000 Famílias Mineiras de Contagem-MG, Raposos-MG, Sabará-MG e de Curral del Rey (Belo Horizonte-MG): Silva Diniz, Alquimin, Gonçalves de Lima – Maria Vitória, e, Maria Teresa – e os Silva e Oliveira de Uberaba-MG

Alquimin e Silva Diniz que foram para Uberaba-MG, antepassados de muitos Silva e Oliveira da família de JOÃO DE AQUINO DA SILVA E OLIVEIRA.

PORQUE É DIFÍCIL A GENEALOGIA DE BELO HORIZONTE-MG (Curral de Rey): Na década de 1960, sendo Hélio Gravatá, diretor do Arquivo Público Mineiro, ele viu em frente ao Arquivo, os padres colocando fogo nos livros da Matriz da Boa Viagem.

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Os Gonçalves de Lima se uniram aos Silva Diniz.

Veja página dos Silva Diniz neste site.

Que o marido dilapidou os bens e conseguiu casar bem a filha.

A história das Marias é interessante, antepassadas de MARIANA ROSA DE LIMA.

MARIA TEREZA mãe de

MARIA VITÓRIA

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Aqui fala delas mas é impreciso.

Abra esse pdf , livro pioneiro em genealogia no brasil, do Artur Campos, com nossa familia Lima e Silva Diniz.

tracos geneologicos livro de familia

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MANUEL CARDOSO DA SILVA (filho de João Cardoso de Menezes e Maria Francisca)  casado com MARIA TEREZA DE JESUS (filha de André Pinto Dias e de  Maria de Cerqueira Leme), tiveram de filha:

a  MARIA VITÓRIA DA SILVA, batizada em Nova Lima-MG (antiga Congonhas do Sabará),  nascida em 30 de março de 1746.

 

MARIA VITÓRIA DA SILVA casada com  JOAO GONÇALVES DE LIMA, em 11 de agosto de 1760, na Capela de João Mendes, Santo Antônio do Rio Acima, Minas Gerais…..e tiveram de fiha:

MARIANA ROSA DE LIMA que se casou com..

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O texto abaixo, de 1785, fala de João Gonçalves de Lima,

tem 3 filhas é da Fazenda Serra Negra entre Contagem e Esmeraldas em Minas Gerais.

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João Gonçalves de Lima tem seu thiar no seu Citio da Serra negra, ocupa em fiar, e tesser, tres filhas e duas escravas o tempo que lhe sobre de Cozinhar, Cozer, e Lavar, fabrica anualmente cem varas de pano que despende, em Sayas, e Camizas, de sua familia, e com isto Lucra vinte e tres oitavas que poderia gastar em outra fazenda.

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Nossos ALCKIMIN podem simplesmente terem vindo de algum lugar português desse nome.

Pode ser também alteração de ACKMAN hebreu:

 

http://www.cjh.org/p/34

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http://www.familiaridade.com.br/sobrenome/Alckmin.asp

http://lastnames.genoom.com/pt/sobrenome/Alckmin

http://yeshuachai.org/forum/viewtopic.php?f=2&t=1880&start=15

Esse texto abaixo do site Yeshua Chai diz um pouco dos Alquimin com Macedo. (Não é exatamente o João Rodrigues de Macedo, como eles dizem), mas é um pista. Pode ter ligação com Alckimin de Belo Horizonte e Sabará);

“”””””””””Por outro lado, antes dos 1700’s nada sabemos dos Alckmin.

Os poucos registros que temos , no vale do São Francisco em Minas Gerais e na Bahia, a partir dos 1750’s, falam dos Alcami ou Alcamin, sempre com os mesmos sobrenomes : Costa de Alcamin Ferreira. Alguns ainda acrescentavam Brito no final. 

