0 0 0 0 0 0 Testamento do Capitão Domingos, Sargento Mor Antônio Eustáquio e outros documentos

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Traslado de testamento feito em 1827, em que faleceu da vida presente o Sargento Mor Antonio Eustáquio da Silva e Oliveira e um livro razão que faz parte do mesmo testamento como adiante se lê:

Em nome da Santissima Trindade Padre Filho e Espírito Santo Tres pessoas … Deus..

Saibam quanto este instrumento virem como no Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de hum mil oitocentos e vinte e sete em o primeiro de março neste arraial de Santo Antonio do Uberaba, eu Antonio Eustaquio da Silva e Oliveira estando em meu perfeito juízo desejando por minha alma no caminho da salvação faço este meu testamento na forma seguinte: primeiramente encomendo minha alma que a … e ao terno padre que pela morte de seu filho unigênito a queira a seu bem e a Virgem Maria e ao anjo da minha guarda e ao santo … e  a todos os santos da coorte do CEO são meus anteceçores quando minha alma quando deste mundo partir para que vá gozar a Bemaventurança para que foi criada por que como verdadeiro cristão … viver e morrer na Santa fé catholica e creio tudo que  tem e ora a Santa Madre Igreja … em cuja fé .. pretendo salvar a minha alma pelos merecimentos da paixão de Nosso Senhor Jesus Christo.. Declaro que sou natural da freguesia de Santo Antonio da Casa Branca filho legítimo do Sargento mor  João da Silva de Oliveira e Joana Francisca de Paiva já falecido que sou casado por (escrito) … com Dona Antônia Angélica e tenho dois filhos naturais Francisca casada com Adriano (josé fernandes), Valeriano Antônio de Mascarenhas o qual fora exposto em casa de meu cunhado Jerônimo Fernandes da Silva Macedo, (marido de Tia Rita e SOBRINHO de João Rodrigues de Macedo da Inconfidência Mineira, e, para o qual vovô João da Silva de Oliveira recolhia impostos), instituo ambos por meus legítimos herdeiros e universal de tudo depois de pagar todas as minhas dívidas e cumpridos os meus legados, … de minha fazenda declaro declari? que todos os bens que possuo verse hão declarados em um livro a quanto numerado e rubricado por mim aos vinte e sete de junho de mil oitocentos e vinte  treis no qual tenho descripto e descreverei todas as minhas disposições e legados que deixo e deixarei para que se cumprissem promptamente se aqui as escrevesse//

Declaro que instituo por meus testamenteiros em primeiro lugar o vigário Antônio José da Silva em segundo o Capitão Domingos da Silva e Oliveira, (CAPITAO DE ORDENANÇAS EM 1827, e não da Guarda Nacional criada em 1831), e em terceiro ao meu filho Valeriano Antonio de Mascaranhas aos quais rogo que … serviço? de Deos queiram ser meus testamenteiros.

Deixo a quem aceitar a premio de trezentos mil reis e hum anno para dar conta no juízo competente que meu corpo seja acompanhado pelo pároco ou capelão do lugar que eu falecer e os mais clérigos que estiverem ao alcance os quais dirão missas de corpo presente com a esmola de hum mil e quatrocentos .. que a atinge…. a cada hum hum …. a missa que quiserem pela esmola de oitocentos reis a cada huma.

Declaro que sou irmão remido de São Francisco em Tamanduá (Itapecerica-mg) do senhor do Matozinhos em Congonhas e meu testamenteiro mandará dizer seiscentas missas trezentas pela minha alma cem seguindo minha intenção cem por intenção das almas daqueles com quem tenho tido negocio sincoenta por alma de meus pais sincoenta por almas do purgatório por mais necessidade tivessem almas das quais missas serão ditas dentro de hum ano e por quanto esta minha ultima vontade esse faço ate minha letra e punho e assigno neste arraial de Santo Antonio da Uberaba no primeiro de março de mil oitocentos e vinte e sete // Antonio Eustachio da Silva e Oliveira//

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TESTAMENTO DO CAPITAO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA

O Capitão Domingos, nos últimos anos de vida, trajava-se, em certos dias, à moda de Luís XV, ou seja, com calção de veludo, capa, espada e chapéu de penas, que era a indumentária própria das pessoas categorizadas da época.

Faleceu em 7-AGO-1852 em Uberaba (MG).

Eis os termos de seu testamento:

“Eu Domingos da Silva e Oliveira, abaixo assinado, estando no meu perfeito juízo, sem mais temendo a morte que partilha com todos, resolvi fazer e como é justo faço o testamento da maneira seguinte:

– Declaro que sou Católico Romano natural da Freguesia de Santo Antônio da Casa Branca do Bispado de Mariana, e filho legítimo do Sargento-Mor João da Silva e Oliveira e de Dona Joana Francisca de Paiva, ambos falecidos.

-Declaro que fui casado em face da Igreja com Dona Rita Constância da Silva e Oliveira (Cardoza), de quem tive os seguintes filhos: Francisco José, Rita, que foi casada com Raimundo Soares de Azevedo, Maria, que foi casada com José Lourenço de Araújo, Luís, único existente.

