0 o Os lemes, documentos e livros sobre os leme flamengos da madeira, 2 parte

É desta fortuna que Henrique Leme dispõe no seu testamento, preocupando-se em primeiro lugar, e exaustivamente, com a salvação da sua alma e em segundo lugar com o futuro daquela que se percebe ser a sua muito amada irmã Ana. É sobretudo graças à conjugação destas duas preocupações que tão importantes documentos nos chegaram, pois que Ana não descansou enquanto não ficou concluída a “boa capella que quero e mando que se faça em o moesteiro de Sam Dominguos de Lixboa (…). E se fara no mylhor lugar que se poder aver no dito moesteyro com seus ornamemtos em bastamça para ella e com huum retavolo em que este Nosa Senhora d’Anuncyaçam e de huuma parte com hos fy

s de Deus e da outra Deus Padre”77. 77

E isto só sucedeu em 1547, quando finalmente os frades lhe deram a capela de Santo Tomás, uma grande capela à esquerda de quem entra, onde já estavam enterrados Lopo de Albuquerque, irmão de Jorge de Albuquerque, e o conde da Atalaia (cf. ANTT – Convº de S. Domingos de Lisboa, liv. 6, fl. 452). Para a execução e ornamentação desta capela deixa 200.000 rs e deste mesmo dinheiro pretende que logo que esteja pronta lhe façam “huum saymento com suas tochas e oferta” e lhe digam “huma mysa aos fyes de Deus camtada” e “tres trymtayros de Santo Amador”.

Depois, “enquamto a dita casa e mundo durar” quer que lhe seja dita, diáriamente, uma missa rezada de requiem com responso e água benta, que nos dias festivos (Finados, Todos-os-Santos, Nossa Senhora das Candeias, Nossa Senhora da Anunciação, Nossa Senhora da Assunção e Nossa Senhora da “Nascença”) será cantada com comemoração. No dia de Finados será também ofertada com meia dúzia de pães e meio almude de vinho. Além destas missas quer “huum haneversall cada anno” por dia de Todos-os-Santos, com círios e tochas, ofício de nove lições cantado, com véspera e missa cantada e “neste dia me daram d’esmolla de comer a cymquo pesoas pobres a homra das cymquo chagas”.

A capela deverá ter um capelão que “sera obrygado a rezar todolos dias as besporas e noturno com suas laudas dos finados”, o qual capelão quer que seja “frade do dito moesteiro, porque por esta vya se podera fazer com menos despesa e mylhor hordenança de sempre ser bem feito” e determina “que se compre em cousas fixas que para sempre rendam em cydade de Lixboa toda mynha fazenda” e “da renda desta dita mynha fazenda, que se comprará dela, se apropryará ao dito moesteiro tanta que abaste” para cumprimento de todas as obrigações.

59 SAPIENS – Revista de História, Património e Arqueologia, n.º 0, 2008 | Margarida Ortigão Ramos Paes Leme – Os Lemes – um percurso familiar de Bruges a Malaca Como está em Malaca e não sabe onde irá morrer, Henrique Leme organiza também o momento da sua morte: sendo confrade da Confraria de Nossa Senhora do Rosário, quer ser sepultado frente ao seu altar, qualquer que seja a igreja em que ficar

78. Os sufrágios imediatos também são previstos: no dia do enterro, uma missa rezada ao Espírito Santo com horas e ofícios de finados, e toda a cera que a confraria tiver, além de três missas rezadas (à morte e paixão de Cristo, a Nossa Senhora e aos Fiéis de Deus). Nos dias que se seguirem quer quarenta missas à morte e paixão de Cristo e mais três trintários “o primeiro a Samto Amador ençarado por mynha alma. Ho segundo a Samto Grigorio emçarado por alma de meu pay e mai e outro ao dito São Grigorio aberto por almas de meus irmãos e irmãas e de todollos fyees cristãos e asy por todolos meus paremtes como por todollos os a que poso ser emcarguo d’alguma divyda que lhe deva que nom som lembrado como por todolos que estam arredados da nosa fe que Deus os traga ao camynho da verdade”. 78

A capela de São Domingos de Lisboa seria apenas “para memória”, caso Henrique Leme morresse no Oriente, a não ser que viesse a ser trasladado, o que ele não prevê. Esta será certamente uma recomendação para os seus testamenteiros “nestas partes”. Sobre a capela de Henrique Leme, as suas convicções e comportamento religioso, cf. Rosa, 2005. A grande preocupação de Henrique pela salvação da sua alma e daqueles que lhe são mais queridos manifesta-se também no cuidado de não deixar dívidas por pagar. Assim, “por emcarguo que poderey ser a algumas pessoas que nom som lembrado em que minha comcyencya podera ser emcaregada” manda gastar oitenta cruzados (32.000 rs) para se “darem a proves e asy em mysas como para cativos e asy mays como mylhor pareçer a meus testamenteiros ser mays syrviço de Deus”. Deixa mais 50 pardaus (cerca de 25.000 rs) para se casar uma órfã que conheceu em Cochim (enteada de um criado de Jorge de Albuquerque) e preocupa-se que todos os seus criados sejam pagos pelo tempo que o serviram “a r*a+zão de dous mill reis por ano”. Como a avó desistiu a seu favor da herança do irmão que “nestas partes da India” morreu, com condição de que um terço fosse gasto a sufragar a sua alma, e não sabendo se isso já foi feito no reino, deixa mais 10 cruzados (4.000 rs) para serem gastos por intenção do seu anónimo irmão. Lembra-se também das “romaryas que tenho prometidas fazer ou mandar fazer”, que manda cumprir “na maneira em que poderei ser maes houbrygado, de maneira que fique descaregado das taes obrygações se oubrigado for”.

