0 2 Maximina Augusta de Melo, sua Família Faleiros, sua origem no ramo de Antônio Vieira Velho, Franca e seus pioneiros

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OLIVEIRA-MG, raíz do José Justino Faleiros, tronco dos Faleiros de Franca-SP.

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Grato a Bartyra Sette:

e aqui também tem VIEIRA VELHO:

aqui tem velho arruda:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_de_Santa_Maria

Este site tem muitos inventários e testamentos de nossa família:

http://www.documenta.ufsj.edu.br/modules/wfdownloads/viewcat.php?cid=9

SERIA GENEALOGIA PAULISTANA TITULO MACIEIS?  PAGINA 150 -188, QUAL VOLUME?

Pág. 150/188 – Genealogia Familiar de Sergio Enio Buratto… e 2.ª vez com Domingos Machado Jacome natural da Ilha Terceira f.º de Pedro …… e de Escholastica Correa n. p. de Francisco Vieira Velho, da Europa, …

http://buratto.org/paulistana/Macieis_1.htm

e aqui:

http://guagil.blogspot.com/2008_12_01_archive.html

ISSO É SÓ UMA PISTA:


1. Manoel Velho de Azevedo nasceu por volta de 1740 na Ilha de Santa Cruz, Açores, Portugal e morreu em SC, Brasil. Foi Tenente de Milícias, fundador da “Majoritat”, provavelmente na Ilha de Santa Cruz, nos Açores. Manoel casou com Dona Josefa Roza da Anunciação. Josefa nasceu por volta de 1740 em Laguna, SC, Brasil e morreu no mesmo local.
Eles tiveram os seguintes filhos:
+ 2 M i. Antonio Manoel Velho nasceu em 1759 e morreu em 28 de março de 1846.
+ 3 M ii. José Joaquim Velho (Primeiro) nasceu por volta de 1760 e morreu em 1856.

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Quanto parente em Franca-SP, agora descobri.  E já sabemos donde são os Vieira Velho:

http://www.projetocompartilhar.org/Familia/AntonioVieiraVelho.htm

Antonio Vieira Velho

(atualizado em 12-novembro-2010)

Bartyra Sette

Antonio Vieira Velho, natural da Ilha de Santa Barbara e sua mulher Maria do Sacramento, natural da Ilha Terceira tiveram filhos nascidos na segunda metade do século XVIII, povoadores da região de Tiradentes-MG.

deve ser FREGUESIA DE SANTA BARBARA,

Santa Bárbara é uma freguesia rural açoriana do concelho de Angra do Heroísmo, com 16,43 km² de área e 1 366 habitantes (2001), o que corresponde a uma densidade populacional de 83,1 hab/km². Situa-se na costa sudoeste da ilha Terceira, a cerca de 13 km da cidade de Angra do Heroísmo, com um território que se estende da costa até à cumeeira da Serra de Santa Bárbara, a maior elevação da ilha com 1 021 metros de altitude máxima. Santa Bárbara foi uma das primeiras freguesias constituídas no concelho de Angra, em data anterior a 1489 e ainda em vida de Jácome de Bruges, o primeiro capitão-do-donatário na Capitania de Angra. Até finais do século XIX foi denominada Santa Bárbara das Nove Ribeiras, já que o seu núcleo inicial se situou em torno da Ribeira das Nove.

Encontramos descendentes do casal em documentos de várias capelas filiadas à Matriz de São José del Rei:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_B%C3%A1rbara_(Angra_do_Hero%C3%ADsmo

1- Antonio Vieira Velho em Tiradentes-MG aos 23-11-1785 casou com Rosa Maria de Viterbo, filha de José de Barcellos e Ana Rosa de Jesus. Família “José de Barcellos Ferreira”.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, cas. aos 23-11-1785; Desterro; Antonio Vieira Velho; f. Antonio Vieira Velho e Maria do Sacramento; = cc. Rosa Maria de Viterbo; f. José de Barcellos e Ana Rosa de Jesus. Testemunhas: José da Silva e Leandro Vieira Velho.

Maria Rosa faleceu aos 27-03-1822 em Franca, com inventário aberto pelo viúvo aos 03-12-1822 na Fazenda Bebedorzinho, Antes disso, aos 01-07 do mesmo ano, Antonio casou segunda vez com Francisca Cândida de Jesus, viúva de Joaquim José de Mello.

Casamento Matriz de Franca-SP – aos 01-07-1822 nesta matriz, Antonio Vieira Velho, viúvo de Rosa Maria de Viterbo = cc Francisca Cândida de Jesus, viúva de Joaquim José de Mello. Test.: João Caetano de Souza, viúvo e Joaquim da Costa Pereira, casado, todos desta freguesia.

Compareceram no inventário de Maria Rosa (neste site, colaboração de Walter Antonio Marques Lelis) 12 filhos, sendo três falecidos e representados:

1-1 Antonio, batizado em 28-02-1789. Antonio Vieira, o moço.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 28-02-1789 Desterro o Reverendo Vicente Inacio da Silva morador na freguesia dos Carijos de licença batizou Antonio, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria do Viterbo, moradores na aplicação da dita capela, padr.: o dito Revdo Inacio da Silva e Ana Rosa de Jesus, viuva, avó do dito batizado moradora na mesma aplicação do Desterro.

1-2 Ana, batizada em 01-12-1790. em Tiradentes. Não comparece no inventário materno e sim sua irmã mais nova, natural de Franca-SP.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 01-12-1790 Desterro, Ana, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbos, moradores na aplicação da dita capela, padr.: Jose Faleiros de Aguiar e s/m Ana Joaquina do Sacramento, moradores na aplicação da capela de N. Sra. da Oliveira desta freguesia.

1-3 Maria Rosa do Nascimento ou das Neves ou de Jesus, batizada aos 22-08-1792. Em 1804 foi madrinha juntamente com o pai.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 22-08-1792 Desterro, Maria, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo, moradores na aplicação da dita capela, padr.: Manoel Fernandes da Silva e s/m Rosa Maria de Viterbo, tios da batizada e moradores na vila de S. João del Rei.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 01-04-1804 Oliveira, Emerenciana n. 24-03, f.l. Jose Dias da Silva e Emerenciana Antonia de Jesus, padr.: Antonio Vieira Velho e Maria das Neves, filha do dito

Aos 08-06-1805 casou com João Caetano de Souza, batizado em 1778, filho do Tenente João Caetano Rodrigues de Souza e irmão de Bernardina Caetana Seguimunda de Souza citada na família “Os Bueno da Fonseca” Cap. 2º.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, cas. aos 08-06-1805 Claudio; João Caetano de Souza, f.l. [danificado] de Souza e Mariana Felicia do Nascimento, n/b nesta freguesia; cc Maria Rosa do Nascimento, f.l. Antonio Vieira Velho e Roza Maria de Viter[—], n/b nesta freg.; test.: João C. Rodrigues de Souza e Domingos Jose de Faria.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – Livro Suplementos,  em o ano de 1778 cap. Oliveira, João, f.l. Ten. João Caetano de Souza e Mariana Felicia do Nascimento, padr.: Domingos Antonio da Silveira e s/m Ana Rosa. Vila de S. Jose 26-05-1805.