-Declaro que passado o tempo de prazo de meu primeiro matrimônio fui casado canonicamente com Dona Francisca de Sales Gomides, já falecida; deste matrimônio tive os seguintes filhos: João, Teresa, que se acha casada com José da Cunha Peixoto Leal, Domingos, Senhorinha, José, Francisco e Maria Rita, os quais todos ainda existentes; do primeiro matrimônio que são Luís, por si, Raimundo, como sucessor de sua mãe Rita, e Rita e Maria, como sucessoras de sua mãe. São meus herdeiros, como tais os instituo.

-Declaro que depois do falecimento da minha primeira mulher a todos os seus herdeiros a quem lhes coube de herança, ficavam intimados a nada herdarem mais de meu filho Francisco, nem de meu filho José, porque estes me ficaram devendo mais do que possuíam, obrigados a dar à mulher do último por nome Iria um porco e esse por tudo. Outros, assim como declaro no Livro de Razão às folhas trinta e nove.

-Declaro que à minha filha Rita quando se casou com Raimundo Soares de Azevedo dei de dote a quantia de quatrocentos mil réis em notas.

-Declaro que instituo meus testamenteiros em primeiro lugar nosso sobrinho João Quintino Teixeira, em segundo lugar meu genro José da Cunha Peixoto Leal e em terceiro lugar meu filho Luís da Silva e Oliveira, e ao que me aceitar, deixo além de documentos mais de um ano para contestar.

-Declaro que sou Irmão Remido de São Francisco, na Vila de Tamanduá (Hoje Itapecirica-MG), e falecendo quero ter a mortalha no hábito de que usam os velhos confrades, acompanhado com decência, sem pompas, pelo Pároco e nossos sacerdotes que me assistirem, logo que me livrarem das minhas culpas presentes.

-Declaro que meu testamenteiro mandará dizer cem missas a saber: cinqüenta por minha alma, vinte e cinco por alma de minhas duas mulheres, vinte e cinco por alma de nossos filhos já falecidos.

-Declaro que deixo para as obras ou alfaias da Igreja Matriz desta Vila (de Uberaba) cem mil réis.

-Declaro que deixo ao meu filho Domingos seiscentos mil reis, mais seiscentos mil réis no caso de continuar seus estudos, para assemelhar coadjuvantes, do contrário esta linha não terá valor.

-Declaro que dei ao Antônio Cesário e Maria Cândida duzentos e quarenta mil réis.

-Declaro que deixo forra a minha escrava Felipa pelos serviços que me tem feito.

-Declaro que os bens que possuo são a Fazenda da Conquista com escravos que existem e gado e três moradas de casas nesta Vila.

-Declaro que a minha vontade é que seja tutor dos meus filhos o meu primeiro testamenteiro e para tal fim o nomeio.

-Por esta forma tenho concluído meu testamento de última vontade, desejando se cumpra como se contém e que assino pedido escrito pelo Vigário Antônio José da Silva, assinado por mim aos vinte e seis de outubro de um mil e oitocentos e quarenta e nove.

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Traslado de testamento feito em 1827, em que faleceu da vida presente o sargento mor Antonio Eustaquio da Silva e Oliveira e um livro razão que faz parte do mesmo testamento como adiante se lê:

Em nome da Santissima Trindade Padre Filho e Espírito Santo Tres pessoas … Deus..

Saibam quanto este instrumento virem como no Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de hum mil oitocentos e vinte e sete em o primeiro de março neste arraial de Santo Antonio do Uberaba, eu Antonio Eustaquio da Silva e Oliveira estando em meu perfeito juízo desejando por minha alma no caminho da salvação faço este meu testamento na forma seguinte: primeiramente encomendo minha alma que a … e ao terno padre que pela morte de seu filho unigênito a queira a seu bem e a Virgem Maria e ao anjo da minha guarda e ao santo … e  a todos os santos da coorte do CEO são meus anteceçores quando minha alma quando deste mundo partir para que vá gozar a Bemaventurança para que foi criada por que como verdadeiro cristão … viver e morrer na Santa fé catholica e creio tudo que  tem e ora a Santa Madre Igreja … em cuja fé .. pretendo salvar a minha alma pelos merecimentos da paixão de Nosso Senhor Jesus Christo.. Declaro que sou natural da freguesia de Santo Antonio da Casa Branca filho legítimo do Sargento mor  João da Silva de Oliveira e Joana Francisca de Paiva já falecido que sou casado por (escrito) … com Dona Antônia Angélica e tenho dois filhos naturais Francisca casada com Adriano Valeriano Antônio de Mascarenhas o qual (fosse)  exposto em casa de meu cunhado Jerônimo Fernandes da Silva Macedo, (marido de Tia Rita e SOBRINHO de João Rodrigues de Macedo da inconfidência mineira, e, para o qual vovô João da Silva de Oliveira recolhia impostos), instituo ambos por meus legítimos herdeiros e universal de tudo depois de pagar todas as minhas dívidas e cumpridos os meus legados, … de minha fazenda declaro declari? que todos os bens que possuo verse hão declarados em um livro a quanto numerado e rubricado por mim aos vinte e sete de junho de mil oitocentos e vinte  treis no qual tenho descripto e descreverei todas as minhas disposições e legados que deixo e deixarei para que se cumprissem promptamente se aqui as escrevesse//

