Capitão Domingos da Silva e Oliveira (*Glaura, Ouro Preto-MG 1.782 +Uberaba-MG 1.852) – História de Portugueses no Brasil – História de Nós Portugueses do Brasil

17 de janeiro de 2008

Lúcio de oliveira falleiros Disse:
abril 6, 2010 às 9:50 am | Responder   editar

QUEM IDEALIZOU ESSE MARAVILHOSO SITE?

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  1. appliance repair Irvine Disse:
    maio 1, 2011 às 8:25 am | Responder   editar Mate. Este blog é incrível. Como posso fazer com que pareça tão bom?

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História de Portugueses no Brasil 

História de Portugueses do Brasil

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Leia esta história, em PDF, para facilitar a consulta de nomes:

capitado domingos

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AS HISTÓRIAS E LEMBRANÇAS DE NOSSAS FAMÍLIAS NÃO PODEM MORRER CONOSCO

TEMOS QUE PASSÁ-LAS DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO!

Aquilo que ouvimos e aprendemos e nossos pais nos contaram, não o encobriremos aos nossos filhos, nós o contaremos de geração em geração.

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Uma redação escolar:

Minha Família:

Minha família é Silva e Oliveira, a família do Capitão Domingos. O Capitão Domingos morava na Fazenda da Conquista, no Triângulo Mineiro. O Tio Eustáquio e o Capitão Domingos criaram Uberaba-MG.  EU AMO O CAPITÃO DOMINGOS. Quando eu morrer, quero morar, com o CAPITÃO DOMINGOS, naquela grande Fazenda da Conquista, lá no Céu.”

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Uma redação escolar:

  Minha Freguesia, minha pátria, minha aldeia:

“A nossa terra chama-se Oliveira do Douro e é muito bonita.  Em Oliveira do Douro há muitas coisas antigas: o Castelo (Casa) da Castanheira, a Capela da Ermida e o cais (porto antigo) que torna a aldeia ainda mais bonita!   As paisagens de Oliveira do Douro são encantadoras e muito relaxantes.”

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DOURO SOBRE TELA

TERRINHA AMADA E ABENÇOADA

douro tela

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ESTÁ É A TERRINHA ABENÇOADA 

Hoje aqui, amanhã em Oliveira do Douro

sardinheira

Uma sardinheira em Boaças, a segunda aldeia mais portuguesa, e, que fica em São Miguel de Oliveira do Douro (Terrinha)

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Obrigado – 100 mil visitas atingimos em 14 out 2013 as 10:00 horário de Brasília

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Manuel da Silva Cardoso, da Freguesia de  Oliveira do Douro, Concelho de Cinfães, é pai de:

João da Silva de Oliveira, nascido em Oliveira do Douro em 1739, e, chegado ao Brasil em, 1760 +-,  pai de:

 Sargento Mor Eustáquio da Silva e Oliveira, Capitão João Quintino de Oliveira, Joaquim, Silvestre, Rita, Capitão Domingos que é pai de:

João da Silva e Oliveira, natural do Desemboque, 1831, pai de:

Coronel João de Aquino da Silva e Oliveira, de Uberaba, pai de:

Maria Teodora (Carrilho) de Castro, de Uberaba, mãe de:

Amintas Eudoro (Carrilho) de Castro, de Uberaba, pai de:

Luciana de Castro, de Uberaba, mãe de:

PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA, autor deste site.

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Leia aqui, a apresentação deste site, como este trabalho foi feito e dicas de como fazer pesquisa de Genealogia:

0 0 0 0 0 0 A APRESENTAÇÃO DO SITE: Famílias Silva e Oliveira, Carrilho de Castro, e outras famílias portuguesas do Brasil

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Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas mandas-me louvar dos MEUS A GLÓRIA.

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Tereza Euzébia da Silva e Oliveira e seu irmão João da Silva e Oliveira são os filhos do CAPITÃO DOMINGOS que deram origem e se ligaram aos SOUZA LIMA, Melo Lima, Família do João de Aquino da Silva e Oliveira, dos Arantes, Carrilho de Castro, em mais famílias de Uberaba-MG. Vamos estudá-los com mais detalhes.

Leia aqui os descendentes do casal Amintas Eudoro de Castro, (O Dóro), e Esmeralda de Melo Lima, ambos são trinetos do CAPITÃO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA, e, portanto primos em 5° grau,  Sendo Esmeralda bisneta de TEREZA EUZÉBIA e AMINTAS EUDORO bisneto de João da Silva e Oliveira.

AQUI TEM  AS MELHORES FAMILIAS DE MINAS GERAIS E DE SÃO PAULO todas antepassadas de Maximina e Esmeralda, o que nos  enche de tremendo orgulho.