B7: Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR, aos 05-07-1802 Capela do Bom Sucesso, Ten. João Caetano Rodrigues de Souza, f.l. Manoel de Souza e Josefa João, n/b Bispado de Coimbra, viuvo de D. Mariana Felicia do Nascimento; = cc. D. Izabel Ursula das Virgens, f.l. do Ten. Manoel Pedroso e Maria Josefa de Almeida, n. da freguesia de Casa Branca e viuva de Joaquim Jose Borges.

João Caetano, viúvo, aos 12-09-1825 em Franca casou com Emerenciana Cândida de Jesus, filha do Alf. José Ferreira de Menezes e Luciana Ferreira de Barcellos; família “José Telles de Menezes”.

Maria Rosa foi representada no inventário materno por 4 filhas de seu casal:

1-3-1 Ana, com 13 anos em 1822.

1-3-2 Maria Caetana com 12.

1-3-3 Maria do Carmo, com 10 anos em 1822. Aos 16-07-1828, dispensados do impedimento de consanguinidade em 3º grau, casou com Joaquim Ferreira de Menezes, filho de Jose Ferreira de Menezes e Luciana Ferreira de Barcellos; família “José Telles de Menezes”.

1-3-4 Maria Rosa, com 7 anos.

1-4 Joaquina, batizada aos 28-10-1793 em Tiradentes-MG. Joaquina Rosa de Jesus, em Franca-SP aos 05-07-1814, casou com Antonio Machado Diniz, filho de Manoel Machado Diniz e Teresa Maria, família “Alexandre Dias de Souza”.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos –  aos 28-10-1793 Desterro, Joaquina, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo, padr.: Alf. Manoel Gomes Pinheiro e Luciana Ferreira de Barcellos, tios da dita batizada e todos moradores na aplicação da dita capela.

Matriz de N. Sra da Conceição, Franca-SP aos 05-07-1814 nesta matriz sem impedimentos, Antonio Machado Diniz, n. do Rio das Mortes Bispado de Mariana, f.l. Manoel Machado Diniz e Teresa Maria; = cc Joaquina Rosa de Jesus, n. da mesma freguesia e bispado, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo. Test.: Alf. Manoel Caetano de Menezes e Januario Jose de Souza, casados, todos desta freguesia.

Joaquina faleceu em 01-03-1816. Antonio, aos 21-04-1817 casou com Teresa Maria de Jesus, filha do Alferes Jose Ferreira de Menezes e Luciana Ferreira de Barcelos; família “José Telles de Menezes”.

Matriz de N. Sra da Conceição, Franca-SP Livro 1º Óbito, fls. 22, no primeiro dia do mes de março de 1816 nesta freguesia de Franca faleceu de maligna Joaquina Rosa de Jesus, de 22 anos, casada com Antonio Machado Diniz. Jaz nesta matriz, Não fez testamento. (documento disponibilizado por Walter A, Marques Lelis).

Joaquina Rosa foi representada no inventário materno pela filha:

1-4-1 Maria, com 8 anos em 1822. Maria Joaquina de Jesus, aos 10-08-1829 com dispensa do 3º grau de consanguinidfade em linha transversa, casou com Manoel Ferreira de Menezes, filho de Jose Ferreira de Menezes e Luciana Ferreira de Barcellos; família “José Telles de Menezes”.

1-5 Rosa, em 30-11-1794. Afilhada e legatária da avó materna. Rosa Maria de Viterbo, em Franca aos 05-07-1814 casou com João Paulo da Silva, natural de Congonhas do Campo, filho de Francisco de Paula Silva e Maria Joana da Silveira.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 30-11-1794 Desterro, Rosa, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo, padr.: Joaquim de Barcellos Ferreira e Ana Rosa de Jesus, viuva.

Casamentos da matriz de N. S. da Conceição de Franca-SP aos 05-07-1814 João Paulo da Silva n. Congonhas do Campo Bispado de Mariana, f.l. Francisco de Paula Silva e Maria Joana = cc Rosa Maria de Viterno n. vila S. Jose do mesmo bispado, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo, test.: Revdo Jose Joaquim Rodrigues Aranha e Alf. Heitor Ferreira de Barcellos, casado.

Rosa Maria, também já falecida no inventário materno, foi representada pela filha:

1-5-1 Maria Ana, com 7 anos em 1822.

1-6 Joaquim, em 07-05-1796. Joaquim Vieira Velho aos 08-05-1815 casou com Silvéria Vitorina da Silva, filha de Manoel Machado Diniz e Teresa Maria da Fonseca, família “Alexandre Dias de Souza”.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 07-05-1796 Desterro, Joaquim, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo, padr.: Alferes Manoel Gomes Pinheiro digo foram padrinhos Claudio Jose Pinheiro e Teresa Maria de Jesus mulher do dito alferes tios do batizado

Casamentos da matriz de N. S. da Conceição de Franca-SP aos 08-05-1815 Joaquim Vieira Velho n. vila S. Jose do Rio das Mortes Bispado de Mariana, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo = cc Silveria Vitorina da Silva n. da mesma freguesia, f.l. Manoel Machado Diniz e Teresa Maria da Fonseca, test.: Antonio Ferreira de Barcellos e João Caetano de Souza, casados.

1-7 Francisco, em 11-09-1797. Francisco Vieira Velho em 18-08-1819 em Franca-SP dispensados do impedimento de consanguinidade, casou com Maria Joana da Silveira, natural de Pitangui-MG, filha de José Machado da Silveira e Ana Ferreira de Menezes; família “José Telles de Menezes”.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 11-09-1797 Oliveira, Francisco, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterno, np Antonio Vieira Velho n. da Ilha de Santa Barbara e Maria do Sacramento n. Ilha Terceira Bispado de Angra, nm Jose de Barcellos Ferreira n, da Ilha Terceira e Ana Rosa de Jesus n. da Ilha do Faial, padr.: Antonio de Barcellos Ferreira e s/m Joaquina Francisca de Jesus.

Casamentos da matriz de N. S. da Conceição de Franca-SP aos 18-08-1819 com dispensa do impedimento de 3º grau de consanguinidade na linha transversa, Francisco Vieira Velho, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo = Maria Joana da Silveira, f.l. de Jose Machado da Silveira e Ana Ferreira de Menezes. Ambos nts da freg. da vila de S. Jose Bispado de Mariana, test.: Cap. Hipolito Antonio Pinheiro e Jose Ferreira de Menezes, casados.

Francisco faleceu durante a inventariança materna e Maria Joana casou com seu cunhado José Vieira Velho 1-10.

1-8 Anselmo, nasceu aos 20-06-1800 e foi batizado aos 01-07 seguinte.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 01-07-1800 Oliveira, Anselmo, br. n. aos 20-06, f.l. Antonio Vieira Velho e Roza Maria de Viterbo, padr.: Leandro Vieira Velho e Maria Joaquina do Sacramento.

