0 O A importância da FAMÍLIA LEME para a colonização do Brasil – Se é Leme, é de boa Cepa

 A Melhor História sobre a Origem e primeira geração de nós Leme é esta:

Abra este PDF:

A ORIGEM A A PRIMEIRA GERAÇÃO DOS LEME – O texto mais bem documentado e atual

Foram em frágeis barquinhos assim que nós LEME viemos para o Brasil.

MAIS SOBRE O LEME

MARTIN LEM

NOSSO TRONCO

NOSSA RAÍZ

MARTIN LEM Casou-se em Setembro de 1467, em Louvain, na Bélgica, com Adrienne van Nieuwenhove, nascida em 1º de Março de 1448, filha de Nicolas van Nieuwenhove e Agnes de Metteneye. Adrienne faleceu em 27 de Março de 1484 (ou 1492), em Bruxelas. Além disso, enquanto morava em Portugal, Martim teve longo relacionamento extra-conjugal com a portuguesa LEONOR RODRIGUES.

Em 1464, seus filhos com Leonor Rodrigues foram legitimados por Dom Affonso V.

Martim faleceu em 27 de Março de 1485, em Louvain, e foi sepultado na igreja de São Donato, em Bruges.

Foi pai de nove filhos e oito filhas:

[de seu relacionamento com Leonor:]

1.1. Luís Leme, nascido em Lisboa. Luís faleceu em Flandres. Solteiro.

1.2. Martim Leme, , nascido em 12 de Novembro de 1450, em Lisboa. Casou-se com […]. Após a morte de sua primeira esposa, Martim casou-se pela segunda vez, com Maria Adão, filha de ADÃO GONÇALVES FERREIRA e de BEATRIZ PIRES (ESTEVES). Martim faleceu em 1487.

Martim foi gentil-homem da Câmara do Imperador Maximiliano I, do Sacro Império.

1.3. João Leme, nascido em 20 de Novembro de 1459, em Lisboa. João faleceu em Funchal, na Ilha da Madeira.

1.4. Rodrigo Leme (Ruy Leme), nascido em 20 de Novembro de 1460.

1.5. Catharina Leme, casada com Fernão Gomes da Mina. Após a morte de Fernão, Catharina casou-se pela segunda vez, com João Rodrigues Paes.

João foi Contador-mor do reino.

1.6. Isabela Leme.

1.7. Maria Leme, casada em Lisboa com Martim Diniz. Maria faleceu em 1490, Lisboa.

1.8. ANTONIO LEME, casado em 1485, em Funchal, com CATHARINA DE BARROS, A NETA, filha de PEDRO GONÇALVES DA CLARA e de ISABEL DE BARROS. NOSSO TRONCO NOSSA RAIZ.

[dO CASAMENTO DE MARTIN LEM com AdrienneNieuwenhove :]

1.9. Charles Lem, nascido em 12 de Julho de 1468. Casou-se com Cornélie Veyse, Dama de Meulebeke, filha de Jean Veyse e de Isabelle de La Douve.

Em 1484, 1490 e 1493, Charles foi Conselheiro em Bruges.

Em 1489, foi preposto da confraria de Saint Sang.

Em 20 de Dezembro de 1491, foi membro da nobre Confraria de Notre Dame de l’Arbre Sec.

Em 1491, foi tesoureiro.

Em 1494 e 1504, foi chef-homme de Bruges.

Em 1504 foi juiz escabino.

1.10. Eleonore Lem, nascida em 1469. Casou-se com Charles de Clercq, filho de Jean de Clercq e de Marie Defevre.

Charles era Cavaleiro, e foi Senhor de Bovekerke.

1.11. Adrien Lem, nascido em 2 de Maio de 1470. Adrien faleceu em 1502. Solteiro.

Em 1494 e 1499, Adrien foi Conselheiro em Bruges.

Em 1498, foi chef-homme de Bruges.

Em 1500, foi oficial do confraria de Saint Sang.

Em 1501, foi juiz escabino.

1.12. Jean Lem, nascido em 9 de Maio de 1472. Casou-se com Jossine van Wulsberghe, nascida em 1472, filha de Jean van Wulsberghe e de […].