Declaro que instituo por meus testamenteiros em primeiro lugar o vigário Antônio José da Silva em segundo o Capitão Domingos da Silva e Oliveira, (CAPITAO DE ORDENANÇAS EM 1827, e não da Guarda Nacional criada em 1831), e em terceiro ao meu filho Valeriano Antonio de Mascaranhas aos quais rogo que … serviço? de Deos queiram ser meus testamenteiros.

Deixo a quem aceitar a premio de trezentos mil reis e hum anno para dar conta no juízo competente……. CONTINUA em breve.

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Patente de Sargento Mór de Tomé Rodrigues Nogueira do Ó, mui nobre antepassado de Maximina Augusta de Melo:

O Herói que defendeu Parati e Ilha Grande contra os franceses em 1711:

Dom Pedro de Almeida e Portugal: Faço saber, aos que esta minha carta patente virem, que tendo consideração ao que convém ao bem público dos povos desta Capitania, a conveniência que terão assim as pessoas que, por razão de comércio, frequentam os caminhos das Minas, como os moradores dos mesmos, em que se aumentam as criações de cavalos e de gado em toda a capitania onde houver comodidade para o seu sustento, e entendo que será muito útil dar alguma providência neste particular pela urgisse necessidade que há de cuidar-se nas ditas criações por serem precisas assim para o sustento universal dos povos, como pela condução dos gêneros necessários, e desejando encarregar este cuidado a pessoas que, com zelo, e satisfação o façam …. menos sensível a falta que lá se experimenta de … por morrerem .. e mui continuamente .. a.. “soresados’ caminhos e por concorrerem na pessoa do capitão TOMÉ RODRIGUES NOGUEIRA morador no caminho velho, aquelas circunstâncias que requerem para semelhante emprego tendo, além disso, servido a sua majestade no posto de capitão de uma companhia de ordenanças do distrito da vila de Guaratinguetá e no de capitão de auxiliares do mesmo distrito e ir com a sua companhia socorrer o porto de Nossa Senhora de Parati sustentando as suas custas as gentes que se alistou, e avendo se com muito zelo e diligencia dos rebates e rondas e mais funções que houve por causa da invasão que os franceses fizeram no Rio de Janeiro e Ilha Grande e pouco distante de Parati e se oferecer se para ir socorrer a Ilha em um destacamento que a ela foi mandado; por todos estes respeitos e por esperar que de sua pessoa obrara em tudo como dele se espera e m conforme a confiança que faço de sua capacidade; e por bem e por serviço de vossa majestade como por esta carta o nomeio no posto de Sargento-Mor com a superintendência das Condelarias do Caminho Velho, com o encargo de obrigar os moradores dele, pelo que lhe concedo…. a cada um conforme as terras e os cabedais que pode sustente e uma e mais éguas e da mesma sorte as vacas que puder, regulando prudentemente as cabeças que qualquer deles deve ter assim de éguas como de vacas, e insinuando a todos em que cedera em utilidade sua para o que terá um livro em que assente o nome de todos os moradores e as cabeças que são obrigados a sustentar e me dar a contado o que neste particular obrar para lhe mandar passar as ordens necessárias para o estabelecimento da……….continua…

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INVENTÁRIO DO SARGENTO MOR ANTONIO EUSTAQUIO DA SILVA E OLIVEIRA (MAJOR EUSTAQUIO).

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VEREADORES EM OURO PRETO MINAS GERAIS: O pai do Capitão Domingos 3 vezes e o Tio João Quintino um vez:

http://www.ouropreto-ourtoworld.jor.br/cmop%2019.htm

838. Câmara – 1793

Juiz mais velho: Coronel José P. Lima de Velasco Molina

Juiz mais moço: Dr. Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcellos

Vereador mais velho: Capitão João da Silva de Oliveira

2- vereador: Dr. Manoel Rodrigues Pacheco

3– vereador: Tenente Libório Martins Machado

762. Câmara – 1786

Juiz mais velho: Cláudio Manoel da Costa (Inconfidente)