60 SAPIENS – Revista de História, Património e Arqueologia, n.º 0, 2008 | Margarida Ortigão Ramos Paes Leme – Os Lemes – um percurso familiar de Bruges a Malaca Para todas as dívidas e obrigações, reporta-se a um “livro que tenho de mynhas lembramças que he emcadernado em couro da Chyna pardo de veado”. Recomenda muito que esse livro seja levado para Lisboa e entregue à irmã, Ana, para por ele se poder ver o que deve e lhe é devido e nada ficar por pagar.

Garantido que nada ficou esquecido daquilo que pudesse contribuir para a salvação do seu bem mais precioso, a sua alma, criada para a vida eterna, Henrique Leme dispõe do remanescente de seus bens a favor dos que ficam. Em primeiro lugar, e sobretudo, de Ana, que nomeia herdeira de toda a sua fazenda e deixa-lhe expressamente 400.000 rs para casar “com comçelho de seus paremtes e meus que mays chegados forem e seja com homem que tenha pesoa”. Nomeia-a administradora da sua capela, com a recomendação de “por merçe e pelo amor que lhe sempre tive ho faça como della comfyo e ela nomeara por sua morte quallquer filho ou filha se ho tever que se chame Amryque Leme e sempre amdara neste nome”. À outra irmã, que já tem a vida assegurada, pois é freira, deixa 30.000 rs. São os únicos legados que faz à família.

Na impossibilidade de Ana herdar, lembra-se dos filhos de Leonor, sobretudo Jerónima e Leonel, e se mesmo estes falharem, então o herdeiro será qualquer filho ou filha do primo, Tristão Gomes da Mina.

Por fim, para assegurar que as suas disposições são cumpridas, nomeia os testamenteiros: dois “nestas partes” (o cunhado, Jorge de Albuquerque e Garcia Chainho) e três no Reino (de novo o cunhado, o Dr. João Pires, marido da prima e desembargador da Casa da Suplicação, e a própria irmã e herdeira, Ana), a quem muito recomenda “a todos jumtamente e cada hum por sy por amor de Deus como ho meu e por a razão que amtre nos ha que tudo tam emteyramente e mylhor se poder ser para desencarguo de mynha comcyencya e salvaçam de mynha allma façam comprir”. Para os compensar de todo o trabalho que terão deixa-lhes três dos seis escravos que tem: o “pacem jao” a Jorge de Albuquerque, “Lixandre” a Garcia Chainho e ao Dr. João Pires “Violamte chyna que em sua casa estaa”. Deixa ainda “hum moço malayo chamado Bastiam” ao primo Tristão Gomes, “por algumas boas obras que delle poderey ter recebydo”. Liberta Joana e Pero “chim”, deixando a Joana 60 cruzados “por os muitos syrvyços que me tem feytos por honde andei, para se casar” e a Pero 10 cruzados, com a condição de os servir “emmentes qua andarem nestas partes da India desta vez e

61 SAPIENS – Revista de História, Património e Arqueologia, n.º 0, 2008 | Margarida Ortigão Ramos Paes Leme – Os Lemes – um percurso familiar de Bruges a Malaca tamto que se elles forem para Purtugall nom sera obrigado e fara de sy o que lhe bem vyer”.

Conclusão

No curto espaço de duas gerações, vimos como toda uma família se integra e se envolve na política expansionista portuguesa:

Martim Leme, flamengo de nascimento, chegado a Lisboa para comerciar, participa activamente na empresa africana de D. Afonso V, entra na confiança do rei e em 1463 empresta dinheiro para o assalto a Tânger. Em 1471 envia o próprio filho capitaneando uma urca, por si armada, à conquista de Arzila. Casa uma das filhas com o rico comerciante Fernão Gomes da Mina, contratador do comércio da Guiné. O segundo filho, seu homónimo, Martim, associa-se ao comércio com África e com a Madeira. António e João estabelecem-se na Madeira, onde António se liga à aristocracia local, tornando-se terratenente, mas não abandonando a navegação e o comércio. Da Madeira parte um filho de António a estabelecer-se no Brasil, onde a família cria raízes e prolifera. Rui, que tudo indica ter sido perito em assuntos náuticos, também mercador, testemunha o Tratado de Tordesilhas. Maria (Isabela?), a mais enigmática, é mãe de Leonor, casada com Jorge de Albuquerque, e de Henrique, cujas vidas se imortalizam ao serviço da Coroa, já não em África, mas no Oriente.

62 SAPIENS – Revista de História, Património e Arqueologia, n.º 0, 2008 | Margarida Ortigão Ramos Paes Leme – Os Lemes – um percurso familiar de Bruges a Malaca Fontes e Bibliografia

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