0 1 c Antônio Carrilho de Castro, de Uberaba-MG – Os Carrilho de Castro – Boiadeiros do Pantanal – de Candeias-MG, Formiga-MG, Iguatama-MG, Uberaba-MG, e, Goianésia-GO – Antônio Carrilho de Castro Filho – (Boiadeiro, e, filho de Capitalista de Uberaba-MG) – casado com uma sobrinha sua, bisneta do Capitão Domingos da Silva e Oliveira

HISTÓRIA DE PORTUGUESES NO BRASIL

HISTÓRIA DE PORTUGUESES DO BRASIL

O Orgulho de sermos os netos dos portugueses que construíram o Brasil.

AS HISTÓRIAS E LEMBRANÇAS DE NOSSAS FAMÍLIAS NÃO PODEM MORREREM CONOSCO:

TEMOS QUE PASSÁ-LAS, DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO!

Lourenço Carrilho Leitão de Castro (nasc. em 1748 em Portugal) é pai de:

João Carrilho de Castro, c/c Joaquina Bernardes da Silveira (ele joão nasc. em 1785, em Candeias-MG) que é pai de:

Alferes e Capitalista, Antônio Carrilho de Castro (nasc. em 1829 na Região de Candeias e Formiga-MG), morreu em 1896 em Uberaba-MG que é pai de:

Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho, (1855-1933)casado com uma sua sobrinha, e, BISNETA DO CAPITÃO DOMINGOS, Maria Teodora de Castro.

LEIA MAIS SOBRE NOSSA MARAVILHOSA FAMÍLIA E VEJA FOTOS

 

Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho e Maria Teodora de Castro, (sua sobrinha), são os pais de:

Levindo, Agripina, Dinorá, Dóro, Dalva e Cidália. (veja os descendentes deles abaixo).

Para ler mais sobre a família da MARIA TEODORA DE CASTRO, esposa do Antonio Carrilho de Castro Filho, e, que é mãe do Doro, da Cidália, Dinorá, leia aqui:

https://capitaodomingos.com/joao-da-silva-e-oliveira-filho-do-capitao-domingos/ 

 

 

CAPITAO DOMINGOS É PAI DE

JOÃO DA SILVA E OLIVEIRA, que é pai de

JOÃO DE AQUINO DA SILVA E OLIVEIRA que é pai de

MARIA TEODORA DE CASTRO.

chamada de SENQUINHA, MARIQUINHA, MAETINHA.

 

Falamos aqui muito dos filhos e netos do Dóro, que é filho do Boiadeiro e primo primeiro da mãe dele ( a mãe do Dóro é prima dele, filha da Elisa, que é irmã do Boiadeiro.

A FAMILIA DO DORO, POR PARTE DE MAE E A FAMILIA DA MULHER DO DORO, A ESMERALDA, SÃO NOBRES, PORTUGUESAS, PIONEIRAS NO BRASIL E  EM SÃO PAULO, E SÃO ESTUDADAS EM DETALHES EM VÁRIAS PAGINAS DESTE SITE.

NO FINAL DESTA PÁGINA TEM TODOS OS NETOS, bisnetos, trinetos.

Aqui daremos mais em detalhes o Filho Dóro (Aminthas Eudoro de Castro Casado com Esmeralda de Melo Lima.

O José (Zé do Doro), o Toneco (Antônio Carrilho de Castro Neto), o Roberto (Betão), a Suzana, a Luciana, e, a Tereza.

Damos também os outros filhos do Capitalista Alferes Antônio Carrilho de Castro.

que foram TARQUELINA DE CASTRO ARANTES, POLYDORO CARRILHO DE CASTRO E ELIZA CANDIDA DE CASTRO que é a mãe de Maria Teodora de Castro.

Manda-me, ó Rei, que conte declarando,
De minha gente a grão genealogia:
Não me mande contar estranha história:
Mas manda me louvar dos meus a glória.

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

O boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho (Uberaba-MG, 5 nov 1855 – Conceição das Alagoas 1933) casou-se com sua sobrinha Maria Teodora, filha de sua irmã Elisa Candida da Silveira Castro.

Sempre contam que ele viu a criança nascer e disse que ia esperar ela crescer e casar com ela.

No fim da vida dando milho para as galinhas na Fazenda Santo Inácio em Conceição das Alagoas-MG dizia para esposa: Estas crinaças gritam demais (os netos, poucos ainda), isso lá em 1930, eu não aguento, a Esmeralda, nora, mulher do Dóro ficava com muito dó.

A irmã do boiadeiro, a mais velha, a Tarquelina, nascida em 1854, também casou-se com um tio – O Antônio José da Silveira, logo falecido.

Em 1933, meu bisavô disse: peguei febre amarela, maleita, gripe espanhola, e, agora uma simples gripe vai me matar. Daqui há 8 dias, vou morrer.

O BOIADEIRO ANTONIO CARRILHO DE CASTRO FILHO DISSE EM 1933:

Eu peguei a gripe influenza 1907, a febre amarela, gripe espanhola 1918, a malária (paludismo, maleita), e agora uma simples gripe vai me matar, daqui a 8 dias vou morrer. 

Queria cigarro no fim da vida, o filho Dóro não deu e ficou depois com remorso de não fazer última vontade.

POR PARTE DE MÃE, O BOIADEIRO ANTONIO CARRILHO DE CASTRO É DA IMPORTANTE FAMILIA BERNARDES DA SILVEIRA DE LARGA TRADIÇÃO EM MINAS GERAIS ASSIM COMO DA FAMILIA RODRIGUES GONDIM IDEM

ESTAS FAMILIAS SÃO MOSTRADAS EM VÁRIAS PÁGINAS DESTE SITE.

Resumo

Lourenço Carrilho Leitão de Castro (nasc. em 1748) é pai de:

João Carrilho de Castro (nasc. em 1785)que é pai de:

Alferes Antônio Carrilho de Castro (nasc. em 1829) que é pai de:

Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho, casado com uma sua sobrinha, e, BISNETA DO CAPITÃO DOMINGOS, Maria Teodora de Castro, filha de JOÃO DE AQUINO DA SILVA E OLIVEIRA ao qual este site se dedica, e que são os pais de:

Levindo, Agripina, Dinorá, Dóro, Dalva e Cidália.

primeira foto

Elisa, mãe de Maria Teodora de Castro (mãetinha, senquinha) com os outros filhos,

Elisa é irmã do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho,

segunda foto

filha mais velha de Antônio Carrilho de Castro e Maria Teodora de Castro, a Agripina (PINA),

terceira foto,

Nabor e Tonico filhos da Elisa, irmãos de Maria Teodora de Castro

quarta foto

casamento de Antonio Carrilho de Castro e Maria Teodora de Castro

ESTA É UMA PAGINA DE BOIADEIRO

Não conto pra lhe agradar

O BOIADEIRO CASOU COM SUA SOBRINHA EM 1892 NO BERABA BÃO

Eu venho vindo de uma querência distante.
Sou um boiadeiro errante,
que nasceu naquela serra.
O meu cavalo corre mais que o pensamento,
ele vem no passo lento
porque ninguém me espera!

Tocando a boiada,
Auê-uê-uê-ê boi
eu vou cortando estrada.
Uê boi
Tocando a boiada,
Auê-uê-uê-ê boi
eu vou cortando estrada!

Toque o berrante com capricho, Zé Vicente,
mostre para essa gente
o clarim das alterosas.
Pegue no laço,
não se entregue companheiro,
chame o cachorro campeiro
que essa rez é perigosa!

Olhe na janela,
Auê uê uê ê boi
que linda donzela.
Uê boi
Olhe na janela
Auê uê uê ê boi
que linda donzela!

Sou boiadeiro.
Minha gente o que é que há?
Deixe o meu gado passar,
vou cumprir com a minha sina.
Lá na baixada quero ouvir a siriema,
prá lembrar de uma pequena
que eu deixei lá em Minas!

Ela é culpada,
Auê uê uê ê boi
de eu viver nas estradas.
Uê boi
Ela é culpada
Auê uê uê ê boi
de eu viver nas estradas!

O rio tá calmo e a boiada vai nadando.
Olhe aquele boi berrando.
Chico Bento corre lá!
Lace o mestiço,
salve ele das piranhas,
tire o gado da campanha
pra viagem continuar!

Com destino a Goiás,
Auê uê uê ê boi
deixei Minas Gerais.
Uê boi
Com destino a Goiás,
Auê uê uê ê boi
deixei Minas Gerais!
Uê boi

POIS É FOI EXATAMENTE NA VEZ QUE FOI TRAZER GADO DE GOIÁS QUE MEU BISAVÔ SE DEU MAL.. A BOIADA MORREU DE AFTOSA CHEGANDO NU BERABA.

AS TANTAS E TANTAS BOIADAS TRAZIDAS DO PANTANAL NUNCA PEGARAM AFTOSA.

 

Resumo

Lourenço Carrilho Leitão de Castro (nasc. em 1748) é pai de:

João Carrilho de Castro (nasc. em 1785) que é pai de:

Alferes Antônio Carrilho de Castro (nasc. em 1829) que é pai de:

Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho, casado com uma sua sobrinha, Maria Teodora de Castro,  filha de JOÃO DE AQUINO DA SILVA E OLIVEIRA E DE ELIZA CANDIDA DE CASTRO, QUE É IRMÃ DO BOIADEIRO.

e, Maria Teodora  é BISNETA DO CAPITÃO DOMINGOS  ao qual este site se dedica.  É filha de João de Aquino, neta de João da Silva e Oliveira e bisneta do:

http://www.capitaodomingos.com 

=

e mais, o Alferes Carrilho é pai também de  Tarquilina de  Castro  Arantes, Elisa (mãe de Maria Teodora que casou com seu tio, o boideiro) e  de Polidoro.

Boiadeiro Antonio Carrilho de Castro e sua esposa e sobrinha Maria Teodora de Castro são os pais de:

Levindo, Agripina, Dinorá, Dóro, Dalva e Cidália.

A Maria Teodora de Castro é filho da Eliza irmão do Boiadeiro.

NÃO DEIXE DE LER:

AQUI TEM ASSINATURA DOS FILHOS.

TEM ASSINATURA DO BOIADEIRO E DA SUA IRMÃ ELIZA, mãe de sua esposa, a MARIA TEODORA DE CASTRO

Começo do inventário do Fazendeiro, Vereador, Capitalista, Alferes Carrilho com assinatura dos filhos.

ANTONIO CARRILHO DE CASTRO, pai do Boiadeiro

Veja neste Pdf o inventário:

inventario acc

Alferes Antônio Carrilho de Castro nascido em  1829 na região de Formiga-MG

Falecido em Uberaba-MG em 1895 com inventário.

VEREADOR DE 1869 A 1873.

PAI DO BOIADEIRO ANTONIO CARRILHO DE CASTRO FILHO.

O VEREADOR E CAPITALISTA DE UBERABA-MG ALFERES ANTÔNIO CARRILHO DE CASTRO, o ALFERES CARRILHO, foi proprietário da FAZENDA BATISTA no atual Bairro Santa Rosa, em Uberaba-MG.

Teve a Fazenda das Nascente do Rio Uberaba. Herdou terras em 1863 de sua sogra Sibila Bernardes da Silveira.

Tudo perto da Mata da Vida e Grotão. Dai saiu a Maria Grota e outros grotas que acompanharam a Família até o Santo Inácio em 1924.

OS ESTEIOS DE AROEIRA QUE DAVAM SUSTENTAÇÃO À PRIMEIRA IGREJA DA ABADIA EM 1882 EM UBERABA-MG SAÍRAM DA FAZENDA BATISTA DO ALFERES CARRILHO.

Aqui foto da Fazenda Batista e Policarpo em 2015:

Existe uma reserva florestal muito grande na região, com onça e tudo mais.

A Mata da Vida – Áera de Preservação, de onde saíram os esteios de arueira da Igreja da Abadia em Uberaba-MG que nós começamos.

O nobreza de porte com o velho relógio de ouro ainda da família.

Dá pra ver a corrente do relógio.

Antonio Carrilho de Castro (Padrinho Totonho)

O Alferes e Vereador e Capitalista Antônio Carrilho de Castro é o pai do:

Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho.

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Buscando nossas raízes nas nascentes do Rio Uberaba em  Uberaba-MG . Do bairro rural Santa Rosa até o distrito da Ponte alta, também em Uberaba-MG.

Dali da floresta e reserva Mata da Vida saiu as toras que o Capitalista Antonio Carrilho de Castro levou para construir os esteios da Igreja da Abadia em Uberaba-MG no bairro que ele morava quando estava na cidade.

Um pequeno Carrilho de Castro orgulhoso do seu tetravô.

fazenda das nascentes

É assim que se faz:

Levar um pequeno Carrilho de Castro para resgatar suas origens:

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Ver aqui fotos dos CARRILHO DE CASTRO de Uberaba-MG

https://capitaodomingos.com/0-0-0-0-0-fotos-de-familia-slideshow/

Esta é uma página

-de BOIADEIRO

Do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho casado com uma Bisneta do CAPITÃO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA a quem este site  se dedica.

www.capitaodomingos.com

O BOIADEIRO E SUA SOBRINHA SENQUINHA Mariquinhas Mãetinha NO CASAMENTO DELES QUE DEU ORIGEM A CENTENAS DE CARRILHO DE CASTRO DE UBERABA-MG:
Neste 1892 o Velho Vereador Alferes Antônio Carrilho de Castro pai do Boiadeiro ainda estava vivo..
3 anos antes de morrer. 
A ideia veio de sua irmã Tarquilina que fora casado com o seu tio Antônio José da Silveira

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e PENSAR QUE QUASE CEM ANOS DEPOIS DE COMPRADA A FAZENDA DO sANTON INÁCIO, UMA PARTE DELA AINDA É NOSSA. DE NETOS DO tOTONHO. ISTO QUE É TRADIÇÃO E AMOR À TERRA.

Doou sua meação na Fazenda Santo Inácio para os Filhos.

Na roça onde todos são religiosos missa só de vez em quando e tinha que pagar para o padre ir. Ficava muito longe ir ao Garimpo a cavalo ou a pé para ouvir missa.

Grandes móveis de madeira de lei naquele tempo. relógio de parede valioso. Objetos doados para as netas mais velhas.

Ela dizia nos 25 anos de viúva…
Se o Totonho tivesse vivo ninguém me contrariava.

                                                     Dizia….  – A Dalva, por exemplo, tá pondo as asas pra fora.

Falava pras netas,,, vocês são boas demais… davam atenção a ela, sentavam ao lado dela, enquanto as filhas solteiras e o filho solteiro só ficavam jogando torrinha o dia todo.

Queria muito que seu corpo, última vontade, fosse levado de carro de boi para o cemitério de Conceição das Alagoas-MG como tinha acontecido com o Totonho, mas o Padrinho Levindo não quis.

Levindo Dalva e AGripina morreram solteiros.

Ela no sofá com netas.. vocês são tão bons pra mim…  A Dalva e as outras no jogo de torrinha o dia todo.

– O meu avô paterno, Aminthas Eudoro de Castro, aprendeu rezas com o pai dele, o boiadeiro Totonho, que curavam dor de cabeça forte e mordida de cobra.

O Doro falava que eu não deixava fazer paciência, misturava as cartas, Eu vou lá na PIna (tia Agripina) fazer paciência.

Miséria pouca é bobagem, dizia o Dóro.

Para essa gente da saúde, isto é impossível, só que somos testemunhas destas curas.

Para parar sangue, estancar hemorragia, meu avô tinha esta reza de cura:

Sangue tenha te em ti,

como Jesus teve em Si,

Sangue tenha te nas veias,

como Jesus teve na Ceia,

Sangue tenha te no corpo,

como Jesus teve no Horto

Agradar criança com um pedaço de pau,

o céu é uma escada se rezar demais passa o céu pra cima.

O Doro ficou com medo de passar a pinguela, jogou as botinas do outro lado do córrego (corgo) e depois passou de gatão, morrendo de medo.

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Eu cresci escutando e tendo orgulho das histórias de boiadeiro e rindo das histórias do Doro que era espirituoso com tiradas certeiras de humor incrível como o seu tio tonico. A esposa do boiadeiro, Senquinha, sua sobrinha, viajou um mês de carro de boi com a tia agripina no colo com um ano de idade quando eles foram morar em Santana do Paranaíba Mato Grosso do Sul hoje, se a tia tia um ano foi em 1894, e ai que aprende a não reclamar da vida de hoje, naquele tempo que era duro a vida.

Ele tirava leite, mandava um homem ir vender na cidade, o homem colocava água e tirava um pouco do leite para ele. Reclamaaram, e o Dóro foi aos clientes pedir desculpas.

Tudo de engraçado de ditado frases populares ele sabia. amarelou a sola do pé, esticou as canelas, bateu o rabo na cerca, vem mansinho afasta malhado, chegava das viagens e contava histórias.

a Esmeralda tava costurando, costurava bem, ele perto das mudas de abacaxi já com cova aberta, chamou a Esmeralda teve que parar de costurar, tinha prazo pra entregar, e veio colocar as mudas no buraco.

quando interessava atender ele levantava pulava a janela e fazia de conta que tava chegando em casa alegre cantando e atendia que vinha procurá-lo.

comprou saco de feijão preto, não gostou, fez todos comerem até acabar e ia almoçar na mãe dele, a vó Mâetinha.

Dóro dizia: Miséria pouca é bobagem.

Ele uma vez falou pro menino: Foi você que pos fogo na caixa dagua, foi você sim, o menino vazou correndo para casa pra contar para mãe dele, não foi eu não….

Quebrou  um pau no ouvido quando alguém não escutava . Ei mundo veio sem porteira.

O Dóro falava sobre morrer: bater o rabo na cerca, trelar as botinas, tudo ele dizia de jeito engraçado, pobre vive de teimoso, ficar velho é um buraco, tombou o caminhãozinho na Serrinha e disse – agora sou motorista.  Sonhou com uma vaca e acordou com o dedão arrebentado porque chutou a mesa que foi do Capitão Domingos.

Tinha um periquito que aprendeu com ele a chamar as galinhas priu priu… e toda hora o periquito chamava as galinhas e elas vinham correndo, ele ficou morrendo de raiva do periquito.

Este mundo do tempo do doutor getulio vargas  tempo do doro é que eu queria ter vivido e no tempo do bisavô indo para o pantanal…buscar gado.. não pode rezar demais que passa o céu pra cima. Rezar é uma escada, rezar demais passa o Céu pra cima. O doro arrendava a terra, buscava tourinho em Cassia-MG e dormia a tarde, se chegava alguém perguntava para esmeralda quem era, se interessava ele pulava a janela e falava que tava acabando de chegar em casa.

EU ACHAVA ENGRAÇADO NA INFANCIA CONTAREM ME DOS BOIS OBEDIENTES QUE O DO CHAVAMA PELOS NOMES:

  • AFASTA MANSINHO, VEM MALHADO…

As filhas mascavam fumo,, aquela baba, Dona Mariquinhas não gostava. Ela sabia algumas rezas e benzia. Mas quem sabia a de Dor de Cabeça e de mordida de cobra era o PAdrinho Totonho  que ensinou para os filhos Doro e Levindo, e Levindo ensinou para o Djalma.

 

O Dóro era uma peleja, mandava todo mundo dormir bem cedinho para não atrapalhar ele dormir, não podia fazer barulho, tinha que ficar quietinho porque ele tinha que aproveitar dormir porque depois da uma hora da manhã ele não conseguia dormir mais e a Esmeralda tinha que ficar acordada para ele conversar com ela.

Orgulho do véio Doro que estudou, mais o irmão Padrinho Levindo, no Colégio dos Padres da Igreja de São Domingos e sabia recitar a Ave Maria em francês. Isto nos enche de orgulho.

Orgulho da mulher do Doro, a Esmeralda, sua irmã Elza e sua mãe Eulina (Solina) terem estudado internato no Colégio Nossa Senhora das Dores, no tempo que era raridade alguém ter estudo. O avô da Esmeralda, o Padrinho Vallim que bancou os estudos da filha Eulina e das filhas da Eulina.

O Dóro era culto, aprendeu na escola dos padres da Igreja de São Domingos em Uberaba-MG e recitava o pai nosso em francês. Que abismo cultural com relação às crianças de hoje.

Ele uma vez colocou um homem pra vender de porta em porta o leite dele e reclamaram que o leite estava fraca. Ele seguiu o homem um dia, descobriu que ele passava na casa dele, tirava parte do leite para ele, colocava água e depois seguia para entregar o leite. O dóro o despediu e garantiu pros clientes que agora o leite estaria bom.

A Esmerada, sua esposa, chamada por ele de Muxiba, e que implicava com o açougueiro quando via gordura na carne e fazia uma farinha de mandioca excelente e dizia que primeiro vou tirar a minha depois o resto eu vendo.

A Esmeralda e Doro tiveram filhos nos anos impares de 1925 até 1937. As gêmeas são de 1931. Morreram em 1933. Quando a última gêmea estava para morrer não quiseram deixar ela com a Esmeralda que estava esperando a Luciana. A gêmea ficou na casa da sua avó, a Eulina, na Rua Barão da Ponte Alta e a Esmeralda na Rua do Carmo, 42, casa grande da Dondona e do Amélio.  Quando a janela abriu sozinha, a Esmeralda falou: a menina morreu. Quando passou o enterro descendo a Rua, a Esmeralda falou: – vai encontrar sua irmã, minha filha.

Existe uma foto das gêmeas com seu irmão mais velho, o José.

A Esmeralda dizia demais: Só não gosto de quibebe de mandioca e dizia que só tem uma fruta que não dá doce – o abacate.  Deu meu primeiro livro que foi Fábulas do Monteiro Lobato e eu ficava em volta dela quando ele costurava no quarto deles em Miguelópolis-SP.

1933 foi triste para o Doro e família. Morreram as gêmeas e o Boiadeiro pai do Dóro.

Um dos netos, primo meu, conta com orgulho, que somos família importante porque herdamos retratos chics antiquíssimos. Quer dizer que tirávamos fotos quando isto era raridade. Nestas fotos (clichês como se dizia então) nossas avós aparecem com toda a classe, beleza e distinção possíveis.

A avó do Doro, a Eliza, lamentava muito para as netas que era muito ruim morar na casa dos outros:

– Eu queria estar na minha casinha, reclamava para as netas crianças por achar que não adiantava reclamar para filhas e genros. Faleceu na Rua Carlos Rodrigues da Cunha, na casa do Amélio e da Dondona (sua filha).

A Casa da Eulina era na esquina do mercado municipal e em frente á cadeia hoje Faculdade de Medicina, onde foi do marido João de Aquino e antes de seu pai JOÃO DA SIILVA E OLIVEIRA. Ali na Rua dos Andradas, número 1, o filho da Eulina, o Tonico teve venda.

A vó Eliza era tia do Doro porque era irmã do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho pai do Dóro, e era avó do Doro porque era a mãe da Maria Teodora de Castro que é mãe do Doro.

“Vai o gado sua estrada mansamente, rota segura e limpa, chã e larga, batida e tranqüila, ao tom monótono dos eias! dos vaqueiros. Caem as patas no chão em bulha compassada. Na vaga doçura dos olhos dilatados transluz a inconsciente resignação das alimárias, oscilantes as cabeças, pendente a magrém dos perigalhos, as aspas no ar em silva rasteira por sobre o dorso da manada. Dir-se-ia a paciência em marcha, abstrata de si mesma, ao tintinar dos chocalhos, em pachorrenta andadura, espertada automaticamente pela vara dos boiadeiros.

Eis senão quando, não se atina por que, a um acidente mínimo, um bicho inofensivo que passa a fugir, o grito de um pássaro na capoeira, o estalido de uma rama no arvoredo, se sobressalta uma das reses, abala, desfecha a correr, e após ela se arremessa, em doida arrancada, atropeladamente, o gado todo. Nada mais o reprime. Nem brados, nem aguilhadas o detêm, nem tropeços, voltas ou barrancos por davante. E lá vai, incessantemente, o pânico em desfilada, como se os demônios o trangessem, léguas e léguas, até que, exausto o alento, esmorece e cessa, afinal, a carreira, como começou, pela cessação do seu impulso. Eis o estoiro da boiada.”

Minha bisavó não tinha idade ainda para amar o seu tio; esta resposta é adequada ao caso:

Non ho l’età
Non ho l’età per amarti
Non ho l’età per uscire sola con te

E non avrei
Non avrei
Nulla da dirti
Perché, tu sai
Molte più cose di me

Lascia che io viva
Un amore romantico
Nell’ attesa
Che venga quel giorno
Ma ora no

Non ho l’età
Non ho l’età per amarti
Non ho l’età per uscire sola con te

Se tu vorrai
Se tu vorrai
Aspettarmi
Quel giorno avrai
Tutto il mio amore per te

Lascia che io viva
Un amore romantico
Nell’ attesa
Che venga quel giorno
Ma ora no

Non ho l’età
Non ho l’età per amarti
Non ho l’età per uscire sola con te

Se tu vorrai
Se tu vorrai
Aspettarmi
Quel giorno avrai
Tutto il mio amore per te

É isso mesmo, somos CARRILHO DE CASTRO duas vezes. O Boiadeiro é tio de sua esposa.

Ele é CARRILHO DE CASTRO e sua sogra é sua irmã, Vó Eliza, uma CARRILHO DE CASTRO.

Vó Eliza é mãe de Maria Teodora de Castro, esposa do boiadeiro.

Vó Eliza e Totonho (boiadeiro) são irmãos.

Prepare o seu coração prás coisas que eu vou contar

Eu venho lá do sertão, eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão e posso não lhe agradar

Boiadeiro muito tempo, laço firme e braço forte
Muito gado, muita gente, pela vida segurei
Seguia como num sonho, e boiadeiro era um rei

Página dos descendentes do LOURENÇO CARRILHO LEITÃO DE CASTRO no Brasil

Um português do Brasil

mar portugues

GENEALOGIA DA FAMÍLIA CARRILHO DE CASTRO DE CANDEIAS-MG, FORMIGA-MG, UBERABA-MG E GOIANÉSIA-GO

O Povo português – o mais internacionalistas dos povos, e, que construiu o Brasil.