Juiz mais moço: Doutor Gregório Pereira Soares Albergaria

Vereador mais velho: Capitão João da Silva de Oliveira

2 vereador: João Pinto Basto

3 vereador: Sargento mor José de Almeida Figueiredo

Procurador: Cirurgião mor Pedro Teixeira da Silva Mursa

Tesoureiro: Francisco Caetano Ribeiro

Escrivão: Antônio José Velho Coelho

72a Câmara – 1782

Juiz mais velho: Capitão José da Mota Araújo

Juiz mais moço: Dr. José Dias Rosa Maciel

Vereador mais velho: Sargento mor Pedro Luís P. da Cunha

2- vereador: Capitão João da Silva de Oliveira

3- vereador: Domingos José Ferreira

Procurador: Tenente Francisco Correia Fortuna

88a Câmara – 1798

Juiz mais velho: Dr. Teotônio Álvares de Oliveira Maciel

Juiz mais moço: Dr. Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcellos

Vereador mais velho: Dr, Manoel Rodrigues P. de Morais

2- vereador: Capitão João Quintino de Oliveira

3- vereador: Dr. João Gualberto Monteiro de Barros

Procurador: Tenente Domingos de Amorim Lima

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COMECEI A ADQUIRIR DOCUMENTOS DIGITALIZADOS DO ARQUIVO PUBLICO MINEIRO:

Prezado Paulo César de Castro Silveira,

Em atenção à sua solicitação, segue abaixo orçamento para reprodução dos
seguintes documentos:

RAPM, V. 24, nº 2, 1933, p.738 – subtotal: 1 página
SC-21, p. 130v e 131 – subtotal: 2 páginas
SC-297, p. 18 – subtotal: 1 página
SC-288, p. 160 – subtotal: 1 página
SC-271, p. 89v – subtotal: 1 página
SC-56, p. 102v, 103 e 103v – subtotal: 3 páginas
CMOP-12 – subtotal: 44 páginas.

Reprodução em papel de imagem do acervo textual:
Valor por página: R$ 2,50
Total de páginas: 53
Subtotal: R$ 132,50
Taxa de envio: R$ 7,00 (carta registrada)
Valor total para depósito: R$ 139,50
Previsão de finalização e envio: APROXIMADAMENTE 10 dias úteis.

OU

Reprodução em CD de imagem do acervo textual:
Valor por imagem: R$ 2,50
Total de imagens: 51
Taxa de material (CD): R$ 1,50
Subtotal: R$ 129,00
Taxa de envio (SEDEX)*: é necessário informar o endereço.
Valor total para depósito: R$ 129,00 + taxa de envio.
Previsão de finalização e envio: APROXIMADAMENTE 10 dias úteis.

* Conforme especificações dos Correios, o envelope não possui as dimensões
mínimas para ser enviado como encomenda normal (PAC).

O pagamento pode ser feito através de depósito em favor da Associação
Cultural do Arquivo Público Mineiro – ACAPM, Banco Caixa Econômica
Federal, agência 1533, conta corrente: 527-0 operação 003. Para
formalizarmos o pedido, é necessário enviar os seguintes dados: Nome,
endereço completo, telefone, cópia do comprovante de depósito por FAX ou
por e-mail.

Atenciosamente,

Denis Soares da Silva
Sala de Referência / Diretoria de Acesso à Informação e Pesquisa
Arquivo Público Mineiro
Avenida João Pinheiro, 372
Belo Horizonte -MG
CEP: 30130-180
Geral e FAX: (31) 3269-1167
Telefone direto: (31) 3269-1162

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Acento de batismo do Sargento-Mór Antônio Eustáquio da Silva e Oliveira, em Glaura: Tudo indica que nasceu em 20 de setembro dia de Santo Eustáquio romano, e batizado 20 dias depois em 11 de outubro. Mártir Eustáquio, lembrando os Távora?  Como o Frei Lourenço do Caraça?

Sabemos que Antonio e Eustaquio foram mártires da Lituania. Outro Eustáquio, não o de 20 de setembro.

O livro de Batismo se encontra no Arquivo da Arquidiocese de Mariana-MG.

AOS ONZE DIAS DO MÊS DE OUTUBRO DO PRESENTE ANO DE MIL SETECENTOS E SESSENTA E NOVE NESTA IGREJA MATRIZ DE SANTO ANTONIO DA CASA BRANCA BATIZOU E  PÔS OS SANTOS ÓLEOS O REVERENDO DOUTOR ANTONIO ALVES PORTELA (tio de Eustáquio) A ANTONIO  INOCENTE FILHO LEGÍTIMO DO ALFERES JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA E DE SUA MULHER JOANA FRANCISCA DE PAIVA, NETO PELA PARTE PATERNA DE MANUEL DA SILVA CARDOSO E DE ISABEL FRANCISCA, NATURAIS DA FREGUESIA DE SÃO MIGUEL DE OLIVEIRA DO DOURO, BISPADO DE LAMEGO, e PELA PARTE MATERNA DO ALFERES JOÃO ALVARES PORTELA NATURAL DA FREGUESIA DE SANTA MARIA DO CANEDO ARCEBISPADO DE BRAGA E DE JOANA MONTEIRA DE PAIVA NATURAL DA FREGUESIA DE SÃO PAULO DO PATRIARCADO DE LISBOA. FORAM PADRINHOS O CAPITÃO MATIAS GONÇALVES MOREIRA SOLTEIRO MORADOR NA FREGUESIA DE ANTONIO DIAS DO OURO PRETO E ANA MARIA DE PAIVA MULHER DE JOÃO GONÇALVES CAMPOS. DO QUE FIZ ESTE ACENTO E ASSINEI. VIGÁRIO ENCOMENDADO MANOEL DE BARROS.

nota: O padrinho mathias era Mathias de Távora da Silveira, (filho de Matias Gonçalves de Proença e Bárbara da Távora da Silveira}, mas não podia, na época, ninguém usar o sobrenome Távora.