Filhos, netos, bis e trinetos de DÓRO E ESMERALDA DE MELO LIMA

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SÍNTESE PERFEITA DO CAPITÃO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA

Da Câmara Municipal de Uberaba-MG sobre nomes de Ruas de Uberaba-MG:

 
 O Capitão Domingos da Silva e Oliveira foi o primeiro que exerceu, neste Termo, o Cargo de Presidente da Câmara Municipal, em 1837. Sob sua administração gratuita e diligencia pessoal no agenciamento de donativos, construiu-se o actual edifício do Paço da Câmara Municipal desta povoação, onde até agora se celebram as Sessões da mesma Câmara, as do Jury, Collegios Eleitoraes; Nelle dão as audiências todas as auctoridades judiciárias. Além disto, foi, mais tarde, Juiz Municipal e exerceu outros cargos púbicos, com preponderância constante nos negócios comuns desta povoação, até o seu passamento em 1852. É justo que seu nome seja contemplado na denominação das ruas, especialmente na que lhe dava entrada vindo da sua Fazenda da Conquista, onde era sua residência mais activa; e esta, a que do Largo da Misericórdia vai para o Barro Preto, que se denominará: Rua do CAPITÃO DOMINGOS. (autor Borges Sampaio).

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Somos  De Oliveira porque somos da:

 Freguesia de  São Miguel de Oliveira do Douro,

Concelho de Cinfães, Distrito de Lamego – Portugal 

No nosso tempo era Concelho de Ferreiros, aldeia vizinha de Oliveira do Douro

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História administrativa/biográfica/familiar da FREGUESIA DE SÃO MIGUEL DE OLIVEIRA DO DOURO

Orago: São Miguel.

Esta freguesia é mais antiga que a monarquia; já existia no reinado de D. Ordonho II, primeiro rei de Leão. Buaças, (Boaças), lugar em Oliveira do Douro, recebeu foral de D. Afonso III em 15 de Março de 1253.

Oliveira do Douro pertenceu ao extinto concelho de Ferreiros de Tendais, até 24 de Outubro de 1855.

Atualmente, pertence ao Concelho de Cinfães, Distrito de Viseu.

Era abadia da renúncia da apresentação do Bispo de Lamego, à qual está anexa a Freguesia de Ermida do Douro.

Oliveira do Douro pertence à Diocese de Lamego.

Lugares de Oliveira do Douro:

Boavista, Boaças, Casal, Castelo, Fanzes, Fundais, Granja, Gravato, Montão, Oliveira, Paredes, Passô, Picão, Porto Antigo, Quintela, Rebogato, Ribeira do Gil, Vale Melhorado, Vila Nova e Vinha. Orago: São Miguel

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João da Silva de Oliveira, seu irmão Luís da Silva Cardoso, Frei Lourenço do Caraça, João Rodrigues de Macedo, e, outros, fugidos da perseguição aos Távora, chegam ao Brasil por volta de 1760-1761.

 No Brasil, depois de breve passagem por Tijuco (Diamantina) e Serro-MG, onde nos acolheu o Padrinho Matias de Távora, que já não podia usar o apelido Távora e não pode ser padre a que se candidatara em 1757, pois nenhum Távora não podia ser mais nada. Seu processo de Genere et Moribus na Cúria de Mariana só tem o pedido inicial.

Fomos do Tijuco, com o Padrinho Mathias e o Frei Lourenço para  Ouro Preto-MG (Glaura),  depois Desemboque, (hoje em Sacramento-MG), e, depois, fundamos Uberaba-MG, onde somos a Família Pioneira.

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PUBLICADO PELA PRIMEIRA VEZ A ÍNTEGRA DO PROCESSO TÁVORA.

Leia o Processo Távora em fac-símile, em PDF, do primeiro dos seis volumes.

ATENÇÃO:

EM BREVE POSTAREMOS AQUI as 6 partes do PROCESSO DA FAMÍLIA TÁVORA:

Leia a principal parte do Processo Távoras, neste PDF:

Excelente estado da cópia fiel do Processo Távoras que D. Maria I e o Príncipe D. João trouxeram para o Brasil. Não voltou para Portugal, pois ficou esquecido em uma caixa.

Tudo aconteceu porque o Rei D. José teve um filho, no final de 1758, com a Marquesa Nova de Lorena e Távora.

Esse filho era o Grande Governador de São Paulo e depois de Minas Gerais Dom Bernardo José de Lorena (sobrenome materno), o homem que construiu a Calçada do Lorena entre São Paulo e Santos-SP, foi grande amigo de nosso amigo o Frei Lourenço do Caraça e protetor de nossa família quando governou as Minas Gerais, e, que sempre foi protegido por sua irmão Dona Maria I e por seu sobrinho o Príncipe Regente Dom João.

Pela primeira vez na Internet:

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PRIMEIRO VOLUME

 Páginas de AN_012_98

 

SEGUNDO VOLUME

 Algumas páginas em mau estado. A maioria excelente de se ler. Tem muitos depoimentos, inclusive do Duque do Aveiro.

Páginas de AN_012_98 dois

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No Uberaba-MG e no Desemboque (Sacramento-MG) instalaram-se:

O primo, por parte da mãe do Capitão Domingos, a Joana Francisca de Paiva,

 o Vigário Hermógenes de extensa descendência, seus pais, e o seu irmão Padre António Álvares Portela Dumiense,

nós, os primos Vigários Antônio e Carlos José da Silva, filhos da Tia Rita de Assunção (Ascenção) e Silva com o  sobrinho do Seo João  Rodrigues de Macedo

  o tio Jerônimo Rodrigues da Silva Macedo; o Camilo de Lellis e Silva, este filho do tio Luís da Silva Cardoso, entre outros.

O inventário do tio Luis provavelmente esteja no Forum de Sacramento MG ou em Goias.

E, claro, Rita Constança Cardoza, também filha de Luís da Silva Cardoso, e, primeira esposa do Capitão Domingos.

