0 0 0 0 0 0 0 Os Lima, Souza Lima, Melo de Minas Gerais – Tereza Euzébia, filha do Capitão Domingos e o Vovô Cunha Peixoto, e os “Sousa Lima” e “Melo Lima” de Uberaba-MG

JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA foi pai do CAPITAO DOMINGOS


Capitão Domingos foi o pai de Tereza Euzébia (casada com o vovô Cunha Peixoto)


TEREZA EUZEBIA foi mãe de FRANCISCA ALVINA (casada com o Joaquim Ignácio de Souza Lima NATURAL DE PONTE DE LIMA)


Francisca Alvina foi mãe de José Joaquim de Lima (casado com Eulina)


JOSÉ JOAQUIM DE LIMA foi o pai de ESMERALDA (casado com Dóro)

Veja mais sobre eles nestas páginas:

0 2 Antônio Valim de Melo, pai de Eulina que se casou com José Joaquim, bisneto do Capitão Domingos

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SOUZA LIMA – LIMA – CASTRO LIMA porque viemos de Ponte de Lima

Veja o video de Ponte de Lima:

EM RESUMO:

JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA foi pai do CAPITAO DOMINGOS


Capitão Domingos foi o pai de Tereza Euzébia (casada com o vovô Cunha Peixoto)


TEREZA EUZEBIA foi mãe de FRANCISCA ALVINA (casada com o Joaquim Ignácio)


Francisca Alvina foi mãe de José Joaquim de Lima (casado com Eulina)


JOSÉ JOAQUIM DE LIMA foi o pai de ESMERALDA (casado com Dóro)

Esmeralda é mãe do José, Toneco, Tereza, Gemeas, Luciana, Suzana e Roberto

Homenagem de Esmeralda ao seu pai José Joaquim. Uma estampa em que ela escreveu no verso.

esmeralda

ORGULHO DE MEU TRISAVÔ JOAQUIM IGNÁCIO DE SOUZA LIMA – vinhateiro na Rua Major Eustáquio, 100, com 7 mil pés de uva.

vinho joaquim inacio

NÓS LIMA, SOUZA LIMA, MELLO LIMA DE UBERABA-MG somos LIMA PORQUE VIEMOS DE:

VILA DE PONTE DE LIMA

E nosso patriarca Joaquim Ignácio de Souza Lima tinha um quadro de parede com a ponte.

A Vila mais antiga de Portugal

Tem orgulho de ser vila e se recusam a ser elevados à categoria de cidade.

É um destino que encanta cada vez mais.

Descubra a vila mais antiga de Portugal – PONTE DE LIMA, antiga Terra de Ponte.

Em pleno coração do Vale do Rio Lima, a beleza castiça e peculiar da vila mais antiga de Portugal esconde raízes profundas e lendas ancestrais.

Foi a Rainha Dona Tereza Urraca quem, na longínqua era de 04 de março do ano de 1.125, na Idade Média, deu carta de Foral à povoação tornando-a uma vila, referindo-se à povoação como Terra de Ponte.

Séculos mais tarde, no Século XIV, o Rei de Portugal, Dom Pedro I, atento à importante posição geográfica de Ponte de Lima, mandou muralha-lá, ficando Ponte de Lima com nove torres e cercada de muralhas.

Duas das torres ainda existem.

O Acesso à vila se fazia através de seis portas.

A Ponte que deu nome ao lugar foi a única passagem segura sobre o Rio Lima na Idade Média.

Da primitiva ponte romana ainda resta um troço à margem direita do Rio Lima. A atual é a ponte medieval.

Com a expansão urbana e opulência no Século 18, as muralhas começam a serem derrubadas.

NO FINAL DESTA PÁGINA LEIA SOBRE NÓS LIMA DE UBERABA-MG – NETOS DO JOAQUIM IGNÁCIO DE SOUZA LIMA que se casou com a vovó CHIQUINHA filha da Tereza Euzébia, que é filha do CAPITÃO DOMINGOS.

jose da cunha peixoto leal

Joaquim Ignácio de Souza Lima é de PONTE DE LIMA, Distrito de Viana do Castelo, Portugal.

Quando estava para morrer, JOAQUIM IGNÁCIO disse que ninguém ia ver ele morrer e que iria morrer nos braços de JESUS, MARIA E JOSÉ.

https://capitaodomingos.wordpress.com/joaquim-inacio-de-souza-lima/

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VIDEO MARAVILHOSO SOBRE PONTE DE LIMA DE ONDE VEIO O JOAQUIM IGNÁCIO DE SOUZA LIMA

http://www.1001topvideos.com/sample-page/ponte-de-lima-vista-do-ceu/

Vamos ler agora sobre a filha do CAPITÃO DOMINGOS chamada: Tereza Euzébia da Silva de Oliveira que se casou com:

VOVÔ CUNHA PEIXOTO, português do CORAÇÃO DO PORTO: a Freguesia de Santo Ildefonso, o Coração do Porto.

ABAIXO FOTO DA VOVÓ TEREZA:

TEREZA EUZÉBIA, filha do CAPITÃO DOMINGOS, é bisavó de ESMERALDA DE MELO LIMA, que foi casada com o AMINTAS EUDORO DE CASTRO o (Dóro).

Tereza Euzébia c/c Vovô Cunha Peixoto, é mãe de:

Vovó Chiquinha – Francisca Alvina, (c/c Joaquim Inácio de Souza Lima),  que é mãe de:
José Joaquim de Souza Lima, c/c Eulina, que são os pais dae:

ESMERALDA, Mário, Joaquim, Maria, Helenita, Nair, JOsé, Olavo, Elza, ….

Eh!! Vovó Tereza Euzébia da Silva e Oliveira, uberabense, de 14 de agosto 1833, primeira filha do CAPITÃO DOMINGOS a nascer em Uberaba-MG.

Uma santa. Baixinha, um toquinho de gente. Rezava tanto terço que uma vez lhe perguntaram o que eram tantos risquinhos na parede do quarto e ela respondeu que eram os rosários que ela tinha rezado.

Ela, como os irmãos, perdeu a mãe cedo.

Casou-se, em 30 de novembro de 1848, com o Vovô Cunha: JOSÉ DA CUNHA PEIXOTO LEAL, português, nasceu na RUA DIREITA, Freguesia de São Ildefonso, no Coração da Cidade do Porto,  em 18 de janeiro de 1829.

O Porto Maravilhoso de onde veio o vovô Cunha

porto lindo

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Casou-se, aos 16 anos com um jovem português recém chegado da Terrinha, 4 anos mais velho que vovó Teresa. Trabalhou no comércio, depois se estabeleceu como médico prático, foi tão bom médico que ganhou um sobrado no centro da cidade de presente por ter curado uma mulher. Foi onde viveram até 1912, quando venderam o sobrado (ver no final desta página), depois moraram em uma casinha, na mesma rua do Padre Antônio, hoje  rua Major Eustáquio, perto da filha Chiquinha casada com outro português, o Joaquim Inácio de Souza Lima.

