0 O Leme, pelo lado do Zarco descobridor da Ilha da Madeira

O Dr. Ricardo Gumbleton Daunt esclareceu que os Leme são descendentes de Pedro Gonçalves da Clara (relativo ao convento de Santa Clara) e não da Câmara como escrevera Silva Leme

Ainda existem no Brasil, famílias com o nome GONÇALVES DA CLARA.

Em breve posto texto do Dr. Ricardo.

Daí surgem dificuldades de estabelecer ligação de Pedro Gonçalves da Clara, com os Câmara, doadores do Convento da Clara e o ZARCO.

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VEJAM ESTE TEXTO:

http://digitarq.dgarq.gov.pt/default.aspx?page=regShow&ID=3873111&searchMode=

Código de referência PT/TT/CHR/K/32/45-143V
Título Pero Gonçalves, moço da câmara, e Diogo de Barros, seu irmão, filhos de Pero Gonçalves da Clara, moradores na Ilha da Madeira, porque João Ramos, alcaide na Ribeira Brava, lhes tomara uma espada a seu escravo Jerónimo, foram, após a missa, com dous escravos, com suas lanças a casa do alcaide questioná-lo sobre a tomada sa espada.
Datas 1496-01-15
Nível de descrição Documento simples
Âmbito e conteúdo
Da troca de palavras resultou lançar-se Diogo de Barros sobre o alcaide e lhe tomar o punhal que trazia na cinta, e lho levar. E porque lho mandaram devolver, os suplicantes se amoraram. Todavia, porque o alcaide não querelara deles, lhes viera a perdoar, segundo um público instrumento, feito e assinado por Afonso Lopes, tabelião na Ilha da Madeira, aos 7 de Setembro de 1495. El-rei lhes perdoou contanto fossem estar, servir e morar um ano comprido à cidade de Ceuta. El-rei a mandou pelos doutores Fernão Roiz e Pero Vaz Brás Afonso a fez.
Localização física Chancelaria de D. Manuel I, liv. 32, fl. 45v
URL
http://digitarq.dgarq.gov.pt?ID=3873111

 

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http://elraupp.sites.uol.com.br/pafg165.htm

NESSA GENEALOGIA aqui abaixo há erro grave: marido nascido em 1430 e esposa em 1510.

Pedro Gonçalves da Clara was born in 1430. He died in 1506 in Funchal, Portugal. He married Izabel de Barros.  Izabel de Barros [Parents] was born in 1510. She died in 1575 in Ilha da Madeira, Portugal. She married Pedro Gonçalves da Clara.  

Other marriages:

Câmara, Pedro Gonçalves da II 

They had the following children:  

    M i Pedro Gonçalves de Barros II
    F ii Catharina de Barros II
    M iii Nicolau de Barros.

 

Lopo Vaz Delgado [Parents].Lopo married Catharina de Barros III.

[Notes]

Catharina de Barros III [Parents].Catharina married Lopo Vaz Delgado.

They had the following children:

    F i Izabel de Barros
    F ii Helena Lopes de Barros
    F iii Aldonça de Barros

 

[Notes]

Francisca de Abreu.Francisca married Vasco Delgado de Barros.

They had the following children:

    M i Lopo Vaz Delgado
    M ii Pedro Delgado
    F iii Catharina de Barros III

=========

14720- Martin Lem (ou Martim Lems). N. em Bruges, Flandres, na atual Bélgica. Passou para Portugal (onde ficou sendo chamado de Martim Leme) no reinado de Afonso V (1438 a 1456), que o fez Escudeiro-Fidalgo da Casa Real, pelos serviços que prestou na tomada de Arzila e Tânger, em 1471, para lá enviando, à sua custa, seu filho Antônio Leme, acompanhado de lanceiros flamengos. Por causa do comércio, estabeleceu-se em Lisboa, onde nasceram os seguintes filhos (legitimados posteriormente) que teve com Leonor Rodrigues: Luís, Martim, Rodrigo, João, Catarina, Isabela, Maria e Antônio Leme. Fal. em Lisboa, Portugal.

14721- Leonor Rodrigues. N. em Portugal.

14722- Pedro Gonçalves da Câmara (ou Pedro Gonçalves de Clara ?). N. na Ilha da Madeira, Portugal. Do casamento c. Isabel de Barros originaram-se, pelo menos, os seguintes filhos: Diogo de Barros da Cunha e Catarina de Barros. Pedro Gonçalves da Clara foi o fundador de um morgado na Ribeira dos Melões, no Campanário, no Termo de Funchal, Ilha da Madeira, onde fal. em 1506 (5).