1-9 Anselmo, nasceu aos 13-01-1802 e foi batizado em 02-02. Anselmo Vieira Velho, aos 28-01-1822 em Franca-SP dispensados do impedimento de consanguinidade , casou com Ana Rosa Umbelina, natural de Pitangui-MG, filha de José Machado da Silveira e Ana Ferreira de Menezes; família “José Telles de Menezes”.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos –  aos 02-02-1802 Oliveira, Anselmo, br. n. aos 13-01, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viternbo, padr.: Alf. Jose Gomes Ribeiro e s/m Maria Jacinta moradores na aplicação da Sra.da Gloria do Passatempo desta freguesia.

Matriz de N. Sra da Conceição, Franca-SP fls. 69 (36), aos 28-01-1822 nesta matriz com dispensa do 3º grau de consanguinidade em linha transversa, Anselmo Vieira Velho, n. da freg. da vila de São José Bispado de Mariana, f.l. de Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo; = cc Ana Rosa Umbelina, n. da freg. de Pitangui do mesmo bispado, f.l. Jose Machado da Silveira e Ana Ferreira de Menezes, Test.: Jose Ferreira de Menezes e Francisco Vieira Velho, casados, todos desta freguesia.

1-10 José, aos 15-06-1803. José Vieira Velho aos 27-01-1823 casou com sua cunhada Maria Joana da Silveira, viúva de 1-7.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos –  aos 15-06-1803 Oliveira, Jose, br. n. 01, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo, padr.: Heitor Ferreira de Barcellos e s/m Ana Angelica de Jesus.

Casamentos da matriz de N. S. da Conceição de Franca-SP aos 27-01-1823 com dispensa de 1º grau de afinidade em linha transversa por copula licita e de 3º de consanguinidade na mesma linha, Jose Vieira Velho n. da freg. da vila de S. Jose Bispado de Mariana, f.l. Antonio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo = cc Maria Joana da Silveira, viuva de Francisco Vieira Velho, test.: Quintiliano Gomes Pinheiro e Alf. Jose Ferreira de Menezes.

1-11 João Vieira Velho, com 18 anos em 1822.

1-12 Ana Rosa de Jesus, nascida em Franca-SP onde aos 21-02-1821, com dispensa do impedimento  em 2º grau de consanguinidade, casou com Quintiliano Gomes Pinheiro, filho do Cap. Hipólito Antonio Pinheiro e Rita Angélica do Sacramento; família “Gomes Pinheiro”.

1-13 Vicente, com 14 anos em 1822.

1-14 Domingos, com 11 anos.

2- Leandro Vieira Velho, natural de Congonhas do Campo. Em S. João del Rei aos 16-02-1784 casou com Ana Silvéria de Jesus, filha de José Muniz Falcão e Maria Antonia de Jesus.

B7: Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas aos 16-02-1784 Capela do Bom Sucesso de tras da Serra, Liandro Vieira Velho, f.l. Antonio Vieira Velho e Maria do Sacramento, n/b na Capela do Suasuhi da freg. das Congonhas do Campo; = cc. Ana Silveria de Jesus, f.l. de Jose Munis Falcam e Maria Antonia de Jesus, n/b na Cap. de S. João Batista da freguesia de S. Jose.

Pais de, q.d.:

2-1 Maria, batizada aos 13-08-1786 em Tiradentes.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 13-08-1786 Oliveira, Maria, f.l. Leandro Vieira Velho e Ana Silveria de Jesus, padr.: João Monis Falcão e Maria Joaquina do Sacramento.

2-2 José, batizado em 16-08-1789.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 16-08-1789 Oliveira, Jose, f.l. Leandro Vieira Velho e Ana Silveira, padr.: Jose da Silveira Machado, casado e Teodora filha de Maria Antonia viuva, estes da freg. da vila de S. João del Rei e aqueles desta freguesia.

2-3 Violante, aos 23-01-1792.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 23-01-1792 Oliveira, Violante n. aos 12, f.l. Leandro Vieira Velho e Ana Silveria de Jesus, np Antonio Vieria Velho e Maria do Sacramento, naturais da Ilha Terceira, nm Jose Moniz Falcão, natural da mesma Ilha Terceira e Maria Antonia de Jesus, natural da vila de Queluz, padr.: Joaquim da Silveira Machado e Maria Joaquina de Jesus, moradores na acplicação da capela de S. João Batista desta mesma freguesia.

2-4 Manoel, aos 09-10-1793.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 09-10-1793 Oliveira, Manoel, f.l. Leandro Vieira Velho e Ana Silveria de Jesus, np Antonio Vieira Velho e Maria do Sacramento, nm, Jose Monis Falcão e Maria Antonia de Jesus, padr.: Jose Faleiros de Aguiar e Joaquina Maria Violante.

2-5 Teresa, em 18-09-1798

B7: Batismos – Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso (Bom Sucesso, Minas Gerais) aos 18-09-1798 Teresa, f.l. Leandro Vieira Velho e Ana Silveria, padr.: Antonio Ribeiro de Jesus e Ana Rosa de Jesus.

2-6 Francisco, em 14-12-1800

B7: Batismos – Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso (Bom Sucesso, Minas Gerais) aos 14-12-1800 Francisco, f.l. Leandro Vieira Velho e Ana Silveria de Jesus, padr.: Francisco Alves e —–

2-7 Honório, em 04-10-1803.

B7: Batismos – Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso (Bom Sucesso, Minas Gerais) aos 04-10-1803 Honorio, f.l. Leandro Vieira Velho e Ana Silveria, padr.: Manoel Luiz Vieia e Felicia Rosa do Sacramento.

3- Maria Joaquina do Sacramento (tambem do Nascimento) casou com Bernardo Martins dos Santos, filho de Antonio Ferreira da Silva e Maria Gracia. Pais de, q.d.:

3-1 Antonio, batizado em 12-06-1788. Antonio Ferreira dos Santos aos 11-01-1808 casou com Ana Maria de Jesus, batizada em 04-01-1784, filha de Antonio Machado Neto e Maria Joaquina.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 12-06-1788 Oliveira, Antonio, f.l. Bernardo Martins dos Santos e Maria Joaquina, padr.: Antonio Vieira Velho e s/m Rosa Maria.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar e Capelas Filiadas, capela Santo Antonio do Amparo aos 11-01-1808 Antonio Ferreira dos Santos, f.l. Bernardo Martins dos Santos e Maria Joaquina do Nascimento – cc Ana Maria de Jesus, f.l. Antonio Machado Neto e Maria Joaquina. Test.: Jose Faleiros de Aguiar e João Jose Pereira.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar e Capelas Filiadas, cap. S. Tiago aos 04-01-1784 Ana, f.l. Antonio Machado Neto e Maria Joaquina de Jesus, padr.: Francisco Jose Pereira, casado e Jacinta Maria, solteira.