Nota: Naquela época, o sobrenome (apelido) era flexionado – ia para o feminino (Cardoza).

Desta forma, parte dos descendentes do CAPITÃO DOMINGOS são também descendentes do LUIS DA SILVA CARDOSO,e,  portanto, duas  vezes primos do Presidente Fernando Henrique Cardoso.

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Dificuldades de pesquisar Vila Rica  – Conta-se que o Fórum pegou fogo na década de 1940, e, por isso, restaram poucos processos de inventários de bens que ficaram de falecidos e processos crimes.

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Há 25 anos pesquisamos quais mais principais de Vila Rica eram ligados aos Távora. Checamos origem e data de chegada, parentescos:

 Exemplos: O Capitão Mor de Vila Rica, o compadre José Álvares Maciel saiu de Viana do Castelo, em 1760, logo depois que o Palacete dos Távora, em Viana do Castelo, foi derribado, e, salgado o  terreno. Esse é um dos muitos para se investigar.

o  3° vereador: Sargento mor José de Almeida Figueiredo, (talvez irmão do Frei Lourenço, e, mais moço que nosso avô João da Silva de Oliveira que era o vereador mais velho em 1786),

Outra linha de investigação  para saber quem mais foi fugitivo é verificar todos que o Governador Bernardo José de Lorena, (filho da Marquesa Nova Tereza de Lorena e Távora com o Rei D. José I), promoveu a comandos importantes. É muito provável que não foram só nós que ele BERNARDO JOSÉ DE LORENA promoveu como o caso do Tio João Quintino de Oliveira (Capitão Mor de Tamanduá onde foi figura veneranda e onde sua casa é hoje museu).

Nota: Tio José Manuel da Silva e Oliveira foi ser o Comandante do Desemboque-Goiás, mas, muito provável, por influência do Governador Bernardo José de Lorena.

No livro do Waldemar de Almeida Barbosa, Dicionário de Minas Gerais, fala-se dos Melo que teriam também fugido por causa da perseguição aos Távora.

Que ironia da História, os fugitivos da Perseguição aos Távora que se instalaram em Vila Rica nunca imaginavam que o pequeno menino Távora viria a ser o Governador de Minas, em Vila Rica.

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Além de morar na Fazenda da Conquista, mais exatamente onde hoje é a Fazenda Santa Elza, o Capitão Domingos tinha uma morada de casas na Rua Manoel Borges (naquele tempo Rua Municipal), acreditamos que seja a que ficou para o tio Luís da Silva e Oliveira, seu filho, e, muito possível de ser no segundo quarteirão da Rua Manuel Borges, próxima a morada de casas da Tia Luíza, no Beco da Dona Luísa, depois Beco da Maçonaria, hoje final da Rua Major Eustáquio.

 Há no Cartório do Raul Silveira, em UBERABA, nota de compra e venda da casa do Tio Luís. No primeiro quarteirão eram casas da Familia Rodrigues Gondim – Bernardes da Silveira (também presentes neste site), do tio Eustáquio e descendentes e o terreno da Câmara.

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Leia aqui com orgulho, vovô JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA, 3 vezes na lista dos vereadores de Vila Rica:

http://www.ouropreto-ourtoworld.jor.br/cmop%2019.htm

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Sim, os Silva e Oliveira se ligaram as melhores famílias, as mais tradicionais e honradas famílias de Vila Rica do Ouro Preto, do Desemboque e de Uberaba.

 E porque?

Porque eram os pais experientes e vividos que escolhiam os casamentos dos filhos, não se casava com qualquer um.

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UMA FAMÍLIA QUE VEIO PARA O BRASIL DEVIDO À PERSEGUIÇÃO A TODOS QUE ERAM LIGADOS à FAMÍLIA TÁVORA.

O Capitão Comandante de Santo Antônio da Casa Branca (hoje Glaura) JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA, nascido em 1739, na Freguesia de São Miguel de Oliveira do Douro,veio, logo depois da execução e morte dos Távoras, para o Brasil. Ele é o pai do CAPITÃO DOMINGOS nascido, em Glaura-Ouro Preto-MG, em 1781. 

Os 15 filhos e centenas de bisnetos e trinetos do CAPITÃO DOMINGOS nascido em Glaura-MG e falecido em UBERABA em 1852 estão neste site.  Assim como também os irmãos do CAPITÃO DOMINGOS e seus descendentes.

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Genealogia de nós, os portugueses do Brasil,  pioneiros e bandeirantes que se ligaram à nossa família Silva e Oliveira  (Silva Cardoso) da Freguesia de São Miguel de Oliveira do Douro, Concelho de Cinfães, Distrito de Viseu, Portugal.

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Acta ACENTO DE BAPTISMO DO CAPITÃO DOMINGOS

“”Aos dezessete dias do mês de janeiro do ano de mil setecentos e oitenta e dois anos, nesta Igreja Matriz de Santo Antônio da Casa Branca, solenemente batizou e pôs os santos óleos o reverendo  ……..  a  Domingos, inocente filho legítimo do capitão João da Silva de Oliveira e sua mulher Dona Joana Francisca de Paiva, neto pela parte paterna de …..digo Manuel da Silva Cardozo, natural da freguesia de São Miguel de Oliveira do Douro e de Isabel Francisca natural da Freguesia de São Pedro de Ferreiros Bispado de Lamego e pela parte materna do Alferes João Alves Portela natural da freguesia de Santa Maria do Canedo de Basto, Arcebispado de Braga e de Joana Monteira de Paiva, batizada na Freguesia de São Paulo da Cidade de Lisboa, Foram Padrinhos o Coronel …………. Guarda Mor Antônio José Coelho e Francisca Rosa de Santa Ana assistente nesta freguesia.  O vigário encomendado José……..

