, freguesia de Santo Antônio da Itaverava.

Violante Moreira d’Assumpção, uma de suas filhas casou com o Furriel Manuel Gomes Ferreira natural da freguesia de São Pedro de Alvite e tiveram nove filhos, entre eles Josepha Gomes Moreira que se casou na matriz de Itaverava com Antônio Alves Guimarães, da Freguesia de São Martinho de Candoso, Termo de Guimarães, que passou para o Brasil em companhia de seu irmão Domingos Alves Guimarães na segunda metade do século XVIII.

Nos inventários testamentários de Manuel Gomes Ferreira e de Violante Moreira d’Assumpção conservados no Arquivo do Museu Regional de São João Del Rei encontramos na relação de bens, uma fazenda com casa assobradada, grande quantidade de escravos, animais de carga e ouro, inclusive uma imagem de N.S. da Conceição em ouro com brincos de azeviche. Essa mesma imagem consta dos bens arrolados no inventário de Antônio Alves Guimarães e Josepha Gomes Moreira conservados no Arquivo Municipal Capitão Hipólito Antônio Pinheiro de Franca.

Nas vésperas da Inconfidência Mineira, o Ciclo do Ouro entrava em decadência, e os irmãos Alves Guimarães com família e escravos, fugindo da derrama, deixavam as regiões auríferas em direção ao oeste procurando terras férteis; chegaram ao Arraial de Nossa Senhora do Livramento do Piumhy. Domingos se estabeleceu aí com a família, onde deixou vasta descendência. Antônio e Josepha viveram ali por alguns anos onde tiveram mais filhos e os primeiros netos.

O Sertão do Rio Pardo

Ao longo da estrada dos Goiases, aberta pelos bandeirantes, estabeleceram-se os primeiros pousos no sertão do Rio Pardo. No início do século XIX, os entrantes mineiros, liderados pelo Capitão-mor Hipólito Antônio Pinheiro, ocupam as matas, os rios e as serras do sertão, até então do índio caiapó.

Antônio Álvares Guimarães recebeu uma sesmaria de três léguas de terras “na paragem Macahúbas confrontando com o espigão que principia a freguesia”; seu filho Antônio em sociedade com José Lourenço de Paiva, tio do Padre Joaquim Martins Rodrigues, receberam também três léguas de terras na Fazenda da Prata anexas à sesmaria de Helena Maria Martins, Joaquim Ribeiro Guimarães e Ana Esméria Ribeira “acompanhando o Ribeirão Batataes rumo para o Rio Pardo”.

No dia 03 de dezembro de 1805 o Padre Joaquim Martins Rodrigues, cumprindo a Provisão de 29 de agosto do mesmo ano do Bispo de São Paulo Dom Matheus de Abreu Pereira, que criou a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca, benzeu o local do cemitério, e no “lugar vizinho mandou erigir uma casa de orações com a possível decência para a celebração do Santo Sacrifício da Missa”, estando presentes ao ato os doadores do patrimônio Vicente Ferreira Antunes e Antônio Antunes de Almeida; ocasião em que foi batizado pelo padre Claudio José da Cunha o filho de Antônio e Josepha: Joaquim.

A família, além do casal, era constituída dos seguintes membros AS MULHERES:

Ana que se casou com Jacintho Antônio Felizardo, ainda em Piumhy; Maria com Alexandre Pereira da Silva; Antônia com Joaquim Ribeiro Guimarães; Francisca com Ignácio de Freitas Silveira; Josepha com Antônio Joaquim da Silva; Joana QUE SE CASOU com José Justino Faleiros, (AVOS DA MAXIMINA AUGUSTA DE MELO), estas se casaram na freguesia da Franca, todas assinavam Gomes d’Assumpção;

Os filhos HOMENS eram: Antônio Alves Ferreira que se casou na freguesia de Bom Jesus da Cana Verde com Joaquina Custódia da Conceição (A Madrinha da Serra de Patrocínio Paulista), Manuel Alves Ferreira casado com Ignácia Francisca de Jesus, residentes no termo de Mogi Mirim, Domingos Alves Ferreira que se casou duas vezes: em primeiras núpcias na freguesia da Franca com Francisca Maria de Freitas e em segundas na freguesia de Bom Jesus da Cana Verde com Maria Justina Ribeiro e o caçula Joaquim Alves Ferreira.