3-2 João, em 07-03-1790

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 07-03-1790 Oliveira, João, f.l. Bernardo Martins dos Santos e Maria Joaquina, padr.: Joaquim Ferreira da Silveira da freg. de Tamandua, e Maria Clara da Silva esta e os mais todos desta freguesia.

3-3 Joaquim, batizado aos 22-11-1792.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 22-11-1792 Oliveira, Joaquim, f.l. Bernardo Martins dos Santos e Maria Joaquina do Sacramento, npaterno de Antonio Ferreira da Silva e Maria Gracia, nmaterno de Antonio Vieira Velho e Maria do Sacramento, padr.: Domingos Ferreira e Ana Joaquina, tios do batizado.

3-4 Rosa, em 23-08-1795.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 23-08-1795 Oliveira, Rosa n. aos 12, f.l. Bernardo Martins dos Santos e Maria Joaquina, padr.: Jose Faleiros de Aguiar e Ana Joaquina do Sacramento; neta pela parte paterna de Antonio Ferreira da Silva e Maria Gracia e pela materna de Antonio Vieira Velho e Maria do Sacramento.

4- Ana Joaquina do Sacramento casou com Alferes José Faleiros de Aguiar, filho de Manoel Faleiros de Aguiar e Francisca da Conceição, naturais da Ilha Terceira.

Pais de, q.d.:

4-1 Manoel, batizado aos 21-10-1784.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 21-10-1784 Oliveira, Manoel, f.l. Jose Falleiros de Aguiar e Ana Joaquina, padr.: Antonio Vieira Velho e Maria do Sacramento.

4-2 Felícia, aos 16-11-1785.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 16-11-1785 Oliveira, Felicia, f.l. Jose Faleiros e Ana Joaquina, padr.: Jose Custodio dos Santos e Gevoveva Rosa, mulher.

4-3 Luciana, em 07-02-1788.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 07-02-1788 Oliveira, Luciana, f.l. Jose Faleiros e Ana Joaquina, padr.: Antonio Vieira Velho e s/m Rosa Maria.

4-4 Maria Rosa do Sacramento, batizada aos 05-08-1792. Aos 20-05-1809 casou com João Machado Diniz, filho de José Machado Diniz e Mariana Vitorina da Silva.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 05-08-1792 Oliveira, Maria, f.l. Jose Faleiros de Aguiar e Ana Joaquina do Sacramento, npaterna de Manoel Faleiros de Aguiar e Francisca da Conceição, nmaterna Antonio Vieira Velho e Maria do Sacramento, padr.: João Fernandes de Aguiar e Teresa Maria da Fonseca.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, cas. aos 20-05-1809 Oliveira; João Machado Dinis, f.l. Jose Machado Dinis e Mariana Vitorina da Silva; cc Maria Rosa do Sacramento, f.l. Alf. Jose Faleiros de Aguiar e Ana Joaquina do Sacramento. Nts/bts na cap. Oliveira; test.: Manoel Ma[—-] Dinis e Alf. Pedro Luiz Ferreira, casados.

Moradores em Oliveiras, em 1831 compareceram no censo, ele com 56 anos e ela 40.

1831- Mapa de População de Nossa Senhora de Oliveira

Quarteirão 10, fogo 8

João Maxado de Niz, chefe do fogo, 56, casado, agricultor

Maria Rosa do Sacramento, cônjuge, 40

Dependentes, todos solteiros:

José, 21

Francisco, 10

Joaquim, 7

Custodio, 5

Nicacia, 9

7 escravos

4-5 José Faleiros de Santa Ana, batizado aos 01-12-1793 em Tiradentes-MG. Em Franca-SP aos 10-02-1817 casou com Joana Gomes Moreira, natural de Piui-MG, filha de Antonio Alves Guimarães e Josefa Gomes Moreira.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, aos 01-12-1793 Oliveira, Jose, f.l. Jose Faleiros de Aguiar e Ana Joaquina do Sacramento, np Manoel Faleiros de Aguiar e Francisca da Conceição, nm Antonio Vieira Velho e Maria do Sacramento, padr.: Quartel Mestre Jose Pereira Cardoso e s/m D. Josefa Teresa de Jesus.

B7: Franca-SP (cas. 1806-1828): Aos 10 dias do mês de Fevereiro de 1817 nesta matriz de Franca, testemunhas: Antonio Vieira Velho e Alf. Manoel Joaquim Pereira Coitinho, casados. José Falleiros de Santa Ana, natural da vila de S. José Bispado de Mariana, f.l. Alf. José Falleiros de Aguiar e Ana Joaquina do Sacramento; cc Joana Gomes Moreira, natural da freguesia de Pinhuhy do mesmo bispado, f.l. Antonio Alves Guimarães e Josefa Gomes Moreira.

4-6 Antonio, em 02-10-1797.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 02-10-1797 Oliveira, Antonio n. aos 12-09, f.l. Jose Faleiros de Aguiar e Ana Joaquina do Sacramento, np Manoel Faleiros de Aguiar e Francisca da Conceição nts da Ilha Terceira Bispado de Angra. nm de Antonio Vieira Velho n. da Ilha de Santa Barbara e Maria do Sacramento n. da Ilha Terceira do dito Bispado de Angra, padr.: Manoel Machado Diniz e Ana Rosa de Jesus.

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http://www.fructal.com.br/sistemas/livro/fundfranca.shtml