Acento de Batismo do Capitão Domingos da Silva e Oliveira:

Acento de batizado do Capitão Domingos, em Glaura-MG, em 17 de  janeiro de 1782

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RESUMO nº 1:

João da Silva de Oliveira, c/c Joana Francisca de Paiva,  é o pai do Capitão Domingos

CAPITAO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA, c/c Francisca de Salles Gomides, é o pai de:

JOAO DA SILVA E OLIVEIRA, c/c Maria Assidália da Silva Diniz (Dadáia), é o pai de:

JOAO DE AQUINO da SILVA E OLIVEIRA, c/c Eliza Cândida da Silveira Castro, é o pai de:

Maria Teodora de Castro, c/c ANTONIO CARRILHO DE CASTRO FILHO (seu tio), é a mãe de:

AMINTAS  EUDORO DE CASTRO (Dóro), c/c Esmeralda de Mello Lima, é o pai de:

José Antônio de Castro, Antônio Carrilho de Castro Neto, Maria Terezina de Castro, Suzana de Castro Ferreira, Roberto Carrilho de Castro  e  de LUCIANA DE CASTRO, que se casou com Alceu Júlio da Silveira, é a mãe de:

PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA, autor deste site.

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Resumo 2:

João da Silva de Oliveira, c/c Joana Francisca de Paiva,  é o pai do Capitão Domingos

CAPITAO DOMINGOS  é pai de  TEREZA EUZEBIA , c/c José da Cunha Peixoto Leal

TEREZA EUZÉBIA é a mãe de Francisca Alvina, c/c Joaquim Ignacio de Sousa Lima

FRANCISCA ALVINA é mãe de  JOSE JOAQUIM DE LIMA, c/c Eulina de Melo Lima

JOSE JOAQUIM  é pai de Nair, Elza, Helenita, Joaquim, Totó, José,  e de ESMERALDA DE MELO LIMA, c /c Amintas Eudoro de Castro, que é mãe de:

José Antônio de Castro, Antônio Carrilho de Castro Neto, Maria Terezina de Castro, Suzana de Castro Ferreira, Roberto Carrilho de Castro  e  de LUCIANA DE CASTRO, que se casou com Alceu Júlio da Silveira, é a mãe de:

PAULO CESAR DE CASTRO SILVEIRA, autor deste SITE.

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A Constituição Brasileira de 1824 dizia:

CAPITULO II – Das Camaras

Art. 167. Em todas as Cidades, e Villas ora existentes, e nas mais, que para o futuro se crearem haverá Camaras, ás quaes compete o Governo economico, e municipal das mesmas Cidades, e Villas.

Art. 168. As Camaras serão electivas, e compostas do numero de Vereadores, que a Lei designar, e o que obtiver maior numero de votos, será Presidente.

Art. 169. O exercicio de suas funcções municipaes, formação das suas Posturas policiaes, applicação das suas rendas, e todas as suas particulares, e uteis attribuições, serão decretadas por uma Lei regulamentar”. (A Lei de 1828).

Exemplo da aplicação deste Artigo 168 colocando como Presidente da Câmara Municipal o candidato mais votado a vereador: A Posse do Capitão Domingos da Silva e Oliveira como o primeiro presidente da Câmara Municipal da Vila de Uberaba-MG:

Ata da Instalação do Município de Uberaba

“Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e trinta e sete, décimo-sexto da Independência e do Império, aos sete dias do mês de janeiro do dito ano, neste Arraial de Santo Antônio e São Sebastião do Uberaba, Comarca do Rio Paracatu do Príncipe, Província de Minas Gerais, em nova Casa, construída pelos Cidadãos do novo Termo, para servir de Paço da Câmara, que vai se instalar, perante os novos vereadores, que hão de formar, eleitos na forma da Lei. E, em presença dos cidadãos que concorreram a este Ato, leu, o Capitão Domingos da Silva e Oliveira, o Ofício da Câmara Municipal da Vila do Araxá, pelo qual o convidava, como cidadão mais votado, a prestar juramento para Presidente da nova Câmara; E declarando que o tinha feito, leu a Certidão do mesmo juramento prestado a 20 de dezembro de mil oitocentos e trinta e seis. Leu a Portaria da Presidência da Província de Minas Gerais, de vinte de julho do dito ano, que ordena a execução da Lei Mineira número 28, que elevou este Arraial à Vila e que lhe marcou seus limites“.

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TESTAMENTO, hoje desaparecido, do CAPITÂO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA

Só restou a metade final de seu enorme processo de inventário de bens.

O Capitão Domingos, nos últimos anos de vida, trajava-se, em certos dias, à moda de Luís XV, ou seja, com calção de veludo, capa, espada e chapéu de penas, que era a indumentária própria das pessoas categorizadas da época.

Faleceu em 7-AGO-1852 em Uberaba (MG).