Seus descendentes são os portugueses do Brasil.

De Candeias-MG, Formiga-MG, Uberaba-MG e de Goianésia-GO para o mundo.

O velho LOURENÇO CARRILHO LEITÃO DE CASTRO viveu, nascido em Portugal, em 1748,  no então Arraial de Candeias, (atual Candeias-MG), da Vila de Tamanduá, (atual Itapecerica-MG), na Capitania de Minas Gerais, no Brasil. Faleceu por volta de 1820 em Candeias-MG.

Casou-se duas vezes. Somos descendentes de seu primeiro casamento.

Batizou um filho em Piui-MG por volta de 1800.

Neste assento de batismo não tem nome dos avós da criança, mas em outros anos próximos em Piui-MG tem. Se ele batizou outro filho quando nos livros de Piui-MG davam o nome dos avós, descobriremos os nomes dos pais do Lourenço – Está é minha grande pista e grande esperança nesta genealogia dos Carrilho de Castro.

Lourenço é o TRONCO DE TODOS OS CARRILHO DE CASTRO que seguimos aqui em linha reta os de Uberaba-MG, do seu neto Vereador, fazendeiro e capitalista ANTONIO CARRILHO DE CASTRO e seu bisneto o BOIADEIRO ANTONIO CARRILHO DE CASTRO FILHO.

Lourenço é pai de João Carrilho de Castro que é pai de Antônio e Severiano que vieram para Uberaba-MG.

Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas mandas-me louvar dos MEUS A GLÓRIA.

Dois netos de Lourenço Carrilho Leitão de Castro foram para Uberaba-MG:

Antônio e Severiano

Antônio por volta de 1850. Severiano foi mais tarde. De Severiano descendem os Carrilho de Castro de Goianésia-GO e muitos de Uberaba-MG.

Portanto, em Uberaba-MG, temos os Carrilho de Castro, descendentes do Severiano Carrilho de Castro, dos quais, alguns foram para Goianésia-GO.

Em Uberaba-MG, temos os descendentes do irmão de Severiano, o Alferes Antônio Carrilho de Castro, vereador e capitalista e fazendeiro.

UM DOS HOMENS MAIS RICOS E RESPEITADO DE UBERABA-MG POR VOLTA DE 1880 QUANDO INTRODUZIU, ali, A DEVOÇÃO À NOSSA SENHORA DA ABADIA.

FOI VEREADOR DE 1869 ATÉ 1873 JUNTO COM VÁRIOS PARENTES DELE.

O Alferes Antônio Carrilho de Carrilho tem, em Uberaba-MG, os descendentes de sua filha Tarquilina, na família dos Arantes, do Vicente Tutuna – Ver mais abaixo.

Da filha Eliza, o Alferes Carrilho tem seus descendentes na Família Silva e Oliveira, pois Elisa  se casou com JOÃO DE AQUINO DA SILVA E OLIVEIRA, neto do  CAPITÃO DOMINGOS ao qual este site se dedica.

O Alferes Carrilho tem, em Uberaba-MG, também, os descendentes de seu filho Antônio Carrilho de Castro Filho, Boiadeiro, casado com sua sobrinha Mariquinhas, filha de Elisa.

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O Boiadeiro ANTONIO CARRILHO DE CASTRO FILHO teve os  filhos:

Dóro, Cidália e Dinorá, Levindo, Agripina e a Dalva.

AS HISTÓRIAS E LEMBRANÇAS DE NOSSAS FAMÍLIAS NÃO PODEM MORREREM CONOSCO:

TEMOS QUE PASSÁ-LAS, DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO!

Resumo

Lourenço Carrilho Leitão de Castro (nasc. em 1748) é pai de:

João Carrilho de Castro (nasc. em 1785)que é pai de:

Alferes Antônio Carrilho de Castro (nasc. em 1829) que é pai de:

Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho, casado com uma sua sobrinha, e, BISNETA DO CAPITÃO DOMINGOS, Maria Teodora de Castro, filha de JOÃO DE AQUINO DA SILVA E OLIVEIRA ao qual este site se dedica, e que são os pais de:

Levindo, Agripina, Dinorá, Dóro, Dalva e Cidália.

DEPOIS  DE FICAR QUASE SEM NADA, DE TER PAGO AS DIVIDAS DEPOIS QUE A BOIADA MORREU DE AFTOSA NA ENTRADA DE UBERABA-MG VINDA DE GOIÁS COMPROU EM 1909 A FAZENDA DA RESSACA NO DISTRITO DA BAIXA A BEIRA do Rio Grande, no nome da esposa Mariquinhas, pois eram tio e sobrinha. Nota de compra esta no primeiro cartorio de notas de Uberaba-MG. E lá na Ressaca ficaram até 1924.

Porque nós saímos da Fazenda da Ressaca na Baixa ? Dalva levava sobrinhos lá… Comprada no nome da Mariquinha, esposa do boiadeiro em 1909.. diz que vizinho queria cortar a água que corria pra fazenda…. diz que o gado atolava nas grandes poças dágua que tinha, esta historia da Cidália contar parace ser a mais certa…. e tinha também o medo da mulher que aparecia para dizer que tinha um tesouro enterrado… a lenda do tesouro da Baixa que é do tempo dos bandeirantes.  O pai da Mariquinha… sogro do boiadeiro, teve terra na baixa também onde era em 1800 aldeia de índios  que nosso tio Eustáquio fundador de Uberaba-MG cuidava.

LEIA ESTE SITE,

POIS TODOS OS CARRILHO DE CASTRO DESCENDENTES DA MARIA TEODORA DE CASTRO SÃO TAMBÉM DESCENDENTES DOS FUNDADORES DE UBERABA-MG, o que nos dá um orgulho enorme, sermos SILVA E OLIVEIRA.

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AMAMOS O  BOIADEIRO, o  PADRINHO TOTONHO CARRILHO, pai de Levindo, Agripina, Dinorá, Dóro, Dalva e Cidália.

O Aferes Antonio Carrilho de Castro teve também a Taquilina.

Veja sobre  Tarquilina neste texto que recebemos.

 Vicente Tutuna Arantes,casado em 2 segunda núpcias Tarquilina de Castro.Desta união,nasceram DrAntonioArantes,médico,nos ano 50, em Santos,Amelio Arantes,morador em Uberaba,Izoleta Arantes ,Edmundo Arantes,e Cacildo Arantes,casado com Maria Pimenta Arantes,que tiveram os filhos,Osvaldo Arantes,casado com Carlinda Barbosa Arantes,Maria Arantes Coelho de Oliveira,casada,com Dr Ary Coelho de Oliveira,que faleceu assassinado,por motivos políticos,quando era prefeito de Campo Grande,hoje,Mato Grosso do Sul.CacildoArantes,casado com Maria Nogueira Arantes.Garibaldi Arantes,casado com Estela Arantes .Tome Arantes,casado com Romilda Galhardi Arantes e,Hugo Arantes,o único ainda vivo,casado com Ofélia Tormin Arantes.os filhos de Osvaldo Arantes,chamam Cacindo Arantes Neto,Osvaldo Arantes Filho e Mariana Arantes.O filho de Maria Arantes chamava-se Ary Coelho Filho.Os filho de Cacildo Arantes,são,Cyrano Nogueira Arantes e Rochane Arantes.Os filhos do Garibaldi,chamam,Garibaldi Arantes Filho ,já falecido,Rita de Cássia Arantes, Eduardo Arantes, Fernando Arantes,e, Rosa Arantes.Os filhos do Tome Arantes,chamam,Álvaro Athayde Arantes, Mario Márcio Arantes e Maria Cecília Arantes.O Cacildo Arantes,casado com Maria Pimenta,pai e avós desta prole, ainda,teve,as filhas Cecília Palmerio,casada com Mario Palmerio,escritor,membro da Academia Brasileira de Letras,proprietário,da UNIUB,Universidade de Uberaba,que tiveram os filhos Marcelo Palmerio,e Marília Palmerio.O Cacildo Arantes e Maria Pimentaainda tiveram mais duas filhas,EsterArantes Chaves,casada com Ismael Chaves,que tiveram uma so filha,Vera Lúcia Arantes Chave.e a última filha, Cacilda Arantes Campos,casada com Sebastião Campos,que tiveram os filhos.Cacilda Arantes Campos.Miriam Arantes Campos Ricardo Arantes Campos, Vera Arantes Campos e Hugo Arantes Campos,já falecido.Estes são,os descendentes de Cacildo Arantes e Maria Pimenta Arantes,que foram filhos do Tutuna Arantes e da Tarquelina.

Nós agradecemos muito a todas as famílias que se uniram aos Carrilho de Castro e produziram novos Carrilhos de Castro, especialmente às mulheres que não sendo Carrilho de Castro, carregaram Carrilho de Castro em seu ventre

E, como homenagem a todas essas famílias que se uniram a nós, lembramos de uma das mais lindas mulheres que este mundo já conheceu, Sônia Ventura,,,, que se tornou, por casamento, uma Carrilho de Castro:

E que vai produzir lindos filhos Carrilho de Castro!

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Sônia Ventura Carrilho

E eu como bisneto do Boiadeiro  ANTONIO CARRILHO DE CASTRO FILHO SEMPRE CHORO AO ESCUTAR O SERJÃO CANTANDO MÁGOA DE BOIADEIRO, como chorei, agora, em abril de 2013, quando escutei a música em Campo Grande-MS.

O  AMINTAS EUDORO DE CASTRO, filho do boiadeiro ANTONIO CARRILHO DE CASTRO FILHO. E NETO DA ELIZA CANDIDA DA SILVEIRA CASTRO.

Muitas são as estórias do  Dóro, de ter tombado o caminhão na Serrinha: Agora já sou motorista, de ter ficado com medo de cruzar a pingela, jogou as botinas do outro lado e foi passar a pinguela de gatão. Tombou o caminhãozinho na Serrinha:

– Agora já sou motorista..

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Aprendi histórias de Família, aprendi Genealogia, ouvindo sobre a Fazenda Santo Inácio do Boiadeiro e que depois ficou para os seus filhos. Histórias de roças, assombrações, coisas engraçadas do Véio Dóro, meu avô, e, filho do Boiadeiro ANTONIO CARRILHO DE CASTRO FILHO e do orgulho de nosso Bisavô ser Boiadeiro. E é assim que se ensina Genealogia: contando histórias e estórias de nossos bisavôs para nossos netos quando criança  que desde novos vão tendo orgulho dos portugueses do Brasil.

Homem das frases e ditos.

Ele viajava para Cássia-MG comprar tourinhos e arrendava as terras. Tinha uma parte do quintal que não nascia nada e fizeram pesquisa na terra e água de lá induzido pelo tio Amélia, era coisa de valor, mas o Dóro não deixou mexer nas terras.

Aqui a foto do Doro e da Merarda,,,,, que ele chamava de muxiba…..   veio doro que ficava aguando centenas de flores em miguelópolis-sp no fim da vida… vai cozinhar as plantas Seo Dóro…

Bodas de Ouro do Dóro 2

Eu corria pro quarto dele e passava a maozinha nas cartas de barralho e acabava com a paciencia dele nos dois sentidos da palavra.

Ficar velho é um buraco. Virou o caminhãozinho na serrinha e disse : Agora já sou motorista.  Deixou um saco de feijão preto para família comer para não desperdiçar já tava comprado mesmo e não  tinha gostado… não é coisa de mineiro.. mas ele mesmo ia almoçar na mãe dele a Mariquinha, viúva do boiadeiro.

O Caminhão foi comprado do Tio Tonico irmão da mãe do Doro. Ele falou se eu achar quem compra, um preço barato, tava com raiva do caminhão,,, e o Dóro topou…  Pode levar o moacir dirige ele e leva pra você para roça.

As rezas dele não podiam errar uma letra – se errasse ele sabia que a pessoa tinha morrido. A gente sempre se pergunta o porque dos padres de hoje não saberem curar.

Uma vez a esposa dele, Vó Esmeralda foi mordida de cobra, já tava feio o Braço, mandou o filho Zé ir na casa da sogra Dona Mariquinhas, e de lá mesmo Dóro rezou e a mordida de cobra da Esmeralda sarou no mesmo instante.

Doro dava uma volta na casa de fora na roça um copo co água no chão e curava dor de cabeça em Berzonte.

O Dóro chamava a Esmeralda de Muxiba. Bater o rabo na cerca é morrer para ele. Podre vive de teimoso, é sua sabedoria. Esta frase eu repito todo dia. POBRE VIVE DE TEIMOSO. Agradar criança com pedaço de pau.

cHAMAVA O BETÃO O CAÇULA DE ANGU PERDIDO.

AGRADAR CRIANÇA COM PEDAÇO DE PAU ERA UMA DAS TIrADAS DELE.

Visitei Cassia-Mg donde ele trazia tourinhos.. Eu morria de curiosidade de conhecer este lugar que o Dóro ia tanto.

Sem escutar histórias da família na infância não entra na mente e no coração e não se vira genealogista. É preciso quando estuda os antepassados aos 30 anos de idade e mais, já ser coisa antiga,, é apurar os fatos com documentos. Sempre soubemos que somos de Formiga-MG, que fomos boiadeiros, da Ressaca e do Santo Inácio..

Do jeito que a coisa vai dizia o Dóro, menino vai nascer jogando bola na Rua. Sonhou com um boi e chutou a mesa dura de madeira de lei que foi do nosso amado avô o CAPITAO DOMINGOS.

O Doro comprou um saco de feijão preto e não aguentou comer. Obrigava a família a comer, mas ele mesmo ia almoçar na mãe dele.

Assim quando se faz genealogia com mais de 30 anos de idade, fazemos de coisas que pertence a nossas mentes desde a infância.

E desde a infância, não ter ilusão sobre a vida e a velhice, ouvindo a experiência dos antigos: – O véio Dóro: Ficar velho é um buraco. Rezar demais passa o Céu pra cima.

Eramos para ser a família mais rica do Beraba, mas meu bisavô Boiadeiro quis pagar toda a dívida com os capitalistas que emprestaram dinheiro para comprar boiada e largar a profissão. Os capitalistas confiavam no Boiadeiro:

– Totonho, emprestamos dinheiro pro ce de novo, o ce vende o gado e paga as dívidas da boiada que morreu de aftosa chegando no Beraba.

O Dóro herdou a cama de madeira maciça e guarda roupa de madeira maciça pretas da Dadáia. Eu conheci ESTES MÓVEIS DE VERDADE. Lembro dele lá jogando paciência. Dormi no chão no quarto deles uma vez…. – Mãe o vô dorme pelado.

Escutando coisas engraçadas do Veío Dóro vamos tomando consciência já na infância de nossa nobreza. Que ele sonhou que matava a vaca e chutou uma mesa de madeira antiga. Mesa que fora do nosso amada avô Capitão Domingos que o Museu de Uberaba-MG sumiu com ela.

O Veío Dóro dizia que pobre vive de teimoso. Falava que rezar é como uma escada; se rezar demais passa o Céu pra cima.

Cresci sabendo que Mãetinha, Tia Senquinha, Dona Mariquinhas, Maria Theodora de Castro, esposa do Boiadeiro, mãe do Dóro, era de nobre origem, dos fundadores de Uberaba-MG. Que sempre fomos gente importante, somos bem nascidos e temos berço, boiadeiro, capitalista, desbravadores do Triângulo Mineiro, do Oeste de Minas, de Goiás….

O Dóro ia sair e dizia: – Eu vou indo e depois vocês vão correndo atrás. Um dia eu repeti esta frase na casa da Tia Tereza em Miguelópolis-SP e a Luciana, minha mãe, falou: – Você fez igualzinho ao Véio Dóro.

Doro muito manhoso… foi mordido de cobra..vou morrer…. não queria que chamassem o Levindo irmão dele,,, ele mesmo foi clamando que ia morrer….. as filhas  tiveram medo de desobedecer e ir na frente chamar o tio. Doro conseguiu chegar à casa do Levindo e foi curado.

O boiadeiro já velhinho no Santo Inácio dando milho pras galinhas… reclamou dos netos.. Tereza.. Vocês complicam muito,.. ou algo assim. Muitos anos depois escutei a mesma frase da Tia Tereza para os netos…. Ele dizia peguei febre amarela, gripe espanhola, paludismo e vivi… e agora está gripinha vai me matar. daqui a oito dias eu vou morrer… dito e e feito. Os descrentes não acreditam que um santo prevê o dia de sua morte…. apareceu em sonho pro Dóro dizendo que a Esmeralda estava com dor de cabeça muito forte.

E  a Esmeralda na casa da Dondona (Rua do Carmo, 42 perto da cadeia do ai ai ai dos presos, hoje universidade, e do mercado municipal) para ter minha mãe, ano triste de 1933, morreu o boiadeiro e as gêmeas; com o  vento, a janela abriu e fechou. Esmeralda falou – A gêmea morreu. dito e feito. A gêmea estava na roça, no Santo Inácio… Esmeralda não estava com ela doente, para não se abalar já que estava para dar a luz a minha mãe Luciana. Foi avisada da morte da filha com o sinal da janela.

O Véio Doro falava em agradar criança com pedaço de pau. Dizia que o mundo tá tão moderno que criança vai nascer jogando bola na rua. Chamava a Esmeralda de Muxiba e o Betão, seu filho, de Angu perdido.

Tio e sobrinho em Casa de Encontros em Uberaba-MG: – O que tá fazendo aqui que nun tá cuidando da minha tia. – O que tá fazendo aqui que nun tá cuidando da minha irmã.

Falava de mim: Tira esse menino daqui. Eu esparramava a paciência dele que ele fazia na cama preta de madeira maciça de sua bisavò Dadáia que ficou para ele. E que deveria estar comigo hoje se tivessem consciência.

Ele deitava na cama quando criança e pedia para a Dadáia trazer tudo para ele na cama. Dadaia é lendária.

É o médico vizinho chegou na casa da Dadaía…. (Esquina da Vigário Silva com a Carlos Rodrigues da Cunha; fica à esquerda para quem sobe a Carlos Rodrigues vindo da Guilherme Ferreira) – Empresta sua neta pra brincar com minha esposa… a esposa tinha doze anos…. a neta era a mãe do Dóro. Mariquinhas. Esta história foi contada pela própria minha Bisavó.

O orgulho de saber que os esteios da Igreja Dabadia vieram da Fazenda do Alferes Carrilho, pai do Boiadeiro, da Fazenda Baptista, da Mata da Vida. Nome mais lindo de floresta do mundo.

O Tesouro da Baixa, lá na Fazenda da Ressaca, comprada em 1909, no nome da bisavó, porque sendo sobrinha do marido nosso amado avô havia problemas com propriedades em meiação,  a mulher que aparecia dizendo que tinha tesouro enterrado.

História que tem mais de duzentos anos. Sempre durante décadas aparecia esta mulher.. desde o tempo dos bandeirantes. O TESOURO DA BAIXA.

Os Teixeira que eram muito capiau demais, falavam tudo errado, andavam descalço e a botina não cabia no pezão mata pasto.

Os Grota Maria Grota que vieram conosco para o Santo Inácio, gente conhecido do tempo que eramos os donos da Fazenda Batista, perto do Grotão, da Fazenda do Grotão. O fantasma que apareceu contando que tinha morrido fulano. Fezes que caia do teto da casa de um pecador por lá.

AS HISTÓRIAS E LEMBRANÇAS DE NOSSAS FAMÍLIAS NÃO PODEM MORREREM CONOSCO:

TEMOS QUE PASSÁ-LAS, DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO!

Escravo que fugia, que a bisavó contava do tempo dela,,, que quando foram ver estava nunca capelinha rezando e levitava. O padre disse que logo morreria e assim foi. O Véio Doro contava histórias da viagens que fazia para Cássia-MG.

E sempre sempre a História em mais ou menos 1905 da boiada vinda de Goiás que morreu de aftosa na chegada a Uberaba-MG. Que foi nossa tragédia. Era para sermos a família mais rica do Beraba, como se diz.

Nosso amado trisavô, culto, político influente, fazendeiro e capitalista dos mais importantes do Beraba. o Alferes ANTONIO CARRILHO DE CASTRO que viveu de 1829 até 1895. E seu filho, o Boiadeiro Antonio Carrilho de Castro Filho, nosso amado bisavô, um dos maiores boiadeiros da região do Triângulo Mineiro.

No fim da vida, o Veío Dóro ficava fazendo paciência na cama que foi de sua bisavó, preta de madeira maciça, que saudade, eu corria e embaralhava todas as cartas, acabava com a paciência dele nos dois sentidos. Tira este menino daqui.. gritava ele.

A Maria Bernardes da Silveira, mãe do Boiadeiro, filha de mãe solteira, que entrou na Igreja defendendo ao moça que ia casar…  ela é boa sim. gente que saia correndo e ficou no meio do mato a noite quando o defunto levantou no velório na roça. Muitas lembranças vão sendo esquecidas.

Estes Bernardes da Silveira têm grande história. São Açorianos do Brasil. Pioneiros em Minas Gerais, em Prados-MG e Morro do Ferro-MG, cujo tronco é o velho BERNARDO HOMEM DA SILVEIRA – Bernardes quer dizer Filho de Bernardo.

O pai da Maria Bernardes, teve 9 filhos com 5 mulheres e sempre foi solteiro e casou todas as filhas nas melhores famílias do Triângulo Mineiro, inclusive casando umas delas nos Marques, que foram os primeiros prefeitos de Uberabinha, hoje Uberlândia-MG.

A vó Esmeralda que contava o caso da Maria Bernardes da Silveira que defendeu a noiva na Igreja. É uma boa moça pode casar sim.

Eu mesmo esqueci muito do que me contaram. Outras lembranças são contadas, acrescentadas por cada um que sabe um pouco..

Na roça, é certeza que tem fantasma, um avisou que fulano tinha morrido, outro caia cocô na casa do fulano toda porque tinha algo errado, pecado.. defunto levantou e todos passaram a noite no mato.

É o Padrinho Totonho ( O boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho) que sabia rezas para passar dor de cabeça, e outras de parar sangria e mordida de cobra, e passou para o Dóro, e este para o Djalma e Betão também aprenderam. Os padres de hoje não sabem, o que é UMA VERGONHA. Ver abaixo sobre isto.

Bodas de Ouro do Dóro 2

O Tio Honorato que dizia que ia resolver negócio em Uberabinha, mas o Uberabinha dele era atrás do morro.

Tio e sobrinho que se encontravam na Rua do Baculelê: Que que tá fazendo aqui que não tá cuidando da minha irmã. Que que tá fazendo aqui que não tá cuidando da minha tia.

O Véio Dóro benzendo e curando todos. Ver abaixo sobre isto. Festas da Abadia, levaram a bisavó viúva de carro. O Dóro chegava de viagem de Cássia-MG trazendo tourinho e contando estórias e coisas engraçadas com as crianças no colo. Os ciganos que apareciam acampavam e sumia galinha.

O dia do eclipse meio dia e as galinhas todas cocoricó e correram para o puleiro. E  os ciganos davam reza em volta do cavalo velho e o Seo Urias comprava.

No Santo Inácio apareceu moça na parede dizendo que fulano tinha  morrido. Tinha mesmo.

O Dóro tinha as tiradas engraçadas. Não pode rezar muito porque é uma escada, se rezar demais passa o Céu pra cima e cai.

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Vou pelejando, peleja, dizia ele. Comprou um saco de feijão preto, não gostou, ia todo dia almoçar na mãe dele, um pouco abaixo ali na mesma Fazenda Santo Inácio e obrigava mulher e filhos e filhas a comer o feijão preto até acabar. Minha mãe ficou traumatizada com feijão preto, que não é coisa de mineiro.

Ficou orgulhoso de ter participado da eleição de 1946 que o Zébentinho, cunhado do Dóro, casado com Tia Cidália e primo do Fiico genro do Doro, candidatou pelo PR do velho Bernardes.

Eu vi seu título de eleitor dos anos 20, quando eleitores eram pouquíssimos, portanto era importante e sabia ler e escrever, num tempo que isto era raridade.

Sempre nos ensinaram na infância a ter amor por Uberaba-MG porque foi a cidade criada e fundada por nosso tio Eustáquio e nosso avô Capitão Domingos.

O Veio Dóro comprou um caminhãozinho e tombou na Serrinha (Onde tem Escola Capitão Domingos) – Já sou motorista… não dava o braço a torcer. Jogou as botinas do outro lado do rio, e passou a  pinguela de gatão.

No fim da vida aguando as plantas em Miguelópolis-SP e fazendo paciência.

As estórias e histórias de infância vão nos mostrando que vivemos no contexto de uma família de séculos, e aí vai surgindo o amor pela Genealogia.

AS HISTÓRIAS E LEMBRANÇAS DE NOSSAS FAMÍLIAS NÃO PODEM MORREREM CONOSCO:

TEMOS QUE PASSÁ-LAS, DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO!

O orgulho pelos antepassados tem que vir do berço. Inculcando nos filhos de Geração em Geração.

Não podem estas estórias morrerem conosco. Tem que passar de geração em geração.

CARTA DE 1973 de Esmeralda para minha mãe, com P.S.  onde o Véio Dóro diz que eu sou inteligente:

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Hoje dia 29 de março de 2015 está fazendo 40 anos que o Véio Dóro faleceu. Ele contava muita coisa engraçada. Tombou o caminhãozinho na serrinha, já sou motorista. Tinha todas aqueles expressões “Eh mundo véio sem porteira”. Quando criança eu achava que as frases tinham sido inventadas por ele.

Dóro rio muito em Penápolis-SP quando a Esmeralda estava demorando e eu disse – Ah ela foi lá pro Sucupira. Jogou as botinas do outro lado do córrego e passou a pingela de 4, de gatão. Muitas histórias verdadeiras que cada geração que passa é mais descrente e não acredita, cada vez acredita menos.