Em 1495, Jean foi juiz escabino.

Foi recebedor da prefeitura de Bruges.

Em 1492 e 1503 foi burgomestre de Bruges.

1.13. Marie Lem, nascida em 3 de Junho de 1473. Casou-se com Guillaume Hugonet II, o Saliente, Visconde de Ypres, nascido em 1472, filho de Guillaume Hugonet e de Loyse de Laye. Guillaume II faleceu em 1537.

Guillaume II foi cavaleiro e Senhor de Middelbourg, em Flandres.

1.14. Martine Lem, nascida em 1474. Casou-se Roland van Moerkerke, filho natural de Jacques Moerkerke e de […]. Martine faleceu em 1511, e Roland em 9 de Novembro de 1512, e ambos foram sepultados em Thourot.

1.15. Agnes Lem, nascida em 28 de Abril de 1475. Casou-se com Jean Pascal. Agnes faleceu em 1514.

1.16. Martin Lem, nascido em 8 de Setembro de 1476. Casou-se com Catherine d’Hamer (Catherine d’Hanere), filha de Jean d’Hamer e de Louise de Vleeschhouwer. Após a morte de Catherine, Martin casou-se pela segunda vez, com Jeanne van Eeghem (Jeanne van Eaglen). Jeanne faleceu em 4 de Outubro de 1595, e foi sepultada em Saint André lez Bruges.

Em 1505 e 1532, Martin foi Conselheiro em Bruges.

Em 1513, 1516, 1519, 1523, 1526, 1535 e 1538, foi juiz escabino.

Em 1514, foi chef-homme de Bruges.

Em 1531, foi oficial da confraria de Saint Sang.

Em 1533, foi membro da Sociedade de Saint Georges.

1.17. Catherine Lem, nascida em 1477. Casou-se com Pieter van der Burch (Pierre van der Burgh), filho de Joos van der Burch e de Cathelyne van der Meersch.

A acção dos madeirenses na economia do açúcar brasileiro:

          “Pioneiros da conquista dos trópicos para a civilização, tiveram os portugueses, nessa façanha, a sua maior missão histórica. Nenhum outro povo do Velho Mundo estava tão bem apetrechado como os portugueses para explorar, regular e intensamente, as terras próximas à linha equinocial.

           Possuidor de experiência na produção de açúcar, de contactos comerciais que permitiam a colocação do produto no mercado europeu e financeiros que lhe abria as portas do crédito para os investimentos básicos, Portugal lança-se na ocupação económica do Brasil, através do açúcar de cana, já largamente testado na Ilha da Madeira.

             A Madeira surge-nos assim como o tubo de ensaio desta cultura que será disseminada em toda a zona inter-tropical do Atlântico. Esta deslocação do complexo de plantações da Ilha da Madeira para o Brasil traduziu-se, segundo P. D. Curtin, numa revolução do açúcar.

           Considerado medicinal, especiaria-condimento, material decorativo, adoçante e preservante, fazendo parte do dote das princesas e do testamento dos reis europeus, a tendencial democratização do uso do açúcar, acrescido do aumento populacional europeu, teve como conseqüência a ascensão simultânea do seu preço e da sua produção, garantindo a expansão açucareira e a colonização do Brasil.

            A difusão do uso do café, do chá e do chocolate contribuiu também para o aumento do ritmo de consumo deste produto ao longo do século XVIII.

           Por tudo isto, o açúcar foi, durante alguns séculos, o produto de maior valor e importância no comércio internacional.

            Fácil é assim justificar amplamente a escolha deste produto como solução para a efectiva ocupação do Brasil, assim como fácil é notar o papel relevante assumido pelo madeirense nesta empresa açucareira.

            Efectivamente, a documentação atentamente compulsada por nós comprova-nos esta realidade.

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           Como já se disse, a cana-de-açúcar introduzida no Brasil era proveniente da Ilha da Madeira. Para o caso, torna-se irrelevante se surgiu primeiro em Pernambuco, como pretende Francisco Adolfo Varnaghen ou se em S. Vicente, como refere Saint-Hilaire e Gabriel Soares de Sousa.