Consegui achar quatro deles na região do vale do rio São Francisco, entre os 1750’s e 1790’s : 

O primeiro , Francisco Lamberto da Costa de Alcamin Ferreira , em 1793 na cidade da Barra na Bahia , “pessoa nobre e abastada“, foi nomeado coronel de ordenanças montadas do “arrayal” de Carinhanha, por Dom Thomas José de Melo, Conselheiro de Sua Majestade, Fidalgo Cavaleiro da Sagrada Religião de Malta, Chefe de Divisão da Armada Real, Governador e Capitão General de Pernambuco; 

A segunda, Sophia da Costa de Alcamin Ferreira, que era madrinha de quase “todo mundo” em Itacambira-MG; 

O terceiro, Thomas da Costa de Alcamin Ferreira, também de Itacambira, vendeu cerca de 200 cabeças de gado em Diamantina, exigindo recibo do comprador; 

O quarto, Felisberto da Costa de Alcamin Ferreira, também na região de Itacarambi e Carinhanha, dono de boa parte desses municípios, onde criava gado e tinha engenho. 

Há uma “lenda” que afirma que uma imagem de Santana percorria as fazendas desses Alcamins. A mesma “lenda” afirma que a cidade de Feira de Santana na Bahia, era fazenda de um deles, daí o nome da cidade. 

Curioso é o nome Francisco Lamberto, pois se trata do dominicano francês de Avignon, Franz Lambert, que largou a batina, aderiu ao protestantismo, e organizou as Igrejas Protestantes na região do Hesse na Alemanha. Num país em que a Igreja Católica mandava, e desmandava, colocar o nome de um protestante inimigo figadal da Igreja , num filho, é algo para se pensar dessa família….. 

E por fim, José da Costa de Alcamin Ferreira (de Brito) – de quem descendemos – juiz de órfãos em São João del Rei nos 1770’s, e que em seu testamento às vésperas de sua morte, não diz de onde veio, nem quem eram seus pais, afirma que não era casado e nem tinha descendência, e nomeou “sua alma como herdeira universal de seus bens”…. 

Pelo jeito, parece que houve algum “qui pro quo” na família, coisa que não consegui ainda descobrir o que foi … 

A bisneta dele – Rita Francisca ou Rita Joaquina de Alckmin casada com João Rodrigues de Macedo, em Campanha MG – é a responsável pela continuidade do sobrenome Alckmin na nossa família. Ela inverteu a ordem dos sobrenomes, nos nomes dos filhos, para que o sobrenome Alckmin se perpetuasse. Deveríamos nos chamar Macedo, e não Alckmin. 

Mas por que o sobrenome Alckmin, de grafia tão estranha à língua portuguesa , foi adotado como primordial pela bisneta do homem que deixou “sua herança à própria alma” ?

=

Mas o que tem a Cabalá a ver com a palavra Alckmin ?Tem tudo a ver !Em hebraico os números também são representados pelas letras hebraicas. Assim , quando se escreve uma palavra, também se está escrevendo um número. Desta forma, toda palavra hebraica tem um número característico que é próprio dessa palavra. A ciência cabalística que estuda essa relação de letras e números chama-se GUIMATRIA.Alckmin é uma palavra feita segundo as regras da GUIMATRIA. É portanto uma palavra cabalística, como veremos a seguir.Se escrevermos a palavra Alckmin em hebraico, nós usaremos as seguintes letras do alfabeto hebraico : álef ; lámed; khaf ou kof; mem; yod ; e nun .Os valores numéricos dessas letras são : álef = 01; lámed = 30; khaf =20 ou kof = 100; mem = 40 ; yod = 10 ; e nun = 50.Aqui se somarmos os valores das letras da palavra Alckmin , poderemos ter dois valores numéricos para ela : 231 ou 151. Ambos com importantes significados cabalísticos. O primeiro é o número total das “portas” (sháarim) onde emanam as “forças da criação” . E o segundo representa o ciclo completo da criação.Como se vê a palavra Alckmin está ligada à idéia de criação do Universo, o que, segundo a Cabalá se fez através de 231 “portas” abertas no que hoje denominamos “continuum espaço-tempo”.