E sempre os Carrilho de Castro na Festa da Abadia. Por algum motivo não colocou nas mulheres nem no nome dele o Carrilho. Só nos filhos. Não fiquei Carrilho de Castro, só Castro.

VEJA ÁLBUM DE FOTOGRAFIA DOS CARRILHO DE CASTRO DE UBERABA-MG – Está muito bonito:

Clic na página abaixo:

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UM CARRILHO DE CASTRO VINDO AO MUNDO

Então, a distância nos separou fisicamente dos Carrilho de Castro de Goiás

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Lourenço é pai do João Carrilho de Castro que foi o pai do Capitalista e Vereador Alferes ANTONIO CARRILHO DE CASTRO e de SEVERIANO CARRILHO DE CASTRO.

Estes dois irmãos foram para Uberaba-MG, com extensa descendência em Uberaba-MG e região e no Estado de Goiás, no Brasil, para onde dois filhos do Severiano foram na década de 1920.

Lourenço se estabeleceu em terras que hoje estão na zona rural do município de Candeias-MG, onde ao lado há muitos Castro em Oliveira-MG que não sabemos que são seus primos ou não.

Morou, por volta de 1802, em Piui-MG, onde batizou um filho lá,  quando aquele arraial recebia muita gente chegada das esgotadas minas de ouro, de Conselheiro Lafaiete-MG, antiga Carijós, e antiga Queluz, por exemplo.

Casou-se duas vezes, nasceu, por volta de 1748, o que dá para se ver, calculando a idade que declara no Mapa de População de Formiga de 1808. (Ainda colocaremos esse Mapa de População de Formiga neste site). Seus filhos nasceram por volta de 1785.  Seus filhos e netos se espalharam por aquela região de Formiga, Candeias, Iguatama.

E o nosso ramo da família foi para Uberaba por volta de 1850, seguindo os passos dos Bernardes da Silveira,  casados  na família de Lourenço.

Seu filho João Carrilho de Castro nasceu por volta de 1785 pois tem uma justificação para casamento em 1810 com uma certidão negativa de  batismo, os originais se perderam, em 1839 vivia com os filhos e esposa no Quarteirão de São Miguel em Iguatama-MG, não sabemos que fim levou.

Uma vez no cartório de Formiga-MG me disseram que havia um processo de 1875 dele, mas tenho a suspeita de poder ter terminado seus dias em Estrela do Sul-MG, antiga Bagagem, pois a tia Cidália dizia que os Bernardes da Silveira de sua esposa eram de lá. Mas é só uma pista.

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Temos uma pista que Lourenço pode ser filho de um Heitor Carrilho de da Vila de Condeixa, perto de Coimbra, Portugal que teve um filho Lourenço, em 1748.

http://www.cm-condeixa.pt/menu/concelho/freguesias/condeixaVelha.html

Acredito que trata-se de Lourenço filho de Heitor Leitão e Joana de Jesus, batizado,, em 04 DEC 1749, no Concelho de Condeixa, Coimbra, Portugal.

Ver cartório notarial de uma senhora de sobrenome Leitão em Condeixa-a-nova que herdou o primeiro cartório notarial de lá. e um Leitão que foi para o Nordeste, em 1700, no google.

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Resumo:

O TRONCO DOS CARRILHO DE CASTRO É O LOURENÇO CARRILHO LEITÃO DE CASTRO – (1748-1820?)

Lourenço Carrilho Leitão de Castro é pai de:

João Carrilho de Castro que é pai de:

Alferes Antônio Carrilho de Castro, e, de Severiano Carrilho de Castro:

Antonio Carrilho de Castro (Padrinho Totonho)

O Alferes Antonio Carrilho de Castro é o pai do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho.

Severiano Carrilho de Castro também tem muitos descendentes em Uberaba-MG, e, em Goianésia-GO,  descendentes do Antônio e outros filhos do Severiano que foram para Goianésia.

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Eu cresci ouvindo histórias da roça, da mulher que aparecia na Fazenda da Ressaca por volta de 1910 dizendo ter um tesouro enterrado, depois, estudando Uberaba-MG descobri que trata-se do Tesouro da Baixa, lenda de 2 séculos.

E mais..

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TRÊS RAMOS DOS CARRILHO DE CASTRO

Das queridas e amadas primas de Goianésia-GO, esta é uma das mais lindas:

1- Paula Carrilho:

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E dos Carrilho de Castro que ficaram em Uberaba-MG, tetra-netas do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro, este monumento de mulher é a mais linda, e, atualmente, também está em Goiás: Júlia Figueiredo.

Qualquer semelhança…

E mais uma prima, esta da novíssima geração, a ternurinha Júlia Figueiredo, filha do Luiz Cláudio, neta da Leda, bisneta da Tereza, trineta do Dóro e tetra-neta do Boidadeiro Totonho Carrilho: É com os novos que a tradição da família tem que seguir em frente:

2- JULIA FIGUEIREDO

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 E essa, a lindíssima Carrilho de Castro de Uberaba-MG, é das Mangueiras, filha do Zezinho, sobrinha do Iltro,  neta do José, bisneta do Roldão Carrilho de Castro, e, trineta do Severiano:

3- MARISA CARRILHO DE CASTRO

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RESTABELECENDO OS LAÇOS COM OS FILHOS DO TIO SEVERIANO CARRILHO DE CASTRO QUE FORAM PARA GOIANÉSIA-GO:

O irmão do Alferes Carrilho, o Severiano Carrilho de Castro, fugido de Formiga-MG, por causa de um crime, abandonou tudo lá suas terras, e veio buscar proteção do irmão rico e importante em Uberaba, isso por volta de 1880, e teve vários filhos.

Os netos do Severiano, filhos do Roldão Carrilho de Castro, chegaram a tentar ir a Formiga-MG atrás das terras do Severiano, mas desistiram.

Um Carrilho de nome “Antônio Carrilho de Castro”, provável filho do SEVERIANO foi para Goianésia-GO.

É provável  que Marcelo Carrilho de Castro, filho do Severiano Carrilho de Castro, tenha também ido para Goianésia-GO.

Há, até hoje, CARRILHO DE CASTRO em Goiás: em Goianésia, Goiânia e em outras cidades goianas.

Agradecemos a eles por terem preservardo o sobrenome CARRILHO DE CASTRO.

Nós que ficamos em Uberaba-MG praticamente acabamos com o sobrenome.

A Suzy está no nosso facebook, nos escreveu neste site, e aqui, foto da esplendorosa SUZY MARGARETH CARRILHO DE CASTRO de Goiânia-GO. Ela estava a cavalo em uoutra foto, mas desta foto não consegui cópia.

FOTO DE SUZY MARGARETH CARRILHO DE CASTRO, atualmente morando em Goiânia-GO.

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Suzy nos escreveu esta mensagem carinhosa que muito nos ajudou:

“””””””””Estou escrevendo pois gostei imensamente de saber um pouco mais sobre a origem da família Carrilho de Castro.

Entretanto, os dados relacionados à minha própria família parecem ter se perdido no tempo, e escrevo a vcs na expectativa de que talvez saibam de algum dado relativo à minha família. Meu nome é: Suzy Margareth Carrilho de Castro. Sou filha de Euclides Carrilho de Castro, natural de Uberaba-MG. No registro de nascimento de meu pai consta ser ele filho de:

ANTONIO CARRILHO DE CASTRO e MARIA TEOBALDA DE CASTRO.

Meu pai conta que perdeu os pais muito cedo, quando tinha uns 7 anos. Meu pai tem hoje 83 anos e é o único dos irmãos ainda vivo. Todos os irmãos de meu pai também nasceram em Uberaba. Eis os nomes deles:

ALBERTO CARRILHO DE CASTRO

WILSON CARRILHO DE CASTRO

TERESINHA CARRILHO DE CASTRO

IOLANDA CARRILHO DE CASTRO

MARIA CARRILHO DE CASTRO

NAIR CARRILHO DE CASTRO.

Parece-me que havia ainda mais uma outra irmã.

Com a morte dos pais eles foram separados e foram para lugares diversos.

Ficaria eternamente grata se vcs pudessem me retornar, me dizendo se possuem ou não alguma informação acerca de minha família.

Atenciosamente

Suzy Margareth Carrilho de Castro””””””””

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Os primos Carrilho de Castro de Goianésia e região:

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Nossos mais profundos agradecimentos a Wiltro Carrilho de Castro de Uberaba-MG pelas informações valiosas prestadas e por tão bem preservar a nossa memória:

Wiltro é filho de José que é filho de Roldão que é filho do Severiano Carrilho de Castro, irmão do VEREADOR E CAPITALISTA DE UBERABA-MG, o Alferes Antônio Carrilho de Castro.

Esse homem maravilhoso é um trabalhador incansável e de uma cultura imensa, sabe tudo de nós Carrilho de Castro, tudo de Uberaba, uma lenda viva na cidade, e orgulho de nós Carrilho de Castro de termos primo tão maravilhosa assim.

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MEMÓRIA DOS CARRILHO DE CASTRO PRESERVADA EM CANDEIAS-MG

AQUI FOTOS DOS CARRILHOS DE CASTRO QUE FICARAM EM CANDEIAS-MG E FORMIGA-MG:

Tem um rapaz, FLÁVIO DE CASTRO, da família CARRILHO DE CASTRO, em Candeias-MG, que guarda nossas lembranças de lá:

“””Olá, eu sou o Flávio de Castro de Candeias, tenho muito material sobre a família naquela região. Hoje resido em Belo Horizonte.
Meu e-mail:

fdcastro@ymail.com “”””””””

Nossa Aventura no Brasil, nossa Dificuldade

OS RODRIGUES GONDIM E BERNARDES DA SILVEIRA – Família da mãe do BOIADEIRO ANTONIO CARRILHO DE CASTRO FILHO.

Rodrigues Gondim construtores da Picada de Goiás e nossos antepassados.

A região da nossa amada Formiga-GO e a Picada de Goiás, estrada construída por nós RODRIGUES GONDIM está muito bem descrita aqui, nesta página abaixo, não deixe de ler:

https://capitaodomingos.wordpress.com/000-vila-de-formiga-itapecirica-e-a-picada-de-goias-construida-pelos-rodrigues-gondim/

A descrição da bravia situação em que fomos pioneiros e heróis na Picada de Goiás, região do nosso berço no Brasil, em Candeias-MG e Formiga-MG.

Região de bravos esta Candeias, Formiga, às margens da Estrada de Goiás, Picada de Goiás, construída pelos antepassados nossos Rodrigues Gondim. Ali tudo começou conosco Rodrigues Gondin, Alves Gondin,  da qual família vovô Joaquim Alves Gondim casado com Maria Joaquina da Silveira (dos Bernardes da Silveira) foram para Uberaba, tiveram a filha Sibila que teve a filha Maria Bernardes da Silveira que se casou com o Alferes Antônio Carrilho de Castro, pai do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho.

Região de bravos que combateram os quilombos que aterrorizavam a região, região de boiadeiros, de criadores de porcos para o Rio de Janeiro, dos quais temos muito orgulho.

VINDO DA TERRINHA PORTUGAL

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Orgulho tremendo de termos construído a PICADA E GOIÁS e orgulho de sermos bravos e termos enfrentados aqueles perigos todos. Esse trecho da História de Oliveira mostra isso. Oliveira-MG que fica pertinho de Candeias-MG e Campo Belo-MG e tem parte dos Castro, fica ao lado também do Morro do Ferro (São João Batista) de onde vieram nós Bernardes da Silveira e ao lado de Passa Tempo de onde vieram os Silveira, do pai e dos avôs de Sibila.

“Goiás era uma Canaã. Voltavam ricos os que tinham ido pobres. Iam e viam mares de aventureiros. Passavam boiadas e tropas. Seguiam comboios de escravos. Cargueiros intérminos, carregados de mercadorias, bugigangas, miçangas, tapeçarias e sal. Diante disso, negros foragidos de senzalas e de comboios em marcha, unidos a prófugos da justiça e mesmo a remanescentes dos extintos cataguás, foram se homiziando em certos pontos da estrada (“Caminho de Goiás” ou “Picada de Goiás”).

Essas quadrilhas perigosas, sucursais dos quilombolas do rio das mortes, assaltavam transeuntes e os deixavam mortos no fundo dos boqueirões e perambeiras, depois de pilhar o que conduziam. Roubavam tudo. Boiadas. Tropas. Dinheiro. Cargueiros de mercadorias vindos da Corte (Rio de Janeiro). E até os próprios comboios de escravos, mantando os comboeiros e libertando os negros trelados. E com isto, era mais uma súcia de bandidos a engrossar a quadrilha.

Em terras oliveirenses açoitava-se grande parte dessa nação de “caiambolas organizados” nas matas do Rio Grande e Rio das Mortes, de que já falamos. E do combate a essa praga é que vai surgir a colonização do território (de Oliveira (Minas Gerais) e região). Entre os mais perigosos bandos do Campo Grande, figuravam o quilombo do negro Ambrósio e o negro Canalho.”

Descrição da vida na Fazenda Santo Inácio

RECORDAR É  VIVER:

Sempre que minha imaginação me fornece asas, eu fujo para um pedacinho do céu, um paraíso encantado onde, há algumas décadas, ali viveu, despreocupado e feliz, uma geração privilegiada.

Encravado bem no interior das Minas Gerais, tudo ali era poesia e encantamento.

O viandante que por ali passasse nada lhe chamaria a atenção: uma paisagem bucólica, sem nenhum atrativo, nada de especial, melancólico talvez, mas para a petizada, que ali nasceu e cresceu, era toda a sua razão de ser.

Comparava-se à Ilha da Fantasia, onde tudo é possível, onde todos são concretizados. Os dias, meses e anos se sucediam imperceptivelmente, como um grande feriado que parecia não ter fim.

Quatro residências em forma de triângulo compunham aquele núcleo. Três delas formavam a base e uma delas o vértice. O ponto de encontro era a casa principal da fazenda: a casa da avó.

A mais terna, a mais dedicada, a mais amável das avós. Seu maior prazer era ter a sua volta toda a família. Amava a todos indistintamente. O mesmo não podíamos dizer, nós, habitantes do vértice do triângulo em relação às tias (sem nenhuma exceção) que nos tinham como uma casta inferior: a plebe em relação á nobreza.

O desprezo das tias não nos incomodava muito.

O que nos interessava era o convívio tranqüilo dos primos. Crianças como eram, não haviam ainda soprado em sua inocência os ventos da maldade e perversão. Éramos todos iguais. Desconhecíamos a indústria de brinquedos. Eles eram ali fabricados com material de fácil acesso e de acordo com as necessidades do momento.

A simplicidade não diminuía o seu valor. Desde as bonecas de pano, carrinhos de caixa de papelão com rodas de carretel, boi de limão cravo, bolas de meia, monjolos e moinhos feitos de casca de bananeira e tantos outros, tudo era sumamente importante. À medida que os anos se passavam, novos brinquedos surgiam e conseqüentemente novas travessuras.

Ninguém podia prever, mas todos temiam pelo que pudesse acontecer no recreio escolar e certamente não faltavam as mais variadas diabruras. O domingo era todo lazer. Tudo se fazia.

Desde a mais ousada aventura de um pique em cima da mangueira ou andar sobre a cerca do curral até o calmo e tranqüilo brinquedo de casinha ou de roda. As artes eram freqüentes, desde estancar a bica de água com o chapéu dos visitantes ao furto de bolachas, quando, em uma vez, o autor apressado levou junto à dentadura da avó. Sem se dar conta, chega à adolescência, o grupo se torna maior porque se junta à turminha mais velha.

A turma das meninas se dividia sempre para proteger as fumantes, em especial àquela que queria a irmã alheia a seu vicio. Esta estratégia foi usada por muito tempo e nunca traída.

A vida de todos era um livro aberto. Todos participavam das dúvidas, anseios e esperanças um do outro. Não havia segredos.

Os passeios eram muito limitados. Uma vez por ano a Festa da Nossa Senhora da  Abadia em Uberaba, algumas festas folclóricas da região, um ou outro casamento.

Em compensação, reuníamos com freqüência na casa de um tio e ali, ao som de uma vitrola de 78 rotações, dançavamos horas a fio. Juntos, vivemos intensamente e plenamente os belos dias que a vida nos proporcionou até quando, par cumprir a missão que o Todo Poderoso reservou a cada um, tomamos rumos diferente. Muitos partiram, mas deixaram um pedacinho do seu coração plantado bem fundo naquele torrão tão querido chamado Santo Inácio.

Na última vez que estive com um dos primos muito querido, ele me disse uma grande e profunda verdade: Somos uma família. Somos irmãos. Quanta veracidade em suas palavras!  Sim, não tenha dúvidas, somos, realmente, uma só família, um só coração.

Texto de Luciana de Castro Silveira, neta do boiadeiro Totonho.

A Igreja da Abadia, no tempo que os netos do BOIADEIRO eram batizados e se casavam na Igreja da Abadia:

Esta IGREJA FOI CONSTRUÍDA PELO VEREADOR ANTONIO CARRILHO DE CASTRO E PELO CAPITÃO FORMIGA EM 1883 PARA COMEMORAR OS 1000 ANOS DO APARECIMENTO DA IMAGEM DE NOSSA SENHORA DA ABADIA.

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Página de ANTÔNIO CARRILHO DE CASTRO FILHO, boiadeiro, conhecido como Padrinho Totonho.

Casado com uma bisneta do CAPITÃO DOMINGOS, ao qual este site se dedica.

AS HISTÓRIAS E LEMBRANÇAS DE NOSSAS FAMÍLIAS NÃO PODEM MORREREM CONOSCO:

TEMOS QUE PASSÁ-LAS, DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO!

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Só depois de 50 anos que o Alferes Carrilho construiu a Capela que ela foi elevada à categoria de Paróquia.

abadia capitao domingos

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Nossa eterna gratidão à amada e querida Suzy Margareth Carrilho de Castro que nos pôs em contato com a maravilhosa família Carrilho de Castro de Goianésia-GO. Ela atualmente mora em Goiânia-GO.

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Nossa gratidão também a Flávio de Castro que ainda jovem guarda a nossa memória dos Carrilho de Castro que ficaram em Candeias-MG e região até hoje. Ver mais abaixo, as fotos que o Flávio de Castro tem, ele agora mora em Belo Horizonte-MG e  guarda as relíquias de nós Carrilho de Castro de Candeias-MG

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Veja aqui álbum de fotografias dos Carrilho de Castro:

0 0 0 0 0 Álbum de fotografias das famílias Silva e Oliveira e Carrilho de Castro

0 1 C fotos dos Carrilho de Castro. Não deixe de divulgá-las!

0 1 c Antônio Carrilho de Castro, divulgar fotos da família

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Fotos dos Carrilho de Castro de Goianésia-GO estão na página:

0 0 0 0 0 Álbum de fotografias dos Carrilho de Castro de Goianésia-GO

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Temos profundo orgulho de um irmão nosso FERNÃO CARRILHO que foi o homem que finalmente deu cabo a ZUMBI dos Palmares.

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Resumo:

O Capitão Domingos da Silva e Oliveira é pai de:

João da Silva e Oliveira que é pai de:

João de Aquino da Silva e Oliveira que é pai de:

Maria Teodora de Castro, que se casou com o boiadeiro ANTÔNIO CARRILHO DE CASTRO FILHO.

Essa é a sobrinha e esposa do Boiadeiro, A Senquinha, Mariquinhas, Mãetinha, um doce de pessoa, vestida de preto por um quarto de século que ficou viúva, ela aqui no fim da vida, sofreu muito, muito doente…. As bisnetas mais velhas chegaram a conhecê-la. os sobrinhos a chamavam de Senquinha,  as primas muito antigamente e as noras de dona Mariquinhas, e Mãetinha foi o Zé do Doro que a chamava quando era criança e o apelido pegou entre os netos.

Maria Theodora de Castro

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Quantas vezes passamos pelo Chuá para ir  ao Santo Inácio… Demolido em 2015:

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MARIA TEODORA DE CASTRO, filha de JOÃO DE AQUINO DA SILVA E OLIVEIRA,  neta de JOÃO DA SILVA E OLIVEIRA, e bisneta do CAPITÃO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA.

Leia sobre a Família de João de Aquino neste site.

O Alferes Antônio Carrilho de Castro e Dona Maria Bernardes da Silveira, são os pais do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho, e, avôs do Dóro, Cleonice, Levindo, Dinorá, Cidália, Dalva e da Agripina, e,  avôs, também, da Maria Teodora de Castro, (Mãe do Dóro) – Isso mesmo.

A Maria Teodora de Castro (Mãetinha), filha da Vovó Eliza, é primo de seus próprios filhos.

O Padrinho Totonho tinha 17 anos quando nasceu sua sobrinha: Ele disse para sua irmã Eliza: Quando esta menina crescer, vou casar com ela.

Vovó Eliza, mãe de Maria Teodora de Castro casada com João de Aquino da Silva e Oliveira, neto do Capitão Domingos, viveu 39 anos no Século 19 e 39 anos no Século 20.    De 1861 a 11 de junho de 1939, aos 79 anos. Cheguei a ver o túmulo dela no Cemitério de Uberaba mas da última vez em 2012 não mais o encontrei. Ela viveu os últimos anos na casa de sua filha Dondona. É ruim morar na casa dos outros dizia.

o túmulo de n. 12.589, mas hoje os números dos túmulos foram mudados.

O CAPITAO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA, é pai de JOÃO DA SILVA E OLIVEIRA, avô de JOÃO DE AQUINO DA SILVA E OLIVEIRA, e bisavô de MARIA TEODORA DE CASTRO, que se casou com o boiadeiro ANTÔNIO CARRILHO DE CASTRO FILHO.

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Resumo:

Lourenço Carrilho Leitão de Castro é pai de:

João Carrilho de Castro que é pai de:

Alferes Antônio Carrilho de Castro que é pai de:

Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho.

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Lourenço Carrilho Leitão de Castro, nosso tronco, nossa raiz, nascido, por volta de 1748, e falecido depois de 1808, teve terras no atual município de Candeias-MG, na região de Formiga-MG.

Seus descendentes se espalharam, além da região de Formiga-MG, para Uberaba-MG, Goianésia-GO.

E eu já vi um livro, na livraria da Maristela Montesanti Calil Atallah, em São Paulo, que tinha assinatura de um Salvador Carrilho de Castro, em Itapeva-SP, na época chamada FAXINA, na região sul do estado de São Paulo, região do Vale da Ribeira. Era um livro sobre D. João III.

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familia

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Aqui vamos conhecer a família de: MARIA TEODORA DE CASTRO  e seu marido, o boiadeiro ANTONIO CARRILHO DE CASTRO FILHO (Totonho), que era seu tio, porque Totonho era irmão de Eliza Cândida da Silveira Castro, que é mãe de Maria Teodora de Castro.

Sim, porque o Alferes ANTÔNIO CARRILHO DE CASTRO também é pai de Elisa Cândida da Silveira Castro que é mãe de MARIA TEODORA DE CASTRO que se casou com seu tio, o boiadeiro ANTÔNIO CARRRILHO DE CASTRO FILHO.

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ÁRVORE GENEALÓGICA DE MARIA TEODORA DE CASTRO e a do BOIADEIRO Antônio Carrilho de Castro Filho:

Clic no nome para ler:

MARIA TEODORA DE CASTRO

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Festa da Abadia que eu filmei e participei: A filha do tio Mário de Lima que anuncia:

AS MADEIRAS DA IGREJA DA ABADIA, ESTEIOS, vieram da Mata da Vida na Fazenda Batista do Alferes Antônio Carrilho de Castro, sempre nos contaram isto, e agora achei, 4fev2015 este jornal de 30 de abril de 1882, o Monitor Uberabense, com o Capitão Formiga pedindo ajuda, madeira e dizendo que dia 1 de maio de 1882 começam as obras:

abadia no jornal

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Região da Fazenda Santo Inácio, entre o Patrimônio dos Poncianos e o Garimpo das Alagoas-MG

Eramos para nós, (filhos e netos do Boidadeiro Totonho), sermos os mais ricos de Uberaba. O boiadeiro estava ganhando muito dinheiro com as boiadas, mas:

Na sua última viagem, que foi lá pro Sertão de Goiás, sua boiada morreu de Febre Aftosa, chegando a Uberaba-MG.

O boiadeiro ANTÔNIO CARRILHO DE CASTRO FILHO sempre trazia boiada do Pantanal do atual Mato Grosso do Sul, mas, da última vez, resolveu ir até o Estado de  Goiás.

Não se conhecia essa doença direito. Ele tinha que ter descansado a boiada. Isto por volta de 1905 a 1908 (Eu procuro a notícia no arquivo do jornal uberabense Lavoura e Comércio, hoje pertencente a uma universidade de Uberlândia-MG).

Os capitalistas de Uberaba-MG quiseram financiar PADRINHO TOTONHO, para que, com os lucros das boiadas, ele pagasse as dívidas que ficaram por ele ter perdido a boiada que veio de Goiás, mas ele preferiu pagar todas as dívidas, vendendo o que tinha.

Depois conseguiu comprar a Fazenda da Ressaca, no Bairro rural da Baixa, antiga aldeia de índios, na beira do Rio Grande, divisa de Minas Gerais com São Paulo, onde o gado atolava muito em lagoas que se formavam lá, e onde corria a lenda do “TESOURO DA BAIXA”, lenda que vinha do tempo do Bandeirante Anhanguera.

Todos, da Fazenda da Ressaca, garantem que aparecia um mulher, um espírito, dizendo que havia um tesouro enterrado ali.

O Padrinho Totonho tinha um comércio onde morava na esquina da Rua Capitão Domingos com a atual Praça Tomás Ulhoa. (onde hoje tem o Uberaba Tênis Clube). Com o dinheiro que ganhava no Rio de Janeiro, ele comprava mercadorias para vender em Uberaba, em um comércio na frente de sua casa.