            Efectivamente, já Aureliano Leite nos revela que “de 1533 a 1534, espalha-se na Capitania a cana-de-açúcar, trazida da Ilha da Madeira por Martim Afonso, montando-se em seguida, o 1 º engenho da região, o qual se chamava “do senhor Governador”, depois “dos Armadores”, finalmente, de “São Jorge dos Erasmos”. ESSE ENGENHO FOI DOS LEME.

           Recorde-se que, com a cana-de-açúcar, vieram técnicos açucareiros madeirenses. A eles faz referência Francisco Adolfo de Varnhagen, ao observar que muitos dos principais operários do açúcar vieram da Ilha da Madeira e de S. Tomé.

          Igualmente Stuart B. Schwartz nos refere que os primeiros técnicos e especialistas do açúcar que participaram na indústria açucareira do Nordeste brasileiro, eram oriundos da Madeira e de S. Tomé, sendo alguns escravos que tinham trabalhado em engenhos, nos dois referidos espaços geográficos.

          Aliás, em 1550, alguns moradores de S. Tomé, ao saberem que se cultivava açúcar no Brasil emigraram para este espaço geográfico.

        Ora, como sabemos, muitos dos povoadores de S. Tomé eram originários da Madeira, o que torna muito provável que muitos destes tenham posteriormente emigrado para o Brasil, devido à insalubridade, às rebeliões de escravos e saques de piratas que destruíram os engenhos em S. Tomé.

           Facto incontestado e sobejamente comprovado pelos documentos coevos é a presença, no século XVI, em Pernambuco, do mestre de açúcar madeirense Manuel Luís e, em S. Vicente, de Antão Leme e seu filho Pedro Leme. Estes dois últimos, respectivamente filho e neto do célebre navegador António de Leme, descendentes de uma família muito conhecida nos Países Baixos pela sua nobreza.

Emigraram da Ilha da Madeira para São Vicente, como técnicos açucareiros, acompanhados de familiares e vários criados do seu serviço.

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 Último espaço geográfico; Em São Vicente “foram vítimas dos saques e incêndios feitos pelos ingleses por fins do século XVI” .

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            Antão Leme, fidalgo da Ilha da Madeira, parente do donatário desta Ilha, foi Juiz Ordinário de S. Vicente, em 1544. A ele se refere frei Gaspar da Madre de Deus, como um dos homens que veio com a primitiva cana-de-açúcar, assim como a seu filho Pedro Leme, natural do Funchal, Ilha da Madeira, e ao genro deste Braz Esteves.

            Ao analisarmos a árvore genealógica desta família, podemos comprovar que os seus elementos vieram a desempenhar um papel preponderante na primeira fase do Brasil colonial e foram tronco de algumas das mais ilustres famílias paulistas.

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           SILVA LEME autor da Nobiliarquia Paulistana Histórica e Genealógica referencia também esta família e afirma que Pedro Leme embarcou na Ilha da Madeira e, pelos anos de 1550, já estava em São Vicente com sua mulher Luzia Fernandes, e a filha Leonor Leme, mulher de Braz Esteves:

        “E veio a fazer assento na vila, capital de São Vicente; onde desembarcou (…) e ali foi estimado, e reconhecido com o caráter de fidalgo.

         Foi pessoa da maior autoridade na dita vila; e com a mesma se conservaram seus netos. Ali justificou, Pedro Leme, a sua filiação e fidalguia, em 2 de Outubro de 1564, perante o desembargador Braz Fragoso, provedor-mor da fazenda e ouvidor geral de toda a costa do Brasil”.

           Pedro Leme foi o primeiro povoador da Fazenda de Santana. Em 1575, participou nas lutas contra os tamóios aldeados em Cabo Frio (Rio de Janeiro).

          Em 1585, foi Juiz Ordinário em Santos e, no mesmo ano, participou, com o capitão-mor Jerónimo Leitão, numa entrada aos Carijós.

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            Pedro Taques afirma ainda que Leonor Leme veio em companhia de seus pais da Ilha da Madeira, e já era casada em 1550 com Braz Esteves, morador da vila de São Vicente. E conforme acentua este autor “na mesma vila viveram muitos anos, abastados com lucros do engenho de assucar, chamado de São Jorge dos Erasmos”.