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ACENTO DE CASAMENTO DE ANTÔNIO JOAQUIM DA SILVA E GERTRUDES FELIZARDA DO NASCIMENTO, pais do major ANTONIO JOAQUIM DO NASCIMENTO.

 “Aos quatro de novembro de mil setecentos e noventa e três nesta Matriz de São João del Rei, pelas 4 para as 5 horas da tarde, feitas as canônicas diligencias na forma do Sagrado Concílio Tridentino, ritual romano e constituição por onde por serem este Bispado em presença das testemunhas Manoel Nunes Ribeiro, Bento Gomes Ribeiro e outros, administrei o sacramento do matrimônio que por palavras do presente celebraram, por não haver impedimento algum, Antonio Joaquim da Silva, filho legítimo de Matias da Silva Borges e Francisca do Sacramento, natural e batizado na freguesia de Nossa Senhora da Piedade de Barbacena, e Gertrudes Felizarda do Nascimento, filha legítima de Manoel Nunes Ribeiro e Maria Gomes do Nascimento, natural e batizada nesta freguesia, e ambos meus paroquiano. E logo lhes dei as bençãos do mesmo ritual romano. O vigário Antonio Caetano de Almeida Villas Boas“.

Livro de Registros de casamento, 1788 a 1793. Tomo IV. Arquivo da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar Matriz de São João del Rei.)

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SESMARIA DE VOVÔ CAPITAO DIOGO GARCIA, ESPOSO DE JULIA MARIA DA CARIDADE:

Tão grande quantidade de gado que não cabia em suas terras:

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NOTA SOBRE O FALECIMENTO E TESTAMENTO DO JOÃO RODRIGUES DE MACEDO e do seu sobrinho JERÔNIMO que foi o marido de tia Rita de Assunção e Silva, irmã do CAPITÃO DOMINGOS.

Em 1807 falecia João Rodrigues de Macedo, contratador de enorme influência nas Minas Gerais. Não deixando descendência, coube ao Comandante do Destacamento de Vila de Campanha da Princesa José da Silva Brandão, mandar uma patrulha para guardar os bens do falecido, e permitir a justiça que definisse o destino dos mesmos.

Para quem não sabe João Rodrigues de Macedo foi quem construiu como residência para si a casa onde hoje se denomina Casa dos Contos. Era próximo de vários Inconfidentes tipo Inácio José de Alvarenga Peixoto, Cláudio Manoel da Costa, Vicente Vieira da Mota ( seu contador e guarda-livros), inclusive Tiradentes.

Abaixo a transcrição de ofício do Comandante Brandão á Vossa Alteza Real:

” Participo a V.A.R. q o dito Joáo Rodrigues de Macedo falesceu da Vida presente hontem q se contarão 6 do corrente mez, deixando por seus testamenteiros, em primeiro lugar ao Doutor João de Araujo de Oliveira, em Segundo, terceiro, e Quarto lugar aos Seus Sobrinhos Antonio Joze Fernandes de Macedo, o Capitão Jerônimo Fernandes da Silva Macedo, e Antonio Joaquim Rodrigues de Macedo para cuja Caza e Lavras do mesmo falescido e devedor, despachei logo uma Guarda Militar deste Destacamento, não só para as vigiar, assestir às apurações q se continuão a fazer; mas também para auxiliar qualquer deligencia da Justiça, q houver de se proceder; para o q requeri ao Doutor Juiz de Fora deste Termo, q em quanto a Junta da Administração da Fazenda de V.A.R. não determinasse outras providencias, mandasse elle pôr em Segurança todos os bens do referido falescido; e eu sigo já a examinar o estado, em q ficão as sobreditas Lavras e mais bens respectivos, para poder dar a V.A.Rel huma exacta informação, sendo perciza, para me determinar o que for servido.
No entanto, porem, V.A.R. se digne ordenar quem hade responder pela Administração da dita Fabrica da Mineração do ouro, e da Cultura, e pelas despezas, q são indespensaveis para o Costeio da mesma; e o que devo praticar daqui em diante a respeito da Cobrança das terças partes, de q estou encarregado, para prontamente o executar, como fiel Vassallo de V.A.R.”

25 Respostas to “0 0 0 0 0 0 Testamento do Capitão Domingos, Sargento Mor Antônio Eustáquio e outros documentos”

  1. Rainer Pfeiffer Novelli Says:

    Prezado Paulo Cesar,

    antes de mais nada, você está de parabéns pelo trabalho genealógico que disponibilizou na internet. É de deixar qualquer geneálogo de “queixo caído”. É muito bem feito e riquíssimo em informacôes.