FUNDAÇÃO DA CIDADE DE FRANCA              A cidade de Franca, localizada no Nordeste do Estado de São Paulo, teve sua região desbravada pelos bandeirantes paulistas, no meado do século XVIII,  que, nas suas aventuras pelos sertões, na busca de ouro e pedras preciosas, principalmente as minas de Vila Boa em Goiás, descobertas por volta de 1722, e Mato Grosso, iam construindo caminhos, ao longo dos quais formavam-se os “pousos”, fixando assim os primeiros habitantes e dando origem a núcleos povoados. No final do século XVIII e início do século XIX, a região recebe um grande fluxo de migrantes mineiros, que começam a deixar as regiões auríferas de Minas Gerais, tendo em vista a diminuição das jazidas, buscando na Capitania de São Paulo terras férteis para criação de gado e cultura. O Prof. Dr. José Chiachiri Filho, em seu livro Do Sertão do Rio Pardo à Vila Franca do Imperador, destaca a certa altura:“Os entrantes mineiros que aqui se estabeleceram não provinham das classes mais abastadas da Capitania (aqueles que estão bem geralmente não emigram). Contudo, em relação aos habitantes do Sertão, eles eram “homens de posses”. Com seus agregados e escravos (que não eram muitos), eles cuidam da terra e campeiam o gado. Como os seus conterrâneos do Rio das Mortes, não perdem o hábito do trabalho. Numa economia pastoril, a sociedade é menos hierarquizada.Alguns autores destacam a afluência de bandidos e devedores para o Sertão do Rio Pardo. Não há dúvida que a região podia abrigá-los da lei e dos credores, porém a fundação dos arraiais não foi obra deles e nem se tornaram covil de criminosos e desordeiros. Foram famílias inteiras que para cá se dirigiram e promoveram o povoamento. Junto ou logo após Hipólito Antônio Pinheiro, v.q., vieram os Barcelos, os Ferreira, os Menezes, os Faria, todos eles ligados por laços de consangüinidade. Como eles, outros grupos se estabeleceram e, se já não eram parentes, aqui acabaram tornando-se. Nos Maços de População são bem raros os fogos que não são construídos por uma ou várias famílias. Não há dúvida que na região fixaram criminosos e desordeiros, mas não foram os responsáveis pelo povoamento: os bandoleiros não povoam.  Em 31 de agosto de 1803, Hipólito Antônio Pinheiro substituiu o finado Manuel de Almeida como Capitão de Ordenanças do “Bello Sertan da Estrada dos Guayazes”. Este fato é bastante significativo, pois mostra que a presença dos mineiros já se fazia sentir. A partir daí, a corrente migratória não cessa e inúmeras famílias oriundas de várias localidades das Gerais se estabelecem no Sertão, cimentam as suas bases econômicas, exigem sua organização política, religiosa e judiciária, enfim, humanizam a paisagem.”  O mesmo Chiachiri, em comentário publicado no livro Vila Franca dos Italianos, sobre a história da fundação de Franca, com o título Tutti buona gente,mais uma vez faz referência aos entrantes mineiros, assim descrevendo:“Os entrantes mineiros chegaram no raiar do século XIX e sua afluência não cessará até os nossos dias. Serão eles que, efetivamente, tomarão posse das terras e povoarão o território situado ao Norte da Capitania de São Paulo. Tal conquista e colonização consolidam-se com a formação das fazendas e das vilas. Fazem parte da primeira leva de entrantes os Pinheiro, os Gomes, os Martins Rodrigues, os Ferreira de Barcelos, os Meireles, os Junqueira, os Figueiredo, os Faleiros, os Faria, os Borges de Freitas, os Sandoval, os Lopes, os Gaia, os Branquinho, os Malta, os Ferreira de Menezes, os Vilhena, os Nascimento, os Silveira, os Paula e Silva, etc. Serão estes que, à partir de 1805, começariam a erguer, na área atualmente ocupada pela praça Nossa Senhora da Conceição, o arraial da Franca, sede da Freguesia do mesmo nome, estabelecida no Sertão do Rio Pardo, graças às instâncias do Capitão Hipólito Antônio Pinheiro e seus conterrâneos ao Governador  e Capitão General, Antônio José da Franca e Horta. Em 28 de novembro de 1824, com sede no mesmo arraial e jurisdição, sob o mesmo sertão, instala-se a Vila Franca, a cujo nome, derivado do patronímico do Governador, foi acrescentado o de Imperador, em homenagem a Pedro I, primeiro soberano da nova nação independente.”  

Da enumeração acima podemos destacar as famílias Pinheiro, Ferreira de Barcelos, Ferreira de Menezes, Silveira e a dos  Paula e Silva, que são importantes para este trabalho

Dentre todos os entrantes, Hipólito Antônio Pinheiro era, sem dúvida, o grande líder não só dos mineiros, mas de todos os moradores do arraial onde mais tarde iria nascer a cidade de Franca, sendo atribuída a ele a sua fundação. Na época, Hipólito, embora sendo mineiro, tinha o apoio do  então Governador da Capitania de São Paulo, Antônio José da Franca e Horta. Em agosto de 1805, é criada a Freguesia da Nossa Senhora da Conceição da Franca, Sertão do Rio Pardo.  O nome de Franca é dado em  homenagem feita ao Governador da época, Antônio José da Franca e Horta. Em 1821, D. João VI cria a Vila Franca Del Rey, que, a partir de 1824 passa a denominar-se Vila Franca do Imperador, em homenagem a D. Pedro I. A categoria de cidade só acontece oficialmente em 1856.    

A influência da migração mineira foi tão grande, que, em 1824, a população de Franca era formada por 75% de mineiros. Ainda hoje, Franca pode ser considerada como a mais mineira das cidades paulistas.

Das inúmeras famílias mineiras que migraram para Franca, uma delas foi a de Francisco de Paula e Silva, que deve ter chegado à região  por volta de 1810 ou um pouco antes. Francisco de Paula e Silva, casado com Maria Joana da Silveira, era pai de pelo menos 13 filhos, entre eles Antônio de Paula e Silva, que deve ter chegado a Franca, bem pequeno, já que em 1816, quando seu pai faleceu, tinha apenas 10 anos de idade. Francisco de Paula e Silva, era proprietário de uma sesmaria, com a dimensão de 3 léguas de testado e 1 de fundo, cujo termo de registro tem a seguinte descrição:  “Francisco de Paula e Silva, da freguezia da Franca, termo de Mogy Mirim, três léguas de terras de testada e uma de fundo de sua fazenda denominada Capivary, principiando a testada no alto do capão sellado abaixo, a procurar a barra onde encontra o ribeirão do Inferno, pelo veio da agua abaixo até encontrar com a sesmaria que pede José Machado da Silva (provavelmente, José Machado da Silveira) e cortando a rumo direito até partir pelo espigão com o capitão Hyppolito Antonio Pinheiro e subindo pelo espigão acima até encontrar com uma vertente que reparte uma matta de Januário José de Souza, fechado o espigão do Capão Sellado. (L.S. Vol. IV, pg. 171).” Esta propriedade eqüivalia, em medidas atuais, a 10.800 hectares, ou 2.231 alqueires de medida mineira ou goiana. Ainda dentre as famílias “entrantes” de origem mineira, se achava também a formada pelo  Alferes José Ferreira de Menezes e Luciana Ferreira de Barcelos, pais de Maria Jacinta de Menezes, esposa de Antônio de Paula e Silva, que chegou a Franca um pouco antes de Francisco de Paula e Silva.

Aos nomes de Francisco de Paula e Silva e José Ferreira de Menezes devem-se juntar mais os de Heitor Ferreira de Barcelos, irmão de Luciana Ferreira de Barcelos, e sua mulher, Ana Angélica de Jesus, José Machado da Silveira e sua mulher, Ana Ferreira de Menezes, Manoel Machado Diniz e sua mulher, Tereza Maria da Fonseca, Antônio Vieira Velho e sua mulher, Rosa Maria de Viterbo, e principalmente o de Hipólito Antônio Pinheiro e sua mulher, Rita Angélica do Sacramento

 Sem nenhuma sombra de dúvida, foram alguns destes homens e principalmente seus descendentes os primeiros a virem instalar-se na região de Frutal e outras no chamado Sertão da Farinha Podre.

Com o passar do tempo e com o vertiginoso crescimento populacional, as terras da região de Franca tornaram-se insuficientes para atender tamanha demanda, fazendo com que novos pioneiros, fossem buscar outras  terras em locais mais distantes. Com isto, grupos de famílias, seguindo os rios e os caminhos então abertos pelos bandeirantes, vão formar outras povoações.