Do outro lado da rua morava sua mãe, já viúva. Os endereços na numeração antiga de Uberaba que existiu até  alguns anos atrás era: número 1, e número 2, da Rua Capitão Domingos.

O gado atolava muito na Fazenda da Ressaca. Eu já vi a escritura da compra da Ressaca. Por não ser bom para o gado, Totonho vendeu a Ressaca e comprou a Fazenda Santo Inácio, em Conceição das Alagoas em 1924.

Eu não achei a escritura nos cartórios, mas lembro que um vereador de Uberaba me falou, em 1990, que Totonho comprou a Fazenda Santo Inácio do avô dele. Só que não me lembro o nome do vereador. Se não me engano era a Fazenda Santo Inácio, antes de 1924, da família Prata.

E na Fazenda Santo Inácio, o boiadeiro viveu seus últimos anos de vida: 1924-1933.

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Ver aqui, nestas páginas, mais sobre CARRILHO DE CASTRO:

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O boiadeiro, pelo seu lado paterno, na Família BERNARDES DA SILVEIRA:

Resumo:

Bernardo Homem da Silveira, é o pai de:

Manuel Bernardes da Silveira, que é pai de:

Joaquina Bernardes da Silveira, que é mãe de:

Alferes Antônio Carrilho de Castro, que é o pai de:

Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho.

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Veja o drama dos Bernardes da Silveira aqui:

https://capitaodomingos.wordpress.com/o-1-c-antonio-carrilho-de-castro-sibila-sua-avo-bernardes-da-silveira/

Nestes dois INVENTÁRIOS, está toda a Genealogia dos BERNARDES DA SILVEIRA, que são a família da mãe do Boiadeiro:

A mãe do boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho se chamava MARIA BERNARDES DA SILVEIRA e era avó de MARIA TEODORA DE CASTRO.

Veja aqui as páginas deste site dedicadas aos BERNARDES DA SILVEIRA, antepassados do  BOIADEIRO Antônio Carrilho de Castro Filho e de MARIA TEODORA DE CASTRO, também:

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A origem do BOIADEIRO, pela parte materna que também é dos BERNARDES DA SILVEIRA. Bernardes da Silveira e Carrilho de Castro se entrelaçaram várias vezes:

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BERNARDES DA SILVEIRA homenageados em logradouros no Brasil:

bernardes da silveira

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RESUMO:

Bernardo Homem da Silveira teve:

Ana Vitória do Sacramento c/c Manoel da Silva Porto, que é a mãe de:AQUI PRECISA UMA CONFIRMAÇÃO… HÁ UMAS DUVIDAS.;; quase certeza, apenas uma data não confere, mas em Formiga-MG, no processo de divisão de terras da Fazenda Silva Porto, pode ser esclarecido, aparecendo Maria Joaquina como filha do Silva Porto.. e em São João del Rey no testamento do padre João Bernardes da Silveira seu tio. A data que não bate é do mapa de população de Uberaba com o batismo de uma maria filha do Silva Porto.

Maria Joaquina da Silveira, c/c JOAQUIM ALVES GONDIM, que é mãe de:

Sibila Bernardes da Silveira, que teve só:

Maria Bernardes da Silveira, c/c Alferes ANTÔNIO CARRILHO DE CASTRO, que teve:

Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho

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A vovó Sibila Bernardes da Silveira (que também assinou SIBILA ALVES GONDIM), teve Maria Bernardes da Silveira, com o Capitão José Manuel da Silveira, não sendo casados.  A história de Sibila é coisa de cinema. A história deles está anexa ao inventário da mãe de Sibila, a Maria Joaquina da Silveira.

Ver no final desta página aqui abaixo, fotos do processo que fala da Sibila criança órfã:

0 1 c Antônio Carrilho de Castro, Sibila sua avó Bernardes da Silveira

Sibila se casou depois 2 vezes, sem filhos dos dois casamentos. Casou-se com Manuel Machado Diniz, ficou viúva, e, depois, casou-se com o Doutor Pataca, com o qual também não teve filho.

A mulher do Alferes ANTÔNIO CARRILHO DE CASTRO, a Maria Bernardes da Silveira, falecida em 1905, era  uma lutadora. Certa vez, já velhinha, interferiu em um casamento,  insistindo sim que a noiva era boa e podia casar.

A vida de Sibila, que é a mãe de Maria Bernardes da Silveira, pela sua dramaticidade, dá um livro: a magnífica avó nossa: SIBILA BERNARDES DA SILVEIRA.  Também assinava SIBILA ALVES GONDIM.

Capitão José Manuel da Silveira, pai de Maria Bernardes da Silveira, também é da família de José de Andrade Braga.

Ver inventário de JOSÉ DE ANDRADE BRAGA, aqui, onde se detalha toda a família BERNARDES DA SILVEIRA:

https://capitaodomingos.wordpress.com/z-inventario-de-jose-de-andrade-braga/

z inventário de José de Andrade Braga

Sim, o Boiadeiro ANTONIO CARRILHO DE CASTRO (Filho) descende três  vezes de José de Andrade Braga, por ser neto de Joaquina Bernardes da Silveira, por ser bisneto de  Maria Joaquina da Silveira, netas de BERNARDO HOMEM DA SILVEIRA que é genro de JOSÉ DE ANDRADE BRAGA, e, por ser neto de  José Manuel da Silveira que é bisneto de José de Andrade Braga.

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Abaixo, trecho do inventário do Francisco José da Silveira, primeiro marido de Tarquelina da Silveira Castro, filha do alferes Antônio Carrilho de Castro, onde Francisco é da Silveira declara sua irmã Maria Bernardes da Silveira.

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A fazenda citada no inventário acima é a Fazenda das Cabeceiras do Uberaba, que não sei se é a mesma Batista e Policarpo, muito provavelmente sim. Também chamada depois, Fazenda do Uberaba, no lugar chamado Batista.

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Sobre a BAPTISTA E POLICARDO e a Igreja da ABADIA: Assim se lê na Wikipedia no artigo UBERABA:

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Do cabo do chicote a música MÁGOA DE BOIADEIRO não fala nada. Além de misturar boiadeiro com peão de boiadeiro.

Antigamente nem em sonho existia
Tantas pontes sobre os rios nem asfalto nas estradas
A gente usava quatro ou cinco sinueiros
Prá trazer os pantaneiros no rodeio da boiada

!
Mas hoje em dia tudo é muito diferente
O progresso nossa gente nem sequer faz uma idéia
Que entre outros fui peão e boiadeiro
por esse chão brasileiro os heróis da epopéia

!
Tenho saudade de rever nas currutelas
As mocinhas nas janelas acenando uma flor
Por tudo isso eu lamento e confesso
Que a marcha do progresso é a minha grande dor

!
Cada jamanta que eu vejo carregada
Transportando uma boiada já me aperta o coração
De quando olho minha traia pendurada
De tristeza dou risada prá não chorar de paixão

!
O meu cavalo relinchando campo a fora
Certamente também chora na mais triste solidão
Meu par de esporas meu chapéu de aba larga
Uma bruaca de carga o berrante e o facão

!
O velho basto o meu laço de mateiro o polaco
E o cargueiro o meu lenço e o gibão
Dainda resta a guaiaca sem dinheiro
Deste pobre boiadeiro que perdeu a profissão

!
Não sou poeta, sou apenas um caipira
E o tema que me inspira é a fibra de peão
Quase chorando meditando nesta mágoa
Rabisquei estas palavras e saiu esta canção

!
Canção que fala da saudade das pousadas
Que já fiz com a peonada junto ao fogo de um galpão
Saudade louca de ouvir um som manhoso
De um berrante preguiçoso
Nos confins do meu sertão.

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NA FAZENDA SANTO INACIO DO BOIDADEIRO, EM CONCEIÇÃO DAS  ALAGOAS-MG, Garimpo, tinha festa como toda fazenda do Brasil e tinha 78 rotações disco de cera de carnaúba do genro do Boiadeiro, o Olavo, irmão da Esmeralda do Doro, que Olavo era casado com Cleonice filha do Boidadeiro.

dois irmãos casados com dois irmãos.

olavo com cleonice e esmeralda com doro.

Até hoje está com a família o toca disco e os discos. centenas.

Tocando em Frente

Almir Sater

Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte,
Mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente

Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Todo mundo ama um dia,
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora

Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais

Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

=
A FAZENDA DA RESSACA NA BAIXA PERTO DO RIO GRANDE QUE FOI DO BOIADEIRO ANTONIO CARRILHO DE CASTRO DE 1909 ATÉ 1924 TINHA UMA CASA GRANDE COM ESCADARIA E QUE PARECE EXISTIR ATÉ HOJE. OS NETOS CONHECIAM, FORAM LÁ LEVADOS PELA DALVA FILHA DO BOIADEIRO, AINDA VOU LÁ CONHECER E TIRAR FOTO.
A DEVOÇÃO À NOSSA SENHORA DA ABADIA EM UBERABA-MG

A devoção à Nossa Senhora D’Abadia tem início em Uberaba, em 1881, quando o Capitão Eduardo de Alvarenga Formiga solicita à Câmara Municipal a doação de um terreno, na Colina da Misericórdia, para construção de uma capela em homenagem a Nossa Senhora D’Abadia.

O Capitão Alvarenga Formiga e o Alferes Antônio Carrilho de Castro, vizinhos, moradores da Rua Capitão Domingos, no atual Alto da Abadia ou da Misericórdia, eram oriundos de Iguatama região de Formiga-MG onde o padroeiro é Nossa Senhora da Abadia, trazendo então a devoção a esta santa para Uberaba.

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A Igreja da Abadia em Iguatama-MG

Os esteios de madeira que sustentavam a primeira igreja da abadia foram trazidos pelo Alferes Carrilho de sua fazenda “Batista e Policardo”.

129 anos depois em seu belo e majestoso Santuário, administrado pelos Missionários Estigmatinos, a Nossa Senhora D’Abadia é venerada e amada por milhares de fiéis e devotos que durante todo ano, especialmente na primeira quinzena de agosto, aportam rogando graças e agradecendo favores.

Existiu, ao lado da Igreja da Abadia, uma mina de água, com propriedades milagrosas, segundo testemunhas da época, a fonte de água secou no momento em que uma mulher lavou um cão em suas águas.

Na Alvorada de 15 de agosto a praça em frente ao Santuário fica repleta de gente para agradecer, rezar, pedir e reafirmar o seu compromisso como cristão. Às 5 horas da manhã aproximadamente 5 mil pessoas já estão no Santuário para louvar Nossa Senhora D´Abadia. Durante todo o dia mais de 150 mil pessoas passam pela igreja, havendo missas de hora em hora das 6 às 17 horas.

Nossa Senhora D’Abadia é a padroeira oficial da cidade através de ato decretado pela Lei 10.196 de 15 de agosto de 2007 e reconhecida pela Igreja Católica Romana e também Padroeira da Arquidiocese de Uberaba.

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O MAIS ANTIGO TRONCO DOS CARRILHO DE CASTRO é  Lourenço Leitão Carrilho de Castro, nascido em Portugal,  por volta de 1748, não sabemos seus pais, mas acreditamos estar relacionados com os CASTRO de Oliveira-MG, onde, ao lado, em Morro do Ferro, é o FÓCO dos Bernardes da Silveira.

Lourenço Carrilho Leitão de Castro, de Candeias-MG, teve um filho chamado JOÃO CARRILHO DE CASTRO que foi o pai do Alferes Antônio Carrilho de Castro.

O Alferes Lourenço é o tronco de todos os Carrilho de Castro.

O alferes LOURENÇO LEITÃO já estava na região de Formiga-MG, em 1780. Nasceu, entre 1747 e 1750, em Portugal. Faleceu por volta de 1820. Em um mapa de população de Formiga-MG, guardado no APU (Arquivo Público Mineiro), de 1808, ele declara ter 60 anos.

Nota: Em Piui-MG, onde Lourenço batizou um filho, em alguns acentos de batismos têm nome de avós do batizado, se, então, Lourenço batizou outros filhos em Piui-MG, pode ser que no acento de batismo esteja os nomes dos pais de Lourenço, portanto, avós da criança que foi batizada.

Nota 2: A Genealogia dos RODRIGUES DA CUNHA feita por nosso primo HILDEBRANDO DE ARAUJO PONTES, está online, ali tem parentes nossos como Os Guaritá,  do prefeito de Uberaba-MG, Luís Guaritá Neto.

E só em 2010, quando fez 70 anos da morte do Hildebrando Pontes, que caiu em domínio público os seus trabalhos, por isso, só agora, vou publicar a GENEALOGIA DOS SILVA E OLIVEIRA escrita por ele.

Veja: Pode estar errado essa informação sobre Messias Leopoldina e seus pais:

 http://www.familiarodriguesdacunha.kit.net/capitulo2.htm

Eu suspeito que o correto é que Messias Leopoldina de Castro seja irmã de nosso amado Avô, o ALFERES ANTONIO CARRILHO DE CASTRO. Será investigado esse caso.

http://www.familiarodriguesdacunha.kit.net/origem.fam.rc.htm

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Um Carrilho que orgulha a família Carrilho e que foi grande na História do Brasil foi o Capitão Fernão Carrilho, que, por volta de 1680, conseguiu acabar com os quilombos do Nordeste do Brasil e dar cabo a ZUMBI DOS PALMARES.

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Veja a imagem do documento aqui:

0 1 C Antônio Carrilho de Castro vai ao Imperador Pedro II

Leia a CARTA DOS BOIADEIROS AO IMPERADOR D. PEDRO II:

Senhor!

Os abaixo assinados criadores e invernantes do Município de Franca, Província de São Paulo, vêm pedir à Vossa Majestade Imperial a graça de conceder-lhes de seu representante na Corte do Império Capitão Belchior Pimenta de Abreu, preferência para a metade ma matança do gado que diariamente tiver de ser abatido no Matadouro Público de Santa Cruz.

Infelizmente não lhes têm até hoje aproveitado a sábia medida concedida pelo decreto nº 2046, de 9 de dezembro de 1857, com o intuito de proteger a indústria pastoril, porque os açougueiros e marchantes tendo tudo anarquizado no Matadouro, e a Ilustríssima Câmara Municipal da Corte tem dado tal interpretação ao disposto no supracitado decreto, que muito prejudica os interesses dos suplicantes.

Acontece, Senhor, que pelo estado de constante perturbação em que se acha o Matadouro Público de Santa Cruz, são os abaixo-assinados forçados a demorar, por muitas semanas, aí em Santa Cruz, seu gado, o qual, por estranhar as pastagens, vai, dia a dia, emagrecendo.

É verdade que para sanar tal inconveniente, foi criado a preferência para o invernista e criador, mas de que serve este benefício ou proteção se estes são obrigados, por não terem uma repartição sua no Matadouro, a entregar todo o gado da preferência aos açougueiros e marchantes, os quais, ao invés de zelarem os interesses daqueles que lhes pagão uma alta quantia para abater o gado, mais comprometendo a situação já criticas dos pobres criadores com o fim único de afastá-los do Matadouro?

Acontece ainda mais que, para depreciar o gado do criador invernistas, os mesmos marchantes e açougueiros aumentam a chacina diária na porção que lhes cabe.

A primeira vista parece que isto reverterá em benefício do consumidor, mas quem não sabe que este paga sempre a carne pelo mesmo preço embora ela seja muito ambulante no mercado?

Por esta exposição fica patente que o criador para não ter grande prejuízo de vender seu dado aos açougueiros e marchantes, sem poder abatê-los por conta própria, ficando deste modo burlada a medida de preferência como animação e proteção da indústria pastoril.

Para de uma vez para sempre se acabar com tais abusos, os suplicantes pedem, à V.M.I., que digna-te de conceder a Graça acima impetrada ao seu representante Capitão Belchior Pimenta de Abreu a quem confiam eles todo o gado que deste município tiverem que mandar para a Corte.

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FAZENDA DO BATISTA – UBERABA-MG  – Lar dos Carrilho de Castro

fazendapolicarpoum.jpg

Vista aérea da Fazenda FAZENDA BATISTA E POLICARDO,  no Bairro rural Santa Rosa, em Uberaba-MG, que pertenceu ao Alferes Antônio Carrilho de Castro.

Notícia sobre a Fazenda Batista e Policarpo:

Uberaba, lugar de fazenda iluminada
Publicada em: 11-10-2006

Através de gestões da Secretaria Municipal de Agricultura, o Programa Luz para Todos, do governo federal, contratou mais 140 quilômetros de extensão para levar energia elétrica à zona rural de Uberaba. Até dezembro, a expectativa do titular da Sagri, José Humberto Guimarães, é que a maioria dos cadastrados consiga o benefício.

Das 549 inscrições feitas para o “”‘Luz para Todos“”, em Uberaba, através da Sagri, 250 foram contempladas na última licitação promovida pela Cemig. Deste total de projetos, 86 estão sendo executados pela empreiteira Celminas. A grande maioria, 90% dos produtores, fica na região de Santa Rosa.

Os outros 164 serviços, totalizando 140 quilômetros de extensão da energia elétrica na zona rural de Uberaba, deverão ser iniciados ainda neste mês.

O benefício, explica o secretário de Agricultura, consiste em levar até a porta da propriedade rural contemplada a extensão da linha e a instalação de um transformador de, no mínimo, 5KVA’s. Segundo Guimarães, o equipamento que é fornecido gratuitamente pelo governo federal, custa em torno de R$ 5,4 mil no mercado.

O pequeno produtor Acácio Gomes, da fazenda Batista Policarpo, recentemente beneficiado, não esconde a sua satisfação com a chegada da energia elétrica. “Antes, usava um gerador. Agora com a eletricidade tudo ficou mais fácil, além de possibilitar a ampliação das atividades,” ressaltou.

De acordo com José Humberto Guimarães, o compromisso do Programa Luz para Todos é de instalar energia elétrica em todas as propriedades solicitantes de Uberaba, até 31 de dezembro. Exceção feita, observa o secretário, àquelas propriedades que não cumprem requisitos básicos, como a existência de imóvel (casa) na referida área rural. Ele argumenta que o atraso registrado na realização do serviço, agora restabelecido, deveu-se a demora da Cemig em apurar as empresas vencedoras das licitações.

Dentre as vantagens da energia elétrica, Guimarães aponta o conforto ao homem do campo e a viabilização de novos empreendimentos tornando as suas atividades bem mais produtivas, seja com a colocação de conjuntos motos-forrageiros, cercas elétricas, resfriador e até pequenas indústrias artesanais.

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A Região de Formiga-MG teve seu povoamento iniciado por volta de 1730, à margem da Picada de Goiás, e sua economia foi marcada por muita criação de porcos e depois por muitos boiadeiros, de onde vem nossa tradição de boiadeiro.

Um livro bom que descreve bem a região é o livro de Caio Prado Júnior: Formação do Brasil Contemporâneo.

http://www.widesoft.com.br/users/pcastro/museu_rj.htm 

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JOÃO CARRILHO DE CASTRO, nascido na fazenda do Lourenço Carrilho, hoje no município de Candeias-MG, mas que, a partir de 1790, passou a fazer parte da nova Vila de Tamanduá-MG (hoje chamada Itapecerica).

JOÃO CARRILHO DE CASTRO nasceu, em 1786. Casado, em 1809, com Joaquina Bernardes da Silveira, nascida em 1793, teve um filho, nascido em 1829, de nome Antônio, (o nosso Alferes ANTONIO CARRILHO DE CASTRO) e várias outros filhos.

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A Tia Tereza de Castro, filha do Dóro, e neta do boiadeiro,  me mostrou uma foto de um Carrilho de Castro, de Candeias ou Formiga, que gostava muito dela e gostava da nossa parte da família. Ficaram muito amigos. Não me lembro mais o nome dele.

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Aqui eles, no mapa de população de Formiga-MG, em 1831, tio Severiano ainda não tinha nascido e, pelas nossas contas, o pai do boiadeiro, nosso avô o CAPITALISTA, VEREADOR e JUIZ DE PAZ ANTONIO CARRILHO DE CASTRO, nasceu entre 1827 e 1829, em Formiga-MG:

Seu acento de batizado deve estar nos livros de Itapecerica-MG, onde o arraial de Formiga e o de Candeias pertenciam como capelas filiais.

JOAO CARRILHO DE CASTRO, chefe do fogo branco 47 casado agricultor  

JOAQUINA BERNARDES cônjuge branco 38 casado fiadeira

MANOEL dependente branco 16 solteiro agricultor

JOSE dependente branco 12

JOAQUIM dependente branco 10

ANTONIO (Maurílio) dependente branco 4

MICIAS dependente branco 2

FRANCISCO dependente branco 1

MARIA dependente branco 8

JOSE dependente branco

AQUI O MAPA DE POPULAÇÃO (CENSO) DE FORMIGA de 1831 na integra: abra o pdf:

formiga mapa

Joaquina Bernades da Silveira, esposa de João Carrilho de Castro, é filha de MANOEL BERNARDES DA SILVEIRA e JOANA RODRIGUES PEREIRA, e neta do Capitão BERNARDO HOMEM DA SILVEIRA.

LEIA TAMBÉM O MAPA DE POPULAÇÃO DE CANDEIAS DE 1831,  onde ainda restavam alguns parentes nossos lá:

candeias mapa

Ver página do Bernardo Homem da Silveira.

Dois Filhos de João Carrilho: Antônio e Severiano viveram em Uberaba-mg.

Antônio é o nosso avô.  E Severiano, nosso tio, foi para Uberaba-MG também, teve muitos filhos, entre eles o Roldão Carrilho de Castro, falecido em 1949 em Uberaba, cujos descendentes ainda estão em Uberaba-MG.  O Roldão teve vários filhos.

Nós procuramos todos os descendentes do Severiano Carrilho de Castro, das quais, as filhas mulheres do Severiano, não mantiveram o sobrenome CASTRO, por isso, perdemos contacto.

 Outros filhos do Tio Severiano foram para Goianésia-GOonde ainda há muitos Carrilho de Castro: ACHEI VÁRIOS JOVENS CARRILHO DE CASTRO DE GOIÁS NO FACEBOOK.

HÁ um CARRILHO DE CASTRO VEREADOR em GOIANÉSIA-GO.

http://www.camaragoianesia.go.gov.br/v2009/vereadores/default.asp?nver=Altemar%20Carrilho%20de%20Castro&pver=democratas&ids=6&foto=Altemar_Carrilho_De_Castro&tipo=Not%EDcias

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Leia aqui o acento de casamento, em Uberaba-MG, de MARCELO CARRILHO DE CASTRO, filho de SEVERIANO.  Tem o nome da esposa do  SEVERIANO:

severianocarrilhoccuberaba

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Antes do ALFERES ANTÔNIO CARRILHO DE CASTRO, vieram, para Uberaba, vários parentes:

Em 1820, Maria Joaquina da Silveira e família, vovó Sibila era bebê. Depois, na década de 1830, vieram  o João Crisóstomo de Oliveira Castro com a Lizarda Bernardes da Silveira, e mais Tarquelina Bernardes da Silveira, que sei que são primos da MARIA JOAQUINA DA SILVEIRA, mas não sei ao certo o grau de parentesco entre eles.

Todos moravam na Rua Municipal, atual Rua Manuel Borges, pertinho da Praça Rui Barbosa.

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No mapa de população de Formiga-Mg, em 1831, eles ainda residem lá:

194 JOAO CHRISOSTOMO (DE OLIVEIRA CASTRO) chefe do fogo branco 30 casado negociante

LIZARDA BERNARDES cônjuge branco 22 casado

QUITERIA MARIA dependente branco 38 casado fiadeira

MANOEL dependente pardo 10

JOSE ANTONIO dependente branco 20 solteiro jornaleiro

ANTONIO DE OLIVEIRA dependente branco 21 solteiro jornaleiro

nº escravos 9

nº moradores: 15

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A mulher de João Carrilho, Joaquina Bernardes da Silveira é neta do BERNARDO HOMEM DA SILVEIRA, tronco de todos os Bernardes da Silveira.  João Carrilho viveu, em Iguatama-MG, no Quarteirão de São Miguel.

No Quarteirão de São Miguel, em Iguatama-MG, foram entrevistados, pelo Censo, (Mapa de População) e informaram, em 1839, que tinham de filhos ainda solteiros:

– Manuel 20 anos,

– José 18,

– Joaquim 16,

Antônio Carrilho de Castro, com 10 anos,

– Mecias, 8, pode ser esta que se casou na FAMÍLIA RODRIGUES DA CUNHA. Mas, em todo caso, nunca entendi estas moças Castro, se são parentes ou não, são várias que vieram para Uberaba.

– Jerônimo 6,

– Severiano (Carrilho de Castro), 5: ESTE tio SEVERIANO TEVE GRANDE GERAÇÃO ESPALHADA POR UBERABA E GOIÁS e  JÁ ENTRARAM EM CONTATO COM ESTE SITE.

Muito obrigado a eles. Especialmente aos Carrilho de Castro de Goianésia-GO.

– Maria 15.

Dos filhos e filhas, já casados, em 1839, e que portanto não aparecem como moradores no fogo de João Carrilho, não sabemos quantos são. FOGO quer dizer residência habitada por família, quer dizer que não é prédio de comércio, nem está desabitado.

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Iguatama-MG: A antiga Freguesia de Nossa Senhora da Abadia do Porto Real (à margem de Rio São Francisco). Na época, a Abadia de Porto Real pertencia a Formiga-MG.

E é, por isso, que existe ABADIA, em Uberaba, atual padroeira, Igreja construída pelo Capitão Eduardo José de Alvarenga Formiga e pelo Alferes Antônio Carrilho de Castro, quando dos 1000 anos do aparecimento da imagem de Nossa Senhora da Abadia do Bouro, em Portugal, em 1883,  nosso amado avô, conterrâneos e vizinhos na Rua do Capitão Domingos em Uberaba-MG, pegado a atual praça Tomás Ulhoa.