Mais ainda , segundo a própria Cabalá, o significado esotérico das letras hebraicas que formam a palavra Alckmin é taxativo :

Álef é vinculada à idéia de “Deus criador”;
Lámed está vinculada à idéia de “desenvolve o Universo”;
Khaf ao “elemento cosmogônico masculino de Deus”;
Mem ao “elemento cosmogônico feminino de Deus”;
Yod dá a idéia de “força criadora divina manifestada”;
Nun simboliza esotericamente o “hermafroditismo divino, ou a idéia de dois amantes unidos fortemente um ao outro”.

Ao se escrever a palavra Alckmin , qualquer versado nas regras do NOTARIKON – outra metodologia judia de se interpretar as palavras – perceberá a mensagem : “Deus criador , desenvolve o Universo, usando seus elementos cosmogônicos masculino e feminino, e esta força criadora divina se manifesta, quando estes dois elementos se unem fortemente um ao outro, como dois amantes“.

Interessantíssima essa afirmação : “Deus desenvolve o Universo…” Só a partir do século XX, com uso de super telescópios e com as teorias de Einstein, é que se admitiu que o Universo está em expansão!

Não acaba aqui o criptograma da palavra Alckmin. Tem muito mais.

Moshé Ben Yaacov Cordovero, figura central do círculo de cabalistas da cidade de Safed no século XVI, e principal sistematizador da problemática filosófica e religiosa de seu tempo, em sua obra “Pardes Rimonín” (Pomar de Romãs), menciona a famosa “Roda das Letras” , segundo a qual , esta roda tendo as 22 letras do alfabeto hebraico, girando nos dois sentidos , formaria os 231 grupos de letras que nomeiam as “portas” do “continuum espaço-tempo”, e que deu origem ao nosso Universo.

Nesta mesma roda, se colocarmos a letra álef na posição superior mais vertical possível, a letra lámed estará na posição mais inferior vertical possível, e aos dois lados de lámed estarão khaf e mem ; ao lado de khaf estará yod, e ao lado de mem estará nun .

Como se vê , escolhendo álef na vertical e girando a roda nos dois sentidos, acabaremos escolhendo as letras que formam a palavra Alckmin.

Mas se Alckmin é o nome de uma dessas “portas” do continuum espaço-tempo, como pode e o que vem a ser isto ?

Em 1992 aplicando as regras da GUIMATRIA à palavra Alckmin – a relação de letras e números, A=1 ; B=2,…Z=26 – percebi que todas as letras da palavra poderiam ser escritas usando somente 0 (zero) e 1. Tal como os números binários que fazem o sistema de funcionamento dos computadores.

Israel é salvo pelo Memra-verbo de IHVH, com uma eterna yeshuah; por isso não sereis envergonhados nem confundidos em toda a eternidade.Mas em Memra-verbo de IHVH toda a descendência de Israel será justificada.
(Targum Yonatan para Isaías 45:25)
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Mensagempor Esther Tamar e Beny Zahav  » 19 Dez 2007 23:09