Eis os termos de seu testamento:

“Eu Domingos da Silva e Oliveira, abaixo assinado, estando no meu perfeito juízo, sem mais temendo a morte que partilha com todos, resolvi fazer e como é justo faço o testamento da maneira seguinte:

– Declaro que sou Católico Romano natural da Freguesia de Santo Antônio da Casa Branca do Bispado de Mariana, e filho legítimo do Sargento-Mor João da Silva e Oliveira e de Dona Joana Francisca de Paiva, ambos falecidos.

-Declaro que fui casado em face da Igreja com Dona Rita Constância da Silva e Oliveira (Cardoza), de quem tive os seguintes filhos: Francisco José, Rita, que foi casada com Raimundo Soares de Azevedo, Maria, que foi casada com José Lourenço de Araújo, Luís, único existente.

-Declaro que passado o tempo de prazo de meu primeiro matrimônio fui casado canonicamente com Dona Francisca de Sales Gomides, já falecida; deste matrimônio tive os seguintes filhos: João, Teresa, que se acha casada com José da Cunha Peixoto Leal, Domingos, Senhorinha, José, Francisco e Maria Rita, os quais todos ainda existentes; do primeiro matrimônio que são Luís, por si, Raimundo, como sucessor de sua mãe Rita, e Rita e Maria, como sucessoras de sua mãe. São meus herdeiros, como tais os instituo.

-Declaro que depois do falecimento da minha primeira mulher a todos os seus herdeiros a quem lhes coube de herança, ficavam intimados a nada herdarem mais de meu filho Francisco, nem de meu filho José, porque estes me ficaram devendo mais do que possuíam, obrigados a dar à mulher do último por nome Iria um porco e esse por tudo. Outros, assim como declaro no Livro de Razão às folhas trinta e nove.

-Declaro que à minha filha Rita quando se casou com Raimundo Soares de Azevedo dei de dote a quantia de quatrocentos mil réis em notas.

-Declaro que instituo meus testamenteiros em primeiro lugar nosso sobrinho João Quintino Teixeira, em segundo lugar meu genro José da Cunha Peixoto Leal e em terceiro lugar meu filho Luís da Silva e Oliveira, e ao que me aceitar, deixo além de documentos mais de um ano para contestar.

-Declaro que sou Irmão Remido de São Francisco, na Vila de Tamanduá (Hoje Itapecirica-MG), e falecendo quero ter a mortalha no hábito de que usam os velhos confrades, acompanhado com decência, sem pompas, pelo Pároco e nossos sacerdotes que me assistirem, logo que me livrarem das minhas culpas presentes.

-Declaro que meu testamenteiro mandará dizer cem missas a saber: cinqüenta por minha alma, vinte e cinco por alma de minhas duas mulheres, vinte e cinco por alma de nossos filhos já falecidos.

-Declaro que deixo para as obras ou alfaias da Igreja Matriz desta Vila (de Uberaba) cem mil réis.

-Declaro que deixo ao meu filho Domingos seiscentos mil reis, mais seiscentos mil réis no caso de continuar seus estudos, para assemelhar coadjuvantes, do contrário esta linha não terá valor.

-Declaro que dei ao Antônio Cesário e Maria Cândida duzentos e quarenta mil réis.

-Declaro que deixo forra a minha escrava Felipa pelos serviços que me tem feito.

-Declaro que os bens que possuo são a Fazenda da Conquista com escravos que existem e gado e três moradas de casas nesta Vila.

-Declaro que a minha vontade é que seja tutor dos meus filhos o meu primeiro testamenteiro e para tal fim o nomeio.

-Por esta forma tenho concluído meu testamento de última vontade, desejando se cumpra como se contém e que assino pedido escrito pelo Vigário Antônio José da Silva, assinado por mim aos vinte e seis de outubro de um mil e oitocentos e quarenta e nove.”

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Abra este pdf e leia a GENEALOGIA do CAPITÃO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA:

OS DESCENDENTES DO CAPITÃO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA

Aqui estão famílias e mais famílias de Uberaba que se ligaram aos SILVA E OLIVEIRA: do  Dóro, da Cidália,  os Lima,  do João de Aquino, Amélio Arantes, do Leopoldino de Oliveira, do Bruninho da Silva e Oliveira, da Família Terra. etc..

http://capitaodomingos.wordpress.com/0-0-0-a-familia-do-capitao-domingos-hildebrando-pontes/

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A Genealogia das famílias que se ligaram aos SILVA E OLIVEIRA estão neste site:

Silva e Oliveira, Silva Cardoso, Távora, Rodrigues Gondim, Alves Gondim, Gomes do Nascimento, Rodrigues Cid, Silva Porto, Leme, Félix, George, Evangelho, Carrilho de Castro, Bernardes da Silveira, Gonçalves de Lima, Silva Diniz, Pereira do Lago, Gonçalves Valim, Valim de Melo, Rodrigues Nogueira, Faleiro de Aguiar, Faleiros, Alves Guimarães, Alves Ferreira, Souza Lima, Sales Gomides, Moreira de Meireles, Garcia Lopes, Rosa Terra, Souza Lima, do Valle, Soares de Azevedo, Arantes.