Uma reportagem sobre a Nossa Senhora da Abadia em Portugal

abadiamaisantiga

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Os Bernardes da Silveira já se encontravam em Uberaba junto com os Rodrigues Gondim e Alves Gondim, em 1820, na criação da Freguesia de Santo Antônio e São Sebastião do Uberaba.

Essa família Rodrigues Gondim (e Alves Gondim), portuguesa, foi a construtora do primeiro caminho para o sertão: A Picada de Goiás ou Caminho de Goiás, e, é família importante na História de Itapecerica-MG, décima Vila a ser criada em Minas Gerais, e que abrangia um região imensa.

Um filho de João Carrilho:- ANTONIO CARRILHO DE CASTRO – O ALFERES CARRILHO,  já se encontrava em Uberaba, em 1853.

Neste ano assina como testemunha em uma nota do cartório e foi, neste ano de 1853, que se casou  com uma PRIMA em quinto grau, Dona Maria Bernardes da Silveira.

alferes

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O Alferes Carrilho foi vereador importante em Uberaba-MG, entre 1869 e 1873 com vários parentes como colegas de vereança.

Juiz de Paz e Líder do Partido Conservador. Foi preso numa eleição, pelos juízes liberais; Tem um processo no Arquivo de Uberaba sobre esta guerra entre liberais e conservadores e tem também no livro do primo Hildebrando Pontes chamado HISTÓRIA DE UBERABA E A CIVILIZAÇÃO DO BRASIL CENTRAL.

Vejam a CONFUSÃO que  o Alferes Carrilho entrou, por causa da política, eu já vi o processo desse caso no Arquivo de Uberaba, aqui o primo Hildebrando Pontes conta as brigas dos conservadores com os liberais:

Há um processo crime atualmente guardado no Arquivo Público de Uberaba em que são réus, o Alferes Antônio Carrilho de Castro e o seu cunhado Antônio Gonçalves da Costa, marido da tia Ana Rodrigues Gondim, irmã da Sibila Bernardes da Silveira. Esse processo eu já vi, e na próxima vez que eu for ao arquivo de Uberaba, eu vou fotografá-lo.

O Primo Hildebrando Pontes resumiu assim o caso, no seu livro Uberaba e a Civilização do Brasil Central, que conta as brigas dos conservadores com liberais:

No dia 3 de agosto de 1863, (portanto com vovô Antônio Carrilho filho, vovó Eliza e a tia Tarquelina já nascidos e crianças ainda), o Partido Progressista, então apoiado pelos liberais, realizou sua primeira eleição.

Este pleito, em Uberaba, ocorreu tumultuoso, porque o governo (liberal),  a todo transe, queria ganhá-lo em Minas Gerais, mandou para todas as localidades desta consideráveis forças de polícia.

O coronel Antônio Elói Cassimiro de Araújo, (depois Barão da Ponte Alta), chefe progressista, em obediência às instruções recebidas do governo, e de acordo com o juiz municipal dr. Balbino de Morais Pinheiro e o delegado de  polícia, processou, por motivo de nonada, os cidadãos Camilo de Lelis e Silva, Alferes Antônio Carrilho de Castro e Antônio Gonçalves da Costa e um outro, juízes de paz conservadores aos quais competia a presidência da mesa eleitoral, sucessivamente, quando por acaso, o imediato em escala ascendente se achasse impedido. Mas, sendo liberais os imediatos em votos, fazias-se mister, que antes de tudo, fossem arredados aqueles quatro juízes de paz. E o meio que para isso se empregou foi este:

Não havendo crimes, foram inventados e, assim, processados os quatro juízes, que foram metidos na cadeia.

Cercou-se a Igreja Matriz com o destacamento das 30 e tantas praças e mais 200 homens armados de trabucos, bacamartes e clavinotes, e depois de transformada a Matriz em inexpugnável baluarte, lançou mão de todas as violências imagináveis para afastar das urnas o Partido Conservador que tinha uma maioria de 600 eleitores.”””

LEIA MAIS NA FOTO ABAIXO:

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CERTIDÃO DE BATISMO DE SIBILA, MAE DE MARIA BERNARDES DA SILVEIRA

Certidão de Batismo de SIBILA, mãe de MARIA BERNARDES DA SILVEIRA

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Vovó Sibila, Vovó Maria Joaquina, moradoras em Uberaba-MG em 1826, quando o sargento mor Eustaquio tinha 58 anos e vovó Sibila 8 anos. Aa idade de vovó Maria Joaquina da Silveira é a única que não bate. Esses registros são aproximados.  Ela faleceu em 1827.  Pode estar invertido com a idade de vovô Joaquim Alves Gondim. Ele teria 40.  Vovó nasceu em 1793.  Tinha 34 ao falecer.

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Nós perdemos o contato com as irmãs do Alferes Carrilho e do Tio Severiano, que ficaram em Formiga-MG. 

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O Alferes Carrilho viveu, antes de Uberaba-MG, no quarteirão de São Miguel, na Freguesia de Abadia do Porto Real (hoje Iguatama-MG), por isso era devoto e construiu, junto com o seu vizinho na Rua do Capitão Domingos esquina com o Largo da Misericórdia:- o Capitão Eduardo de Alvarenga Formiga (também seu conterrâneo), a Igreja da Abadia, em Uberaba-MG, onde todos os CARRILHO DE CASTRO, iam a festa da Abadia.

 Os esteios da Igreja da Abadia em Uberaba-MG, foram tirados de árvores da sua Fazenda do Uberaba no lugar chamado Batista, de propriedade do Alferes Carrilho, próximo ao Bairro Santa Rosa e a floresta MATA DA VIDA.  As nascentes do rio Uberaba ficam perto do Distrito da Ponte Alta.

A entronização foi feita no Dia de Nossa Senhora da Assunção, 15 de agosto,  dia também que comecei a trabalhar em 1988.

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A ORIGEM DA DEVOÇÃO À  NOSSA SENHORA DA ABADIA:

A IMAGEM ORIGINAL:

Imagem original de Nossa Senhora da Abadia, em Amares, Portugal.

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O mosteiro de Santa Maria de Bouro está envolvido numa lenda:

http://igrejaemosteirodesantamariadebouro.blogspot.com/

“‘Na ocupação muçulmana do século VIII, dois eremitas presenciaram várias luzes à noite numa rocha. Foram ver do que se tratava e encontraram uma bela imagem da Virgem Maria com o seu Menino Jesus ao colo.

Para a sua adoração, decidiram construir uma ermida para albergar a imagem. Este mistério atraiu imensos peregrinos e foi mais tarde construída uma Abadia e a própria Igreja e Mosteiro de Santa Maria de Bouro.

Em 1162, existia neste local um pequeno grupo de eremitas, segundo um documento da chancelaria de D. Afonso Henriques. Este grupo de homens vai agrupar-se segundo a Regra de São Bento, em 1182, e antes do final do século, este mosteiro vai filiar-se na Ordem de Cister.

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O BISPO APOSENTADO DE CAETITÉ-BA, neto de MAXIMINA AUGUSTA DE MELLO, minha TRISAVÓ, é VIGÁRIO PAROQUIAL na PARÓQUIA da ABADIA.

Ver sobre Maximina, neste site:

VIGÁRIOS PAROQUIAIS:

01. Dom ANTÔNIO ALBERTO GUIMARÃES RESENDE

Datas: Nascimento: 03/05/26

Ordenação: 08/12/53 Sagração: 06/01/82

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A Fazenda Batista e Policarpo existe até hoje, e fica perto da Floresta chamada Mata da Vida.

A Região da Igreja da Abadia original de Santa Maria do Bouro é linda:

Ao lado, nas terras que foram do irmão do Alferes Antonio Carrilho de Castro, o Severiano Carrilho de Castro, existe, até hoje, as mangueiras gigantes de quase 100 anos de idade, plantadas pelo filho do Severiano, o Roldão Carrilho de Castro.

http://www.familiaridade.com.br/sobrenome/Carrilho.asp

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Abaixo, foto da nascente do Rio Uberaba, perto de onde o Alferes tinha a Fazenda Baptista e Policarpo. 

nascente 

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Abaixo, foto antiga da  Igreja da Abadia em Uberaba-MG. Esta igreja já foi mais bonita por dentro com lindos quadros no teto. Não é essa, sem esteios de madeira, que foi construída pelo Alferes Carrilho.

 

abadia

A Isoleta Arantes, filha de Vicente Tutuna e da tia Tarquelina de Castro, (que é filha do ALFERES CARRILHO),  é a que abre o primeiro livro de casamento da Paróquia da Abadia, quando a Igreja da Abadia virou paróquia, em 1921.

http://www.oracoes.com.br/index.php?pg=sabadia

http://www.revelacaoonline.uniube.br/cultura03/abadia3.html

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/maria.aspx?Dia=15&Mes=8&DiaMariaID=106

Havia uma fonte milagrosa no Alto da Abadia, que secou logo em seguida que uma mulher lavou um cachorro nela. A Vó Esmeralda que contou este caso.

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O ALFERES ANTÔNIO CARRILHO DE CASTRO fez, gastando  100 contos de réis,  a suas custas, o primeiro Censo, em Uberaba-MG, em 1870, (documento este que tive a honra de manusear no Arquivo Público Mineiro). Nesse censo Uberaba-MG aparece com 3.000 almas.

Esse Censo de população foi entregue, ao Arquivo Público Mineiro, pelo historiador Borges Sampaio.  Em breve, vou postá-lo aqui.

Este foi o primeiro Censo Geral do Brasil, concluído em 1871, que deu 13.000.000 de habitantes no Brasil, e é feito, até hoje, de 10 em 10 anos.

O historiador Borges Sampaio, junto com esse documento do Censo, enviou uma informação detalhando isso do ALFERES e mais dois vereadores terem gasto 100 contos de réis cada um para fazerem o Censo. Jamais foram pagos pelo governo.

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No fim da vida, já doente, o Alferes ANTÔNIO CARRILHO DE CASTRO adotou 2 escravas doentes, mas teve que desistir da adoção por motivo de doença, falecendo em 1896;  O Alferes Carrilho passou a adoção para o Padrinho Totonho, seu fiho.

Os documentos estão no Arquivo Público de Uberaba e lá ver os processos de adoções. Espero que não tenham sumido. No Arquivo Público  de Uberaba não tem segurança alguma.

E descedentes destas escravas que ficaram conosco até morrer, tanto que gostavam de nós, entraram em contacto comigo, querendo saber mais da genealogia delas. Uma delas ficou com tio Polidoro Carrilho de Castro até morrer.

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 Eu guardo justamente aquilo que não se fala na música: o Cabo de Prata do Chicote que foi do boiadeiro Padrinho Totonho, filho do Alferes Carrilho.   Este cabo de chicote foi do Dóro, depois do Tonéco, e, atualmente, eu o guardo, depois será de outro da família, sendo passado de geração em geração.

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O Leandro de Castro, guarda o relógio que foi do pai do padrinho totonho…o Alferes Carrrilho……aquele relógio que aparece na foto do Alferes Carrilho, e guarda também as moedas de cobre enferrujadas.

A Mirtinha  Figueiredo, bisneta do Alferes Carrilho, guarda, em Jaboticabal-SP, o relógio de parede de Maetinha e do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro.

Guardem  também vocês fotos e objetos da família.

haa… u  ceis achava queu  nun ia fala dissu?

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O ALFERES CARRILHO TEVE 4 FILHOS, (todos eram uberabenses):

1- TIA TARQUELINA, nascida, em 1854. Casou-se, em primeiras núpcias com seu tio Francisco José da Silveira, meio-irmão da Vovó Maria Bernardes da Silveira.  LOGO FALECIDO, e sem filhos deste casamento.

O pai da Maria Bernardes da Silveira e do Antônio José da Silveira foi o José Manuel da Silveira. Ver sobre ele na página:

E depois de viúva, Tia Tarquelina casou-se com o TUTUNA.  TAMBÉM BOIADEIRO, O VICENTE ALVES DE ARANTES TUTUNA.  Tiveram os filhos: Edmundo Arantes, Cassildo Arantes, Isoleta Arantes e Amélio Arantes. Com descendentes em São José do Rio Preto, Uberaba, e na região de Dourados-MS.

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Foto do cunhado do PADRINHO TOTONHO, O VICENTE TUTUNA, QUE TAMBÉM FOI BOIADEIRO NO PANTANAL.

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Nesta foto acima, está o Vicente Tutuna, um capanga, e Tia Tarquelina na janela, na casa deles em Santana do Paranaíba-Ms, onde também morou o Boiadeiro Antônio Carrilho.

Túmulo de Tia Tarquelina e do Tutuna, em Uberaba-MG:

2- Polydoro Carrilho de Castro nasceu em 1875 em Uberaba-MG, falecido em Araguari-MG em 1944: O tio Polidoro foi boiadeiro; depois se estabeleceu em Araguari-MG.

Foi casado e sem filhos com a querida tia Maria Lima Castro, e em segunda, com a QUERIDA Tia Etelmiza.

Uma das mulheres mais dignas de Uberaba, que venceu sozinha na vida depois que ficou viúva e em dificuldades. A tia Etelmiza  disse-me falou que tio Polydoro tinha um menino adotado. Não sei que fim levou.

Eu tive a honra de conhecer TIA ETELMIZA QUE AQUI VAI MINHA MAIS SINCERA HOMENAGEM A ESTE GRANDE SER.

polidoro

 3- ELIZA CANDIDA DA SILVEIRA CASTRO:  A VÓ ELIZA, que foi casada com JOÃO DE AQUINO DA SILVA E OLIVEIRA e ficou viúva 22 anos vestida de preto.

Ver página sobre JOÃO DA SILVA E OLIVEIRA:

0 0 0 0 0 O João da Silva e Oliveira, filho do Capitão Domingos, avô de Maria Teodora de Castro

Uma das filhas de Vó Eliza: Senquinha, (MARIA TEODORA DE CASTRO), quando criança, estando em casa de sua Vó Dadáia, um médico vizinho, pediu para a Vó DADAIA emprestar a sua netinha, a Senquinha, para ir brincar com a mulher do médico.

Vó Eliza viveu 39 anos no Século XIX e 39 anos no Século XX. É de 1861 e faleceu em 1939. Mãe da Mãetinha que se casou com o irmão da ELiza, o boiadeiro Totonho. Mãe tambén do Tonico, Honorato, Nabor, Zazinha e Dondona que casou-se com seu primo Amélio fiiho da Tarquelina, a número 1 acima.

Vó Eliza e os filhos. 

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NABOR E TONICO abaixo:

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Isso mesmo: casavam cedo as mulheres naquele tempo.

A casa da Vó Dadáia era a quase na esquina da Rua Vigário Silva com a Rua Carlos Rodrigues da Cunha, a segunda casa, a esquerda de quem sobe a Carlos Rodrigues, vindo da Avenida Guilherme Ferreira.

4BOIADEIRO  ANTÔNIO  CARRILHO DE CASTRO FILHO. (PADRINHO TOTONHO – sim, os avôs eram chamados de padrinho e as avós de madrinha). Nasceu, em 5  de novembro de  1855, em Uberaba. Não quebrou a tradição dos BERNARDES DA SILVEIRA e, como sua irmã,  casou-se, na família, com uma sobrinha, filha de sua irmã Elisa Cândida da Silveira Castro, e neta do Alferes Antônio Carrilho de Castro.

Sua sobrinha Mariquinhas, ou Senquinha, nasceu, em 1876, QUANDO TOTONHO TINHA 21 ANOS. O apelido MAETINHA se deve ao neto José de Castro (Zé do Dóro) que assim a chamava quando bebê.

Sim, Totonho prometeu que esperaria a sobrinha crescer para se casar com ela. O que ocorreu em 1892.

MARIA TEODORA DE CASTRO, FILHA DE JOAO DE AQUINO E ELIZA CÂNDIDA, neta pela parte paterna de JOAO DA SILVA E OLIVEIRA, BISNETA DO CAPITAO DOMINGOS.

As estórias de escravo que ela contava….. O escravo que sempre sumia e voltava. e, uma dia, o acharam, ajoelhado e rezando em uma capelinha, literalmente flutuando, em transe, e que logo depois faleceu.

Eram tão queridos pelos escravos que estes quiseram continuar com eles após a abolição. Recentemente recebi correspondência por email de descendente de escravos deles que também pesquisam a história de suas famílias.

A Mãetinha queria ser enterrada como foi o boiadeiro Totonho, em 1933. Mas, em 1957, já havia mais automóveis, e o Padrinho Levindo a transportou para o cemitério de Conceição das Alagoas em automóvel.

O Boiadeiro foi transportado, em 1933, em CARRO DE BOI.

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Na foto abaixo, o Boiadeiro e sua mulher Mãetinha, no casamento deles, em 1892.

casamentototonho

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A filha mais velha Agripina, professora dos sobrinhos na roça.

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Levar boiada em viagens que duravam meses, do pantanal até o Frigorífico Santa Cruz no Rio de Janeiro.

Chegavam ao Rio de Janeiro, Capital do Império e ficarem os boiadeiros nas mãos dos atravessadores, pois a Fazenda Santa Cruz do Governo não tinha como comprar tantas boiadas de uma vez. Então! Que fazer? Irem todos parar no Palácio e reclamar para o Imperador.

Na volta, trazer dinheiro e correr riscos? Não! Trazer mercadorias para vender no Comércio e Residência, que o Boiadeiro PADRINHO TOTONHO tinha na esquina do Largo da Misericórdia (Hoje Praça Dom Tomás Ulhoa – do UBERABA TENIS CLUBE), com o começo da Rua Capitão Domingos.

Do outro lado da Rua morava sua mãe D. Maria Bernardes e  também vizinhos o Capitão Eduardo de Alvarenga Formiga e por algum tempo seu irmão o Tio Polydoro. Bons tempos aqueles da Uberaba da Festa da Abadia, das muitas e muitas vendas, do vinho do Vinhateiro Joaquim  Ignácio.

Era um dos homens mais ricos, respeitado, trabalhador, honrado de UBERABA. Morou um ano em Santana do Paranaíba-MS:

Viagem demorada de Uberaba até Paranaíba – Um mês de Carro de Boi – Com Vovó Mariquinhas levando a tia Agripina no colo.

—–O DESASTRE………. Por volta de 1.905, o boiadeiro PADRINHO TOTONHO resolveu trazer gado de Goiás (Antes ele só trazia gado do pantanal no atual sul- matogrossense).    …….. Febre aftosa..

Porque 1905 a 1908?

O almanaque de Uberaba, de 1902, ainda dá Totonho como boiadeiro e negociante. Seu negócio era na esquina da Rua CAPITAO DOMINGOS com a Praça Thomas Ulhoa, no bairro da Abadia.

A tia Cidália dizia que o Dóro era menino quando aconteceu e, em 1910, é comprada a Fazenda da Ressaca, no Distrito da Baixa, próxima ao Rio Grande, que se  sabe, foi comprado logo depois da tragédia.

 Conta o Dr. Fidélis Reis, que foi ver a boiada morta na entrada de Uberaba, que dava dó.   

Os capitalistas de Uberaba disseram ao Padrinho que ele poderia pegar outros empréstimos, vender boiadas e pagar a dívida… Não, ele preferiu pagar todos, e ficar só com um sítio – a Ressaca comprada, em 1909, e nunca mais tocar boiadas.

Sim, capitalistas! Não tinha Banco – eram os capitalistas que emprestavam dinheiro.

Na Fazenda da Ressaca houve a história da mulher que aparecia falando de um tesouro enterrado, o célebre Tesouro da Baixa do tempo dos Bandeirantes e do Anhanguera.  A Ressaca fica no Distrito da Baixa, perto do Rio Grande, e formava muitas possas de água onde o gado atolava.

Vendeu a Fazenda da Ressaca e comprou, em 1924, a Fazenda Santo Ignácio, no Garimpo das Alagoas. (hoje Município de Conceição das Alagoas-MG), vizinho de Uberaba-MG, onde viveu seus últimos anos.

Fazenda de 140 alqueires mineiros e que partes dela ainda está com a Família uma pequena parte em 2010.  Hoje é quase tudo canavial.

Abaixo a foto da casa do PADRINHO TOTONHO, na Fazenda Santo Inácio. Essa casa veio abaixo, em 1998. Ficava nas terras da Tia Dalva, depois de vendida, o novo dono a demoliu. Todo mundo ficou triste.

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Foto da mesma casa da Mãetinha, pouco antes de ser demolida, foto de 1998, onde morava Djalma e Luzia. Esta casa ficava na parte da fazenda que ficou de herança para a Tia Dalva, que não teve filhos, e quando ela faleceu foi vendida.

Casa do boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho

O Rogério Lima Teixeira, neto do Djalma, escreveu:

“”Foto tirada, em 1998, no casarão da fazenda Santo Inácio, pouco tempo antes deles se mudarem de lá. Este local era a cozinha, do outro lado ficava um fogão a lenha que fazia da casa o local mais quente, pois este local era bastante frio.

Esta casa tinha 5 quartos, 2 salas grandes, 1 corredor, 1 despensa, 1 cozinha, 1 porão que ficava abaixo da dispensa e 1 banheiro que ficava do lado externo da casa, ainda existia um rego d’agua que passava próximo a casa e na porta da cozinha 1 bica e 1 varanda.””

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PADRINHO TOTONHO faleceu, em 1933, no Santo Ignácio, pouco dias depois de perder duas netas Gêmeas, filhas de Dóro.

O BOIADEIRO TOTONHO CARRILHO teve 7 filhos: Agripina, Dóro, Levindo, Cleonice, Dinorá, Dalva, Cidália.

 1-Agripina:

 Nasceu em 1893, a filha mais velha, não se casou. Foi professora dos sobrinhos. Falecida em 1973. Vovó a levou no colo, quando moraram em Paranaíba-MS, por um ano. Lembro dela no final da vida na casa da tia Dalva, Eu e Dóro fomos visitar, parei em frente da Casa, Dóro disse “como sabe que é aqui”, Chorou no quarto a tia, estavamos na cozinha com tia Dalva. De grande cultura, essa viveu o tempo em que o Padrinho Totonho era um dos homens mais ricos de Uberaba.

 2- Padrinho Levindo:  também solteiro.

 3- Dóro,

(Amintas Eudoro de Castro), casado com sua prima, em 5º grau, ESMERALDA DE MELLO LIMA. Sim ESMERALDA também é trineta do Capitão Domingos.  Dóro é trineto do CAPITÃO DOMINGOS.

O Dóro era uma figura, voltava das viagens para Cássia-MG,  contava histórias engraçadas para os filhos. Dormia de tarde, quando batia alguém, se ele queria atender, ele pulava a janela e fazia que estava chegando em casa.

Comprou um saco de feijão preto, não gostou, fazia a família comer, mas ia almoçar na mãe dele, onde batia cartão todo dia, pertinho uma casa da outra. Sempre foi assim, dividia-se uma fazenda entre os herdeiros, cada um pegava um pedaço, de maneira que os primos eram todos vizinhos rurais, tudo morando perto.

A tristeza era a modernidade quando estes primos começam a rumar para a cidade para estudar, para casar, e tudo ia se acabando,, cada uma indo para seu canto, morar na cidade ou em fazenda longe da família do marido.

Dóro na cidade já tava idoso, ficava aguando as plantas, reclamaram que aguava demais,,, não tinha o que fazer, ficava jogando paciência na cama antiga da bisavó dela, cama que não foi preservada nem o guarda roupa antigo preto de madeira de lei, nem a mesa que foi do Capitão Domingos, nosso amado e venerado patriarca.

Jogava bisca lá no genro Fiico em  Miguelópolis-SP onde morou em casa que era do Fiico e que tinha passagem no fundo para o quintal enorme do Fiico, o maior quintal que já vi na vida.

 

Na foto acima, no casamento da Luciana do Dóro, clic amplie e leia os nomes.

Dóro viajava e vendia tourinhos. Viajava muito para Cássia-MG e contava estórias na volta para as crianças.

Dóro sabia orações que curavam as pessoas de dor de cabeça e mordida de cobra. Vinha gente de muito longe para ele benzer.

A Esmeralda curava de quando a pessoa perdia muito sangue, ela rezava e o sangue parava de sair.

Algumas das rezas, benzer:

Dor de cabeça, o Dóro Curava as pessoas, A Esmeralda rezava a de sangue ou de cobra, nunca me lembro o certo. Foram passadas essas rezas que vieram do Padrinho Totonho, para o Dóro, (acho que pro Levindo também) e depois para netos, Djalma e se não me engano, Roberto também. São tradições da religiosidade que brota do povo e que vão se perdendo.

Dor de cabeça: Sua cabeça dói; dói, eu benzo, em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo e Santos Reis. Reza 1 Pai Nosso e 1 Ave Maria e oferece a Santos Reis.

Dor de cabeça, benzimento da Elza de Lima: Sinal da Cruz, encontrei Nossa Senhora sentada na pedra fria curando dor de cabeça….. rezando Ave Maria… rezar três vezes.

Hemorragia, perda de Sangue: Sangue tenha te em ti, como Jesus teve em si, sangue tenha te nas veias, como Jesus teve na Ceia, sangue tenha te no corpo, como Jesus teve no Horto, reza 3 vezes e 1 Pai Nosso e 1 Ave Maria, oferece à Sagrada Família.

Da Tia Dalva: + A Cruz de Jesus deite sobre mim quem nela morreu responda por mim que nem eu nem de meus inimigos têm poder de chegarem em mim.

Trizipela: Rezar 2a e 6a feira. Trizipela que sai da pele, vai para a carne e da carne vai para o osso e do osso via para o tutano e do tutano vai para o mar. Amém Jesus.

Mordida de Cobra: Jesus Cristo mandou Pedro chamar João. João foi e disse “Volte Pedro” diga a Jesus que eu estou celebrando a Santa Missa. Volte Pedro, Diga a João que o pai dele está ofendido do bicho mal, volte Pedro diga a Jesus (que) com o cálice bento e a hóstia consagrada e a Santa Missa corta todo veneno peçonhento meu pai esta salvo diga a Jesus. Assim Seja. Pai Nosso, Ave Maria, Credo, Salve Rainha. Oferece a São João, São Bento e Jesus Cristo, Amém.