Daí foi possível montar uma matriz numérica, constando de 7 colunas – uma coluna para cada letra da palavra Alckmin – e 4 linhas , onde os 0 e os 1 formavam uma figura muito parecida com a letra álef do alfabeto hebraico.Usando a regra para soma de números binários (aqueles que são representados somente por 0 e 1) , comecei a somar as linhas, primeiras as duas , depois as três e finalmente as quatro linhas. Aos números obtidos , fiz novamente a relação guimátrica de números e letras. O resultado foi surpreendente. Alckmin é um tremendo criptograma, com acontecimentos, datas e locais!O criptograma dava as seguintes informações :“No ano de 5757 (ano judaico que foi de setembro de 1996, a setembro de 1997),
A abóboda celeste (o cosmos) , vai sofrer um grande impacto.
Será o fim de uma era, e um novo começo de tudo.
Eunomia (ordem civil sob boas leis), sob a direção dos 36 sábios do universo,
terá fim, mas haverá um novo começo ,
Em agosto de 1997, ou setembro de 1998”.Mais ainda , apareciam claramente o ano de 1773 , e as coordenadas de 15º S ; 46º W .De fato a profecia descrita na palavra Alckmin, aconteceu.O cometa Shoemaker – Levy atingiu Júpiter , causando um impacto maior que 40 vezes a explosão de todo arsenal atômico da Terra. Em agosto de 1997 houve a crise econômica da Rússia e em setembro de 1998 a crise econômica da Ásia, causando uma comoção econômica em escala mundial.E também , se considerarmos Saint Sulpice em Paris, e não Greenwich em Londres, como sendo origem das longitudes , estaremos localizando a região de Januária a 15º S ; 44º W , cidade à beira do Rio São Francisco em Minas Gerais, e ao que tudo indica, terra dos primeiros Alckmins nos anos 1700’s.Foi a partir desta pesquisa com a palavra Alckmin, que descobri o significado das letras hebraicas : todas elas são matrizes de 7 colunas por 4 linhas, formadas por 0 e 1, onde são delimitados pelo desenho de cada letra. Hoje, com a ajuda de supercomputadores, e a regrinha obtida com a palavra Alckmin, pesquisadores nos USA e Israel estão tentando desvendar um novo sentido para a Torah.Outra coisa que descobri, graças à pesquisa da palavra Alckmin, é que substantivos das palavras portuguesas e sobrenomes , indicam lugares. E os sobrenomes rabínicos ou Levitas, indicam além de lugares, também indicam anos, tal e qual em Alckmin.

Aqui, mais uma vez precisei me valer dos ensinamentos da Cabalá !Segundo a ela, Deus fez todo o Universo pronunciando palavras de duas sílabas.Ocorreu-me que se dividisse uma palavra, ou um sobrenome, em duas partes, e aplicasse as regras da GUIMATRIA, à soma dos valores das letras de cada parte , poderia relacionar este valor obtido, a uma coordenada geográfica, com base ou em Greenwich ou em Paris.Assim, cada palavra, além de ter seu significado próprio, também estaria indicando o lugar no mundo onde ela tem a sua “porta, por onde emana a força da criação”.

Assim, estes lugares dos nossos sobrenomes, seriam as “nossas portas” por onde emanam a “forças criativas” de Deus. Estes lugares seriam como que “santuários” pessoais. Seriam como Aparecida, Fátima, Lurdes, Meca, etc…, só que “funcionariam” localmente para as pessoas que tem aqueles sobrenomes específicos.

Há maneira mais criativa do que passar, através das gerações, verdadeiras “profecias”, sem correr o risco de se parar nas fogueiras da “Santa Inquisição” por bruxaria ou por judaísmo? Não estaria certa , Rita Francisca ao inverter os sobrenomes dos filhos, para nos passar estas informações todas ao longo dos séculos ?

Mas quem “inventou” a palavra Alckmin ?

Isaac Aboab, o último Gaon de Espanha, parece ter sido o mestre genial. Se intercalarmos as letras de Aboab , na palavra Alckmin, da direita para a esquerda, leremos: Ibn , mako, cbala.

Pois bem , Ibn em aramaico é filho ; mako ou makon é o nome do 6º céu judaico; e cbala é Cabalá.

Como se sabe Makon , o 6º e penúltimo céu judeu , é o céu que nos dá a chuva , o orvalho, o céu que permite que a vida se mantenha na Terra.

A palavra assim composta pelas palavras Alckmin e Aboab, fica : “Filho do 6º céu da Cabalá” , ou seja : “Filho do céu que nos dá a chuva , o orvalho, e que permite que a vida se mantenha na Terra.”.

Agora, dá para entender a importância de um simples sobrenome ?

Há uma oração que meu pai me ensinou, e que por sua vez meu avô foi quem ensinou a ele, e assim por gerações acima deles, e que devemos dizer sempre que vamos sair à rua , ou viajar. É assim :

“Todo poderoso Senhor Deus de Misericórdia, não permitais que nos encaminhemos a algum lugar onde possamos Vos ofender. Guiai-nos pelos caminhos da paz e da prosperidade. Acompanhe-nos Vosso Santo Anjo, para que cheguemos sãos e salvos a nossa morada, livres de intempéries ou quaisquer contratempos. Amém.”