    Também faco genealogia. Sobre o meu trabalho genealógico, você pode acessar: http://gw4.geneanet.org/index.php3?b=pfeiffernovelli&lang=es;p=rainer;n=pfeiffer+novelli . Lá tem minha árvore genealógica com o essêncial de minha pesquisa.

    Eu li em um site de sua autoria uma informacâo interessantíssima para mim (no site https://capitaodomingos.wordpress.com/uberaba-na-wikipedia/ ) ali estâo combinadas a pessoa de Joâo Roiz (Rodrigues) de Macedo e a familia Távora.

    Deixe-me explicar o meu interesse: A mâe de minha bisavó paterna era Maria José de Araujo Macedo e vinha de Sâo Goncalo do Sapucaí (MG). Ela disse ao meu avô, quando este era pequeno, que sua familia descendia dos marqueses de Távora. Mesmo nâo sabendo quem eram os Távora, meu avô se lembrou do nome sua vida toda e contava isso para os filhos que nem levavam esta história muito a sério. Na minha pesquisa genealógica consegui levar a árvore dos Macedo apenas até Antonio Julio de Abreu Macedo, casado em 1828 em Sâo Goncalo do Sapucaí (MG) com Rita de Cassia de Araujo.

    Como nâo consegui levar a árvore adiante, passei para suposicôes sobre os pais deles pensando que vieram de Aiuruoca. mas já descartei esta suposicâo, pois é infundada. Mesmo assim os nomes desta minha velha suposicâo ainda estâo no site com minha árvore. Entâo peco que ignore os nomes que vem depois de Antonio Julio de Abreu Macedo e de Rita de Cássia de Araujo.

    Neste casamento de 1828, as testemunhas foram o padre Antonio Teixeira Sampaio e Antonio Joaquim Rodrigues de Macedo, um dos sobrinhos de Joâo Rodrigues de Macedo. Joâo Rodrigues de Macedo morreu em 1808 em Sâo Goncalo do Sapucaí, em sua fazenda que tinha em sociedade com Barbara Heliodora, a mulher do inconfidente Alvarenga Peixoto, que foi degredado para a Africa.

    Em Sâo Goncalo, encontrava-se também o segundo sobrinho de Joâo Roiz de Macedo, Antonio José Rodrigues de Macedo, que teve lá com Maria Umbelina Lobato um filho chamado Antonio em 1810 e uma filha chamada Maria em 1812.

    E também o terceiro sobrinho de Joâo Roiz de Macedo, o seu “tio” capitâo Jerônimo Fernandes (ou Rodrigues) da Silva Macedo é mencionado nos livros de Sâo Goncalo do Sapucaí (ou da Campanha) por volta de 1820.

    Segundo as informacôes que pude ajuntar na internet, deduzo que os sobrinhos (herdeiros) de Joâo Roiz de Macedo ficaram morando e administrando a fazenda dele em Sâo Goncalo e deixaram descendencia lá. Eu desconfio sériamente que minha familia “Abreu Macedo” descenda de um dos tres, mas mais provavelmente de Antonio José ou de Jerônimo.

    Descobri que os “Rodrigues de Macedo” também eram parentes da familia “Gomes de Araujo”, que foram importantes comerciantes no Rio e em Sâo Paulo. E posso imaginar que haja uma ligacâo entre os meus Araujo e esses Gomes de Araujo, mas isso é uma outra história.

    A minha pergunta é, se você tem mais informacôes sobre o enlace entre o capitâo Jeronimo e a Rita, filha do capitâo Joâo da Silva de Oliveira. Me interessa onde viveram, se tiveram filhos conhecidos, quais eram os pais de Jeronimo e outros dados biográficos deles, nascimento, casamento, óbito….

    Me interessaria também saber de onde vem sua certeza (ou suposicâo) de que os Oliveira vieram de Portugal por causa da perseguicâo aos Távora.

    Atravez da internet fiquei conhecendo um primo meu de 5° grau que também ouvira falar da história de descendermos dos marqueses de Távora. Entâo seria uma história que foi passada de pai (ou mâe) para filho faz uns 180 anos!

    Eu ficaria muito feliz em receber uma resposta sua. Já estou tentando faz anos achar um elo de ligacâo dos Macedo, Abreu ou Araujo com a familia dos Távora, sem êxito. Posso imaginar que estejamos diante de um problema que nâo pode ser solucionado, pois devem ter trocado de nome e despistado sua origem, mas mesmo assim, seria ótimo trocar umas ideias com alguém que também pesquisa na mesma direcâo!