=

E ESTE:

Lemes: Procedem de Martim Leme, filho legitimado por El Rey D. Afonso V., no anno de 1464., de outro Martim Leme Cavalheyro Flamengo, de que faz memoria Manoel Soeyro nos seus annaes de Flandes, que voltando depois de Portugal a sua patria, foi gentilhomem da Camara do Emperador Maximiliano, e Escutete de Brujas. Passou o// dito Martim Leme a esta Ilha no anno de 1483., em que escreveu o Duque Infante D. Fernando, ou D. Diogo seu filho, hua carta em seu favor a Camara desta Cidade, então villa. Jaz sepultado no Cruzeyro da Igreja de S. Francisco do Funchal; e foi seu filho Antonio Leme, que teve larga descendencia de sua mulher Catherina de Barros filha de Pedro Gonçalves da Clara, e de sua mulher Izabel de Bairos; a qual instituhio hum morgado na villa da Ponta do Sol, que posuem os descendentes de sua filha D. Leonor Leme; e seu filho Pedro Leme, instituhio outro na freguezia de S. Antonio, junto a esta Cidade, com oubrigação de se conservar esta appellido nos administradores delle.

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João Gonçalves ZARCO nasceu c. 1380. Ele faleceu c. 1460. João casou-se com Constança Rodrigues de SÁ (Almeida ?).

Constança Rodrigues de SÁ (Almeida ?) nasceu  em 1394 em Lisboa – Portugal. Ela faleceu em Funchal, Ilha da Madeira – Portugal e foi enterrada  em Convento Santa Clara. Constança casou-se com João Gonçalves ZARCO ***.

Eles tiveram os seguintes filhos

    M i João Gonçalves da CÂMARA nasceu c. 1430.
    M ii Ruy Gonçalves da CÂMARA nasceu c. 1425 e faleceu em 27 novembro 1497.
    M iii Garcia Rodrigues da CÂMARA.
    F iv Beatriz GONÇALVES.
    F v Isabel GONÇALVES.
    F vi Helena GONÇALVES.
    F vii Catarina GONÇALVES.
    F viii Mécia de ABREU.

 João Gonçalves Zarco nasceu, em 1380, e, casou-se com Constança Rodrigues de Sá, nascida em 1390.

Seu filho: João Gonçalves da Câmara nasceu, em 1430, e casou-se com Maria (ou Mécia) de Noronha ,nasc. em 1440.

HAQUI HÁ DUVIDAS , não aparece PEDRO GONÇALVES DA CÂMARA

Seu filho: Pedro Gonçalves da Clara nasceu, em 1460, casou-se com Isabel de Barros que era filha de Lopo Vaz Delgado e Catarina de Barros.

Sua filha: Catarina de Barros, casou-se com Antônio Leme casou-se com Catarina de Barros e teve

Antão Leme nasc. Ceca de 1500 casou-se com (?) Pedro Leme nasc. antes de 1530 na Ilha da Madeira e fal, em 1600, em São Paulo, casou-se (1) –Luzia Fernandes (2)-Izabel Paes-(3)-Gracia Rodrigues de Moura cerca de 1560.  Teve Leonor Leme.

LEONOR LEME  nasceu em, 1542, em Óbidos-Portugal e fal. em 1633 em São Paulo casou-se com Brás Tevês. Teve Aleixo Leme.

 Aleixo Leme nasc. 1544 em São Vicente-SP. E fal, em l6-ll-1629 em São Paulo casou-se e cerca de 1610 com Ignez Dias e teve Luzia Leme.

Luiza Leme nasc, em São Paulo e fal. Em 4-10-1653 em São Paulo , Casou-se com Francisco de Alvarenga nasc. em São Paulo e fal, em 10-8-1675 em São Paulo.  (Francisco era filho de Antônio Rodrigues de Alvarenga e Anna Ribeiro (outra ?). fal. entre 15-4 e 6-6-1654 em Santana do Parnaíba-SP.)

que casou-se com Francisco Bicudo de Brito nasc. em 1624 em São Paulo e fal. em 12-03-1653/1654 .

Luzia Leme teve Tomázia Ribeira de Alvarenga que casou-se com Francisco Bicudo de Brito nasc. em 1624 em São Paulo e fal. em 12-03-1653/1654 . 

http://olivrodoslemes.blogspot.com/ 

Francisco e Tomázia são pais de Maria Leme Bicudo, mãe de Antônio da Rocha Leme que é pai de MARIA LEME DO PRADO casada com TOME RODRIGUES NOGUEIRA DO Ó. 

ver página do vovô Tomé Rodrigues Nogueira do Ó

http://www.museuquintadascruzes.com/pt-PT/Museu/Historiadoedificio/PrintVersionContentDetail.aspx 

História do Edifício

Vista geral da entrada do Museu

As memórias da Quinta das Cruzes cruzam-se com a vida e a história da cidade do Funchal. Documentada como a última residência de João Gonçalves Zarco, descobridor da Ilha da Madeira, esta Quinta Madeirense, representa mais de 500 anos da história da Ilha. 