Aqui, neste site, aparecem muitas famílias de Uberaba, Franca e outras cidades, famílias que se ligaram aos descendentes de JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA, como Rodrigues Gondim, Alves Gondim, Gomes do Nascimento, Rodrigues Cid, Silva Porto, Carrilho de Castro, Bernardes da Silveira, Silva Diniz, Pereira do Lago, Valim de Melo, Nogueira de Baependi, Faleiros.

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O povoamento da região de Uberaba teve início, no final do século XVIII, com sesmarias concedidas pela Capitania de Goiás, entre elas, a Fazenda das Toldas, ainda existente, concedida a Tristão de Castro Guimarães, e as Fazendas Santo Inácio, Ponte Alta e Bebedouro, concedidas, em 1799, ao Tenente Joaquim da Silva e Oliveira, irmão do Sargento-Mor Antônio Eustáquio da Silva e Oliveira, todas estas fazendas situadas ao sul da atual Uberaba.

A povoação de Uberaba, (o arraial),  foi fundada, em 1808, pelo sargento-mor comandante da Companhia de Ordenanças do Distrito do Julgado do Desemboque da Capitania de Goiás, Antônio Eustáquio da Silva e Oliveira.

Anteriormente a Eustáquio, o cargo de comandante do Distrito do Desemboque fora ocupado por seu irmão Capitão-General José Manuel da Silva e Oliveira.

O Julgado do Desemboque correspondia ao atual Triângulo Mineiro menos a região de Araxá que foi elevada a julgado, em 1811, desmembrada do Julgado do Desemboque.

A primeira casa de Uberaba, construída pelo Sargento-Mor Antônio Eustáquio, localizava-se na atual esquina da Praça Rui Barbosa com a Rua Artur Machado, do lado esquerdo de quem desce a rua Artur Machado.

O Sargento-mor Antônio Eustáquio era oriundo do Distrito de Glaura, pertencente à antiga Vila Rica, atual Ouro Preto, onde seu pai, João da Silva de Oliveira, fora vereador por três mandatos na época da Inconfidência Mineira e capitão comandante de Glaura.

O Sargento-Mor Antônio Eustáquio, buscando desbravar novas terras na região, realizou duas entradas pelo Sertão da Farinha Podre e que foi também fundador, entre os anos de 1810 e 1813, do arraial denominado Nossa Senhora do Carmo dos Morrinhos, atual município de Prata.

Da família fundadora do Uberaba, Sargento-mor Antônio Eustáquio, seus irmãos e primos, o descendente mais ilustre é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, tetraneto do Capitão-General José Manuel da Silva e Oliveira.

Uberaba surgiu pela migração de geralistas, como eram chamados os habitantes das Minas Gerais na época do Brasil Colônia, os quais deixaram as já esgotadas regiões produtoras de ouro, porém fracas para agricultura, da Capitania de Minas e de Goiás (Desemboque), em busca de terras férteis para se estabelecerem como agricultores e pecuaristas.

Entre estes pioneiros, além dos Silva e Oliveira, estavam, entre outros, os Rodrigues da Cunha, originários da Vila de Queluz, atual Conselheiro Lafaiete, e os Bernardes da Silveira, Rodrigues Gondim e Alves Gondim vindos de Formiga (Minas Gerais).

O local onde se instalou o Arraial de Uberaba, inicialmente denominado sertão da Farinha Podre, às margens do Córrego das Lages, foi escolhido por existirem, naquela área, formadas por seis colinas (Boa Vista, Estados Unidos, da Matriz, Cuiabá, Barro Preto e a colina da Misericórdia), grande quantidade de nascentes de córregos no alto destas colinas.

As primeiras “moradas de casas”, como se dizia na época, foram construídas próximas às nascentes destes córregos.

As terras do novo arraial pertenciam à Fazenda das Toldas, ainda existente, e foram doadas, em 1812, por seu proprietário Tristão de Castro Guimarães.

O “Arraial” de Uberaba, na época pertencente ao Julgado do Desemboque, Capitania de Goiás, foi elevado à condição de “Distrito de Índios” em 13 de fevereiro de 1811.

Em 1816, a região do Triângulo Mineiro, que na época compreendia o “Julgado do Desemboque” (onde Uberaba se encontra) e o “Julgado do Araxá”, deixou de pertencer à Capitania de Goiás e foi anexada à Capitania de Minas Gerais.

Estes dois julgados (Desemboque e Araxá) ficaram pertencendo à Vila e comarca de Paracatu do Príncipe. A comarca de Paracatu foi criada em 1815.

O Sargento-Mor Eustáquio pediu e conseguiu de D. João VI a elevação de Uberaba à categoria de freguesia em 2 de março de 1820 com o nome de Freguesia de Santo Antônio e São Sebastião do Uberaba, desmembrada da Freguesia do Desemboque.

Em 1831 é criada a Vila de Araxá, a qual Uberaba fez parte até sua emancipação política em 1836.

Na década de 1830, o escritor Bernardo Guimarães residiu em Uberaba.

O sargento-mor Antônio Eustáquio foi o líder político de Uberaba até sua morte em 1832, quando assumiu o seu lugar, seu irmão Capitão Domingos da Silva e Oliveira que foi o líder político de Uberaba até sua morte em 1852, e, que conseguiu, em 1836, a emancipação política de Uberaba, então pertencente à Vila de Araxá.

O Capitão Domingos havia trabalhado, também, em 1831, para a elevação de Araxá à categoria de vila.