Para minha surpresa, ao ver a contra-capa da estampa do rebe Lubavitsch , a “nossa” oração estava lá. Indaguei a um rabino como ela havia parado lá, e ele me explicou que essa oração está com o povo judeu há mais de 3.000 anos. Ela se chama “oração do caminho”, e que todo judeu a recita ao sair de casa….

Qualquer semelhança, seria mera coincidência ?

Não tenho mais dúvida alguma, quando, João Capistrano de Macedo Alckmin e João José Rodrigues, estavam aprovando o casamento de seus filhos , João Capistrano Ribeiro de Alckmin e Maria Joana Rodrigues, sabiam muito bem o que estavam celebrando….

Shalom !

Israel é salvo pelo Memra-verbo de IHVH, com uma eterna yeshuah; por isso não sereis envergonhados nem confundidos em toda a eternidade.Mas em Memra-verbo de IHVH toda a descendência de Israel será justificada.
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A HISTÓRIA DOS JUDEUS NA PENINSULA IBÉRICA

Mensagempor Har Benisrael » 20 Dez 2007 00:55

OS JUDEUS CONVERSOS EM SEFARADComo os judeus foram expulsos de Sefarad (Espanha), nossa atenção deve voltar-se agora aos judeus conversos. Eles não receberam instrução em sua nova fé, e como seus nomes e hábitos estavam muito enraizados por séculos de prática, não puderam ser assimilados dentro da sociedade católica. Em seguida, muitos deles foram presos ou ainda queimados em estacas por continuar as práticas tão inocentes como tomar banho às sexta-feiras pela tarde e trocar de roupa para o Shabat – suas melhores roupas. A grande quantidade de casos de “Judaizantes” – comoe também eles eram chamados – , em 1500 marcou o final da geração versada no idioma hebreu e nos diversos ritos ensinados antes de 1492. A nova geração de meninos judeus cresceram na ignorância da fé de seus pais por medo da Inquisição. Ainda a circuncisão caiu em desuso porquê os meninos eram obrigados a estar nus.
הללו את הי אשר בישוע לעולם ועד”Halelu ‘et haShem asher beYeshua le’Olam va’ed”
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A HISTÓRIA DOS JUDEUS NA PENÍNSULA IBÉRICA

Mensagempor Har Benisrael » 20 Dez 2007 01:08

LIMPEZA DO SANGUEEsse era um documento dado pela Inquisição, no que confirmava que a pessoa era “limpo em sua linhagem sangüínea”. Como grande parte da nobreza espanhola estava mezclada com judeus convertidos, logo apósuma série de tentativas, Juan de Anchías, acessor da Inquisição de Aragão, escreveu na primeira década do século XVI o que foi conhecido como “O Livro Verde de Aragão”, propondo trazer a genealogia da nobreza de Aragão, mostrando que as mais proeminentes famílias deste reinotinham tido casamentos mistos com judeus convertidos. Isto trouxe como consequencia o que foi conhecido com “Tição da Nobreza da Espanha”, confirmando o mesmo. As provas que continha foram tão irrefutáveis, que o “Tição…” foi usado uma vez atrás da outra pelas classes baixas para combater o poder e a influência da nobreza. Kamen, em “Inquisición….” pág. 20 diz: “O perigro “convertido” se desenvolveu finalmente em uma ameaça para a nobreza e para toda a estrutura social da Espanha. Antonio Domingos Ortiz, em “Convertidos”, pág. 258, diz:
“A sociedade espanhola sofria a partir da segunda metade do séc. XVI, de uma exacerbação do sentimento de honra que chegou a tomar proporções de psicose coletiva. Limpeza, antigamente uma preocupação religiosa, agora era necessária em todas as áreas da vida espanhola”.