Morrem muito velhinhos em 1917, um logo depois do outro.

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EM RESUMO:

JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA foi pai do CAPITAO DOMINGOS


Capitão Domingos foi o pai de Tereza Euzébia


TEREZA EUZEBIA foi mãe de FRANCISCA ALVINA


Francisca Alvina foi mãe de José Joaquim de Lima


JOSÉ JOAQUIM DE LIMA foi o pai de ESMERALDA

Esmeralda é mãe do José, Toneco, Tereza, Gemeas, Luciana, Suzana e Roberto

ORGULHO DE PONTE DE LIMA – PRIMEIRA VILA DE PORTUGAL – PRIMEIRO FORAL –

Dia de Ponte de Lima: faz hoje 891 anos o foral de D. Teresa

Em 4 de março de 1125, a rainha D. Teresa outorgou o foral que transformava em vila o lugar de Ponte “com o objetivo de incrementar o desenvolvimento de uma povoação junto da única ponte então existente sobre o rio Lima, lugar de passagem entre o noroeste do Condado Portucalense e a Galiza Ocidental, e portanto de inegável interesse sob o ponto de vista económico e militar, numa data em que as fronteiras ainda andavam muito longe de estar definidas….

O foral de D. Teresa viria a ser confirmado, em 1212, por D. Afonso II que ampliou e reforçou os privilégios anteriormente concedidos.

Sucedem-se diversas cartas régias (1326-1634) que vêm igualmente confirmar à vila de Ponte de Lima e aos seus moradores os seus foros, usos e bons costumes, honras, privilégios e liberdades, e ainda assegurar que a dita vila seja sempre realenga.

É a 1 de junho de 1511 que à vila de Ponte de Lima é novamente concedido foral, desta vez pelas mãos de D. Manuel, destinado a fixar os privilégios e isenções da povoação e os impostos que os seus moradores deviam pagar.

Cultura| 04 de Março de 2016
Dia de Ponte de Lima: faz hoje 891 anos o foral de D. Teresa

Em 4 de Março de 1125, a rainha D. Teresa outorgou o foral que transformava em vila o lugar de Ponte “com o objectivo de incrementar o desenvolvimento de uma povoação junto da única ponte então existente sobre o rio Lima, lugar de passagem entre o noroeste do Condado Portucalense e a Galiza Ocidental, e portanto de inegável interesse sob o ponto de vista económico e militar, numa data em que as fronteiras ainda andavam muito longe de estar definidas…” 1.

O foral de D. Teresa viria a ser confirmado, em 1212, por D. Afonso II que ampliou e reforçou os privilégios anteriormente concedidos. Sucedem-se diversas cartas régias (1326-1634) que vêm igualmente confirmar à vila de Ponte de Lima e aos seus moradores os seus foros, usos e bons costumes, honras, privilégios e liberdades, e ainda assegurar que a dita vila seja sempre realenga.

É a 1 de Junho de 1511 que à vila de Ponte de Lima é novamente concedido foral, desta vez pelas mãos de D. Manuel, destinado a fixar os privilégios e isenções da povoação e os impostos que os seus moradores deviam pagar.

“…o nascimento de Ponte de Lima está intimamente ligado ao despontar da nacionalidade, e não é, por conseguinte, de admirar que no futuro os mais significativos momentos da história pátria encontrem eco na vida pontelimense” 2.

2

Tradução da confirmação do foral de D. Teresa, feita por D. Afonso II, em 1217:

Em nome de Deus e da indivisa Trindade.

Eu, rainha Dona Teresa, filha do rei Afonso (desejo-vos) saúde no senhor.

Aprouve-me fazer vila o supra-nomeado lugar de Ponte.

Estabeleço, decreto e determino firmemente como será para sempre desde já, 4º dia antes das Nonas de Março da era de 1163.

Eu, rainha faço couto aos homens que aí quiserem habitar.

O seu termo parte por foz do Trovela e daí por entre a vila de Sendin e (a vila) Domez, e daí por Pedra Rodada, e depois sobe ao castro de Gaia (?) e desce à Portela de Arca, e vai a Mirancelhe e daí ao Lima.

Se alguém tentar infringir o meu decreto, pague seis mil soldos;

E se alguém fizer mal aos habitantes da supradita vila fora do seu couto, pague quinhentos soldos;

Se alguém fizer alguma «coima» fora do seu couto aí não for detido, seja livre;

E se alguém fizer algum mal aos homens que de qualquer terra vierem à feira, tanto na ida como na vinda, pague sessenta soldos.

Os que habitarem na vila pagarão das suas casas um soldo por ano, nada pagando das suas «cortinhas»;

as herdades que os habitantes desta vila tiverem fora do seu termo fiquem coutadas;

do que colherem nas terras arroteadas paguem um terço e das não arroteadas um quinto.

Eu, rainha Teresa, e meu filho Afonso, rei, assinamos por mão própria esta carta.

Testemunhas:

Conde Fernando confirmou

Conde Gomes Nunes confirmou

Paio Vasques, dapífer da cúria confirmou

Sisnando Ramires, governador de Riba Lima como mandatário da rainha, confirmou.

E muitos outros homens bons (…)

Paio, Arcebispo de Braga (confirmou)

Pedro, notou.

 

Eu Afonso II, por graça de Deus Rei de Portugal, conjuntamente com a minha esposa rainha D. Urraca e os nossos filhos infantes D. Sancho e D. Afonso e D. Leonor, concedo e confirmo firmemente a todos os povoadores de Ponte de Lima este foro e esta carta que lhe deu a minha avó rainha D. Teresa e para que esta carta mais firmemente tenha força a mandei munir com o meu selo de chumbo. Foi feita em Guimarães, no mês de Agosto da era de MCCLV (=ano de 1217). Eu Rei D. Afonso e a minha esposa rainha D. Urraca e os meus filhos infantes D. Sancho e D. Afonso e D. Leonor firmamos estas cartas pelas nossas próprias mãos e fizemos estes sinais +++++

Estiveram presentes: Dom Martinho Joanes signífer do Rei conf., Dom Pedro Joanes mordomo da cúria conf., Dom Lourenço Soares conf., Dom Gomes Soares conf., Dom Gil Vasques conf., D. Fernando Fernandes conf., D. João Fernandes conf., D. Rodrigo Mendes conf., Dom Pôncio Afonso conf., D. Lopo Afonso conf.

Vicente Mendes, Pedro Peres, Martinho Peres testemunhas.

Dom Estêvão Arcebispo de Braga conf., Dom Martinho Bispo do Porto conf., Dom Pedro Bispo de Coimbra conf., Dom Soeiro Bispo de Lisboa conf., Dom Paio Bispo de Lamego conf., Dom Bartolomeu Bispo de Viseu conf., Dom Martinho Bispo de Idanha conf.

Mestre Paio, Pedro Garcia, João Peres testemunhas.