    Me desculpe a acentuacâo errada, mas como vivo na Alemanha a 18 anos, o meu teclado só fala alemâo 😉 rsrsrs

    Atenciosamente

    Rainer Pfeiffer Novelli
    Füssen, Alemanha

    • capitaodomingos Says:

      ola:
      Suas informações são fundamentais.
      Agradeço muito e agradeço os elogios.
      Veja outras páginas no site que falam dos Távora. Capitulo do Lourenço e do Bernardo José de Lorena.
      Existe uma genealogia de Macedos na internet ligado aos Alckimin, outra família misteriosa.
      Você entende que o Macedo seja Távora. Existe nome dos pais dele no testamento dele, bem diferente dos Macedo dos Alkimin.
      Macedo sempre foi um mistério. Porém vc lembrando Bárbara em ocorreu que ela é SILVEIRA, e pode ser ela Silveira de Távor.
      É importante o fato de duas familias distantes (a minha e a sua) contarem a mesma historia dos Tavora. É uma prova de veracidade.
      tEu fico com a impressão que meu avo JOAO DA SILVA E OLIVEIRA se ligou a muitos ligados aos Tavora, como Lourenço e Bernardo de Lorena e agora fico sabendo do Macedo.
      Tambem suspeito do Maciel que veio da cidade dos Tavora, na mesma época, Viana do Castelo.
      Tia rita, que descobri, teve dois filhos por volta de 1800. Um se chamava Carlos de 1802.
      Procure no google esses macedo-Alckimin, foram para Curral del Rey BH, e alguns para Uberaba.
      Obrigado.
      Escreva sempre.
      Sobre este site, ainda tenho muita informação para postar, porisso acesse-o com frequencia.
      paulo cesar.

      • capitaodomingos Says:

        A História sempre correu na família. Está no livro da família, mas sem dados exatos. E atráves de minhas pesquisas sempre esbarrei com historia dos Tavora, especialmente do padrinho Matias, do Frei Lourenço contada por vários historiadores e esbarrei em Bernardo de Lorena em MG naquela época, amigo de Lourenço e que promoveu os Silva e Oliveira. especialmente o tetraavo de FHC que foi muito importante naquela época. E agora a sua historia ligando o Macedo aos Távora.
        Este primo em quinto grau que vc diz tambem é macedo?

      • capitaodomingos Says:

        familia “Gomes de Araujo”, São aparentados ao conego hermogenes casimiro de araujo? Se forem temos mais uma pista.

  2. Rainer Pfeiffer Novelli Says:

    Olá Paulo Cesar,

    muito interessante sua resposta, obrigado pelas dicas, vou averiguar a ligacâo com os Macedo-Alckimin.
    Sim, esse meu primo é Macedo, ele vive no litoral de Sâo Paulo.

    Sobre os primos de Joâo Roiz de Macedo com o sobrenome “Gomes de Araujo”, achei informacôes em: http://www.iseg.utl.pt/aphes30/docs/progdocs/BRUNO%20AIDAR%20%20SESSAO%20CARRARA.pdf

    e sobre o próprio Joâo Rodrigues de Macedo veja: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/anais/anais_125_2005.pdf

    Parece que as familias Rodrigues de Macedo e os Gomes de Araujo (e/ou Araujo Gomes) formaram uma certa rede de poder na colônia e que o Joâo Rodrigues de Macedo financiou a inconfidência mineira com sua grande fortuna. Será que ele especulava em nâo ter de pagar suas dívidas junto à corôa portuguesa se o Brasil ficasse independente? Talvez seja interessante em saber que Joâo Roiz de Macedo era grâo-mestre da loja macônica em Ouro Preto.

    Nâo sei se há parentesco entre os Araujo e o conego Hermogenes Casimiro de Araujo.

    Até mais
    Rainer

    • capitaodomingos Says:

      A minha tese é que todos tinham gratidão por Maria I ter anistiado os Tavora. o Lima Junior jura que o misterioso frei que avisou de madrugada os inconfidentes não era outro senão o Frei Lourenço do Caraça.

      • antonio sergio de oliveira almeida Says:

        Ele desapareceu misteriosamente de diamantina e reaparecendo no Caraça. O Frei Lourenço passou pelo Convento das macaúbas onde existe um documento que prova que ele passou por este Convento das macaúbas.
        Abraços
        Sergio.’.

      • capitaodomingos Says:

        a pista que tenho em diamantina é o padrinho matias da silveira de távora que não pode ser padre por ser távora.
        depois foi para ouro preto. e é padrinho de Eustáquio.
        se não me engano ele aparece no censo de 1804 de ouro preto, vou ver.
        é provável que lourenço da familia figueiredo de sao joao da pesqueira e os silva cardoso e matias e o figueiredo vereador que dou como irmão de lourenço chegaram juntos a ouro preto.

      • capitaodomingos Says:

        em que data passou por macaúbas?

      • capitaodomingos Says:

        sim, e por lá, diamantina, também passamos, e viemos com o padrinho matias que morava lá e veio conosco para vila rica.

