z Marquês de Baependi, amado primo de Maximina Augusta de Mello, e, nosso também – com orgulho

Leia aqui sobre nós Nogueira:

 

http://www.senado.gov.br/sf/senadores/presidentes/p_imp_Manuel_Jacinto_Nogueira_da_Gama.asp

Galeria de Presidentes do Período do Império – (1826/1888) :

Primeiro, alerto que esses textos do Senado Federal em geral têm erros.

Agora nosso primo Marquês de Baependi casou filhas com outro Marquês importante: O Marquês de Abrantes, ( Miguel Calmon de Pin e Almeida) e daí saia que todos os Calmon importantes do nordeste do Brasil, são nossos primos também.

Manuel Jacinto Nogueira da Gama – Marquês de Baependi – Presidente do Senado Federal em 1838

“Ora que nós tiramos vantagem de admitir no Império estrangeiros, porque eles nos podem trazer indústria e capitais, e por isso nunca devemos avançar uma proposição que possa repelir as suas especulações.”

Manuel Jacinto Nogueira da Gama, Marquês de Baependi, nasceu em São João del Rei – MG, no dia 8 de setembro de 1765, filho de Nicolao Antônio Nogueira, (que era filho de TOMÉ RODRIGUES NOGUEIRA),  e de Joaquina de Almeida Gama.

Era doutor em Matemática e Filosofia pela Universidade de Coimbra; Oficial do Exército; cursou até o 2º ano de Medicina.

Casou-se com D. Francisca Mônica Carneiro da Costa.

Foi Presidente do Senado em 1838, representante do Estado de Minas Gerais. Tomou posse como senador em 4 de maio de 1826.

Como Escrivão do Real Erário no Rio de Janeiro (1808), coibiu abusos, promovendo grandes reformas no sistema de arrecadação das rendas e tomada de contas das despesas. Foi o precursor do montepio militar que foi levado a efeito em 1890, no Governo do Marechal Deodoro da Fonseca. Teve a iniciativa também do montepio civil, que resultou no atual Montepio Geral dos Servidores do Estado. Fez parte da Comissão encarregada de estudar os artigos da Constituição portuguesa (1821), aplicáveis ao Brasil. Como Conselheiro de Estado assinou a Constituição Política do Império.

Exerceu os cargos de lente substituto de Matemática da Real Academia de Marinha de Lisboa (1791 a 1801). Conquistou várias promoções, desde Primeiro- Tenente até Capitão-de-Fragata – Inspetor-Geral das Nitreiras e Fábrica de Pólvora de Minas Gerais, 1801. Em 1802 transferiu-se para o Exército, sendo gradativamente promovido de Tenente-Coronel a Marechal-de-Campo quando se reformou Escrivão da Junta de Fazenda, 1806 – Escrivão do Real Erário. 1808 – Deputado da Junta Diretora da Academia Militar – Inspetor da Real Academia Militar, 1811. DeputadoConstituinte, foi um dos redatores da Constituição – 3-5-1823 a 12-11-1823 – Ministro da Fazenda, 17-7-1823 a 10-11-1823 – Conselheiro de Estado, 13-11-1823 – Ministro da Fazenda, 5-4-1831 a 7-4-1831 – Vice-Presidente do Senado, 4-5-1837 a 3-5-1838 – Presidente do Senado, 1838.

Autor de obras de Finanças e de Matemática. Escreveu opúsculos sobre Finanças e outras matérias, bem como traduções sobre Funções Analíticas, Metafísicas,etc. Suas principais obras foram: Memórias sobre o Loureiro Cinamono, vulgo Canelleira de Ceylão, Lisboa, 1797: Reflexões sobre a necessidade e meios de se fazer a dívida pública, por um cidadão constitucional, Rio de Janeiro, 1822: Exposição sobre o Estado da Fazenda Pública, Rio de Janeiro, 1823.

Recebeu os títulos de Primeiro Visconde, Conde e Marquês de Baependi e as condecorações no Grau de Cavaleiro da Ordem de S. Bento de Aviz, Fidalgo Cavaleiro da Casa Real de Portugal; tendo sido também agraciado com a Imperial Ordem do Cruzeiro e a Grã-Cruz da Ordem da Rosa.

Faleceu no Rio de Janeiro no dia 15 de fevereiro de 1847.

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