            Silva Leme, outro genealogista, acrescenta que Braz Esteves e o sogro, Pedro Leme, eram proprietários do citado engenho. No entanto, David Ferreira de Gouveia não concorda, alvitando que seriam talvez técnicos associados industrialmente.

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            Ainda segundo este historiador, há uma ligação profunda com os administradores do engenho de S. Jorge dos Erasmos, com negócios de açúcar e provavelmente no fim da vida exportavam, vendiam ou faziam contrabando de açúcar para o Prata ou Perú.

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  Braz Esteves “depois se passou com seus filhos para a vila de São Paulo, onde fez o seu estabelecimento, e foi uma das primeiras pessoas da governança desta republica”.

           Do seu matrimónio com Leonor Leme nasceram cinco filhos, na vila de São Vicente. Um deles, Pedro Leme, ocupou todos os Cargos da República, (QUER DIZER: A CAMARA MUNICIPAL DE SP).

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Tendo uma trineta de Brás Esteves e Leonor Leme: D. Maria Leme do Prado, contraído núpcias com o madeirense Tomé Rodrigues Nogueira do Ó, herói da região de Baependí-MG .

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           De Braz Esteves e de D. Leonor Leme procedem “os Lemes da casa de Santana; os da casa do Alcaide-mor da Cidade da Bahía e Guarda-mór Geral das Minas; os da casa dos Provedores Proprietários que foram da Fazenda Real da Capitania de S. Paulo; os Lemes, Toledos, Laras, Rendons, Góis, Morais, da Cidade de São Paulo; os Lemes, Pedrosos, Barros, Pires, Prados, Pais, Falcões, Bicudos, e outros não só da mesma Capitania, mas também das Minas Gerais, Goiás e Cuiabá-MT”.

29 Respostas to “0 O A importância da FAMÍLIA LEME para a colonização do Brasil – Se é Leme, é de boa Cepa”

  1. antonio Carlos Dias Matos Says:

    eu sou da familia Dias Matos mais minha mãe e lemes eu queria saber se faço parte dessas raises o nome do meu avô Adolfo Lemes e de minha avó Maria Aprecida Lemes nada mais sei da minha familia se vcs puderem me ajudar agradeso fiquem com Deus.

    • capitaodomingos Says:

      procure saber mais, pesquisando em cartorio e igreja de onde vieram, para depois entrar na genealogia paulistana do silva leme

  2. nelson jorge adorno ventura Says:

    os primeiros a cultivar a cana e fabricar açúcar foram os adornos: josé, francisco,paulo e rafael,que dettinham a técnica do cultivo e a produção do açúcar nailha da madeira. eles vieram a mando do rei d. manuel em 1530 na expedição de martim afonso de sousa,com carta do rei dando posse de terras que ia de itanhaem até bertioga, trouxeram o primeiro engenho desmontado nos navi da frota de martima afonso de sousa e foi montado onde hoje é a cidade de santos, chamav-se engenho s. joão, dizem que há uma capela na propriedade em louvor ao santo. procurar no google sôbre a origem da família adorno.abraços nelson jorge adorno ventura

  3. juliana leme Says:

    estou pequisando a respeito da minha familia gostaria de obter respostas, sei que meu bisavo JULIO LEME morava em campinas s.p, e depois mudou se para santa barbara d oeste s.p.

    • capitaodomingos Says:

      ok. procure saber mais com seus tios, nome da avó, e procure no cartório de registro civil de campinas, o casamento dele. e também procure saber em que paroquia casou e procure o acento de casamento dele na Igreja. e em santa barbara procure no cartorio o óbito dele. o óbito da idade pelos menos. o casamento da o nome dos pais. depois com o nome dos bisavos tem que procurar no livro genealogia paulistana do Silva Leme que tem na internet.