Dóro gostava de ouvir a Rádio inglesa famosa BBC DE LONDRES, que escutava em ondas curtas em um excelente rádio antigo grande que funcionava com acumulador (bateria), ele andava 2 léguas para carregar o acumulador na roça do Zé Bentinho onde tinha energia elétrica de roda d´água.

O Santo Inácio foi comprado em 1924, pouco antes de Dóro casar, viveu ali vinte e poucos anos até mudar para a cidade de Uberaba, na casa que era do Urias Justino Monteiro e onde hoje mora a neta Darci. No final da década de 1960 foi para Miguelópolis-SP onde passou seus últimos anos.

Quer dizer, o Dóro morou no Santo Inácio 30 anos mais ou menos, depois viveu vida de aposentado regando plantas e jogando paciência na cama antiga ao lado de um guarda roupa antigo da sua bisavó Dadáia.  Ele quando criança ficava na cama pedindo para a vovó Dadáia trazer as coisas pra ele, isso na casa dela na Rua Vigário Silva. Acredito que ele deve ter nascido e passado os primeiros anos na casa do Boidadeiro na esquina da Rua Capitão Domingos com a praça Tomás Ulhoa. Começou a vida, como filho do homem que era para ser um dos mais ricos de Uberaba ganhando a vida como Boiadeiro.

A Sandrinha chegava para ele pegar no colo e ele perguntava se queria apertão ou apertinho, tinha que dizer apertão para ele dar apertinho.

Dóro acordava Esmeralda de madrugada para conversar, não deixava ela dormir.

Dóro foi pai de José de Castro (Zé do Dóro), Antônio Carrilho de Castro Neto (Tonéco), Roberto Carrilho de Castro (Betão), Terezina de Castro (Tereza do Fiico), Luciana de Castro e Suzana de Castro.

Dóro, (Uberaba, 05 de outubro de 1901 – Uberaba, 29 de março de 1975),  casou-se, em Uberaba-MG, na Igreja da Abadia, em 12 de outubro de 1924, com Esmeralda de Melo Lima, filha legítima de Eulina Augusta de Melo e de José Joaquim de Sousa Lima, nascida, em Uberaba-MG, em 25 de maio de 1905, e, ali, falecida, em 11 de janeiro de 1996.

Esmeralda é neta, pela parte paterna, do vinicultor português Joaquim Ignácio de Souza Lima e de Francisca Alvina da Cunha Campos (a “Chiquinha”); e neta, pela parte materna, do fazendeiro Antônio Valim de Melo e de Maximina Augusta de Melo (Nascimento Faleiros), naturais de Franca-SP.

Dóro é neto, pela parte paterna, do Vereador e Capitalista Alferes Antônio Carrilho de Castro e de Maria Bernardes da Silveira, e Dóro é neto, pela parte materna, do Tenente Coronel João de Aquino da Silva e Oliveira e de Elisa Cândida da Silveira Castro, irmã do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho.

A vó Eliza, irmã do Boiadeiro, nasceu em 1861 e faleceu em 11 de junho de 1939, cheguei a ver o túmulo dela em Uberaba emm 1990,  mas não o encontrei mais. O número antigo do túmulo era 12.589.

Esmeralda e Dóro são primos, em quinto grau, sendo ambos, trinetos do Capitão Domingos da Silva e Oliveira.

Quando duas pessoas têm o mesmo trisavô, são primos em quinto grau.

Quando duas pessoas têm o mesmo bisavô, são primos em terceiro grau.

Quando duas pessoas têm o mesmo avô, são primos em primeiro grau.

Esmeralda e Dóro tiveram seis filhos que chegaram à vida adulta, e tiveram duas meninas gêmeas, falecidas, ambas, com dois anos de idade, em 1933.

Tiveram filhos e filhas, de dois em dois anos, de 1925 até 1937. Ainda viva, em 2012, só a filha Luciana. Vive ainda a nora Inedes.

A primeira neta de Esmeralda é nascida em 1944 (Romilda) e a última neta (Roberta) é nascida em 1979, portanto 35 anos entre a primeira e a última neta de Esmeralda.

Alguns bisnetos de Esmeralda, os mais velhos, (Eduardo, Jane, Sandra, Heloísa e a Simone), aparecem nas fotos das “Bodas de Ouro” de Dóro e Esmeralda, em 1974, na Igreja da Adoração Perpétua, em Uberaba-MG.

Esmeralda não chegou a conhecer nenhum trineto. O primeiro trineto nasceu pouco antes de Esmeralda falecer. O trineto mais velho tiinha 17 anos em 2012.  Os trinetos mais velhos são os dois filhos da Sandra, filha da Romilda (o Matheus Felipe e o Tales Henrique).

Filhos, netos, bisnetos e trinetos de Dóro e Esmeralda:

Nesta foto, de 1952 +- já tem alguns netos.

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Quando Dóro nasceu em 1901, seu pai era um dos homens mais ricos de Uberaba, boiadeiro e com comércio em frente a casa dele na Esquina da Capitão Domingos com a Praça Tomás Ulhoa na Abadia. Do outro lado da rua, também na esquina sua avó Maria Bernardes da Silveira, viúva do Alferes Carrilho vivia seus últimos anos. (Morreu em 1905). Vizinho de seu tio Polidoro que também era ali da Capitão Domingos, também boiadeiro. O comércio do Padrinho Totonho eram mercadorias trazidas do Rio de Janeiro com o dinheiro que ganhava da boiada vendida no Frigorífico Santa Cruz no Rio de Janeiro. Fazenda que era dos jesuítas.

Por volta de 1905, morre a boiada, em 1909, é comprada a Fazenda da Ressaca lá na Beira do Rio Grande no distrito da Baixa, onde Dóro viveu até ir para o Santo Inácio em 1924. Na  Década de 1950 foi morar na casa que era do Urias Monteiro pai de seus genros. Depois foi para Miguelópolis no final da década de 1960. Falecendo no Hospital São Marcos, em Uberaba, em 1975.

1-    José Antônio de Castro, nascido em 1925, casado com Maria Aparecida de Souza Monteiro, filha legítima de Urias Justino Monteiro e de Armanda de Souza Monteiro, a “Mandica”.  Adotou uma filha, a Maria Ângela, casada, com 3 filhos. Mandica e Urias são primos, em primeiro grau, duas vezes. O pai da Mandica é irmão do pai do Urias, e a mãe da Mandica é irmã da mãe do Urias. Todos falecidos. José Antônio de Castro é o neto mais velho de Maximina Augusta de Melo.

2-    Maria Teresina de Castro, (conhecida como Tereza), nascida em 1927, casada, aos 15 anos de idade, em 1943, com José Bento de Figueiredo, já falecidos. Nove filhos. Todos chamados “Castro Figueiredo”, exceto Joaquim Pedro: 1- Romilda, neta mais velha de Esmeralda, (ACREDITO que Romilda seja a TRINETA MAIS VELHA de Maximina Augusta de Melo), é nascida em 02 de novembro de 1944, e, casada, em 20 de janeiro de 1968, com Alaor Bento de Freitas, filho de Sebastião Bento de Freitas e de Jerônima Barbosa de Freitas. Romilda mora em Goiás. Romilda tem quatro filhos, todos “Figueiredo Freitas”: a- Eduardo, bisneto mais velho de Esmeralda, nascido em 07 de novembro de 1968, casado, com 2 filhos: Otávio e Daniel. Mora em São Paulo-SP; b- Sandra, nascida em 9 de março de 1970, casada, com 2 filhos: Matheus Felipe e Tales Henrique. Mora em Goiás; c- Rogério, casado tem 2 filhos: Eduarda e Rogério Henrique; d- Paula, casada com Reginaldo, tem o filho Conrado; 2- Vânia, viúva de João Cândido que foi vereador em Miguelópolis-SP, teve a filha Jane, em 1970, e outros filhos, mora em Miguelópolis-SP; 3- Leda, casada com Luís, teve a filha Simone, (casada, com filhos), e, o Luís Cláudio, que tem a Júlia e a Rafaela e mora em Goiás; 4- Joaquim Pedro de Figueiredo, casado, teve um casal de filhos, mora em Miguelópolis-SP; 5- Tereza, viúva de Sebastião Frizzo, teve Heloísa, Natália, Ana Cláudia e Luís, mora em Ribeirão Preto-SP; 6- Zilda, divorciada e viúva de Antônio Carlos Karan, tem 2 filhos, mora em Goiás; 7- Mirtes, divorciada do “Dinho” que é da família “Silveira Fernandes” de Passos-MG, a mesma família de Alceu Júlio da Silveira, e (se não me engano) Dinho é sobrinho do falecido Sebastião Frizzo. Mirtes teve Betânia (casada) e dois filhos; 8- Maria Aparecida, solteira, teve um filho natural, o Guilherme. Moram em Goiás; 9- Lourdes, casada com Neif Alber Filho, com filhos. Consta que um décimo filho de Terezina de Castro faleceu bebê.

3-    Antônio Carrilho de Castro Neto, nascido em 1929, divorciado de Honorina Monteiro, irmã de Maria Aparecida Monteiro, acima citada. Todos já falecidos. Sem filhos. Adotou uma filha, Maria Inês, irmã da Maria Ângela adotada por José de Castro. Maria Inês faleceu, criança, na grande epidemia de meningite de 1974.

4 e 5-  Gêmeas, Maria Abadia e Maria Eulina, nascidas em 1931, e, falecidas em 1933. Tristeza tremenda, O Boiadeiro e as gêmeas morreram no mesmo ano.

6-    Luciana de Castro, nascida em Uberaba-MG, em 06 de outubro de 1933, casada com Alceu Júlio da Silveira, nascido em Penápolis-SP, em 15 de fevereiro de 1924, filho de João Júlio da Silveira, (o “Juquinha”), natural de Franca-SP, e de Alcina Monteiro (a “Chinica”), natural de Uberaba-MG. Alceu é primo, em primeiro grau, de Honorina e de Maria Aparecida Monteiro. João Júlio (Juquinha) e Alcina (Chinica) são primos, em primeiro grau, pelo lado dos Monteiro de Araújo. Luciana tem um filho, eu, Paulo César de Castro Silveira.  Alceu é falecido. Alceu é da família “Silveira Fernandes”, da Inconfidência Mineira,  de Conselheiro Lafaiete-MG, que passaram por Candeias-MG, e, se estabeleceram em Passos-MG.

7-    Suzana de Castro, nascida em 1935, casada com José Batista Ferreira, (Zé Berto, Zéca). Já falecidos. Cinco filhos. Todos os filhos de Suzana são “Castro Ferreira”: 1- Terezinha, casada com Sebastião Barreto, tem três filhos: Carla (que tem dois filhos, o Caio e o Lucas), Alessandra (que tem o filho Vitório) e Bruno, solteiro. Terezinha mora em Uberlândia-MG. Os demais filhos de Suzana moram em Uberaba-MG; 2- Leci, casado com Márcia, tem três filhos:  Luciana (que tem o filho Paulo Júnior), Tiago e Neto; 3- Sueli, divorciada, tem dois filhos: André (que tem a filha Florença) e Gustavo; 4- Darci, casada, tem 3 filhos: Nélio (que tem a Ana Beatriz e a Maria Eduarda), Ederson e Eslei; 5- Marli, casada com Carlos, seu primo, em terceiro grau, também bisneto de Eulina, e filho de Olavo de Lima. Marli e Carlos também são primos, em terceiro grau, por parte de Cleonice de Castro, (esposa de Olavo de Lima, e avó de Carlos), irmã do Dóro, marido de Esmeralda, e, avô de Marli. Marli tem 3 filhos: Leandro, Eduardo e Juliana.

8-      Roberto Carrilho de Castro, (o “Betão”), nascido em 1937, falecido em 1994, de câncer, foi casado com Inedes Carvalho, viúva de Ari.  Roberto teve um filho adotivo, o Leandro, casado, com filhos. Teve uma filha: Roberta de Carvalho Castro, nascida em 17 de agosto de 1979, casada, tem o filho Henrique. Inedes ainda vive, e, é casada, em terceiras núpcias, com Gilberto. Inedes e Roberta moram em Franca-SP. Roberta é a neta caçula de Esmeralda.

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 Na Foto  abaixo: Dóro (à direita) e Levindo.

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O Dóro gostava muito da BBC de Londres, e tinha uma admiração profunda pelo Presidente FDR, Franklin Delano Roosevelt:

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Nas fotos abaixo: Dóro nas Bodas de Ouro, em 12 de outubro de 1974, em Uberaba-MG.

Alguns bisnetos de Esmeralda, os mais velhos, (Eduardo, Jane, Sandra, Heloísa e a Simone que está de costas), aparecem nas fotos de Bodas de Ouro de Dóro e Esmeralda, em 1974, em Uberaba-MG, na Igreja da Adoração Perpétua, que não foi a Igreja em que casaram. Todo Carrilho de Castro se casa na Igreja da Abadia, por eles construída.

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Tereza Figueiredo Frizzo, (filha de Tereza Figueiredo), e família: Eu adorava vistar a Tereza quando era pequeno, era a prima preferida  e levava a helô no parquinho.

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Sandra Figueiredo Freitas filha de Romilda, neta de Tereza, bisneta de Dóro e Esmeralda: Essa joia  é tão doce que a Vó Esmeralda dizia que de tão meiga e doce chegava a ser chata…. É um amor,  um amor em forma de gente.

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4-Dinorá

Dinorá de Castro, casada, em 1925, com Sebastião Hilário Correia, teve os filhos:

4-1 Hélio de Castro Corrêa, casado em 25 de novembro de 1950, com Clarice Rossi Corrêa. (filhos:    1- Helenice Corrêa, casada  em 10.11.1973 com  Luiz Olavo Oliveira de Oliveira, 2- Carlos Alberto Corrêa, casado em 19.09.1998 com Maria Carmem Pires da Silva).

4-2 Noêmia Corrêa, casada em 30 de julho de 1955, com Antônio Capucci. (filhos: Edson Capucci – 29.9.1984 com Yone Capucci; Adriana Capucci – 09.4.1988 com Carlos Carvalho Cunha; Luiz Nelson Capucci – Set/1994 com Soraya Okamoto). A NOEMIA SEMPRE PRESERVOU E GOSTA DE CONTA AS HISTORIAS DA FAMILIA, PELO LADO PATERNO TAMBEM É DA FAMILIA DO  CAPITAO DOMINGOS.

4-3 Lacy Corrêa, já falecida, foi casada em 18 de setembro de 1954, com José Capucci, nascido em 29 de agosto de 1920, e falecido, em 4 de agosto de 1994, em Uberaba. (teve os filhos Inis Capucci – 30.06.1979 com José Rosendo Pereira; Humberto Capucci – solteiro; Reinaldo Capucci – solteiro; Maria de Lourdes Capucci – solteira).

4-4 Alberto de Castro Corrêa, casado com 30 de julho de 1966, com Marlene Pinto. (teve os filhos:    Rosilene Corrêa – 28.10.1989 com  William; Roseli Corrêa – 10.07.1995 com Acrisio).

4-5 Mário José Corrêa, casado em 22 de janeiro de 1977, com Eva Resende. (teve os filhos:  Ricardo Corrêa – divorciado; Mário Henrique Corrêa – 25.07.2009 com Leiliane; Fernando Corrêa – solteiro).

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Recebemos esta informação abaixo de um neto da Dinorá:

“”’Prezado Paulo Cesar,

Primeiro, gostaria de me apresentar. Meu nome é Carlos Alberto Corrêa, sou filho de Hélio de Castro Corrêa e a minha avó paterna era a Dinora de Castro Corrêa, irmã do Tio Doro, que vem a ser o seu avô.

Portanto, meu pai e sua mãe são primos primeiros e nós temos o parentesco a partir deles. Quando criança, eu e minha irmã Helenice passavamos as férias escolares na fazenda Santo Inácio, na casa de minha avó Dinorá, e pelo menos uma vez tive a oportunidade de conhecer a sua mãe Luciana quando fomos visitar o Tio Doro e a Tia Esmeralda. Talvez até tenhamos nos encontrado, mas minha memória não guarda este registro.

Bem, agora quero parabenizá-lo pelo seu excelente trabalho relativo à genealogia de famílias de Uberaba que se encontra disponível na internet, e que inclui ainda importantes textos e fotos relativos à história de minha cidade Uberaba, além de outros assuntos.

Casualmente, há algum tempo, pesquisava aleatoriamente sobre diversos temas relativos à Uberaba, e com surpresa acessei o seu site, que contem informações preciosas sobre a nossa família Carrilho de Castro.

A riqueza de suas informações permitiu-me elaborar minha árvore genealógica a partir de meu pai, e pela linha materna (Carrilho de Castro), chegando num determinado ramo até os décimos avós. Tomei a liberdade de anexar este quadro para seu conhecimento. Obrigado por compartilhar conosco o resultado de suas pesquisas, que tenho certeza exigiu de você muito trabalho e dedicação.

Em 1973 vim para Brasília trabalhar no Banco Central, onde me aposentei em 2009, aos 57 anos de idade. Continuo morando aqui, tive 3 filhos e agora já tenho 2 netos, mas sempre vou a Uberaba, onde vivem minha mãe e meu pai.

Finalmente, agradeço-lhe mais uma vez, e envio a você e sua família, e a sua querida Mãe, um cordial abraço.

Do primo,

Carlos Alberto Corrêa””

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5Cidália de Castro Resende, casada com o Zé Bentinho

(Esse nome foi uma justa homenagem a avó da esposa do BOIADEIRO (avó da Mariquinhas ou Mãetinha), chamada Maria Assidália, (a vovó DADÁIA).

Cidália, filha do Boidadeiro Antônio Carrilho de Castro, teve 10 filhos:

DADÁIA foi esposa do João da Silva e Oliveira, filho do Capitão Domingos. Dadáia foi mãe do João de Aquino da Silva e Oliveira.

Cidália de Castro teve 10 filhos

Filhas da Cidália:

Vanda, Getúlio, Antônio, Arnaldo, Gilberto, João Carlos, Belina, Cidalinha e a Beatriz. Falta um, talvez Belinha.

Foto da casa do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro, em 1940, no casamento da Cidália com o Zé Bentinho: Na casa deles tinha eletricidade, moravam em uma fazenda perto das terras do Boiadeiro, tinha uma mini-usina que gerava eletricidade, roda dágua.

A tia Cidália devo a maioria das informações sobre nós Carrilho de Castro,  ela sempre mandava rezar missa por todos. Quando estava pesquisando na Catedral de Uberaba ela apareceu lá para marcar missa.  Esse pessoal todo tá quase todos no Rio de Janeiro, e a Mônica, neta da Cidália, é quem articula tudo do Paulo Coelho na Europa.

O Zé Betinho, homem muito bom, que já se candidatou a Vereador pelo PR do Artur Bernardes em 1948 em Conceição das Alagoas.

Ele contava histórias engraçadas do tempo que morou no Rio de Janeiro, época que foi liberado o TopLess em 1982.

Casa da Mãetinha no Santo Inácio

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 6- Dalva , solteira

Andava com o albúm de fotos superantigas que herdou da mãe dela, contando orgulhosa que somos Silva e Oliveira descendentes do Capitão Domingos da Silva e Oliveira.

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A Dalva dava muito valor a família, andava com o albúm de fotos herdado da mãe dela pra baixo e pra cima sempre falando do Capitão Domingos e do Sargento Mor Eustáquio, nosso amado tio fundador de Uberaba. Cuidou da Agripina no fim da vida desta.

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7- Cleonice de Castro Lima.

Como todos os filhos ficaram Castro Lima..  brincavam chamando de  Djalma descasca lima, djanira descasca lima.

Casou-se com Olavo José de Lima, irmão de Esmeralda de Melo Lima

Ver sobre Olavo José de Lima nas páginas deste site:

Olavo tinha  uma enorme coleção de discos 78 rpm que poderia tocar a noite toda sem repetir nenhum, vitrola de dar corda. Não tinha eletricidade no Santo Inácio.

Tia Cleonice ficou uns 20 anos sofrendo o derrame que teve em 1972 mais ou menos, quase não falava. Tio Olavo um herói da Revolução de 1930, montou guarda para o Doutor Getúlio no Palácio dos Campos Elísios em São Paulo.

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Cleonice de Castro, nascida em 23 de maio de 1912, casada, em 28 de janeiro de 1932, com Olavo José de Lima, nascido em 15 de junho de 1907 e filho de José Joaquim de Lima e Eulina Augusta de Melo:

Filhos:

1-      Djalma de Castro Lima, nato a 26 de agosto de 1934, casado em 3 de setembro de 1935, com Luzia Capucci, nascida em 16 de dezembro de 1938. Que tiveram os filhos: Neide Terezinha Lima, Luis Sérgio Lima, Marta Terezinha Lima e Maria Terezinha Lima. Morou na Santo Inácio, na casa do Padrinho Totonho até poucos anos atrás.

2-      Djanira Lima Capucci, casada com Nicodemus Capucci. Residem em Conceição das Alagoas-MG

3-     Romeu de Castro Lima casado com Gracinda Cordeiro Lima. Filhos: Carlos Humberto de Lima, (casado com a neta do Doro, Marli), Márcia Helena de Lima.

4-    Dulce de Castro Lima, casada com o Onofre, e que tem a filha Élida.

5-    Rubens de Castro Lima.

 

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O BOIADEIRO Totonho Carrilho filho do Alferes Carrilho (capitalista e vereador), em 1933, caiu de cama, gripado, e disse:

 – “Peguei febre amarela (Rio de Janeiro), maleita (malária) no Mato Grosso do Sul, Pantanal), gripe espanhola (1918) e vivi;

– Mas, agora uma simples gripe vai me matar; Daqui a 8 dias eu vou morrer”.

O Boiadeiro Totonho sabia uma reza que curava mordida de cobra e de dor de cabeça que ensinou para Dóro e para o Levindo, que só podiam benzer depois que ele morresse, e muitas pessoas iam à Fazenda Santo Inácio para se curar… dava volta em redor da casa da roça, colocava um copo com água e sal e curava gente longe, lá em Belo Horizonte-MG por exemplo. Essa oração foi passada para Djalma e Roberto Carrilho de Castro.

E até hoje há neto do Boiadeiro que benze….mas precisa fé…………

 E uma de  dor de cabeça…… Que Dóro escutou voz a noite que Esmeralda estava com dor de cabeça, seria o Totonho avisando.

Essa oração foi passada para Djalma e Roberto Carrilho de Castro.

O seu filho Dóro teve remorso de não dar um cigarro de palha que o Boiadeiro pediu para ele fazer…… Dóro achou, bem intencionado, que fumar poderia prejudicar o querido pai Boiadeiro.

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Para parar sangue, estancar hemorragia:  Dóro, rezava:

Sangue tenha te em ti

como Jesus teve em Si

Sangue tenha te nas veias

como Jesus teve na Ceia

Sangue tenha te no corpo

como Jesus teve no Horto

reza 3 vezes e um Pai Nosso e 1 Ave Maria, oferece à Sagrada Família

Muitas são as estórias do  Dóro, de ter tombado o caminhão na Serrinha: Agora já sou motorista, de ter ficado com medo de cruzar a pingela, jogou as botinas do outro lado e foi passar a pinguela de gatão. Tombou o caminhãozinho na Serrinha:

– Agora já sou motorista..

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A Fazenda Santo Inácio comprada em 1924, tinha 144 alqueires mineiros ( de 48 mil m2),  ficou de herança para seis filhos, três morreram solteiros, (Levindo, Agripina e Dalva), isso nos ajudou a pequena herança,,, em 73 da Agripina, foi dividida para os sobrinhos, idem da Dalva em 99,  e a parte do Dóro dividida para os filhos logo que ele morreu…. Estas pequenas heranças do homem que era para ser o mais rico de Uberaba como Boiadeiro.. e filho de um dos homens mais ricos de Uberaba como Capitalista, o Alferes Carrilho.

Capitalista é quem empresta dinheiro no tempo que não existiam bancos.

144 dividido por 6 herdeiros dá 24 alqueires mineiros para cada um.  E os 24 alqueires do Dóro dividido por 6 filhos dá 4 alqueires para cada filho.

144 alqueire mineiro é 6,9 km2 que é igual a um quadrado de 2,6 km  por 2,6 km.

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Túmulo número 4.066, de Totonho e Mãetinha: Cemitério de Conceição das Alagoas-MG, em 2010:

AMEMOS SEMPRE ESSE HERÓI…. PADRINHO TOTONHO.

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Resumo

Lourenço Carrilho Leitão de Castro é pai de:

João Carrilho de Castro que é pai de:

Alferes Antônio Carrilho de Castro que é pai de:

Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho.

AMAMOS O  BOIADEIRO PADRINHO TOTONHO CARRILHO.

Abaixo, um DEPOIMENTO de como era A VIDA, nos anos 1940, na FAZENDA SANTO INÁCIO, numa época em que o mundo lá fora passava por guerras e revoluções.

 Ao todo, o Santo Inácio ficou com a Família Carrilho de Castro, por 80 anos. (1924-2004). Hoje, 2010, uma pequena parte ainda está com a  família.

 A avó, a qual o texto se refere, é MARIA TEODORA DE CASTRO, viúva do BOIADEIRO.

RECORDAR É  VIVER:

Sempre que minha imaginação me fornece asas, eu fujo para um pedacinho do céu, um paraíso encantado onde, há algumas décadas, ali viveu, despreocupado e feliz, uma geração privilegiada.

Encravado bem no interior das Minas Gerais, tudo ali era poesia e encantamento.

O viandante que por ali passasse nada lhe chamaria a atenção: uma paisagem bucólica, sem nenhum atrativo, nada de especial, melancólico talvez, mas para a petizada, que ali nasceu e cresceu, era toda a sua razão de ser.