Gonçalo Mendes chanceler da cúria 3

 

 

1 REIS, António de Matos – Ponte de Lima no tempo e no espaço. Ponte de Lima, Câmara Municipal de Ponte de Lima, 2000, p. 57

2 REIS, António de Matos – Op. cit., p. 71

3 REIS, António de Matos – Op. cit., p. 61

Imagem: ANTT, Gaveta 18, maço 3, doc. nº27.

paracapdommarportu

1-8 Tereza Euzébia de da Silva e Oliveira, nascida em Uberaba a 14 de Agosto de 1833, batizada a 4 de Setembro do mesmo, casada, a 30 de novembro de 1848, com José da Cunha Peixoto Leal, nascido na Freguesia de São Ildefonso, cidade do Porto (Portugal), a 18 de Janeiro de 1829, filho legítimo  de  Joaquim da Cunha Peixoto Leal e Tereza Albina de Sousa Campos, já falecidos. José da Cunha Peixoto Leal (Vovô Cunha) veio muito jovem para o Brasil, (com aproximadamente 16 anos, provavelmente junto com Antônio Borges Sampaio), e se estabeleceu como empregado do comércio, mais tarde negociante, e, por fim se dedicou a terapêutica, adquirindo grande fama como charlatão que foi. Tinha livros em francês, dava receitas. Tem registrado no primeiro cartório de Uberaba-MG ele ganhando uma casa (esquina da Major Eustáquio com São Sebastião), um casarão porque curou uma mulher. O marido deu a casa e declara felicidade.  Moraram ali até quase o fim da vida. Depois e 1912 venderam e terminaram em 1917 numa casinha na Major Eustáquio. A Casona era descendo a rua São Sebastião, do lado direito, cruza a Major Eustáquio e é a casa da Esquina.

Teve, nascidos em Uberaba-MG:

2-1 Francisca Alvina da Cunha Campos, nascida em 29 de março de 1851, falecida em julho de 1927. Casado, em primeiras núpcias, com João Modesto dos Santos, filho legítimo de Felício Modesto dos Santos e de Maria Modesta dos Santos, ambos falecidos. Em segundas núpcias, casada com o Capitão Joaquim Inácio de Souza Lima, viúvo de Maria Rita Gomides de Oliveira, e segunda vez, viúvo de Joana Francisca de Paiva. Joaquim Inácio de Sousa Lima nasceu a 5 de setembro de 1836, em Ponte de Lima (Portugal), filho legítimo do Capitão Inácio José de Souza e de Ana Tereza de Matos (Ana Cândida da Trindade) (Ver §13; 1-13).

JOAQUIM INACIO TEVE UM FILHO NATURAL COM UMA MULHER QUE A VOVO QUASE CONHECEU NA ESTRADA, ERA DE ITUMBIARA-GO – TEVE O TIO LUIZ INACIO DE SOUZA LIMA. Esse tio Luiz teve ao que suspeitamos as filhas:

KATIE KING E RUTH.Temos fotos delas.

FRANCISCA ALVINA Teve:

Do 1° matrimônio com JOAO MODESTO DOS SANTOS:

3-1 Afonso Modesto dos Santos, nascido em Uberaba-MG por volta de 1880, que em 18 de Setembro de 1894, fundou o pequeno semanário intitulado “O Prego”, casado, em 23 de junho de 1900, com Emilia Isolina Tosta, filha legítima do antigo negociante desta praça, Capitão José Alves Tosta.

Emília largou de Afonso e foi para Goiás em Itumbiara-GO. Tem Geração – Procurar os filhos do Tio Afonso em Itumbiara-GO. Existem os Modesto do Santos em Uberaba-MG ainda.

 

Do 2° matrimônio de Vovo Chiquinha: FRANCISCA ALVINA DA CUNHA CAMPOS com o segundo marido,  JOAQUIM IGNACIO DE SOUZA LIMA, também português, vindo de Ponte de Lima:

3-2 Sebastião falecido em pequeno

3-3 Maria Rita falecidos em pequenos.

3-4 José Joaquim de Souza Lima, casado, em Uberaba em 1902, com Eulina Augusta de Melo, filha legítima de Antônio Valim de Melo e de Maximina Augusta de Melo, teve 12 filhos nascidos em Uberaba:  (Solina, Eulina, muito rigorosa com filhos e netos, punha filhos de castigo na roça no Sucuri parte deles da Fazenda da Conquista, do pai dela,,, o Padrinho VAlim, falava pro filho de castigo,, agora você não é homem naõ fica a mesa e usa calça curta até passar o castigo.

4-1, Joaquim, o mais velho, nasceu em 1903,

4-2, Totó, Antônio, um santo, pessoa boa demais

4-3 – Esmeralda de Melo Lima, (ver acima em 2-1 Tenente-Coronel da Guarda Nacional João de Aquino da Silva e Oliveira, depois Maria Teodora de Castro,  Amintas Eudoro),  filha legítima de Eulina Augusta de Melo e de José Joaquim de Sousa Lima, nascida, em Uberaba-MG, em 25 de maio de 1905, e, ali, falecida, em 11 de janeiro de 1996.

Esmeralda casou-se, em Uberaba-MG, na Igreja da Abadia, em 12 de outubro de 1924, com Amintas Eudoro de Castro, o “Dóro”, (Uberaba, 05 de outubro de 1901 – Uberaba, 29 de março de 1975), filho legítimo do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho e de Maria Teodora de Castro, (tio casado com sobrinha). Esmeralda e Dóro são primos, em quinto grau, sendo ambos, trinetos do Capitão Domingos da Silva e Oliveira.

Nota: Quando duas pessoas têm o mesmo trisavô, são primos em quinto grau. Quando duas pessoas têm o mesmo bisavô, são primos em terceiro grau. Quando duas pessoas têm o mesmo avô, são primos em primeiro grau.

Esmeralda e Dóro tiveram seis filhos que chegaram à vida adulta, e tiveram duas meninas gêmeas, falecidas, ambas, com dois anos de idade, em 1933.

Tiveram filhos e filhas, de dois em dois anos, de 1925 até 1937. Ainda viva, em 2012, só a filha Luciana. Vive ainda a nora Inedes.

A primeira neta é nascida em 1944 (Romilda) e a última (Roberta) é nascida em 1979, portanto 35 anos entre a primeira e a última neta de Esmeralda.

Alguns bisnetos de Esmeralda, os mais velhos, (Eduardo, Jane, Sandra, Heloísa e a Simone), aparecem nas fotos das “Bodas de Ouro” de Dóro e Esmeralda, em 1974, na Igreja da Adoração Perpétua, em Uberaba-MG.

Só um ou dois trinetos nasceram antes da Esmeralda morrer.

Outra curiosidade de gerações. a primeira bisneta, Romilda filha de tereza, neta da esmeralda é muito mais velhas que muitas netas.

A neta mais nova Sandrinha de 66 é mais nova que muitas bisnetas e é quase da idade do eduardo primeiro trineto. eduardo filho da romilda neto da tereza bisneto da esmeralda trineto da Eulina Solina é de 68 e sandrinha neta é de 66.