      • antonio sergio de oliveira almeida Says:

        Foi no ano de 17 de fevereiro de 1860

  3. Rainer Pfeiffer Novelli Says:

    Infelizmente nâo consigo ligar os Macedo-Alckmin com os “meus” Macedo. Acho até muito interessante esta familia “Rodrigues de Macedo” viver na mesma época na Campanha na qual Joâo Rodrigues de Macedo estava em Sâo Goncalo do Sapucaí. Aqueles eram da regiâo de Braga e estes de Coimbra. Mas até pode ter uma ligacâo mais longínqua, visto que os Gomes de Araujo também vinham de Braga e eram primos dos Macedo. A propósito, na familia Araujo Macedo era expantosamente comum de primos se casarem entre si…
    Existe mais uma familia Macedo que diz descender dos Távora, no Paraná: http://pagfam.geneall.net/3935/familias.php?id=4007 . lá também tem uma familia “Oliveira”.

    • Antonio Carlos Goulart Says:

      RAINER,
      sou um descendente ALCKMIN e tenho a arvore genealógica da família desde 1750 se interessar entre em contato.
      FAVOR COLOCAR NO ASSUNTO DO e-amil “ALKMIN” para evitar que eu delete sem abrir
      sds,
      GOULART
      goulartac@uol.com.br

      • capitaodomingos Says:

        sim, pode mandar tudo que tiver.

        os livros da Boa Viagem foram queimados, este é o problema.

        espero que vc tenha visto os inventarios antigos do Curral del rey.

      • bonobo Says:

        Antonio Carlos,

        muito obrigado! Vou entrar em contato contigo. Quem sabe a gente acaba desvendando esses mistérios… rsrsrs
        A esperanca é a última que morre!

        abcs
        Rainer

  4. Ronaldo Macedo Says:

    ola primo Rainer Pfeiffer so passei pra deixar um registro aqi se caso entrar alguma msg nova… e agora que percebi que o link ai mencionado por ti esta no site da geneall … abracos Ronaldo Macedo

  5. Rainer Pfeiffer Novelli Says:

    Parece que o Joâo Rodrigues (Cahves) de Macedo, que se casara em 1809 com Rita Francisca de Alckmin era sobrinho do Joâo Rodrigues de Macedo da inconfidencia mineira. Isso é o que afirma o site: http://www.espeschit.com.br/tree/individual.php?pid=I2193&ged=espeschit.ged (clicar em “notes”)

  6. antonio sergio de oliveira almeida Says:

    Paulo César de Castro Silveira
    Poderia confirmar esta historia para mim por favor.
    Meu avô Joao da Silva e Oliveira nasceu em Uberaba e foi para Araguari. Casou-se com Francisca Mascia, muito conhecida por Chiquinha, faleceu com a idade de 33 anos. Minha mae Yvonne de Oliveira Almeida era uma dos filhos do casal. Casou-se com um oficial da FAB em 1949. Que teve dois filhos: Antonio Sergio de Oliveira Almeida e maria Ines de Oliveira Almeida.
    Marido dela ja falecido em 24 de Junho de 2011. Foi ele Julio da Silva Almeida.
    Sem mais para o momento
    Sergio.’.

    • capitaodomingos Says:

      já houve um rapaz de araguari que escreveu aqui no site sobre isto. procure mingote e araguari no pesquisar. existiram vários joão da silva e oliveira e vários domingos.

      • antonio sergio de oliveira almeida Says:

        Mingote era meu bisavô. Dados de Joao da Silva e Oliveira.
        O Superintendente do Ensino Comercial em nome do Governo da Republica de acordo com o artigo 3 do decreto 21.033 de 8 de fevereiro de 1932, tendo verificado que o Sr, JOÃO DA SILVA E OLIVEIRA nascido aos 27 dias do mes de AGOSTO de 1888, preencheu as condições da alinea VIII do artigo 2 do referido decreto, confere ao mesmo Senhor o título de CONTADOR PROVISIONADO para que possa gosar de todos os direitos, regalias e prerrogativas concedidas a este título pelas leis do paiz.
        Rio de Janeiro, 16 de Agosto de 1932. Este diploma foi assinado pelo contador e pelo Superintendente Viana. Registrado sob o numero 18372 e registrado no Conselho Regional de Contabilidade de Minas Gerais com o numero de 1770 na folha 46 do livro 1 em 30 de Junho de 1948 e expedido em 06 de Julho de 1948..
        caso seja de teu interesse como posso lhe enviar este documento xerocado.
        Abraços
        Sergio.’.

      • capitaodomingos Says:

        muito bom, pode mandar.
        há vários do mesmo nome.

      • capitaodomingos Says:

        está online os batismos do uberaba, vou achar fácil esse de 1888, era filho do mingote filho do capitao domiingos.

  7. shyrleine Says:

    gostaria de uma foto de joao rodrigues de macedo ,pra mim ver como ele se vestia . favor que tiver me enviar pois vou fazer um teatro na escola e naum sei como ele se vestia.obrigado

  8. Rainer Pfeiffer Novelli Says:

    Infelizmente acho que vai ser difícil encontrar uma “foto” de Joâo Rodrigues de Macedo, visto que este faleceu em 1807 ou 1808 e Louis Daguerre iria precisar de mais uns 30 anos para desenvolver a precursora da fotografia. Faca uma pesquisa na internet e dê uma olhada em quadros antigos, como os de Debret.

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