Em 22 de fevereiro de 1836, pela lei mineira número 28, Uberaba foi elevada à categoria de município, a Vila de Uberaba, desmembrando-se de Araxá.

Em 7 de janeiro de 1837, é instalada a Câmara Municipal, tomando posse os primeiros vereadores, tendo o Capitão Domingos como seu primeiro presidente. Esta lei número 28 também extinguiu o julgado do Desemboque e o anexou ao município de Araxá.

Esta lei número 28 também extinguiu o julgado do Desemboque e o anexou ao município de Araxá e exigia que a população construísse às suas custas uma Casa de Câmara e cadeia. O Capitão Domingos, em menos de um ano, recolheu donativos e construiu a Casa de Câmara,  podendo, então, instalar a nova vila.

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O duas vezes prefeito de Uberaba-MG Doutor Hugo Rodrigues da Cunha, em 1992, definiu o CAPITÃO DOMINGOS como a:
Cabeça pensante da família Silva e Oliveira
Seu avô, o Coronel Cândido Rodrigues da Cunha estava junto com o CAPITÃO DOMINGOS, na primeira vereança de Uberaba-MG, em 1837.  Hugo também falou com orgulho da Escola Municipal Capitão Domingos lá na Serrinha, bairro rural de Uberaba-MG.
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A Fazenda da Conquista, Uberaba-MG: A Fazenda do Capitão Domingos – Já existia em 1818 em um inventário – O Capitão Domingos nela viveu de 1831 até morrer em 1852

Era a Fazenda da Conquista excelente pela fartura de nascentes de águas, e na sua divisa corria o Rio Conquista (Conquistinha) do qual Hildebrando Pontes disse:

É um rio de águas correntes e margens povoadas de florestas, que vegetam em excelentes terras“.

No retângulo assinalado na foto abaixo ficava a Fazenda da Conquista, aproximadamente.

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A área em retângulo é aproximadamente a Fazenda da Conquista, que ia de Uberaba, 15 km abaixo pela atual BR-050 rumo a São Paulo, até próximo a Fazenda Tangará.
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Na foto abaixo: A Fazenda da Conquista, em Uberaba-MG:BEM EMBAIXO NA FOTO FICA  a Fazenda Santa Elza, onde o CAPITÃO
DOMINGOS tinha a sede da FAZENDA DA CONQUISTA
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O RIBEIRÃO CONQUISTINHA AINDA TEM ÁGUAS TRANSPARENTES PERTO DE SUA NASCENTE
FAZENDA DA CONQUISTA do CAPITÃO DOMINGOS: A cidade de Uberaba, em 2013, já está dentro da Fazenda, muito perto da atual sede, a casa inaugurada em 1 de novembro de 1901, assinalada em vermelho, construída pelo Antônio Valim de Melo:
PORÉM, a casa do CAPITÃO DOMINGOS, ficava 1 légua (6,6 quilômetros) abaixo na atual Fazenda Santa Elza:==O Conjunto Valim de Melo, em Uberaba-MG, é uma justa homenagem ao José Valim de Melo, nosso tio, que morreu com quase 100 anos.
Fazenda da Conquista do Antônio Valim, a sede da Fazenda, a BR-50, o Conjunto Residencial Valim de Melo

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A Fazenda da Conquista foi comprada dos herdeiros, pelo Coronel e  historiador Borges Sampaio que a repassou para o sobrinho do CAPITÃO DOMINGOS, o Comendador JOSE BENTO DO VALE, que a vendeu para o ANTONIO VALLIM DE MELLO, que a rebatizou de Fazenda Santa Maria.

A sede da fazenda Santa Maria até hoje é dos Valim de Melo. Do Ivan Valim, neto de Maximina.

A sede da FAZENDA DA CONQUISTA se localizava onde é atualmente a FAZENDA CONQUISTINHA ou  SANTA ELZA, que permaneceu como sede até 1901, quando Antônio Valim de Mello inaugurou a sede atual, em 1 de novembro de 1901, e que ainda está de pé.

A nova sede foi inaugurada no dia 1-nov-1901, aniversário da esposa de Antônio Valim, a vovó Maximina.  A sede antiga ficava a cerca de 10 km do Uberaba a esquerda de quem vai pela rodovia de Uberaba para Delta e para o Estado de São Paulo.

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Ver aqui testamento do capitão domingos:

0 0 0 0 Testamento do Capitão Domingos e outros documentos

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A mãe do CAPITÃO DOMINGOS nasceu em 1735, em Glaura, cresceu lá, se casou lá,  e morreu, em 1818, lá m Glaura (Ouro Preto-MG). Somos, portanto, antigos em Ouro Preto-MG, nossa família Paiva é pioneira em Glaura, no início da mineração em Minas Gerais.

Vovó Joanna Francisca de Paiva ficou 16 anos viúva (de 1802 a novembro de 1818, quando faleceu). Só tia Rita vinha visitá-las. Viagens eram difíceis.

Seus companheiros de velhice foram seus fiéis escravos, um casal já velhinho, um Preto Véio, como se dizia naqueles tempos, sua mulher já velhinha também, e mais alguns escravos: Clemente, pardo, 32 anos, Pedro, congo, 40 anos. Teodora, 60 anos, criola.  Joaquim, 36 anos, criolo, Victória, 76 anos parda, e Águida, 73 anos, parda.