Pude observar também que o entrelaçamento das famílias anteriormente declinadas foi muito grande com a ocorrência de inúmeros casamentos entre seus filhos, acontecidos no período de 1812 a 1828, conforme se pode  observar dos dados genealógicos que se seguem:

Família de Hipólito Antônio Pinheiro (Capitão)

 

         Hipólito Antônio Pinheiro, fundador da cidade de Franca, falecido em 1840, tendo sido casado com Rita Angélica do Sacramento, falecida em Franca, em 1837; são pais de:

1 – Joaquim Gomes Pinheiro, casado com Maria Joana da Silva, filha de Francisco de Paula e Silva e Maria Joana da Silveira;

2 – Antônio Gonçalves Pinheiro;

3 – Vicente Gomes Pinheiro, casado com Francisca Angélica da Silva, filha de Francisco de Paula e Silva e Maria Joana da Silveira;

4 – Quintiliano Gomes Pinheiro, nascido por volta 1800, casado em 21 de fevereiro de 1821,  com Ana Rosa de Jesus, também nascida por volta de 1800, filha de Antônio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo; são pais de:

4.1 – José Quintiliano Vieira, ou José Quintiliano Gomes, casado com apenas 15 anos, com Maria do Carmo da Silveira, filha de José Machado da Silveira e Ana Ferreira da Silveira.

5 – Maria Tereza de São José, casada com  João Gonçalves Campos;

6 – Rita Angélica do Sacramento, casada em 26 de junho de 1816 com Anselmo Ferreira de Barcelos, filho de Heitor Ferreira de Barcelos e Ana Angélica de Jesus;

Obs: Heitor Ferreira de Barcelos, irmão de Luciana Ferreira de Barcelos, falecido em 1836; Ana Angélica de Jesus, falecida em 1850; Rita Angélica do Sacramento, falecida em 1837; Anselmo Ferreira Barcelos, falecido em 1844.

7 – Ana Rosa de Jesus, casada em 10 de maio de 1819 com José Ferreira Telles de Menezes, filho de José Ferreira de Menezes (Alferes) e Luciana Ferreira de Barcelos.  Ana  Rosa de Jesus faleceu em 1862.

8 – Luciana Angelina do Sacramento, casada com  João José de Souza;

9 – Hipólita Antônia Pinheiro, que  foi casada com José Joaquim de Oliveira; são pais de:

9.1 – Maria Hipólita de Oliveira, casada com  Silvestre Magalhães Portilho;

9.2 – Ana Rosa de Jesus, casada com  Joaquim Rodrigues Nunes;

9.3 – Maria Madalena de Oliveira, casada com  Francisco Rodrigues Nunes;

9.4 – Manoel de Oliveira Soares;

9.5 – José de Oliveira.

10 – Leonor Violanda de São José, casada com Manoel Francisco de Barros (Capitão); são pais de:

10.1 – Maria Tereza de Barros, casada com  José Paulo de Souza;

10.2 – Hipólita Maria de Barros, casada com  José Antônio de Souza.

  

Família de José Ferreira de Menezes (Alferes)

José Ferreira de Menezes, falecido em 1842, casado com Luciana Ferreira de Barcelos, falecida em Franca em 1840; são pais de:

1 – Jacob Ferreira de Menezes (Capitão), casado em 18 de fevereiro de 1822, com Ana Rosa da Silva, filha de Joaquim Gomes Pinheiro e Maria Joana da Silva, neta paterna de Hipólito Antônio Pinheiro e materna de Francisco de Paula e Silva;

2 – José Ferreira Telles de Menezes (Capitão-Mor), casado em 10 de maio de 1819 com Ana Rosa de Jesus, filha de Hipólito Antônio Pinheiro e Rita Angélica do Sacramento;

3 – Manoel Ferreira de Menezes (Alferes), falecido em 1866, foi  casado com Ana Cândida de Jesus, falecida  em 1884;

4 – Joaquim Ferreira de Menezes, casado em Franca, no dia 16 de julho de 1828 com Maria do Carmo Neves, filha de João Caetano de Souza e Maria Rosa das Neves e neta de Antônio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo;

5 – Simão Ferreira de Menezes (Capitão), casado em 23 de julho de 1821 com Cândida Ferreira de Jesus, filha de Heitor Ferreira de Barcelos e Ana Angélica de Jesus;

6 – Antônio Ferreira de Menezes, casado em 6 de  maio de 1822 com Ana Angélica da Silva, filha de Francisco Paula Silveira e Lucinda Ferreira Barcelos.

7 – Ana Ferreira de Menezes, casada com  José Machado da Silveira;

8 – Joaquina Ferreira de Menezes, casada com  Ambrósio Gonçalves Pinheiro.

9 – Emerenciana Cândida de Jesus.

10 – Tereza Maria de Jesus, casada em 21 de abril de 1817 com Antônio Machado Diniz (Tenente), filho de Manoel Machado Diniz e Tereza Maria da Fonseca, viúvo de Joaquina Rosa de Jesus, filha de Antônio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo; o casamento anterior aconteceu em Franca, no dia 5 de julho de 1814.

11 – Francisca Antônia Xavier, casada em 4 de  abril de 1817 com Manoel de Paula  Silva (Alferes), filho de Francisco de Paula e Silva e Maria Joana da Silveira;

12 – Maria Jacinta de Menezes, casada em 24 de janeiro de 1824 com Antônio de Paula e Silva, filho de Francisco de Paula e Silva e Maria Joana da Silveira;

13 – Rita Praxedes de Jesus, casada com  Antônio de Mendonça Ribeiro;

14 – Luciana Ferreira de Menezes, falecida em 1855, foi casada com Antônio Caetano de Menezes;

15 – Maria Ferreira de Menezes, falecida em 1826 que foi casada com José Machado Diniz, possivelmente, filho de Manoel Machado Diniz e Tereza Maria da Fonseca, falecido em 1828; são pais de:

15.1 – Manoel Machado Diniz, nascido em 1802, casado com Sibila Bernardes de Oliveira, falecido  em 1846, sem filhos;

15.2 – José Machado Diniz, nascido em 1804;

15.3 – Antônio Machado Diniz, nascido em 1818;

15.4 – Maria Vitorina da Silva ou Maria Rosa Vitorina, casada com Manuel Lúcio Moreira, filho de Antônio Rodrigues de Oliveira e Ana Luiza Moreira;

15.5 – Joaquina Vitorina da Silva, casada com  Francisco Machado da Silveira;

15.6 – Ana Vitorina da Silva, nascida em 1811, casada com João Machado de Assunção, filho de Manoel Machado Diniz e Teresa Maria da Fonseca, na Vila de Franca-SP, no dia 25 de junho de 1827;

15.7 – Rita Vitorina da Silva, nascida em 1821, casada com  Joaquim Machado Diniz;

15.8 – Emerenciana Cândida de Jesus (Neta), nascida em 1823.