4-4 Adalberto

4-5 Olavo

4-6 Maria

4-7 Mário

4-8 Enoch

4-9 José Lima

4-10 Elza

4-11 Helenita

4-12 Nair

Filhos e filhas da Eulina e do Jose Joaquim de Lima:

Mário, Nair, Maria, Helenita, Joaquim, Esmeralda e……….

sam_7064

 

3-5 Estevam de Souza Lima, filho de JOAQUIM INACIO E CHIQUINHA , viveu em Itumbiara-GO e Uberlândia-MG, dentista, teve:

4-1 Lourdes (Lurdinha) de Souza Lima

4-2 Dinah de Souza Lima

2-2 Dr. José Joaquim da Cunha Peixoto Leal, FILHO DE JOSE DA CUNHA PEIXOTO LEAL e TEREZA SILVA OLIVEIRA farmacêutico diplomado, nascido a 26 de novembro de 1856, faleceu a 14 de dezembro de 1889, casado com Augusta….. Teve quatro filhos, alguns dos quais, hoje casados, residindo no Rio de Janeiro-RJ.

2-3 Maria da Glória, nascida a 28 de junho de 1857, e falecida a 11 de fevereiro de 1863.

2-4 Maria Amélia da Cunha (Melica), nascida a 2 de julho de 1860, e aqui falecida, em 1909, de tuberculose, sendo que seu quarto foi desinfectado.

2-5 Maria da Glória, nascida, a 13 de fevereiro de 1863, e aqui falecida, a 21 de agosto de 1867.

2-6 Laurentina da Cunha, nascida a 3 de junho de 1867, e aqui falecida, a 26 de dezembro de 1895, casada com o Coronel Eduardo José de Moura, filho legítimo do Tenente Maximiano José de Moura e de Joana Francisca de Oliveira Moura (Vide neste Título Silva e Oliveira, Capítulo??  § 4, 1-4, 2-2 e 3-3); Teve, nascidos em Uberaba, os seguintes filhos, hoje todos falecidos:

3-1 Álvaro

3-2 Maria

3-3 Cláudio

3-4 Maria

2-7 Padre Francisco da Cunha Peixoto Leal, nasceu, em Uberaba, a 4 de outubro de 1869, e aqui recebeu os primeiros ensinamentos. Em obediência à vocação de “Chiquinho Cunha”, como era aqui geralmente conhecido. Os velhos pais, embora superando mil dificuldades, o mandaram para o seminário de Santa Cruz de Goiás, com o intento de seguir a carreira clerical.

A sua partida de Uberaba teve lugar no dia 20 de agosto de 1883, em companhia do virtuoso prelado Dom  Cláudio José Gonçalves Ponce de Leão, Bispo de Goiás Velho, e frei Raimundo Madre, dominicano.

Aos 5 de maio de 1885, foram conferidas ao jovem, as primeiras ordens de touçura. Nessa época, colaborava nos periódicos “Gazeta de Goiânia“ e “A Cruz”, editadas naquela capital.

Em 1894, adoecendo, viera para Uberaba a conselho médico. Aqui se restabelecendo, voltou ao Seminário a reencenar os seus estudos interrompidos. Durante o tempo, que de Goiás teve afastado, lecionou, em Uberaba, na Escola Normal e num Colégio em Mococa-SP.

O Subdiaconato lhe foi conferido pelo Reverendíssimo Senhor Bispo Dom Eduardo Duarte da Silva, Bispo de Goiás, sucessor de Dom Cláudio, a 8 de dezembro de 1895, sendo desse dia em diante membro do Corpo Docente do Seminário.

Transferido de Goiás para Uberaba, aqui chegou Francisco da Cunha a 10 de agosto de 1896.

Neste ano, aos 8 de dezembro, recebia ordens de diaconato e, finalmente, a 12 de junho de 1897, recebia as de presbítero, celebrando no dia seguinte a sua primeira missa. Foi uma festa memorável.

O padre Francisco da Cunha Peixoto Leal, foi sucessivamente, pároco em Conquista (Município de Sacramento), Morrinhos, Antas, Pirenópolis, Santa Rita do Parnaíba (atual Itumbiara) e Jaraguá, no Estado de Goiás.

Aqui esteve por três anos, sendo eleito chefe político do Partido Governista local. Faleceu, em Jaraguá, aos 23 de outubro de 1905. Era bom orador e manejador da pena. Em 1894, quando aqui esteve colaborou na “Revista Uberabense”, seminário fundado e dirigido pelo seu irmão Romão. Exerceu o magistério no Seminário de Uberaba, de 1896 a 1899.

Legou, em testamento, todos os seus haveres aos seus pais.

Gozou de universal estime no largo âmbito de suas relações, e, por ocasião de sua morte, a imprensa de Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Rio de Janeiro, dedicou-lhe extensos e sentidos necrológicos.

2-8 Lucas da Cunha Peixoto Leal, nascido a 18 de outubro de 1871 faleceu, solteiro, em Uberaba, a 6 de novembro de 1890.

2-9 Romão Leal, nascido a 9 de agosto de 1874, fundou, em Uberaba, a “Revista Uberabense”, em maio de 1891, a Revista “A Espera” em 5 de agosto de 1892 e “O Tempo” (18??°), em 6 de março de 1893, e, em Ituverava-SP, em 1904, “O Município” Atualmente reside, solteiro, nessa cidade paulista.

Nota: A Esmeralda de Melo Lima conta que procuraram o Tio Romão pelos lados de Igarapava-SP e Ituverava-SP e não o encontraram, nunca mais tendo notícias de Romão.

Como Amintas Eudóro também é trineto do Capitão Domingos, a ESMERALDA e o Dóro são primos em QUINTO GRAU.

(É assim: Se nossos pais são irmãos, nós somos primos – Se nossos avôs são irmãos, nós somos primo terceiro – Se nossos bisavôs são irmãos, nós somos PRIMO QUINTO).

O Bisavô do Dóro, JOÃO DA SILVA E OLIVEIRA (Pai do João de Aquino) é irmão da Tereza Euzébia, bisavó de Esmeralda).

Vamos ver agora a ligação do Capitão Domingos com o Amintas Eudóro, marido de Esmeralda:

Capitão Domingos foi pai de João da Silva e Oliveira que foi pai de

João de Aquino da Silva e Oliveira que foi pai de Maria Teodora de Castro que foi mãe do

Amintas Eudoro de Castro que se casou com Esmeralda.

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Aqui fotos da família do Joaquim, nascido em 1903, filho mais velho do José Joaquim de Lima e da Eulina que se casaram em 1902:

Foto de Casamento, das Bodas de Prata, e dos filhos e netos do Joaquim:

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Eu com as filhas do Joaquim e prima:

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O Vovô Cunha tinha um Jacaré onde se coloca as rolhas para fechar os vidros de remédio. Ficou de herança para Eulina e depois para a Elza. Cheguei a ver um papelzinho com assinatura dele dando receita.