Viviam em suas fazendas com seus agregados e escravos envolvidos com as atividades rurais como: a criação de gado, ovelhas, cavalos e aves; o plantio de pequenas roças para subsistência e a manufatura de tecelagem, carpintaria, ferraria e produtos caseiros sendo, com exceção do sal, auto-suficientes.

Tinham casas na Praça da Aclamação (atual Barão da Franca) na freguesia, para onde acorriam para as missas, festas e solenidades religiosas.

Quando Antônio faleceu a Vila Franca já havia sido instalada há dois anos.

10 Respostas to “0 2 Maximina Augusta de Melo, suas Famílias: Guimarães, Alves Ferreira, Moreira de Meirelles, de Franca-SP e Batatais-SP, e sul de Minas, e PORTUGAL – Maximina mãe de Eulina de Melo Lima que teve 12 filhos Lima em Uberaba-MG”

  1. LUCIO DE OLIVEIRA FALLEIROS Says:

    No livro dos faleiros o seu autor Osório Faleiros da Rocha agradece os dados enviados por Dona Elza de Melo Lima, DOS FILHOS E NETOS DE mAXIMINA aUGUSTA DE MELO. ATÉ 1961.
    eSTOU TENTENDO ATUALIZAR O LIVRO ACIMA CITADO. sERÁ QUE ALGUEM COMPLETOU A ÁRVORE DE MAXIMINA AUGUSTA DE MELO?

  2. Julio Cesar Bueno e Freitas Says:

    Olá, Estou pesquisando sobre minha Avô vinda de Franca SP , e Região de Barretos SP Barretos Vô Emilia Garcia de Freitas irmâ do Horozino (Tio Ouro que foi dono do Hothel Presidente em io Verde GO)nascida em Franca SP seculo XlX, Foi Fazendeira em Rio Verde -GO proprietária da Fazenda Bauzinho e Cabeleira. Também José Garcia De Freitas apelido José Juca Tocava viola. Meu Pai Jordelino Bueno e Freitas nascido em Rio Verde o qual convivi em Goiânia já é falecido era amigo do Geronimo Turco comerciante em Rio Verde GO. Abraços, a quem souber informar.

  3. luisafernandes Says:

    gostava de ter imformacoes do sr manuel alves ferreira

  4. vani guimaraes Says:

    PROCURO PARENTES DE JOÃO CUSTÓDIO GUIMARÃES, CASADO COM MARCIANA MOREIRA DE CARVALHO FALECIDOS.
    FILHOS JOÃO GUIMARÃES , BENEDITO GUIMARÃES, JOSÉ GUIMARÃES, CESAR GUIMARÃES, GERALDO GUIMARÃES,EURÍPEDES CUSTÓDIO GUIMARÃES,SEBASTIÃO GUIMARÃES,ANTONIO GUIMARÃES, E NOÊMIA GUIMARÃES.

  5. Daniela Passos Says:

    Meus Alves Guimarães são aqui de Salvdor/BA, alguém sabe de alguma relação?

  6. Daniela Passos Says:

    Meu tata era Cassiano Alves Guimarães (1804-1870) e o penta era cap. José Alves Guimarães. Domingos tinha um irmão de nome Antonio Jose Alves Guimarães, será q seria o mesmo?

    • GENEALOGIA, Familias, SILVA OLIVEIRA, Faleiros, Leme, UBERABA-MG, FRANCA-SP, MADRINHA DA SERRA, Três Ilhoas Says:

      Ola. Parabéns por ser um Alves Guimarães. Abraços. Divulgue o site.

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