A Quinta das Cruzes situa-se numa zona privilegiada da cidade do Funchal, à Calçada do Pico, abaixo da Fortaleza de São João Baptista (datada do século XVII), e paredes meias com o Convento de Santa Clara (datado do século XVI).
Enquanto espaço amuralhado, no contexto de uma malha urbana histórica e qualificada, é por definição uma Quinta Madeirense, constituída por casa de moradia, capela, casinhas de prazer e parque ajardinado.
A primitiva casa figura como residência de João Gonçalves Zarco, 1.º capitão donatário do Funchal. Essa modesta moradia foi, posteriormente, ampliada pelo seu filho, João Gonçalves da Câmara, que terá aproveitado os mestres que trabalhavam na construção da igreja do Convento de Santa Clara, mandada erigir também sob os seus auspícios.
A Quinta permaneceu como residência da família Câmara até ao século XVII, altura em que entra na posse de outra distinta família madeirense – os Lomelino. A origem desta família recua a Urbano Lomelino, comerciante de origem genovesa, cuja presença na Ilha é datada de 1476.
Ao longo da permanência da família Lomelino, a Quinta das Cruzes sofreu grandes alterações, nomeadamente com a construção da arcaria da fachada principal, a edificação da Capela dedicada a Nossa Senhora da Piedade e, posteriormente, o corpo predominante do edifício principal.
Este espaço permaneceu como residência dos Lomelino durante cerca de duzentos anos, até ao final do século XIX. É no decorrer desta centúria que os jardins adquirem o aspecto que ainda hoje se pode observar com caminhos empedrados e fontes em pedra de fajôco, numa concepção Romântica dos espaços ajardinados.
Mais recentemente, no século XX, a moradia foi sujeita a várias vicissitudes, resultado de novas funcionalidades e formas de ocupação, e reflexo também de importantes transformações económicas da sociedade insular: foi sede da Banda Filarmónica do Funchal (1929-33), consultório médico e fábrica de bordados (1945-48?), indústria relacionada com a família Miguéis, a última proprietária da Quinta das Cruzes. 

Actualizado em: 23 de Abril de 2008
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    Imagem do Fábrica de bordados Fortunato E. Miguéis (1930-33)
    • Museu
    • História do Edifício

    Localizada quase no coração da cidade do Funchal e ocupando cerca de 1 hectare, a Quinta das Cruzes – Casa de moradia, Capela e Parque Ajardinado – representa uma unidade urbana qualificada, cuja imagem corresponde a uma forma peculiar de estar na Ilha da Madeira que, ainda hoje, excepcionalmente, sobrevive.
    As memórias desta Quinta estão ligadas à vida e à história da cidade do Funchal.
    As primeiras referências documentais relativas ao conjunto habitacional das Cruzes remontam ao século XVI. No entanto, a primitiva edificação remonta ao final do século XV/início do século XVI, identificada como as Casas de João Gonçalves Zarco e seus descendentes, e última moradia do 1.º capitão donatário do Funchal.
    As primeiras informações relativas à Quinta constam do codicilo do testamento do 2º capitão donatário, João Gonçalves da Câmara, datado de 1501, onde também se determina que “Pedro Gonçalves da Câmara haja as casas em que eu moro com todo o seu assentamento”. Desta primitiva edificação, restavam até há pouco tempo duas portas, de influência Manuelina, em cantaria cinzenta da região (traquibasalto) que davam acesso ao que outrora foram as lojas da Casa, e que, devido a uma intervenção que decorreu no início dos anos 50 do século XX, foram adaptadas e duplicadas em janelas.
    A Casa permaneceu na posse da família Câmara ao longo de todo o século XVI, como o comprova, em 1575, a venda da habitação por Pedro Gonçalves da Câmara a Francisco Gonçalves da Câmara.
    Mas no 1.º quartel do século XVII, por morte do então proprietário João Gonçalves, que não deixou descendência, a Quinta das Cruzes é herdada por seu irmão António do Carvalhal Esmeraldo, que dela toma posse em 1624, ao que se seguiu, em 1678, a entrada da Quinta para o morgadio dos Lomelino. A presença desta família é assinalada, nomeadamente, através do brasão de armas  que foi colocado no tecto da entrada do alpendre.

    Brasão de armas da família Lomelino, situado no tecto da sala de entrada    
    Brasão de armas da
    família Lomelino.