Ganhou uma casa por ter curado uma mulher, fica na rua s. sebastião com major eustáquio e está registrado no primeiro cartorio de notas de uberaba-mg

SANTO ILDEFONSO, Nossa Freguesia no Coração do PORTO:

A RUA DIREITA ONDE ELE NASCEU HOJE É RUA DE SANTO ILDEFONSO

História da Igreja em que vovô JOSÉ DA CUNHA PEIXOTO LEAL FOI BATIZADO

O VOVO CUNHA PEIXOTO

Praça da Batalha e igreja de Santo Ildefonso, c. 1900.

“A igreja matriz de Santo Ildefonso tem cerca de 11.000 azulejos que ornam a frontaria e os lados das torres sineiras, da autoria de Jorge Colaço (o mesmo autor dos azulejos da Estação ferroviária de S. Bento, no Porto), datados de 31 de dezembro de 1931, e representando cenas da vida de Santo Ildefonso e do Evangelho.

(…)

A atual Igreja de Santo Ildefonso começou a ser edificada em 1709 e acabou (numa primeira fase, sem torres sineiras) em 1730. Desde esse ano até 1739, a comunidade paroquial e as suas instituições ganharam fôlego para a construção das torres sineiras e transpôs-se o pórtico de MDCCXXX para a frontaria da Igreja, criando-se um nártex. Portanto, a leitura de 1730 na porta principal da igreja corresponde à primeira fase que se completou em 1739. Daí a razão da igreja ter no fecho do seu telhado fronteiriço uma cruz atrás da outra, correspondendo às datas 1730 e 1739 – o que se pode constatar a partir da Praça da Batalha.”res sineiras, da autoria de Jorge Colaço (o mesmo autor dos azulejos da Estação ferroviária de S. Bento, no Porto), datados de 31 de dezembro de 1931, e representando cenas da vida de Santo Ildefonso e do Evangelho.
(…)
A atual Igreja de Santo Ildefonso começou a ser edificada em 1709 e acabou (numa primeira fase, sem torres sineiras) em 1730. Desde esse ano até 1739, a comunidade paroquial e as suas instituições ganharam fôlego para a construção das torres sineiras e transpôs-se o pórtico de MDCCXXX para a frontaria da Igreja, criando-se um nártex. Portanto, a leitura de 1730 na porta principal da igreja corresponde à primeira fase que se completou em 1739. Daí a razão da igreja ter no fecho do seu telhado fronteiriço uma cruz atrás da outra, correspondendo às datas 1730 e 1739 – o que se pode constatar a partir da Praça da Batalha.”

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Sabe porque chamam Invicta à cidade do Porto?

Cidade de gente aguerrida e bairrista, o Porto o os seus habitantes desempenharam um papel ímpar na história de Portugal.

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Foto: John Snow

Em 1111, D. Teresa, mãe do futuro primeiro rei de Portugal, concedeu ao bispo D. Hugo o couto do Porto. Das armas da cidade faz parte a imagem de Nossa Senhora. Daí o facto de o Porto ser também conhecido por “cidade da Virgem”, epítetos a que se devem juntar os de Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta, que lhe foram sendo atribuídos ao longo dos séculos e na sequência de feitos valorosos dos seus habitantes, e que foram ratificados por decreto de D. Maria II de Portugal.

Desempenhou um papel fundamental na defesa dos ideais do liberalismo nas batalhas do século XIX. Aliás, a coragem com que suportou o cerco das tropas miguelistas durante a guerra civil de 1832-34 e os feitos valerosos cometidos pelos seus habitantes — o famoso Cerco do Porto — valeram-lhe mesmo a atribuição, pela rainha D. Maria II, do título — único entre as demais cidades de Portugal — de Invicta Cidade do Porto (ainda hoje presente no listel das suas armas), donde o epíteto com que é frequentemente mencionada por antonomásia – a «Invicta».

Sobre o maravilhoso Porto veja: BAIXE o PDF e leia a vida no Porto no tempo do Descobrimento do Brasil:

http://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/18531

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A azulejaria do Porto, recebe elevada expressão nos templos desta freguesia, falemos pois destes.Existem nesta freguesia, além da Igreja Paroquial, as igrejas dos Congregados, Trindade e Recolhimento dos Órfãos.A Igreja Matriz de Santo Ildefonso foi edificada em 1730. Havia ali uma ermida dedicada a Santo Alifon, mas por se encontrar em ruínas, construiu-se a actual igreja. Possuiu um cemitério que lhe ficava contíguo, hoje inexistente.
As suas paredes são ornamentadas por pinturas de Paulo Sizzi.
A capela-mor foi delineada por Nicolau Nazóni, bem como os ricos armários da sacristia.Na área desta freguesia há as capelas seguintes: Almas, Rua de Santa Catarina, Senhora da Boa Hora de Fradelos, Divino Coração e do Hospital de Santa Maria.(Do “Dicionário corográfico de Portugal continental e Insular” de Américo Costa)
Capela de Fradelos

JOSÉ DA CUNHA PEIXOTO LEAL, foi batizado em 8 de março de 1829.

Seus pais morreram cedo e veio muito jovem para o Brasil. Sua família CUNHA PEIXOTO de Penafiel foi muito importante, assim como sua família materna que era da FREGUESIA DE SANTO ILDEFONSO, no Coração da Cidade do PORTO.

A cidade do PORTO

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http://madame.lefigaro.fr/art-de-vivre/porto-sans-hic-080411-148409?page=0

veja aqui imagens do interior da Igreja onde Vovô Cunha foi batizado:

http://alexandrina.balasar.free.fr/santo_ildefonso_porto.htm

http://www.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=igreja+santo+ildefonso&um=1&ie=UTF-8&source=univ&ei=xU9MTPG9NIKClAe1orn2DQ&sa=X&oi=image_result_group&ct=title&resnum=4&ved=0CDMQsAQwAw

Vovô Cunha Peixoto era Filho de Joaquim da Cunha Peixoto Leal e Tereza Albina de Souza Campos, neto paterno de Manuel Gregório Peixoto Leal e de Ana Maria, ambos de Penafiel. Neto materno de Manuel Antônio de Souza Campos e de Ana Micaella de Souza, ambos da Freguesia de Santo Ildefonso, no Porto.

VOVO CUNHA PEIXOTO, PORTUGUES DO CORAÇÃO DO PORTO.

Abaixo, o acento de batizado do Vovô Cunha na Freguesia de São Ildefonso, no Coração da Cidade do Porto.