Família de Francisco de Paula e Silva

  

Francisco de Paula e Silva, falecido precocemente em Franca, no ano de 1816, foi casado com Maria Joana da Silveira, falecida em 1857, que declarou em seu testamento ser natural da Vila de São José (Tiradentes) e filha de Bartholomeu Gonçalves da Silveira e Joana Vitória de Jesus; são pais de:

1 – Francisco de Paula Silveira, casado  com Lucinda Ferreira de Barcelos;

2 – Joaquim de Paula e Silva, falecido em 1858,  casado  em data de 2 de  agosto de 1812 com Ana Rosa de Jesus, falecida em 1862, filha de Heitor Ferreira de Barcelos e Ana Angélica de Jesus; são pais de:

2.1 – Joaquim de Paula e Silva;

2.2 – Manoel de Paula Silveira;

2.3 – José de Paula Silveira;

2.4 – Silvéria Joaquina  da Silva, casada com Manoel José Pinto;

2.5 – Maria Rosa de Jesus.

3 – Maria Joana da Silva, casada com Joaquim Gomes Pinheiro, filho de Hipólito Antônio Pinheiro e Rita Angélica do Sacramento; são pais de:

3.1 – Maria Joana da Silva, casada em 18 de fevereiro de 1822,  com Jacob Ferreira de Menezes, filho de José Ferreira de Menezes e Luciana Ferreira de Barcelos.

4 – João Paulo da Silva, falecido em 1866, casado em primeiras núpcias em 5 de julho de 1814 com Rosa Maria de Viterbo, filha de Antônio Vieira Velho de Rosa Maria de Viterbo e em segundas núpcias com Maria do Carmo do Sacramento;

5 – Manoel de Paula e Silva, casado em Franca-SP, no dia 4 de  abril de 1817 com Francisca Antônia Xavier, falecida em 1852, filha de José Ferreira de Menezes e Luciana Ferreira de Barcelos;

6 – Tomásia Angélica de Jesus, nascida em 1800 e falecida anteriormente à sua mãe;

7 – José de Paula e Silva, nascido em 1801, casado em 20 de julho de 1821 com Joaquina Ferreira de Jesus (falecida em 1852), filha de Heitor Ferreira de Barcelos e Ana Angélica de Jesus;

8 – Joaquina Rosa da Silveira, nascida em 1802, falecida em 1845, casada em 16 de janeiro de 1822 com Joaquim Ribeiro dos Santos, filho de José Ribeiro dos Santos e Joana Umbelina Rosa; são pais de:

8.1 – Maria Joana da Silva, casada com  José de Paula e Silva Leão (avô paterno de Evergisto de Paula e Silva);

8.2 – Balbina Rosa de Jesus, casada com  Francisco Ferreira Jacob;

8.3 – Maria das Dores, casada com  João de Paula e Silva Leão;

8.4 – Manoel Ribeiro dos Santos;

8.5 – Francisco Ribeiro dos Santos;

8.6 – Joaquim Ribeiro dos Santos;

8.7 – José Ribeiro dos Santos;

8.8 – Antônio Ribeiro dos Santos;

8.9 – Moysés Ribeiro dos Santos.

9 – Constância Angélica da Silva, falecida em 1848, casada em 1º de novembro de 1822 com  José Barcelos Ferreira (Capitão), filho de Heitor Ferreira de Barcelos e Ana Angélica de Jesus; são pais de:

9.1 – Francisco de Barcellos Ferreira;

9.2 – José de Barcelos Ferreira  Júnior;

9.3 – Maria Constância de Jesus, casada com  José Francisco da Silveira;

9.4 – Ana Constância de Jesus, casada com  José de Mendonça Ribeiro;

9.5 – Joaquina Constância de Jesus, casada com  Cristino de Paula Leão (avô materno do  Evergisto de Paula e Silva);

9.6 – Constância Angélica de Jesus, nascida em 1842.

10 – Ana Esméria da Silva, casada com João José de Oliveira.

11 – Francisca Angélica da Silva, casada com Vicente Gomes Pinheiro, filho de Hipólito Antônio Pinheiro e Rita Angélica do Sacramento.

12 – Antônio de Paula e Silva, casado em 24 de janeiro de 1824 com Maria Jacinta de Menezes, filha de José Ferreira de Menezes e Luciana Ferreira de Barcelos;

13 – Zeferino de Paula e Silva, nascido em 1808 e falecido em 1867, casado em 24 de setembro de 1826 com Rita Angélica de Jesus, filha de Heitor Ferreira de Barcelos e Ana Angélica  de Jesus.

14 – Violante Angélica da Silva, presumivelmente nascida depois do falecimento de Francisco de Paula e Silva e falecida antes de sua mãe, uma vez que seu nome não constou de nenhum dos inventários, mas foi declarada como filha no testamento de D. Maria Joana da Silveira

Família de Manoel Machado Diniz

  

Manoel Machado Diniz, falecido no dia 29 de junho de 1818, no Sertão do Rio da Prata, no local conhecido por Paragem do Rio Feio, pertencente à Freguesia e Julgado de Nossa Senhora do Desterro do Desemboque da Vila do Paracatu do Príncipe, era natural do Arraial de Oliveiras, filho de Manoel Machado Diniz e Mariana Vitorina da Silva, casado com Tereza Maria da Fonseca. A fazenda de sua propriedade, segundo descrição no inventário pelo seu falecimento, localizava-se na paragem denominada Rio Turvo e foi comprada de Claudino Leal e avaliada por 60$000 (sessenta mil réis) e possuía dimensões equivalentes às de uma sesmaria. Essa propriedade dividia com terras pertencentes a Manoel Caetano, pelo lado de baixo, com o Reverendo Vigário Hermógenes Casemiro pelo lado de cima e pelo Sul, com Manoel Francisco Ferreira. Ao que tudo indica, esse Manoel Machado Diniz, identificado como marido de Tereza Maria da Fonseca e falecido no dia 29 de junho de 1818, já que em cada geração sempre existiu um Manoel Machado Diniz, o que, sem nenhuma dúvida, causa grande dificuldade ao pesquisador, foi quem deu origem à família Assunção, muito conhecida na região do Triângulo Mineiro, a partir de determinado momento, quando, não se sabe a verdadeira razão, passou a assinar Assunção ao invés de Diniz. Manoel Machado Diniz, antes de vir para o Sertão do Rio da Prata, era radicado em Franca, onde a maioria de seus filhos permaneceu, ou voltou, ali se casaram. São seus filhos:

1 – Antônio Machado Diniz, nascido em  1791, casado em Franca, anteriormente, com Joaquina Rosa de Jesus, filha de Antônio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo, no dia 5 de julho de 1814, e, posteriormente, no dia 21 de abril de 1817, com Tereza Ferreira de Menezes, ou Tereza Maria de Jesus,  filha de José Ferreira de Menezes e Luciana Ferreira de Barcelos;

2 – José Machado Diniz, nascido em 1793,  casou-se no dia 30 de agosto de 1824, na Vila de Franca-SP, com Balbina Maria de Freitas, filha de Antônio Borges de Gouvêa e de Maria  Joaquina de Freitas.