Comparava-se à Ilha da Fantasia, onde tudo é possível, onde todos são concretizados. Os dias, meses e anos se sucediam imperceptivelmente, como um grande feriado que parecia não ter fim.

Quatro residências em forma de triângulo compunham aquele núcleo. Três delas formavam a base e uma delas o vértice. O ponto de encontro era a casa principal da fazenda: a casa da avó.

A mais terna, a mais dedicada, a mais amável das avós. Seu maior prazer era ter a sua volta toda a família. Amava a todos indistintamente. O mesmo não podíamos dizer, nós, habitantes do vértice do triângulo em relação às tias (sem nenhuma exceção) que nos tinham como uma casta inferior: a plebe em relação á nobreza.

O desprezo das tias não nos incomodava muito.

O que nos interessava era o convívio tranqüilo dos primos. Crianças como eram, não haviam ainda soprado em sua inocência os ventos da maldade e perversão. Éramos todos iguais. Desconhecíamos a indústria de brinquedos. Eles eram ali fabricados com material de fácil acesso e de acordo com as necessidades do momento.

A simplicidade não diminuía o seu valor. Desde as bonecas de pano, carrinhos de caixa de papelão com rodas de carretel, boi de limão cravo, bolas de meia, monjolos e moinhos feitos de casca de bananeira e tantos outros, tudo era sumamente importante. À medida que os anos se passavam, novos brinquedos surgiam e conseqüentemente novas travessuras.

Ninguém podia prever, mas todos temiam pelo que pudesse acontecer no recreio escolar e certamente não faltavam as mais variadas diabruras. O domingo era todo lazer. Tudo se fazia.

Desde a mais ousada aventura de um pique em cima da mangueira ou andar sobre a cerca do curral até o calmo e tranqüilo brinquedo de casinha ou de roda. As artes eram freqüentes, desde estancar a bica de água com o chapéu dos visitantes ao furto de bolachas, quando, em uma vez, o autor apressado levou junto à dentadura da avó. Sem se dar conta, chega à adolescência, o grupo se torna maior porque se junta à turminha mais velha.

A turma das meninas se dividia sempre para proteger as fumantes, em especial àquela que queria a irmã alheia a seu vicio. Esta estratégia foi usada por muito tempo e nunca traída.

A vida de todos era um livro aberto. Todos participavam das dúvidas, anseios e esperanças um do outro. Não havia segredos.

Os passeios eram muito limitados. Uma vez por ano a Festa da Nossa Senhora da  Abadia em Uberaba, algumas festas folclóricas da região, um ou outro casamento.

Em compensação, reuníamos com freqüência na casa de um tio e ali, ao som de uma vitrola de 78 rotações, dançavamos horas a fio. Juntos, vivemos intensamente e plenamente os belos dias que a vida nos proporcionou até quando, par cumprir a missão que o Todo Poderoso reservou a cada um, tomamos rumos diferente. Muitos partiram, mas deixaram um pedacinho do seu coração plantado bem fundo naquele torrão tão querido chamado Santo Inácio.

Na última vez que estive com um dos primos muito querido, ele me disse uma grande e profunda verdade: Somos uma família. Somos irmãos. Quanta veracidade em suas palavras!  Sim, não tenha dúvidas, somos, realmente, uma só família, um só coração.

Texto de Luciana de Castro Silveira, neta do boiadeiro Totonho.

=

Uma pista que não se confirmou:

Achamos, no CHF, Centro da História da Família, da Igreja dos Mórmons, um Lourenço, nascido em 1748, filho de Heitor Carrilho que pode ser ele.

Lourenço, filho de Heitor Leitão e Joana de Jesus, batizado, em 04 DEC 1749, no Concelho de Condeixa, Coimbra, Portugal.

Acredito que trata-se de Lourenço filho de Heitor Leitão e Joana de Jesus, batizado em 04 DEC 1749, no Conselho de Condeixa, Coimbra, Portugal.

http://www.cm-condeixa.pt/menu/concelho/freguesias.html

Mágoa de Boiadeiro: Composição: Índio Vago – Nonô Basílio. Nota: Esta canção mistura peão de boiadeiro com o Boiadeiro.

Antigamente nem em sonho existia
Tantas pontes sobre os rios nem asfalto nas estradas
A gente usava quatro ou cinco sinueiros
Prá trazer os pantaneiros no rodeio da boiada

!
Mas hoje em dia tudo é muito diferente
O progresso nossa gente nem sequer faz uma idéia
Que entre outros fui peão e boiadeiro
por esse chão brasileiro os heróis da epopéia

!
Tenho saudade de rever nas currutelas
As mocinhas nas janelas acenando uma flor
Por tudo isso eu lamento e confesso
Que a marcha do progresso é a minha grande dor

!
Cada jamanta que eu vejo carregada
Transportando uma boiada já me aperta o coração
De quando olho minha traia pendurada
De tristeza dou risada prá não chorar de paixão

!
O meu cavalo relinchando campo a fora
Certamente também chora na mais triste solidão
Meu par de esporas meu chapéu de aba larga
Uma bruaca de carga o berrante e o facão

!
O velho basto o meu laço de mateiro o polaco
E o cargueiro o meu lenço e o gibão
Dainda resta a guaiaca sem dinheiro
Deste pobre boiadeiro que perdeu a profissão

!
Não sou poeta, sou apenas um caipira
E o tema que me inspira é a fibra de peão
Quase chorando meditando nesta mágoa
Rabisquei estas palavras e saiu esta canção

!
Canção que fala da saudade das pousadas
Que já fiz com a peonada junto ao fogo de um galpão
Saudade louca de ouvir um som manhoso
De um berrante preguiçoso
Nos confins do meu sertão.

Sempre que o Serjão ou outros cantam esta homenagem ao Padrinho Totonho, eu choro.

=====

BEM E VOCÊ QUER SABER COMO ERAM AS  mocinhas na janela? 

Eram  assim:

O Visconde de Taunay conta que, em 1868:

 “Era preciso muito amor para em Uberaba tentar galantear damas acanhadíssimas, mal amanhadas e, por cima, rigorosamente espionadas e guardadas à vista”.

=

====

EU, BOI E A BOIADA,

Maciel Corrêa e Dino Franco:

Nasci para ser boiadeiro

E gosto da profissão

Meu teto é o céu azul

E Deus minha proteção

Vivo tocando boiada

Ao longo do estradão

Na frente vai Zé Arroio

Berranteiro dito peão

Na frente vai Zé Arroio

Berranteiro dito peão

Quando a tarde declina

Eu faço minha pousada

Reúno meus companheiros

Descanso minha boiadeira

Ao tilintar dos cincerros

Eu canto esta toada

Me lembra o rosto risonho

Da minha mulher amada

Me lembra o rosto risonho

Da minha mulher amada

Bem cedo eu me levanto

E tomo um café bem forte

Ponho meu gado na estrada

Seguindo o rumo do Norte

Sem pressa vou caminhando

Assim é o meu transporte

Me sinto muito feliz

Sou um boiadeiro de sorte

Me sinto muito feliz

Sou um boiadeiro de sorte

Vai boiada pantaneira

Esqueça de Pochorel

Seguimos a passos lentos

Sem pressa e sem tropel

Eu também sou boi de corte

Distante do meu cartel

Assim também vou seguindo

Para a querência do céu.

Assim também vou seguindo

Para a querência do céu.

=

Link:

http://www.vagalume.com.br/geraldo-vandre/disparada.html#ixzz37xfYKyVh

=

Vamos escutar esta música com o Jair Rodrigues, natural de Santa Rita do Paraíso (Igarapava-SP), uma música de BOIADEIRO:

Disparada, de Geraldo Vandré:

E  agora, esta música cantada pelo Sérgio Reis, (SERJÃO), música de BOIADEIRO:

Mágoa de Boiadeiro:

E com a “Orquestra VIOLA CAIPIRA”:

=

Nossa Senhora da Abadia é também conhecida pelo titulo de Santa Maria do Bouro, pois é originária do convento do Bouro, próximo à cidade de Braga, em Portugal. Segundo a lenda, a imagem de Nossa Senhora da Abadia é muito antiga, tendo pertencido a um recolhimento religioso conhecido por Mosteiro das Montanhas, que existia naquelas paragens por volta do ano 883. Quando os sarracenos invadiram a Península Ibérica, os monges fugiram, escondendo a imagem da Virgem Maria.

Os séculos passaram. No tempo do Conde D. Henrique, um antigo fidalgo da corte, Pelágio Amado, fugindo aos faustos desse mundo, retirou-se para a ermida de São Miguel, a pouca distância de Braga, onde foi viver com um velho ermitão que ali morava há muitos anos. Certa noite, avistaram uma grande claridade que vinha do centro de um vale próximo e como este fato se repetisse na noite seguinte, ficaram os dois vigiando e ao amanhecer foram verificar a origem daquela estranha luz. Encontraram escondida entre os penedos uma imagem de Nossa Senhora e, cheios de alegria à vista daquele tesouro, os eremitas se prostraram, agradecendo a Deus por tão singular favor. Mudaram a sua morada para aquele sitio e ali edificaram uma pequena ermida, onde colocaram a imagem da Santa.” Teve noticia da descoberta o arcebispo de Braga e foi pessoalmente visitar os ermitães. Verificando a pobreza em que viviam, mandou construir uma igreja de pedra lavrada digna de abrigar a Mãe de Deus.

Aos poucos, vários monges se uniram aos dois santos homens e a fama dos milagres de Nossa Senhora da Abadia se espalhou pela terra portuguesa, a ponto de o rei D. Afonso Henriques ter ido especialmente visitar o santuário, onde deixou uma boa esmola para o culto divino e as necessidades daqueles servos de Deus. Após a descoberta do Novo Mundo, a pequena imagem de Nossa Senhora da Abadia atravessou o oceano no surrão de algum devoto bracarense e foi instalar seu culto nos chapadões do «Triângulo Mineiro», onde várias cidades a tomaram por Padroeira. Passou depois para Goiás, localizando-se principalmente em Muquém e na antiga capital da província, a Vila Boa, que conserva ainda sua bela matriz, edificada no século XVIII. Atualmente uma das localidades mais famosas pelas romarias é a de Nossa Senhora da Abadia da Água Suja, antigo centro de garimpagem de diamantes.

O Santuário da Virgem do Bouro nesse rincão das Alterosas atrai todos os anos no dia 15 de agosto um grande número de devotos e a procissão é célebre pelo pitoresco das promessas. Aqui um peregrino anda vergado sob o peso de enorme pedra, outro carrega um aleijado nos ombros e vêem-se ainda homens sem camisa levando velas ou vasilhas de água na cabeça; outros açoitam-se ou fingem açoitar-se durante o cortejo noturno. Tudo isso em agradecimento às graças alcançadas por intermédio de Nossa Senhora da Abadia.

Na progressista cidade de Uberaba é também grande a devoção a Santa Maria da Abadia do Bouro. Sua igreja, construída em fins do século passado, no milésimo ano do aparecimento da imagem em 1883, após muita insistência junto às Autoridades Eclesiásticas, teve inicio com solene missa oficiada pelo vigário e acompanhada pela banda de música «união uberabense».

Junto ao templo havia uma cisterna cuja água era considerada milagrosa pelo povo, a ponto de virem pessoas de longe em busca do precioso líquido. Houve entretanto vários abusos e um dia, inexplicavelmente, a cisterna secou.

Iniciada a edificação da igreja, foi mandada vir do Rio de Janeiro uma bonita imagem de Nossa Senhora da Abadia, que permaneceu na Matriz de Uberaba até a inauguração do templo em 1884. A afluência de fiéis era tão grande, que foi necessário aumentar o recinto nos dias de festa com toldos cobertos de folhas de palmeiras, para que o povo tivesse um abrigo durante as cerimônias religiosas. Posteriormente a igreja da Abadia foi ampliada e reformada.

A festa de 15 de agosto tornou-se a mais popular e concorrida da redondeza e o uberabense, por mais longe que esteja, ao aproximar-se a grande data, volta á sua terra para matar as saudades e para render culto a Nossa Senhora da Abadia.

Fontes:

Augusto de Lima Júnior, “História de Nossa Senhora em Minas Gerais”, Imprensa Oficial, Belo Horizonte, 1956

Nilza Botelho Megale, “Invocações da Virgem Maria no Brasil”, Ed. Vozes, 4a. ed., 1998

Edésia Aducci, “Maria e seus títulos gloriosos”, Ed. Loyola, 1998

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Boiadeiro Errante, Composição: Teddy Vieira

Eu venho vindo de uma querência distante.

Sou um boiadeiro errante, que nasceu naquela serra.

O meu cavalo corre mais que o pensamento, ele vem no passo lento porque ninguém me espera!

Tocando a boiada, Auê-uê-uê-ê boi eu vou cortando estrada.

Uê boi Tocando a boiada, Auê-uê-uê-ê boi eu vou cortando estrada!

Toque o berrante com capricho, Zé Vicente, mostre para essa gente o clarim das alterosas.

Pegue no laço, não se entregue companheiro, chame o cachorro campeiro que essa rez é perigosa!

Olhe na janela, Auê uê uê ê boi que linda donzela.

Uê boi

Olhe na janela Auê uê uê ê boi que linda donzela!

Sou boiadeiro.

Minha gente o que é que há?

Deixe o meu gado passar, vou cumprir com a minha sina.

Lá na baixada quero ouvir a siriema, prá lembrar de uma pequena que eu deixei lá em Minas!

Ela é culpada, Auê uê uê ê boi de eu viver nas estradas.

Uê boi

Ela é culpada Auê uê uê ê boi de eu viver nas estradas!

O rio tá calmo e a boiada vai nadando.

Olhe aquele boi berrando.

Chico Bento corre lá!

Lace o mestiço, salve ele das piranhas, tire o gado da campanha pra viagem continuar!

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Santuário de Nossa Senhora da Abadia, na Freguesia do Bouro, no Concelho de Amares

Freguesia de Bouro (Santa Maria), Amares

Santuário composto por capelas de via sacra, edifícios de apoio aos peregrinos, fontes, cruzeiro e igreja. O Santuário de Nossa Senhora da Abadia tem já uma longa tradição, sendo por muitos considerado o Santuário mariano mais antigo de Portugal, que data dos séculos VII e VIII. À sua volta impera uma natureza deslumbrante.

O Santuário de Nossa Senhora da Abadia esta situado a cerca de 4Km do Mosteiro de Santa Maria Bouro. Localiza-se a meia encosta, num lugar completamente isolado.

À sua volta impera uma natureza deslumbrante, oxigenada pelos enormes plátanos que envolvem o terreiro que dá acesso ao adro do grande santuário e a vegetação do ribeiro que se escapa entre as agrestes serranias, quebrando o silêncio religioso de um recanto de oração e lazer.

Não tendo a sofisticação do mosteiro de Santa Maria do Bouro, em baixo no vale, este santuário mariano, muito antigo, impressiona pelo seu enquadramento paisagístico excepcional, a meia encosta e rodeado por uma mata verdejante. Os edifícios actuais são setecentistas, construídos num granito austero. Há uma calçada medieval que trepa a encosta ligando os dois locais de culto, oportunidade para sentir esta serra extraordinária que se eleva até Terras do Bouro.

O interior do templo setecentista, tem três naves, separadas por arcadas de volta inteira assentes em colunas toscanas.Neste local, segunda a lenda, teria sido encontrada num penedo, por revelação miraculosa, uma imagem da Virgem Maria, onde, supostamente, foi escondida, na altura da invasão árabe.

Do primitivo santuário não existem vestígios.

DE ONDE VEIO NOSSO APELIDO:

O Sobrenome, Apelido, Castro:

Los Castrum eran los campamentos fortificados Romanos que las Legiones Romanas contruían en campaña, normalmente eran campamentos fortificados completos, reforzados mediante empalizadas y un profundo dique, que proveían una base para el almacenamiento de suministros, reorganización de tropas y defensa.

Los Castrum

Los romanos construían un nuevo campamento cada vez que recorrían un día de marcha (alrededor de 30 km). Los campamentos eran destruidos al día siguiente, antes de retomar la marcha. Además de una necesidad militar, representaban un simbolismo religioso. Existían cuatro puertas de acceso, conectadas por dos arterias principales, que se cruzaban en el centro del campamento, lugar donde se encontraban las tiendas de mando.

Los Castrum

Del mismo modo, se respetaba un espacio para la construcción de un altar donde poder llevar a cabo los oficios religiosos. Todo se hallaba estandarizado, desde la posición del equipaje, equipamiento y unidades del ejército específicas, hasta los deberes de los oficiales que debían distribuir centinelas, piquetes y órdenes para la marcha del próximo día.

La construcción del campamento llevaba entre 2 y 5 horas, durante las cuales parte del ejército trabajaba, mientras el resto montaba guardia, dependiendo de la situación táctica. Ningún otro ejército mantenía durante tanto tiempo este método sistemático de construcción de campamentos, incluso si el ejército descansaba por sólo un día.

Los Castrum

Los Castrum, campamentos fortificados Romanos

El arte, que lo era, de la construcción de estos campamentos se denominabaCastrametación (del latín castrametari, término usado por Tito Livio, y que se compone de castra, plural de castrum, campamento, y metari, medir).

Aunque todos los pueblos guerreros de la Antigüedad tuvieron su modo peculiar de acampar, ninguno llegó al grado de perfección de los romanos, cuyos campamentos se consideran un modelo. Ellos fueron realmente los creadores de la castrametación, y por los minuciosos pormenores con que tratan del asunto las obras de Polibio, Vegecio y Justo Lipsio, se puede deducir la importancia que le dieron.

Los Castrum

Los campamentos del ejército romano siempre fueron edificados conforme a un cierto modelo, de planta rectangular y con dos pasos principales que se cruzaban: el “Cardo Maximus“, que se extendía al norte y al sur, y el “Decumanus Maximus” al este y al oeste, lo que dividía el campo en cuatro partes iguales.

Los Castrum

Las avenidas acababan en cuatro portales. El foro se ubicaba en la intersección del Cardo Maximus y el Decumanus Maximus. El resto de las calles y construcciones se hallaban paralelas a las principales, las cuales formaban un patrón de cuadrícula que se utiliza mucho en las ciudades.

Los Castrum

El castrum o campamento militar romano fue el origen de numerosas poblaciones en Europa, algunas de las cuales conservan hasta el día de hoy rasgos de sus modelos originales (por ejemplo Castres en Francia, Barcelona en España). Muchos pueblos de Inglaterra aún mantienen derivados de la palabra castra en sus nombres, como Lancaster, Chester, Leicester y Mánchester, por ejemplo.

Los Castrum

El castrum fue la base del modelo empleado por los colonos españoles en América, el “tablero” de 7 manzanas de 100m por lado con una Plaza de Armas en el centro cerca de un río y de una colina defendible, siguiendo estrictas normas impuestas por la monarquía española para la fundación de nuevas ciudades en el Nuevo Mundo.

Esta idea general fue tomada después, con las Ordenanzas de Felipe II en el siglo XVI para la fundación y organización urbanística de la mayor parte de las 40 000 ciudades que los españoles fundaron en América.

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90 Respostas to “0 1 c Antônio Carrilho de Castro, de Uberaba-MG – Os Carrilho de Castro – Boiadeiros do Pantanal – de Candeias-MG, Formiga-MG, Iguatama-MG, Uberaba-MG, e, Goianésia-GO – Antônio Carrilho de Castro Filho – (Boiadeiro, e, filho de Capitalista de Uberaba-MG) – casado com uma sobrinha sua, bisneta do Capitão Domingos da Silva e Oliveira”

  1. Thiago Arantes Says:

    Prezado,

    Achei muito bacana encontrar um pouco da historia de minha família mesclada com a da tua. Sou tetra-neto do Tutuna Arantes e tenho a mesma foto dele junto ao burro, só não tenho a dedicatória do verso!! Gostaria muito que você pudesse me dizer o que está escrito nela, pois a imagem está em baixa resolução e não consegui vizualizar bem.

    Grato,
    Thiago Arantes
    Campo Grande – MS

    Minha genealogia: Vicente Alves Arantes (Tutuna)>Cacildo Arantes>Oswaldo Arantes>Oswaldo Arantes Filho>Thiago Arantes

  2. Lúcio de oliveira falleiros Says:

    Estou confeccionando um site com a árvore genealógica de JOSÉ JUSTINO FALEIROS, avô de MAXIMINA AUGUSTA DE MELLO e bisavô de EULINA DE MELLO LIMA ( Solina) . ESTOU APROVEITANDO ALGUMAS FOTOS DO SEU SITE, DOS RELACIONADOS COM O LIVRO QUE TENHO DOS FALEIROS, QUE TAMBÉM SERÁ COLOCADO NO SITE.
    PARABÉNS PELO TRABALHO
    ÓSCULOS E AMPLEXOS

  3. Lúcio de oliveira falleiros Says:

    ÓSCULOS E AMMPLEXOS

  4. MAFRIA SYLVIA NOGUEIRA DE TOLEDO Says:

    Seria possível ter notícias da família de minha avó GALDINA DE CASTRO NOGUEIRA, filha de DOMICIANO DE CASTRO E ANA. Minha avó GALDINA tinha uma irmã, que se chamava ESTRATONÍCIA DE CASTRO (TIA TONICHA), mãe dos famoso ator da televisão CASTRO GONZAGA e avó de REINALDO DE CASTRO. Minha avó nasceu em CANDEIAS, MG, em 14 de julho de 1879 e casou-se em Cravinhos, SP, com SYLVESTRE OZÓRIO NOGUEIRA. Sua mãe morreu quando nasceu a irmãzinha, ANA.
    O vovô DOMICIANO casou-se outra vez e teve um filho chamado HENRIQUE DE CASTRO, famoso Radio Amador, em São Paulo, onde tinha uma loja de artigos para radio amador.
    Vovô DOMICIANO contratava pessoas e derrubava matas para abrir fazendas.

    • capitaodomingos Says:

      temos o livro do gomide e um rapaz que herdou documentos da familia que ficou lá em candeias.
      temos o livro de oliveira que fala um pouco dos castro.
      agradecemos a informação, mande-nos mais sobre os castro.
      já ouvi dizer também que altamiro carrilho é da família.

    • capitaodomingos Says:

      Este site tem muito também da família nogueira

    • capitaodomingos Says:

      Não conhecemos este lado da familia, obrigado pelo envio de dados.
      procure um rapaz chamado flavio castro que tem documentos da familia castro em candeias.

  5. vinicius Says:

    Sou filho de Georgelina Correia, filha de Elias Hermenegildo Correia, era dono da Fazenda Santo Inácio nos anos 50. Gostaria de saber se alguem os conheceu, fotos, informações, depoimentos, etc. Sou saudosista e tenho muita curiosidade em saber melhor sobre o passado de minha mãe. Meu tio Lauriston Correia ainda mora em Conceição. Minha infancia e adolecencia foi na Santo Inácio, pescava no ribeirão atraz da fazenda! Que saudades! Antes de ir pra fazenda parávamos na Capelinha do Barreiro, onde morava minha tia Zica, aí pegávamos o Leiteiro pra ir até a fazenda! Ficarei grato por qualquer informação. Obrigado.

    • capitaodomingos Says:

      Este Santo Inacio é em conceição das alagoas.
      Correia de lá é o Sebastião Hilário Correia casado com Tia dinorá.

      • vinicius Says:

        Gostaria q fosse mais claro em sua resposta. Conheceram ou não o Sr.Elias Hermenegildo Correia? Esta fazenda q citam também não é em Conceição das Alagoas?

      • capitaodomingos Says:

        sim, o djalma morava lá até pouco tempo, sempre teve gente nossa lá.. a dulce e o onofre moravam até poucos anos atras. a casa do boidadeiro caiu anos atras. lá em conceição todo mundo conhece o onofre, a dulce o djalma,, herdeiros da tia cleonice filha do boiadeiro. a fazenda foi comprada pelo totonho em 1924 mas não peguei a certidão da compra ainda. sei que pertencia ao pai de uma vereador de uberaba em 87-91, mas não me lembro qual vereador. antes o totonho morou na ressaca na baixa. eu conheço os corria capucci nossos parentes. ao que sei só a parte da tia Cleonice não foi vendida ainda.

  6. imelda araujo silva Says:

    Muito interessante ter o conhecimento, de nossas raizes; mas gostaria de saber,da se ainda é vivo Onésio de Castro oa, q expunha bois na Feira Agropecuária de Imperatriz no Ma; nos Anos;76/78.

  7. Flávio de Castro Says:

    Olá, eu sou o Flávio de Castro de Candeias, tenho muito material sobre a família naquela região. Hoje resido em Belo Horizonte.
    Meu e-mail: fdcastro@ymail.com

    • capitaodomingos Says:

      Sim, eu te conheço, faça tudo para herdar documentos do gomide.
      Achei um batismo de filha do lourenço em Piui.
      mantenha sempre contacto e se possível escanei e mande as fotos que vc tem
      me manda também certinho caminho para ir a fazenda que foi do murilo e lourenço.
      obrigado.

  8. Honorio Carrilho de Castro filho Says:

    Gostei muito de ter encontrado este site, sou um carrilho de Castro, neto de Otavio Carrilho de castro. Meu pai se orgulhava de mais da familia Carrilho de Castro e Costumava dizer que era de uma raça de mineiros (Minas Gerais), de Formiga e região do triângulo mineiro. Lembro também de algus nomes da familia, comtados em lindas e emocionantes histórias do tio Zéca, Arariba e Além Castro. Vaqueiros e boiadeiros estavam em 100% dos contos familiares, porém infelizmente não temos registros dessas histórias, pois na época eramos todos novos não ainda não nos tinha despertado o interesse sobre a família, e por isso não sabemos quais os ascendentes dos nossos carrilho de Castro. A unica certeza é que temos parentesco com as pessoas citadas aqui. Esperamos poder contribuir com vocês no que pudermos e quem sabe também com a sua ajuda, descobrirmos a nossa linha dos Carrilho de castro

    • REGIANNI DE CASTRO Says:

      GOSTARIA DE ENCONTRAR A FAMILIA DE MEU PAI E POR ISSO ESTOU ESCREVENDO.SOU FILHA DE JURANDYR CARRILHO DE CASTRO E NETA DE OCTAVIO CARRILHO DE CASTRO.HOJE REVIVI TODA MINHA INFÂNCIA E GOSTARIA DE SABER COMO ESTÁ A FAMÍLIA.