VEJAM QUE MARAVILHA DE ACENTO DE BATIZADO:

JOSÉ filho legítimo de JOAQUIM DA CUNHA PEIXOTO LEAL, e de sua mulher THEREZA ALBINA DE SOUZA CAMPOS moradores na RUA DIREITA nasceo aos dezoito de janeiro de mil oitocentos e vinte e nove foi por mim batipzado aos oito de março do dito ano, foi padrinha Miguel Luís de Azevedo morador na rua Formosa, e assistio como madrinha José Lopes Laja morador na Praça dos Ferradores Freguezia de Cedofeita, neto paterno de MANOEL GREGÓRIO PEIXOTO LEAL, e de sua mulher ANNA MARIA naturaes  de PENAFIEL, e materno de MANOEL ANTÔNIO DE SOUZA CAMPOS, e de sua mulher ANNA MICAELA DE SOUZA  naturaes  desta freguezia de que fiz este assento Coadjutor  José Gomes Leite.”

CLIC  na foto, PARA AMPLIAR A FOTO DO ACENTO DE BATISMO:

Abaixo, Igreja de Santo Ildefonso, onde Vovô Cunha foi batizado:

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paracapdomsantoildefosno

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Página oficial da nossa Freguesia no Coração do Porto.

http://www.jf-stildefonso.pt/

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Converse com nosso pessoal em Santo Ildefonso:

http://www.facebook.com/pages/Junta-de-Freguesia-de-Santo-Ildefonso/320091224513?v=wall

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O cinema Aguia d`Ouro situava-se na Praça da Batalha, no centro da cidade do Porto, mais exactamente no denominado largo Santo Ildefonso.
Foi inaugurado em 1908, como cinema e como tal funcionou durante décadas.
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http://porsiporsantoildefonso.blogspot.com/

http://porsiporsantoildefonso.blogspot.com/2010/05/o-burgo-de-santo-alifon.html

http://mjfs.wordpress.com/2007/10/17/santo-ildefonso-porto/

http://www.jf-stildefonso.pt/conteudo.cfm?oID=198&oPrint=1&oSzoom=0

http://monumentosdesaparecidos.blogspot.com/2010_01_01_archive.html

ESSE É O PORTO DO VOVÔ CUNHA: Sofreu a invasão dos franceses, as lutas dos liberais, a revolução do Porto, o Furacão, e a luta de Dom Pedro IV para voltar ao poder.

Em 1819, um furacão arranca a cruz de pedra sobre o telhado do altar-mor que destruiu a abóbada da capela-mor da Igreja, arrasando-a.

Em 21 de Julho de 1833, a Confraria, em acta, dá conta dos estragos causados na Igreja pelas lutas liberais no cerco do Porto. As balas e as bombas arruinaram o adro e a frente da Igreja de Santo Ildefonso.

Na noite de 23 para 24 de Janeiro de 1838, a Igreja é assaltada e roubada. Desapareceram vários paramentos e muitas peças de prata, além de 152$125 réis. Já, em 1809, havia sido assaltada e saqueada pelas tropas francesas, comandadas pelo General Soult.

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http://www.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=igreja+santo+ildefonso&um=1&ie=UTF-8&source=univ&ei=xU9MTPG9NIKClAe1orn2

Mapa da região da Freguesia de Santo Ildefonso, não achamos ainda a Rua Direita:

CLIC NA FOTO PARA AMPLIÁ-LA:

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Nossa Terrinha no Coração do Porto:

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Negociante e depois Médico Prático autodidata, ganhou um sobrado de presente por curar uma mulher. O marido emocionado fez a doação registrado em cartório, dizendo da felicidade deles. Em breve posto aqui, o registro no cartório.

VOVO CUNHA E VOVO TEREZA , ali viveram quase até o final da vida, na rua Major Eustáquio, esquina com a Rua São Sebastião, perto da chácara da filha, a Vovó Chiquinha, casada com o Joaquim Ignácio de Souza Lima, português vinhateiro.

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Nos últimos anos de vida, de 1913 a 1917, Vovô Cunha e Vovó Tereza tiveram que se mudar para uma casinha na mesma rua do Major Eustáquio.

Vó Tereza era quietinha e Vovô Cunha ficou caduco de tudo no fim da vida, ambos de  cabelos bem branquinhos, na casinha na Major Eustáquio. Davam limão azedo para ele, e perguntam se estava doce: Ele respondia, bom,, doce..

Para baixo do sobradão do Vovô Cunha, a menina Esmeralda, bisneta de Vovó Tereza, tinha medo de passar. Era o sinistro Beco da Maçonaria.

o Beco da Maçonaria é hoje o trecho da Rua Major Eustáquio que fica entra as ruas São Sebastião e Manoel Borges em Uberaba-MG.

Certa feita, Vovô Cunha viu Vovó Tereza com um homem muito bonito e apessoado, e, enciumado, começou a perguntar, várias vezes e insistindo, no seu sotaque:
– Tereza! Quem era aquele homem com quem falavas?
– Ora, Cunha, é o José Joaquim, seu neto…
– Não era não!!

Vovô Cunha Peixoto, certa vez, foi parar na polícia por soltar fogos em demasia, mas foi muito estudioso, autodidata com seus livros em francês e médico de renome, no tempo em que a palavra CHARLATÃO era uma palavra positiva.
Morreram, velhinhos, em 1917, um foi e logo veio buscar o outro. Vovó Tereza e Vovô Cunha.

Vovô Cunha e Vovó Tereza tiveram um filho farmacêutico: José Joaquim; um Padre: Francisco;

Outro filho tiveram e que desapareceu: Tio Romão, talvez em Ituverava-MG; uma que morreu de tuberculose (tia Melica), e tiveram a Francisca Alvina da Cunha, conhecida como Vovó Chiquinha.

Vovó Chiquinha é avó de Esmeralda de Mello Lima.

AMAMOS o VOVÔ CUNHA e a VOVÓ TEREZA.

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Sobre Francisca Alvina da Cunha, neta do CAPITÃO DOMINGOS e filha da Vovó Tereza Eusébia, leia abaixo:

Vovó Franscisca Alvina se casou com o português JOAQUIM IGNÁCIO DE SOUZA LIMA, abaixo descrito:

JOAQUIM IGNACIO DE SOUZA LIMA nasceu em 25 de setembro de 1835, (ou 1836) no Conselho de Ponte de Lima, Portugal. Não sabemos em qual das 35 freguesias de Ponte de Lima ele nasceu.

VEIO PARA O BRASIL AINDA JOVEM, PASSOU POR CAMPINAS E SE ESTABELECEU EM UBERABA, COMO COMERCIANTE E VINHATEIRO.

DA CÂMARA MUNICIPAL DE UBERABA -MG SOBRE OS NOMES DAS RUAS:

“”””””””JOAQUIM IGNACIO DE SOUZA LIMA é um agricultor que nesta povoação dedicou-se à industria vinhateira, a unica neste genero, na propriedade em que reside á rua do Major Eustachio. Actualmente tem mais de sete mil pés de parreiras, colhendo dellas cerca de quatro mil litros de vinho. Tão especial industria merece ser memorada, dando-se á travessa que lhe fica em frente á morada, a denominação :

TRAVESSA DO JOAQUIM IGNACIO “””””””””””

Nota: hoje chamada TRAVASSA CORONEL JOSE FERREIRA, no centro de Uberaba-MG.