3 – Manoel  Machado Diniz,  nascido em 1798;

4 – Silvéria Vitorina da Silva, nascida em 1799, casada em Franca no dia 8 de  maio de 1815 com Joaquim Vieira Velho, nascido em 1794, filho de Antônio Vieira Velho e Rosa Maria de Viterbo;

5 – João Machado de Assunção (ou Diniz), nascido em 1801, casou-se na Vila de Franca-SP, em 25 de junho de 1827, com Ana Vitorina da Silva, filha de José Machado Diniz e Maria Ferreira de Menezes;

6 – Joana,  nascida em 1804;

7 – Bárbara Vitória da Silva, nascida em 1803, casada em Franca no dia 10 de fevereiro de 1821, com Januário José dos Santos, filho de Genoveva Francisca de Jesus;

8 – Joaquim Machado Diniz, nascido em 1807.

Família de Antônio Vieira Velho

 

Antônio Vieira Velho, nascido por volta de 1759, foi um dos pioneiros da povoação de Franca e posteriormente, um dos primeiros a vir povoar a região de Frutal, conforme veremos adiante. Foi casado em primeiras núpcias com Rosa Maria de Viterbo, falecida em Franca, em 1822 e em segundas com Francisca Cândida, a saber:

Filhos do primeiro casamento:

1 – Ana Rosa de Jesus, nascida por volta de 1800, casada em Franca, no dia 21 de fevereiro de 1821, com  Quintiliano Gomes Pinheiro, também nascido por volta de 1800, filho de Hipólito Antônio Pinheiro e Rita Angélica do Sacramento;

2 – Joaquim Vieira Velho, casado em Franca, no dia 8 de  maio de 1815, com Silvéria Vitorina da Silva, filha de Manoel Machado Diniz e Tereza Maria da Fonseca;

3 – Antônio Vieira Velho (Filho), falecido em 1852, casado com Maria Lucinda de São Francisco, falecida em 29 de abril de 1863;

4 – Francisco Vieira Velho, que foi casado com Maria Joana da Silveira, filha de José Machado da Silveira e Ana Ferreira de Menezes, em data de 18 de agosto de 1819, falecido poucos anos depois;

5 – Anselmo Vieira Velho, casado em Franca em data de 28 de janeiro de 1822, com Ana Rosa Umbelina, filha de José Machado da Silveira e Ana Ferreira de Menezes;

6 – José Vieira Velho, nascido em 1802, casado em Franca, no dia 20 de janeiro de 1823, com a viúva de seu irmão Francisco Vieira Velho, Maria Joana da Silveira.

7 – João Vieira Velho, nascido em 1804, casado com Tomásia Maria de Jesus, filha de José Machado da Silveira e Ana Ferreira de Menezes;

8 – Vicente Vieira Velho, nascido em 1808 e falecido em 1830, foi casado com Maria Hipólita de São José;

9 – Domingos Vieira Velho, nascido em 1811, casado com Luiza Maria da Silveira, filha de José Machado da Silveira e Ana Ferreira da Silveira;

10 – Maria Rosa das Neves, que foi casada com João Caetano de Souza, falecida antes de sua mãe, deixando os seguintes filhos:

10.1 – Ana Rosa das Neves, nascida em 1809, casada com José Machado da Silveira (Filho);

10.2 – Maria Antônia das Neves, nascida em 1810;

10.3 – Maria do Carmo Neves, nascida em 1812, casada em Franca, em data de 16 de julho de 1828,  com Joaquim Ferreira de Menezes, natural de Pintagui-MG, filho de José Ferreira de Menezes e Luciana Ferreira de Barcelos.

10.4 – Maria Rosa das Neves.

11 –  Joaquina Rosa de Jesus, casada em Franca, em data de 5 de  julho de 1814, com Antônio Machado Diniz, filho de Manoel Machado Diniz e Tereza Maria da Fonseca, falecida anteriormente à sua mãe, deixando a seguinte filha:

11.1 – Maria, nascida em 1814.

12 – Rosa Maria de Viterbo (Filha), casada em Franca, em data de 5 de  julho de 1814, com João Paulo da Silva, falecido em 1866, filho de Francisco de Paula e Silva e Maria Joana da Silveira, falecida antes de sua mãe, no ano de 1823, deixando a seguinte filha:

12.1 – Ana Maria de Jesus, nascida em 1815 e falecida em 1844.

Filhos do segundo casamento:

13 – Francisco, nascido por volta de 1826;

14 – Teodoro, nascido por volta de 1828;

15 – Maria, nascida por volta de 1829.

Família de José Machado da Silveira

José Machado da Silveira, nascido por volta de 1776 e falecido por volta de 1837, foi casado com Ana Ferreira de Menezes, nascida em 1784 e falecida em 1843, filha de José Ferreira de Menezes e Luciana Ferreira de Barcelos. (Para economia de tempo e espaço, irei descrever esta família, detalhadamente, no capítulo seguinte).

4 Respostas to “0 2 Maximina Augusta de Melo, sua Família Faleiros, sua origem no ramo de Antônio Vieira Velho, Franca e seus pioneiros”

  1. Ighor Says:

    Minha bisavó Guilhermina é filha de Moysés Ribeiro dos Santos e Maria de Paula Silveira, nascida em Igarapava-SP no ano de 1876.

  2. Daniel Augusto Andrade Silva Says:

    Boa noite!
    Sou descendente de Antônio Barbosa Sandoval por parte de Quirina Barbosa da Silva sua família que era casada com Joaquim Garcia de Andrade. Gostaria de saber mais sobre Joaquim Garcia de Andrade. Queria descobrir de onde veio os sobrenomes Garcia e o Andrade do Joaquim. O sobrenome de seus pais. Ainda não consegui encontrar o vínculo e possíveis antepassados.
    Se houver alguma informação.
    Obrigado
    Daniel

    • GENEALOGIA SILVA OLIVEIRA, Faleiros, Leme, UBERABA-MG, FRANCA-SP, MADRINHA DA SERRA, Três Ilhoas Says:

      isto é que é genealogia. Se você é um Leme sabe que tem que ligar com Leonor Leme, nossa matriarca.

  3. Daniel Augusto Andrade Silva Says:

    As famílias Garcia (Portuguesa) e a Andrade são muito grandes aqui na região de Franca. Fica um pouco mais difícil encontrar de onde veio o entrelaçamento, mas vou encontrar.
    Sei, por exemplo que meu três avô Felicissimo Garcia de Andrade era casado com Maria Cláudia Nogueira filha de Severino Rodrigues Pereira e Anna Leopoldina Nogueira que era filha de Antônio Joaquim do Nascimento e Maria Cláudia de Souza Nogueira.
    Agora pelo lado de Felicissimo só consegui ir, por enquanto, até seu pai Joaquim Garcia de Andrade. Já de sua mãe Quirina Barbosa da Silva consegui ir mais longe.
    Obrigado e se houver novidades …

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