    Em finais do século XVII, a Quinta das Cruzes sofreu as suas primeiras grandes transformações. Data desta época a construção da arcaria em pedra vermelha da Região (tufo de lapill e tufo brecha) adossada à fachada, bem como a construção (datada de 1692 segundo a inscrição do pórtico) e posterior instituição (1695) da Capela de Nossa Senhora da Piedade, erigida por Francisco Esmeraldo Correia Henriques e localizada no extremo Sul do espaço ajardinado. É também a este proprietário que se atribui a encomenda do retábulo pintado alusivo À Lamentação sobre Cristo Morto (c. 1700), da autoria de Bento Coelho da Silveira (1620-1708), que se encontra na referida capela.
    No século XVIII são feitas de novo obras, facto a que, provavelmente, não é alheio quer o casamento de António Correia Henriques Lomelino e D. Guiomar Jacinta de Moura Acciaiuoli, que passaram a viver nas Cruzes em finais de 1718; quer o forte terramoto que atingiu a Ilha da Madeira em 1748 e que provocou sérios danos à edificação.
    Data de meados deste século o corpo predominante do edifício principal, característico das construções do século XVIII insular.
    É na centúria de Novecentos que se desenrola a contenda, que teve início em 1836, protagonizada pelo então proprietário da Quinta, Nuno de Freitas Lomelino, último morgado das Cruzes e padroeiro do Convento de Nossa Senhora da Piedade, em Santa Cruz, e que requer os bens do dito Convento que havia perdido com a Extinção das Ordens Religiosas em 1834. Apenas em 1852 a situação ficaria resolvida, passando as ruínas do Convento para a posse do Morgado, que transferiu parte do espólio para a Quinta das Cruzes.
    No entanto, pouco tempo depois, em 1863, a Quinta é vendida a Tristão Teixeira de Bettencourt e Câmara, Barão do Jardim do Mar.
    É consentânea com este período a edificação do espaço alpendrado, que se sobrepõe à arcaria da fachada principal, as duas casinhas de prazer e toda uma nova concepção do espaço ajardinado (tal como o conhecemos hoje) de acordo com os ideais românticos em voga.

         Coreto da banda municipal do Funchal na Quinta das Cruzes
            Coreto da Banda Municipal  

    Na transição do século XIX para o século XX, várias foram as actividades e as finalidades exercidas na Quinta das Cruzes. O edifício serviu de sede do Club Madeira, de residência e consultório médico, mais tarde foi transformado em Hotel, e funcionou ainda como sede da Banda Municipal do Funchal, cinema, escola, porto de abrigo aos refugiados gilbratinos e terminou como fábrica de bordados da firma Fortunato Eleutério Miguéis, última proprietária privada deste espaço.
    Por fim, a Quinta das Cruzes foi adquirida em 1948, para futura criação de um Museu de Artes Decorativas, conjugando as iniciativas do seu primeiro doador – César Filipe Gomes e dos organismos oficiais, Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal.
    A dignidade arquitectónica e funcionalidade dos seus espaços marcaram decisivamente e facilitaram o desenvolvimento da sua última definição vocacional como Museu.

    A Quinta das Cruzes foi sofrendo sucessivas alterações ao longo dos seus mais de 500 anos de existência, que a transformaram numa das mais prestigiadas “Quintas Madeirenses”. Estes conjuntos habitacionais, caracterizados pela sua estrutura composta de moradia, capela, casinha de prazer e parque ajardinado, bem como a sua localização enquadrada no anfiteatro do Funchal, fizeram destas construções um dos aspectos característicos da paisagem madeirense, reflexo de toda uma complexa rede de influências sociais e económicas que predominaram na Madeira.
    Presentemente a moradia principal divide-se em três pisos: rés-do-chão (primitivas adegas e loja), primeiro piso (andar nobre) e Torre (considerada como um terceiro piso).
    No seu interior, a Casa apresenta-se como um espaço de moradia, exemplo das construções senhoriais insulares, características do século XVIII/XIX. 

    A Quinta das Cruzes foi classificada como Imóvel de Interesse Público, pelo Decreto 36.383 de 28 /06 /1947.
    O edifício encontra-se inventariado na base de dados da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais com o n.º IPA PT062203080020 (www.monumentos.pt). 

    18 de Abril de 2008
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4 Respostas to “0 O Leme, pelo lado do Zarco descobridor da Ilha da Madeira”

  1. joselio Says:

    Eu sou Silva Leme de Alvarenga

  2. joselio Says:

    Amei as informaçoes ,tambem sou um Zarco,,,,,,,,,,

  3. Jose eduardo leme goncalves Says:

    Gostei muito de ter encontrado este trabalho busco as origens de minha familia e sua ligacao com Portugal
    Agradeco a qualquer ajuda
    Ja li parte do trabalho d Silva Leme Genealogia Paulistana
    Havia um trabalho chamado Canhenho de Familia mas nao consegui ler

    • capitaodomingos Says:

      Ser um Leme já lhe enche de orgulho.
      leia todas as páginas sobre nós Leme neste site, e, especialmente o pdf da prima que conta certinho nossa origem.

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