VEJA O PARAÍSO DE ONDE VEIO JOAQUIM IGNÁCIO: Ponte de Lima:

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JOAQUIM IGNACIO DE SOUZA LIMA casou-se três vezes na FAMILIA SILVA E OLIVEIRA.

1-º VEZ – com tia Rita, filha do Capitão Domingos,

2- º VEZ – com a sobrinha do Capitão Domingos, filha de tia Violante e Tio Joaquim, e que tinha o HONROSO NOME de JOANNA FRANCISCA DE PAIVA, de sua avó.

Eles compraram dos filhos do Padre Antônio, na rua deste nome, hoje Rua Major Eustáquio, uma chácara onde eles plantaram vinho e ele foi o grande vinhateiro da região.

Tinha até uma travessa que, saindo da Rua Azagaia (hoje Tristão de Castro) ia dar em frente a sua casa, no número 100 da Rua do Padre Antônio, e que se chamava travessa do Joaquim Ignácio, hoje Travessa Coronel José Ferreira.

Ficou viúvo de novo e casou:

3º Vez: com a viúva FRANCISCA ALVINA DA CUNHA CAMPOS, conhecida como VOVÓ CHIQUINHA, filha de TEREZA EUZEBIA DA SILVA OLIVEIRA, que é filha do CAPITAO DOMINGOS.

Vovó Chiquinha era viúva de João Modesto do Santos com o qual teve o tio Afonso Modesto dos Santos, cuja família vive em Uberaba-MG.

JOAQUIM IGNACIO e VOVÓ CHIQUINHA casaram-se em 12 de outubro de 1883, em Uberaba-MG.

Vovó Chiquinha era viúva de João Modesto dos Santos, com quem teve o Tio Afonso.

Vovó Chiquinha e Joaquim Ignácio tiveram os filhos: Tio Estevão e o José Joaquim de Lima que é nosso avô.

No final da vida, deu uma doença na vinha do JOAQUIM IGNACIO, e ele perdeu tudo e passou por causas de uma doença, 7 anos bebendo só leite.

Quando estava para morrer, JOAQUIM IGNÁCIO disse que ninguém ia ver ele morrer e que iria morrer nos braços de JESUS, MARIA E JOSÉ.

Certo dia, o primo MANECO TERRA, filho de Tia Senhorinha da Silva e Oliveira Terra, foi visitá-lo. Ele estava de cama.

Primo Maneco acabara de sair do quarto, empregada entrou e ele estava com as duas mãos juntas no rosto, deitado de lado, sorrindo como se estivesse dormindo tranquilamente. Era o dia 21 de setembro de 1913.

Vovó Chiquinha, viúva de novo, então começou a alugar quartos daquela casa grande, e morreu em 1927.

Tio Romão tinha sumido, os pais de vovó Chiquinha, que eram Vovô Cunha e Vovó Tereza terminaram junto a vida, ali pertinho morando em uma casinha, na Major Eustáquio, em Uberaba-MG.

Não sabemos nada dos descendentes do filho natural que o Joaquim Ignácio teve. Vovó Chiquinha por pouco quase a conheceu, era de Goiás.

Não sabemos de descendentes do Tio Estevão. Tio Estevão foi dentista prático em Goiás, em Santa Rita do Parnaíba (A atual Itumbiara-GO),  e conduzia tropas de burros, fazia o burro dar a pata, ajoelhar e honrá-lo.

VOVÓ CHIQUINHA E VOVÔ JOAQUIM INÁCIO SÃO OS PAIS DE:

JOSE JOAQUIM DE LIMA que nasceu em UBERABA-MG, em 16 de agosto de 1884, e casou-se, em 10 de junho de 1902, com Eulina Augusta de Melo  (SOLINA) e teve 13 filhos. Casaram-se no dia do aniversário de Eulina( chamada de Solina), nascida em Franca-SP.

Eulina herdou uma parte da Fazenda Santa Maria (antiga Fazenda da Conquista do Capitão Domingos) que pertencia a seu pai Antônio Valim de Melo. A parte que Eulina herdou chamava-se Sucuri, e fica, do lado direito de quem vai de UBERABA-MG para São Paulo, pela BR-050.

Moraram um ano em Uberlândia-MG. Eulina estudou no Colégio Nossa Senhora das Dores.

Faleceram na residência deles na Rua Barão da Ponte Alta, no Bairro da Abadia em Uberaba-MG. José Joaquim faleceu em 18 de janeiro de 1950 e Eulina faleceu em 20 de março de 1953.

Um dos treze filhos de JOSÉ JOAQUIM DE LIMA E EULINA AUGUSTA DE MELO foi ESMERALDA DE MELLO LIMA, nascida em 25 de maio de 1905

ESMERALDA DE MELLO LIMA foi casada com seu primo em 5º grau AMINTAS EUDORO DE CASTRO, o DÓRO, nascido em 05 de outubro de 1901.

Sim: Dóro também é trineto do Capitão Domingos.

Dóro e Esmeralda se casaram em Uberaba-MG em 12 de outubro de 1924.

Dóro viajava e vendia tourinhos, herdou parte da Fazenda Santo Inácio, em Conceição das Alagoas-MG, de seu pai, o Boiadeiro ANTONIO CARRILHO DE CASTRO.

Dóro e Esmeralda foram os pais de:

José de Castro (Zé do Dóro)
Antônio Carrilho de Castro Neto (Tonéco)
Roberto Carrilho de Castro (Betão)
Tereza de Castro Figueiredo
Luciana de Castro Silveira e
Suzana de Castro Ferreira.

1-    José Antônio de Castro, ZÉ DO DORO, nascido em 1925, casado com Maria Aparecida de Souza Monteiro, filha legítima de Urias Justino Monteiro e de Armanda de Souza Monteiro, a “Mandica”.  Adotou uma filha, a Maria Ângela, casada, com 3 filhos. Mandica e Urias são primos, em primeiro grau, duas vezes. O pai da Mandica é irmão do pai do Urias, e a mãe da Mandica é irmã da mãe do Urias. Todos falecidos. José Antônio de Castro é o neto mais velho de Maximina Augusta de Melo.