=

SIGNIFICADO DA PALAVRA ÁRABE ALCKMIN : § Alcamim ^A^Kl^ Alcamim. A hortaliça secca. Nome de huma Aldêa na Província da Estremadura . Cardoso^

Estremadura era antiga província próxima de Lisboa com presença árabe forte.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Estremadura

http://www.archive.org/stream/vestigiosdelingo00sousuoft/vestigiosdelingo00sousuoft_djvu.txt

Outros dizem: O grande chefe , em árabe, KAMAN, ou próximo a Amin, que quer dizer, menino, filho de, fiel a Alah.

“‘FARIZ. One of two Moorish Kings, that set out with the companies of King Alcamin from Valencia. Hariz was a historical figure, a Moor, a good knight in arms, killed by the Cid in single combat before the walls of Medinacelli.”‘  http://www.thecid.com/indexmoo.htm

http://www.ancestry.com/facts/Alkaman-family-history.ashx

E tem quem defende que sejam hebreus que passaram para o Brasil, no século XVIII, para Minas Gerais. E que a palavra ALCAMAN, na Cabala hebraica é cheia de significados ocultos.

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Em Elvas, Distrito de Portalegre, Portugal, tem Alcamin de Cima e Alcamim do meio e Alcamim de baixo:

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Elvas

Elvas é uma cidade portuguesa situada no Distrito de Portalegre, na região do Alentejo e na sub-região do Alto Alentejo, com cerca de 15 500 habitantes (2001).

A cidade, tendo de acomodar-se à forma das muralhas que a cercam, é bastante irregular, dividida em doze frentes de grandezas desiguais, aproximando-se o seu polígono a uma espécie de elipse, cujo grande diâmetro, se estende quase a 1400 pés; e o pequeno a 900 pés [1], e este é de uma superfície geralmente plana, principalmente pelas margens do Caia, e Guadiana; e de algumas elevações, que tem, daremos noticia no capitulo 13.

– § 14 –

Há em todo o termo muitas e famosas quintas, assim de recreio, como de rendimento [2]; um ramo de olival muito extenso, e de muito proveito[3].

Muitas e fertilíssimas herdades de mato [4], um grande numero de boas vinhas, entre as estradas, velha e nova, para Estremoz; as da Fonte Branca, e as das Albufeiras [5].

[4] De boas qualidades de mato;  só uma dellas, a Defeza de Fontalva, é capaz de engordar 800 porcos, contando entre os melhores – a Comenda, Alfarofe e boas courelas, principalmente proximas à cidade, com o nome de feregeaes. Daremos noticia das herdades de mato, e das freguezias em que estão situadas; na de Santo Antonio da Terrugem – 1.ª, Cardeira. 2.ª Pereiras, 3.ª Aguas ençonças, 4.ª Torneiros, 5.ª Igrejinha, 6.ª Dordem, 7.ª Farizôa, 8.ª Gaião, 9.ª Faya, 10.ª Faynha, 11.ª Mato Velho, 12.ª Monte do Cam, 13.ª Casa Branca, 14.ª Pombal. Na de S. Lourenço; 15.ª Alcamins de Cima, 16.ª Alcamins do Meio, 17.º Alcamins de Baixo, 18.ª Zambujal, 19.ª Nogueira, 20.ª D. Maria, 21.ª Torre das Arcas. Nº de S. Braz, 22.ª Amada, 23.ª S. Jorge ou Amada de Cima, 24.ª Lage, 25.ª Garro, 26.ª Buenos Ayres, 27.ª Serra do Bisppo, 28.ª Alemtisca de Cima, 29.ª Alemtisca de Baixo, 30.ª Pereiras, 31.ª Apostolos, 32.ª Pena Clara, 33.ª Alcobaça, 34.ª Chacim. Na de Nossa Senhora de Caya, 35.ª Torre de Mouro, 36.ª Baloça, 37.ª Baloquinha.

http://historias-de-elvas.blogs.sapo.pt/2008/02/

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