  4. ingrid leme Says:

    meu nome é ingrid leme meu pai é alexandre silva leme minha mae cristiane moraes leme e meu irmao igor leme eu e minha familia fazemos parte dessas raises

  5. Eduardo Says:

    Eduardo da Silva Leme. Orgulho de ser LEME

  6. Márcia RLSantos Says:

    Meu nome é Márcia sou filha de Maria do Carmo Lemes que morava em minas gerais barra e a irmã q criou ela foi Luzia Lemes costa. e se casoucom João Ribeiro da Luz morava em Itajuba se alguem suber contato: waicra10@hotmail.com

  7. sidilene aparecida lemes Says:

    Sou de Itajubá ,meu avô se chamava Francisco Lemes Da silva, meu pai José Aparecido lemes. Será que fazemos parte da mesma família? Minha bisavó era da Rio grande do sul.

  8. Fábio Leme Miranda Says:

    Ser leme é algo de orgulho, pois antes mesmo de existir o brasil que temos mais de 3 séculos de serviços prestados a coroa portuguesa, um tal leme da região de flanders hoje belgica, deu dinheiro para o rei de portugal para compra de armas e conquista de marrocos e argila e mais um pais no norte da Africa.

  9. Matheus Henrique Pires da Silva Says:

    Brilhante esses registros. Mateus Martins Leme, considerado um dos fundadores de Curitiba, é meu décimo primeiro avô. Tenho muito orgulho de ter sangue de Leme.

  10. Antonio Carlos Marton da Silva Says:

    O meu tataravô foi o Capitão Mor Domingos da Silva Leme Moreira, será que eu faço parte desta família ?

  11. Elizabeth Lemes de carvalho Says:

    sou Elizabeth lemes de carvalho,filha de Pergentina Ferreira Lemes, meu avô é Celso Ferreira Lemes,casado com Alcita de Lima,descendete dos Castro e Lima, e o pai do meu avô é Antônio Ferreira Lemes,vou pesquisar os antepassados mas tem os Lemes de Santa Albertina que vieram da região de Granada que acabaram com sobrenome de Garcia e tem os de Tanabi,meu avô Celso teve dois irmãos:Antônio Ferreira Lemes e Francisco Ferreira lemes ,e duas irmãs: Ambrôsia e Maria.

  12. Caio Fernando Sianga Leme Says:

    Sou Caio Fernando Sianga Leme , filho de Mauro Leme , neto de Enedina maria Leme e João José Leme. temos familiares em Bragança Paulista – SP e por algumas partes de São Paulo que não recordo onde exatamente.

  13. daniela aparecida leme Says:

    meu nome é Daniela Aparecida Leme meus tataravós são adolfo leme e maria das dores e meus avós são joão leme e rosina cauduro leme

  14. Maria Leme Vianna Says:

    É um orgulho ser dá família Leme somos de muita garra.

  15. patricia Lemes Says:

    Meu nome é Patricia Lemes, não sei muito sobre as raízes da minha família, so sei q meu avó se chamava Jose Lemes.

  16. Arthur Leme da Silva Junior Says:

    Boa noite meu nome é Arthur Leme da Silva Junior mora na cidade de Leme interior de São Paulo a 180 km da capital de São Paulo.

  17. Arthur Leme da Silva Junior Says:

    Boa noite meu nome é Arthur Leme da Silva Junior mora na cidade de Leme interior de São Paulo a 180 km da capital de São Paulo.
    Sou Leme no nome e na cidade que moro.

  18. silviadiassite Says:

    bom dia gostaria de encontrar parentes de minha avó Hortência Lemes que nasceu em minas Gerais eu nao sei quase nada dela so que ela era casada com meu avô que era português Faustino Pereira e tinham 7 filhos minha mãe tbm tem o nome Lemes ela se chamava Rosa Lemes Pereira ferreira

  19. Vilson de Paula Lemes Says:

    Sou Vilson de Paula Lemes filho de Antonio Rivair Lemes e neto de Antonio Lemes e Catarina Carneiro Lemes. Procuro por meu tio João Maria Lemes, que foi ha muitos anos para Mato Grosso ou Mato Grosso do Sul. Ultima vez que meu pai viu o viu, ele morava em Campina da Lagoa no Paraná. Tia Terezinha de Jesus Lemes, alice ? Lemes.

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