2-    Maria Teresina de Castro, (conhecida como Tereza), nascida em 1927, casada, aos 15 anos de idade, em 1943, com José Bento de Figueiredo, já falecidos. Nove filhos. Todos chamados “Castro Figueiredo”, exceto Joaquim Pedro: 1- Romilda, neta mais velha de Esmeralda, (ACREDITO que Romilda seja a TRINETA MAIS VELHA de Maximina Augusta de Melo), é nascida em 02 de novembro de 1944, e, casada, em 20 de janeiro de 1968, com Alaor Bento de Freitas, filho de Sebastião Bento de Freitas e de Jerônima Barbosa de Freitas. Romilda mora em Goiás. Romilda tem quatro filhos, todos “Figueiredo Freitas”: a- Eduardo, bisneto mais velho de Esmeralda, nascido em 07 de novembro de 1968, casado, com 2 filhos: Otávio e Daniel. Mora em São Paulo-SP; b- Sandra, nascida em 9 de março de 1970, casada, com 2 filhos: Matheus Felipe e Tales Henrique. Mora em Goiás; c- Rogério, casado tem 2 filhos: Eduarda e Rogério Henrique; d- Paula, casada com Reginaldo, tem o filho Conrado; 2- Vânia, viúva de João Cândido que foi vereador em Miguelópolis-SP, teve a filha Jane, em 1970, e outros filhos, mora em Miguelópolis-SP; 3- Leda, casada com Luís, teve a filha Simone, (casada, com filhos), e, o Luís Cláudio, que tem a Júlia e a Rafaela e mora em Goiás; 4- Joaquim Pedro de Figueiredo, casado, teve um casal de filhos, mora em Miguelópolis-SP; 5- Tereza, viúva de Sebastião Frizzo, teve Heloísa, Natália, Ana Cláudia e Luís, mora em Ribeirão Preto-SP; 6- Zilda, divorciada e viúva de Antônio Carlos Karan, tem 2 filhos, mora em Goiás; 7- Mirtes, divorciada do “Dinho” que é da família “Silveira Fernandes” de Passos-MG, a mesma família de Alceu Júlio da Silveira, e (se não me engano) Dinho é sobrinho do falecido Sebastião Frizzo. Mirtes teve Betânia (casada) e dois filhos; 8- Maria Aparecida, solteira, teve um filho natural, o Guilherme. Moram em Goiás; 9- Lourdes, casada com Neif Alber Filho, com filhos. Consta que um décimo filho de Terezina de Castro faleceu bebê.

3-    Antônio Carrilho de Castro Neto, TONECO, nascido em 1929, divorciado de Honorina Monteiro, irmã de Maria Aparecida Monteiro, acima citada. Todos já falecidos. Sem filhos. Adotou uma filha, Maria Inês, irmã da Maria Ângela adotada por José de Castro. Maria Inês faleceu, criança, na grande epidemia de meningite de 1974.

4 e 5-  Gêmeas, Maria Abadia e Maria Eulina, nascidas em 1931, e, falecidas em 1933. Tristeza tremenda, O Boiadeiro e as gêmeas morreram no mesmo ano.

6-    Luciana de Castro, nascida em Uberaba-MG, em 06 de outubro de 1933, casada com Alceu Júlio da Silveira, nascido em Penápolis-SP, em 15 de fevereiro de 1924, filho de João Júlio da Silveira, (o “Juquinha”), natural de Franca-SP, e de Alcina Monteiro (a “Chinica”), natural de Uberaba-MG. Alceu é primo, em primeiro grau, de Honorina e de Maria Aparecida Monteiro. João Júlio (Juquinha) e Alcina (Chinica) são primos, em primeiro grau, pelo lado dos Monteiro de Araújo. Luciana tem um filho, eu, Paulo César de Castro Silveira.  Alceu é falecido. Alceu é da família “Silveira Fernandes”, da Inconfidência Mineira,  de Conselheiro Lafaiete-MG, que passaram por Candeias-MG, e, se estabeleceram em Passos-MG.

7-    Suzana de Castro, nascida em 1935, casada com José Batista Ferreira, (Zé Berto, Zéca). Já falecidos. Cinco filhos. Todos os filhos de Suzana são “Castro Ferreira”: 1- Terezinha, casada com Sebastião Barreto, tem três filhos: Carla (que tem dois filhos, o Caio e o Lucas), Alessandra (que tem o filho Vitório) e Bruno, solteiro. Terezinha mora em Uberlândia-MG. Os demais filhos de Suzana moram em Uberaba-MG; 2- Leci, casado com Márcia, tem três filhos:  Luciana (que tem o filho Paulo Júnior), Tiago e Neto; 3- Sueli, divorciada, tem dois filhos: André (que tem a filha Florença) e Gustavo; 4- Darci, casada, tem 3 filhos: Nélio (que tem a Ana Beatriz e a Maria Eduarda), Ederson e Eslei; 5- Marli, casada com Carlos, seu primo, em terceiro grau, também bisneto de Eulina, e filho de Olavo de Lima. Marli e Carlos também são primos, em terceiro grau, por parte de Cleonice de Castro, (esposa de Olavo de Lima, e avó de Carlos), irmã do Dóro, marido de Esmeralda, e, avô de Marli. Marli tem 3 filhos: Leandro, Eduardo e Juliana.

8-      Roberto Carrilho de Castro, (o “Betão”), nascido em 1937, falecido em 1994, de câncer, foi casado com Inedes Carvalho, viúva de Ari.  Roberto teve um filho adotivo, o Leandro, casado, com filhos. Teve uma filha: Roberta de Carvalho Castro, nascida em 17 de agosto de 1979, casada, tem o filho Henrique. Inedes ainda vive, e, é casada, em terceiras núpcias, com Gilberto. Inedes e Roberta moram em Franca-SP. Roberta é a neta caçula de Esmeralda.

Dóro e Esmeralda faleceram em Uberaba-MG, ele em 29 de março de 1975 e ela em 11 de janeiro de 1996.

EM RESUMO:

JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA foi pai do CAPITAO DOMINGOS

Capitão Domingos foi o pai de Tereza Euzébia

TEREZA EUZEBIA foi mãe de FRANCISCA ALVINA

Francisca Alvina foi mãe de José Joaquim de Lima

JOSÉ JOAQUIM DE LIMA foi o pai de ESMERALDA

Como Amintas Eudóro também é trineto do Capitão Domingos, vamos ver agora a ligação do Capitão Domingos com o Amintas Eudóro, marido de Esmeralda:

Então veja acima na página JOÃO DA  SILVA OLIVEIRA filho do CAPITAO DOMINGOS:

0 0 0 0 0 O João da Silva e Oliveira, filho do Capitão Domingos, pai de João de Aquino da Silva e Oliveira, avô de Maria Teodora de Castro

2 Respostas to “0 0 0 0 0 0 0 Os Lima, Souza Lima, Melo de Minas Gerais – Tereza Euzébia, filha do Capitão Domingos e o Vovô Cunha Peixoto, e os “Sousa Lima” e “Melo Lima” de Uberaba-MG”

  1. Lúcio de oliveira falleiros Says:

    Após o casamento de Antônio Valim de Mello com a minha prima Maximina Augusta de Mello, filha de José Alves Faleiros, irmão do meu avô João Cândido Falleiros, sua gloriosa e amada família cruzou com a não menos glorioa e querida familia Falleiros. Começa então a aparecer no nosso livro dos Falleiros essa sua “parentada”. Seu site é brilhante. Estou confeccionando um site, não tão caprichado como o seu, mas seá importantíssimo para muitas famílias. Vou aproveitar fotos do seu site para eneiquecer o meu. òsculos e amplexos

  2. Lúcio de oliveira falleiros Says:

    abraços e beijos

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