  9. sandra carrilho de castro Says:

    SOU FILHA DE HONÓRIO CARRILHO DE CASTRO,ORGULHOSO DE SEU SOBRENOME E DE DESCENDER DE UMA FAMILHA DE MINEIROS(MINAS GERAIS)BOIABEIROS .COM MUITAS HISTORIAS QUE SEU PAI OTÁVIO CARRILHO DE CASTRO (LEITEIRO) EM PINDORAMA ESTADO DE S PAULO LHE CONTAVA. PENA TER ENCONTRADO ESTE SITE SÓ AGORA ,UM ANO APÓS SUA MORTE .ELE SE DELICIARIA EM OUVIR TODAS AS HISTÓRIAS QUE ACABO DE LER NO SITE SOBRE SUA ORIGEM NESTA TERRA MARAVILHOSA, POIS ELE ERA UM HOMEM DE MUITAS HISTORIAS !

    • capitaodomingos Says:

      leia a pagína da carta dos boiadeiros a D. Pedro II

    • Pedro José de Castro Says:

      Prezada Sandra,

      Em pesquisa neste site li seu comentário a respeito de seu avô ,Otávio Carrilho de Castro, de Pindorama-SP. Tenho certeza que seu avô era primo-irmão de meu pai, Minervino Carrilho de Castro, de São José do Rio Preto. Acredito que voce tenha um tio chamado Jurandir, que teve farmacias no bairro de Santana-SP-Capital,caso eu esteja correto voce é minha prima

      Responda por favor

      Grato,

      Pedro

      • capitaodomingos Says:

        vcs sabem alguma coisa do SALVADOR CARRILHO DE CASTRO de eldorado paulista?

      • STELA MARIS DE CASTRO Says:

        Olá eu sou Stela Filha de jurandyr que tinha farmacias em santana – sao paulo -(primo do Minervino),irmao de Ordalino e mais irmaos , e que tinha uma irmã chamada ligia magda.certo?
        faz tanto tempo mais acho que é isso.

    • REGIANNI DE CASTRO Says:

      SOU REGIANNI , FILHA DE JURANDYR CARRILHO DE CASTRO E NETA DE OCTAVIO CARRILHO DE CASTRO E JOANA DE CASTRO.SE VC É QUEM ESTOU PENSANDO, SOMOS PRIMAS E TENHO MUITAS BOAS RECORDAÇÕES DE SEUS PAIS.

  10. samuel miranda carrilho Says:

    Ola! meu nome Samuel Miranda Carrilho, neto de Jordelina Carrilho de Castro, filho de Antonio Carrilho, gostei muito de ter conhecido um pouco mas da historia da familia Carrilho de Castro gostaria que me mandasse mas informçao sobre a familia, sei que parte mora em Goianesia GO e parte em Minas MG e nos que moramos em Acreuna Go desde ja muito obrigado!

  11. Pedro José de Castro Says:

    At. Jose Honorio e Sandra Carrilho de Castro (netos de Otavio Carrilho de Castro-de Pindorama

    Como informei anteriormente , sou filho de Minervino Carrilho de Castro,nascido em Taiaçu, e que viveu em São José do Rio Preto.
    Era primo irmão de Otavio, Dario,Jose Honorio e Eucledes Carrilho de Castro.
    Meu e-mail : pjcastro@uol.com.br

    Abraços,

    Pedro José de castro

    • Thiago Says:

      Ola Pedro, meu nome é Thiago, filho de Sandra, Escutei muito falar sobre seu pai e tios. Me lembro do nome deles, se não me engano eram; Minervino, Ordalino, Getulino e Oscalino. É isso? Grande Abraço.

  12. STELA MARIS DE CASTRO Says:

    Olá eu sou Stela Filha de jurandyr que tinha farmacias em santana – sao paulo -(primo do Minervino),irmao de Ordalino e mais irmaos , e que tinha uma irmã chamada ligia magda.certo?
    faz tanto tempo mais acho que é isso.

  13. REGIANNI DE CASTRO Says:

    SOU REGIANNI DE CASTRO, FILHA DE JURAMDYR CARRILHO DE CASTRO E NETA DE OCTAVIO CARRILHO DE CASTRO DE PINDORAMA. GOSTARIA MUITO DE MANTER ALGUM CONTATO COM MEUS FAMILIARES QUE AQUI ESTÃO. GOSTARIA DE CONSEGUIR O EMAIL DE HONORIO E SANDRA, FILHOS DE MEU SAUDOSO TIO HONÓRIO E TIA ELVIRA.

  14. ALTAIR DE CASTRO Says:

    Olá, meu nome é Altair de Castro, Sou filho de Amador Carrilho de Castro, meu Avô se chamava Oscar Carrilho de Castro e o Bizavô Francisco Carrilho de Castro, casado com Joana. Meu Pai e meu avô são naturais de Santo Antonio do Monte-MG, vieram para Goiás por volta de 1950, os dois já faleceram. Gostaria de Saber se tem algum parente deles Nesta cidade ou regiao, e, qual origem dessa famlia.

    Obrigado.

    • capitaodomingos Says:

      vc vieram de Uberaba? Sabemos que todos descendem de Lourenço Carrilho Leitão de Castro. e Sabemos que seu neto Severiano Carrilho de Castro teve muitos filhos em uberaba, dos quais a maioria foi para goiás.

  15. Cesar eduardo Says:

    Sou , César Eduardo carrilho de castro . Filho de mirian Rita Carrilho de castro e neto de Jose carrilho de castro . Minha familia q conheço está espalhada em Ubera – MG , Tambaú – SP , iporá- GO , goiânia – GO .

    Meu msn para contato é : cesar_789_@hotmail.com

  16. Octavio Carrilho de Castro Netto Says:

    SOU O NETO DE OCTAVIO CARRILHO DE CASTRO E FILHO DE JURANDYR CARRILHO DE CASTRO E DALVA BARBOSA, IRMÃO DE STELA E REGIANNI DE CASTRO E JURANDYR JR E GABRIELA CARRILHO DE CASTRO.
    MUITO BOM ENCONTRAR O PASSADO, MEU PAI E MAE JA FALECIDOS, NEM IMAGINARIAM COMO A TECNOLOGIA NOS LEVA A ESSES ENCONTROS.
    AGUARDO CONTATOS
    ABRAÇOS

  17. Marcos Acacio Morais de Oliveira Says:

    Ola, Meu nome e Marcos Acacio Morais de Oliveira, sou filho de Acacio Carrilho de Oliveira, neto de Antonio Carrilho de Oliveira(Tio Tonico) como era conhecido na familia, Bisneto de João de Aquino e Vovo Elisa. Conheci e conheço varios membros da Familia do Boadeiro Totonho de Castro e tia Senquinha, Seuis filhios Doro, Levindo, Agripina, Dalva, Cidalia, Cleonice e Dinorá, todos meus primos em segundo grau, primos em primeiros grau de meu pai.
    Achei o maximo este site, pois me relembra parte de minha historia familiar”Saudades de Tempos que se foram”.

    • capitaodomingos Says:

      ok. tem uma tia sua que mora perto do estádio de futebol que tem objetos do tio tonico. ela ficou de me dar, mas já deve ter jogado fora. se não jogou gostaria que escaneasse e me mandasse. é uma tia qeu é viuva. ela tinha um jornal de 1898, um titulo de eleitor do tonico e um do doro, dos anos 20. obrigado.

  18. Marcos Acacio Morais de Oliveira Says:

    Quero deixar tambem afirmado que conheci e conheço alguns membros de minha familia, por parte dos Palhares, fundadores da hoje Funeraria Irmãos Palhares aqui em Uberaba.

    • capitaodomingos Says:

      sim, netos da tia Augusta. Túmulo dela é no começo do cemitério à esquerda. Todos se conheciam: Tia Augusta, Tio João de Aquino da Ferroviária com os filhos da Vovó Elisa. O tio João de Aquino me contou que a tia Augusta uma vez falou de uma mulher do RJ que apareceu em Uberaba e que podia ser irmão deles também.

  19. Tânia Arantes Says:

    Sou filha de Antonio Borges Arantes (falecido), neta de Edmundo Arantes e Maria Borges Arantes, Bisneta de Vicente Alves de Arantes Tutuna e Tarquilina C. Castro, fico muito feliz por ver um pouco da história da minha família pois hoje meu pai já não pode mais falar a respeito dos seus antepassados.
    Obrigada

    • capitaodomingos Says:

      obrigado. procure nos comentários que tem outro arantes que visitou o site. Gostaria que mandasse os nomes dos filhos e netos deles. Veja as outras páginas da Sibila que falam da Tarquelina. Você conhece a Cecília do Mário Palmério?

  20. Tânia Arantes Says:

    A Cecília é prima do meu pai (Antonio Borges Arantes) ele era muito amigo do Mário Palmério
    Meu Avô Edmundo Arantes casado com Maria Borges Arantes teve 8 filhos
    JOÃO ARANTES( falecido) Casado com Ilda do Vale Arantes(filhos Walter,João, Renato e Marília)
    ANTONIO BORGES ARANTES (falecido) primeiro casamento com Maria Helena Arantes (sua prima e que era filha de Isoleta, não tiveram filhos) segundo casamento com Herothides Rodrigues Arantes (filhas Mônica que também teve duas filhas (Monica regina e Mônica Fernanda) e eu Tânia que tive dois filhos (Carlos Arantes Parreira e Laura Arantes Parreira)
    PAULO ARANTES (falecido) casado com Eleusa Arantes (tiveram 4 filhos Ricardo, Vicente Tutuna, Paulo Jr e Marina Arantes)
    Depois envio os nomes das minha tias e respectivos casamentos e filhos.
    como você tem meu e-mail se quiser posso fazer um relato e enviar direto para seu e-mail com todos os nomes que eu conseguir de filhos netos e bisnetos.
    Mas agradeço a sua resposta pois com o falecimento do meu pai e meus tios as histórias vão se perdendo e assim posso resgatar umpouco do que ficou perdido

    • capitaodomingos Says:

      ok. a minha mãe ensinou (tipo reforço, aula particular para o marcelo filho da cecilia). dizem que foi a cecilia realmente que começou com tudo, as escolas… o doutor getulio almoçava no mario e quase minha mae serviu o doutor getulio… tambem conheço o grilo de passos-mg que passou o caso horroroso ocorrido lá… que deu origem ao livro do mario palmerio..chapadão do bugre…. eu sei que os arantes foram para dourados quando o doutor getulio criou a colonia nacional lá. o mais interessante é porém… a historia do pai do primeiro marido da tarquelina (seu tio), que teve filhos com 5 mulheres (uma delas a Sibila nossa avó). quando eu ia fotografar seu testamento em uberaba no arquivo a bateria pifou… muito obrigado pelo contacto. divulgue o site.

  21. Tânia Arantes Says:

    Meu Pai saiu de Uberaba com 32 anos e veio para São José do Rio Preto e estamos aqui até hoje.
    A amizade do meu pai com o Mário Palmério era muito grande pois enquanto ele morou em Uberaba eles participavam da casa um do outro e quando viemos para cá ele nos visitava.
    Pena que meu pai não está mais aqui, pois ele contava muitas historias do tempo dele em Uberaba, inclusive do Getúlio, algumas coisas ainda me lembro.
    Mas é realmente encantador saber que outras pessoas também buscam suas raízes.
    Um grande abraço

  22. Tânia Arantes Says:

    A sobrinha do meu pai, filha da Tia Maria casou-se com o Filho do Dr. Lotf João Bassitt e o irmão dela casou-se que é médico também se casou com a filha do Dr. Lotf bassitt. Você os conhece?

    Abraços

  23. Tânia Arantes Says:

    A sobrinha do meu pai, filha da Tia Maria casou-se com o Filho do Dr. Lotf João Bassitt e o irmão dela que é médico também se casou com a filha do Dr. Lotf bassitt. Você os conhece?

    Abraços

    • capitaodomingos Says:

      não, eu sei que a dona yolanda é muito famosa. Se não me engano é víuva do doutor Badid Bassit.

    • capitaodomingos Says:

      oi: quem me falou dos bassit foi a Isabel quando a entrevistei. voce sabe que tem livro dos arantes, né, essa familia é muito pesquisada. A Isabel gostava muito do doutor Altino Arantes presidente de São Paulo no tempo da primeira guerra mundial.

      esse é o comentario do tiago seu primo:
      Thiago Arantes Disse:
      julho 26, 2009 às 2:50 am | Responder editar
      Prezado,

      Achei muito bacana encontrar um pouco da historia de minha família mesclada com a da tua. Sou tetra-neto do Tutuna Arantes e tenho a mesma foto dele junto ao burro, só não tenho a dedicatória do verso!! Gostaria muito que você pudesse me dizer o que está escrito nela, pois a imagem está em baixa resolução e não consegui vizualizar bem.

      Grato,
      Thiago Arantes
      Campo Grande – MS

      Minha genealogia: Vicente Alves Arantes (Tutuna)>Cacildo Arantes>Oswaldo Arantes>Oswaldo Arantes Filho>Thiago Arantes

    • capitaodomingos Says:

      Eu adoro Rio Preto, conheço desde criança, e tenho conhecidos de infância lá no Boa Vista.

  24. Tânia Arantes Says:

    Bady Bassitt é irmão do Dr. Lotf João Bassitt( que já foi prefeito de Rio Preto), quanto ao Thiago imagino que ela seja filho do primo do meu pai que mora em Araçatuba, então devo ser prima em 3 grau imagino.
    eu moro em Saõ José do rio Preto e você mora onde?
    Um dia quando der vou até Uberaba pra ver se consigo encontrar com Marcelo filho do Mário Palmério e ver se ele tem o livro da família.

    • capitaodomingos Says:

      Sim, eu sempre escuto a música “Rio Preto de luto” que fala do Badid Bassit (A cidade de Badid Bassit se chamava, antes, “Borboleta’, lindo nome). A Isabel também contou que passaram lá, por volta de 1990, pesquisando os Arantes. Eu moro em São josé dos Campos-sp, leia o capitulo 1 “Apresentação do site”. Muito obrigado por suas informações. Estou sempre ampliando o site, colocando mais informações e fotos. tem uma pagina que coloquei o album de fotos quase todo. Irei a Uberaba em um casamento dia 14. Sei que morreu ano passado o filho do Amélio Arantes, o Antonio, com mais de 80 anos. O filho dele ainda mora na Carlos Rodrigues. Voce sabe que em Uberaba tem um bairro Tutunas né? onde foi terra do Vicente.

  25. Edson Castro Says:

    Sou da família Castro de Formiga-MG, Meu Bisavô Antônio Xavier de Castro, meu Avó Antônio Xavier de Castro, meu pai de saudosa memória José Antônio de Castro, o qual estimava muito nosso sobrenome Castro. Gostaria de saber se minha linhagem tem algum elo com sua ramificação familiar?

    Atenciosamente,
    Edson Castro

    • capitaodomingos Says:

      Sobre nossos Castros ler neste site, a página Antonio Carrilho boiadoeiro e apartir dela as outras da familia. é a segunda pagina de cima para baixo, logo após apresentação.

  26. Marivaldo Carrilho Says:

    so Marivaldo Carrilho neto de Valeriano Carrilho de Castro tambem de Formiga M.G meu avo de Tupacigura M.G Rodolfo Carrilho de Castro. moro em Uberlandia M.G na Rua Dos Carrilhos 20 Bairro Roosevelt
    tenho um familia muito grande na regiao de uberlandia

  27. JOSÉ PIMENTA DE CASTRO Says:

    Boa tarde a todos,
    Moro atualmente em BH, sou natural de Candeias MG, onde tenho mais de 500 parentes da familia Castro.
    vou enviar uma foto da fazenda Santa Cruz, onde desde 1898 viveu meu bisavô, o capitão Joaquim Carlos de Castro (Sr.Carrilho) filho de Manuel e neto de João Carrilho de Castro, bisneto de Lourenço Carrilho de Castro.
    Hoje é de propriedade de minha familia.
    meu nome: José Pimenta de Castro

    favor informar seu email para envio de fotos.

    grato,

    • capitaodomingos Says:

      sim, obrigado, queria muito. mande mais
      informações de joão carrilho e filhos.
      JOAO CARRILHO DE CASTRO, chefe do fogo branco 47 casado agricultor

      JOAQUINA BERNARDES cônjuge branco 38 casado fiadeira

      MANOEL dependente branco 16 solteiro agricultor

      JOSE dependente branco 12

      JOAQUIM dependente branco 10

      ANTONIO dependente branco 4

      MICIAS dependente branco 2

      FRANCISCO dependente branco 1

      MARIA dependente branco 8

      JOSE dependente branco

  28. Roselene Limka Carrilho Says:

    Meu avô se chamava Teodomiro Antonio Carrilho, meu pai se chama Osmar Carrilho. Até onde sabemos, nossa família vem de uma cidade do Rio de Janeiro q faz divisa com Minas.

  29. Alvaro Athayde Arantes Says:

    Vamos voltar um pouquinho para Vicente Tutuna Arantes,casado em 2 segunda núpcias Tarquilina de Castro.Desta união,nasceram DrAntonioArantes,médico,nos ano 50, em Santos,Amelio Arantes,morador em Uberaba,Izoleta Arantes ,Edmundo Arantes,e Cacildo Arantes,casado com Maria Pimenta Arantes,que tiveram os filhos,Osvaldo Arantes,casado com Carlinda Barbosa Arantes,Maria Arantes Coelho de Oliveira,casada,com Dr Ary Coelho de Oliveira,que faleceu assassinado,por motivos políticos,quando era prefeito de Campo Grande,hoje,Mato Grosso do Sul.CacildoArantes,casado com Maria Nogueira Arantes.Garibaldi Arantes,casado com Estela Arantes .Tome Arantes,casado com Romilda Galhardi Arantes e,Hugo Arantes,o único ainda vivo,casado com Ofélia Tormin Arantes.os filhos de Osvaldo Arantes,chamam Cacindo Arantes Neto,Osvaldo Arantes Filho e Mariana Arantes.O filho de Maria Arantes chamava-se Ary Coelho Filho.Os filho de Cacildo Arantes,são,Cyrano Nogueira Arantes e Rochane Arantes.Os filhos do Garibaldi,chamam,Garibaldi Arantes Filho ,já falecido,Rita de Cássia Arantes, Eduardo Arantes, Fernando Arantes,e, Rosa Arantes.Os filhos do Tome Arantes,chamam,Álvaro Athayde Arantes, Mario Márcio Arantes e Maria Cecília Arantes.O Cacildo Arantes,casado com Maria Pimenta,pai e avós desta prole, ainda,teve,as filhas Cecília Palmerio,casada com Mario Palmerio,escritor,membro da Academia Brasileira de Letras,proprietário,da UNIUB,Universidade de Uberaba,que tiveram os filhos Marcelo Palmerio,e Marília Palmerio.O Cacildo Arantes e Maria Pimentaainda tiveram mais duas filhas,EsterArantes Chaves,casada com Ismael Chaves,que tiveram uma so filha,Vera Lúcia Arantes Chave.e a última filha, Cacilda Arantes Campos,casada com Sebastião Campos,que tiveram os filhos.Cacilda Arantes Campos.Miriam Arantes Campos Ricardo Arantes Campos, Vera Arantes Campos e Hugo Arantes Campos,já falecido.Estes são,os descendentes de Cacildo Arantes e Maria Pimenta Arantes,que foram filhos do Tutuna Arantes e da Tarquilina de Castro.qualque duvida estou a disposição.muito obrigado.Athayde Arantes.Resido em Três Lagoas,M.S.

    • capitaodomingos Says:

      OK. Falta o pessoal de São José do Rio Preto-SP casado na família Bassit. Agradeço muito. Vocês foram inicialmente para Dourados-MS no tempo da Colônia do Doutor Getúlio, é isso? O Marcelo hoje dirige a Uniube. O Doutor Getúlio almoçava na casa do Mário. Tutuna teve filho do primeiro casamento? O primeiro casamento da Tia Tarquelina foi eu que descobri. Sabe ligar o Tutuna com a Família Arantes de MG?

    • capitaodomingos Says:

      O filho do tio amélio Antonio morreu há alguns anos. o túmulo está muito bem conservado e reformado do Tutuna e da tia.

    • capitaodomingos Says:

      minha mãe ensinava lições de escola para o marcelo. por pouco ela não serviu a mesa pro doutor getúlio no mário.

    • capitaodomingos Says:

      você leu os comentários da Tânia neta do cassildo? estão abaixo ai nos comentários destas página. Ela nunca mais apareceu.

    • capitaodomingos Says:

      tenho foto linda de isoleta. amelio e tia dondona são primos em primeiro grau. há um conjunto tutunas em uberaba. amelio foi maçom. o pessoal de Rio Preto já escreveu aqui. do antonio de santos-sp nunca ouvi falar.

  30. Ta Says:

    Já deixei um comentário uma vez, sou filha de Antonio Borges Arantes, filho de Edmundo Arantes e neto do Vicente Tutuna.
    A sobrinha do meu pai é casada com João Bassitt filho do Dr Lotf um dos melhores prefeitos aqui de São Jose do Rio Preto, se quiser vocês tem meu e-mail tania.arantes@hotmail.com ou no face assim eu posso passar algumas informações porque todos os meus tios inclusive meu pai já faleceram, mas me lembro de muito coisa que meu pai contava, tenho algumas fotos também.
    Meu pai foi casado a primeira vez com a filha da Isoleta que era tia dele, (Maria Helena que era sua prima) depois quando se separou e casou com minha mãe.
    Estou à disposição para alguma informação que puder ajudar
    Abraços

    Tânia Arantes

  31. Tania ArNtes Says:

    Não estou conseguindo mais postar, trava e perde tudo o que eu coloco vou tentar amanha novamente mas qualquer coisa meu e-mail está ai e gostaria muito de conversar com o Athayde pra ver se ele se lembra alguma coisa do meu pai ou dos meus tios.

  32. Marcell Castro Says:

    Sou pentaneto do casal: Antonio Carrilho de Castro e de Anna Luiza de Jesus de Candeias – MG

    Antonio Carrilho de Castro, e Anna Luiza de Jesus foram pais de Maria Luiza de Jesus,

    Maria Luiza de Jesus casou com Antonio Jacintho Soares (meus tetravós), filho de Antonio Jacintho Soares e de Maria Alves da Silveira.

    Gostaria de saber mais sobre a família Carrilho em Candeias, em especial sobre Antonio Carrilho de Castro, que era vivo em 1877.

    Desde já agradeço

    Marcell Castro

    Barra Mansa – RJ

  33. Jaira Oneida Mendes Garcia Says:

    Eu nasci na fazenda Santo Inácio, meus avós eram muito amigos da Dona Agripina, Dalva e outros da família, eram compadres e comadres, minha mãe estudou com Dona Agripina.

  34. Marcell Castro Says:

    Senhor Administrador do Blog, ainda não tive resposta, apesar do senhot ter respondido aos outros!

  35. vinicius f. de carvalho Says:

    Oi Jaira, minha mãe, Georgelina Correia, filha de Hermenegildo Correia, tb nasceu na fazenda Sto Inácio, acho q deve ser a mesma fazenda q vc está citando. Hj minha mãe está c 96 anos e muito lúcida. Ela comenta de um lugar chamado Baixa, estou ainda pesquisando sobre isto. Hj a Sto Inácio pertence ao meu tio ( falecido ) Sr. Lauriston Correia. se souber de alguém q citei aqui, me contate, obrigado

  36. Marcell Castro Says:

    Senhor Administrador, me perdoe, mas há um equivoco, não pedi para comprar nenhum livro, e nem sei se existe este “Livro dos Castros”

    O que quero saber por gentileza é sobre ANTONIO CARRILHO DE CASTRO, que era casado com ANNA LUIZA DE JESUS, pais de

    Maria Luiza de Jesus, que era casada com Antonio Jacintho Soares (filho), e foram pais de minha trisavó Idalina.

    Todos os citados eram de Candeias – MG

    Ou seja. Antonio Carrilho de Castro, meu pentavô, há homonimos, como o de Uberaba, há suspeitas de ser filho de Antonio Mauricio de Castro Carrilho, mas não tenho confirmação, favor tratar minhas mensagens com zelo, gostaria de colaborar para o Blog também.

    Como vós, também tenho sangue da Família Carrilho!

    • capitaodomingos Says:

      ok. se não me engano no livro do gomide tem os filhos do antonio maurilio. vou conferir. continue escrevendo e mandando sua genealogia e mais informações sobre nós carrilho ai na região.

  37. Marcell Castro Says:

    Agradeço Senhor Administrador!
    Antonio Carrilho de Castro casado com Anna Luiza de Jesus, vivos em Candeias em 1878; há apenas a hipotese ainda não confirmada de ser filho de Antonio Mauricio Carrilho de Castro, na qual José Pimenta de Castro participante d’este blog levantou.

    Espero novas, e parabéns pelo Blog!

  38. Sonia Says:

    Os Silveiras de Iguatama provêm de Bernardes Homem da Silveira sobrenome adotado por minha avó Isaltina, que morava em Formiga. Mais informações sobre ele no livro

  39. RENAN CASTRO Says:

    SOU DESCENDENTE DOS CARRILHOS MEU BISAVÓ LOURIVAL CARRILHO DE CASTRO E MEU VÓ AGENOR CARRILHO FAMILIA VEIO QUASE TODA PARA PALMAS TOCANTINS.

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