Vovó tinha 5 tachos de cobre, um Alambique e um forno de torrar farinha. Uma fazenda de Cultura em Cachoeira do Campo, e outra em Glaura. Cachoeira do Campo é vizinha a Glaura. Tio Joaquim declarou no inventário de vovó, uma fazenda contígua ao Desemboque, um sitio em São Bento do Tamanduá, outro na Babilônia, na paragem os canteiros da fazenda das talhadas, ribeirão das bateias. Entendemos que é a Serra da Babilônia  lá na Região de Passos, Delfinópolis, Desemboque.

Que saudade que ficou dos filhos que moravam tão longe e dos netos que nunca conheceu.

HOJE, NÓS NETOS DA VOVÓ JOANA, SOMOS NO MÍNIMO 20 MIL PESSOAS.

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O CAPITÃO DOMINGOS e o Reverendo Padre HERMÓGENES CASIMIRO DE ARAUJO BRUNSVINCK (Primo pelo lado materno do CAPITÃO DOMINGOS) governaram com brilhantismo o Julgado do DESEMBOQUE-GO, que era todo o Sertão da Farinha Podre, depois chamado TRIANGULO MINEIRO.

Depois de 1816, a Farinha Podre passou a pertencer a MINAS GERAIS.
Hoje a região do Sertão da Farinha Podre é conhecida como Triângulo Mineiro.

om a decadência do amado DESEMBOQUE-MG, que deixou de ser Cabeça de Julgado, em 1834, onde o CAPITÃO DOMINGOS fora JUIZ;

E com a morte, em 1829, do Tio Joaquim da Silva e Oliveira, deixando a viúva, Tia Maria Vitória com filhos menores para cuidar de grande quantidade de terras;

E com, na mesma época, em 1827, a morte do Tio Eustáquio, deixando um vazio político em UBERABA-MG:

Então, o CAPITÃO DOMINGOS resolve passar, em 1832, para UBERABA-MG.

SIM, O CAPITÃO DOMINGOS RUMOU PARA UBERABA-MG, COM SUA SEGUNDA JOVEM ESPOSA, NOSSA AMADA AVÓ FRANCISCA DE SALLES GOMIDES, LEVANDO ELA, NO COLO, em 1832, O FILHO JOÃO (NOSSO AVÔ) E NO VENTRE, A FILHA TEREZA (NOSSA AVÓ).

SIM, AS ESPERANÇAS NÃO MORRIAM, ELES IAM SEMPRE PARA MAIS A OESTE A BUSCA DE UMA VIDA MELHOR E PARA CONSTRUÍREM O BRASIL.

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O CAPITÃO DOMINGOS foi casado, na primeira vez, com sua prima RITA CONSTÂNCIA CARDOSA, filha de tio Luis da Silva Cardoso e de Joana Maria da Trindade, cujos filhos também foram para Uberaba. Camilo de Lélis e Silva é filho do tio Luis da Silva Cardoso e irmã de Rita.

Rita nasceu em Congonhas do Sabará, hoje, chamada Nova Lima-MG

Rita Constância Cardoza morreu logo após o parto do Tio Luis da Silva e Oliveira, no Desemboque, em 1821.

O CAPITÃO DOMINGOS casou-se, em segundas núpcias, com nossa avó FRANCISCA DE SALES GOMIDES,  que, assim como Rita Constância, também morreu jovem, em 1848, em Uberaba-MG.

Vovó Francisca de Sales morreu na Fazenda da Conquista em Uberaba-MG em 1848, deixando o CAPITÃO DOMINGOS, idoso e viúvo.

Faleceu o CAPITÃO DOMINGOS, em 1852, cercado de todos os filhos e usando roupa estilo Luís XIV, na Fazenda da Conquista, em Uberaba-MG.

Foi enterrado em um pequeno cemitério, atrás da Igreja Matriz, que foi depois desativado, quando se construiu o cemitério de Uberaba, no inicio da rua Paulo Pontes e que hoje é uma escola. Nada disso existe mais.

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Antes de morar em Uberaba-MG, O CAPITÃO DOMINGOS morou no DESEMBOQUE-MG, (onde hoje só há algumas ruínas, atualmente na zona rural do Município de Sacramento-MG).

http://www.revelacaoonline.uniube.br/a2002/cultura/desembo.html

http://scarparoclaudio.br.tripod.com/protecaodopatrimoniocultural/id15.html

http://www.sacramento.com.br/historia.htm

http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=desemboque&meta=

http://www.canastra.com.br/geografia/regional_cultura_sacramento.asp

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os 14 filhos do CAPITAO DOMINGOS são os seguintes:

Do 1º casamento:
1- Francisco da Silva e Oliveira.
2- José Alexandre da Silva e Oliveira.
3- Rita de Cássia e Oliveira.
4- Maria dos Reis e Oliveira.
5- Luís da Silva e Oliveira.

Todos estes filhos ficaram órfãos, crianças ainda, quando a Rita Constância Cardoza faleceu no parto do tio Luís da Silva e Oliveira, em 1821, em Desemboque-MG.

Do 2º casamento:

6- Cândido da Silva e Oliveira.
7- João da Silva e Oliveira, nascidos em Desemboque-MG. Ver sobre ele em:

0 0 0 0 João da Silva e Oliveira, filho do Capitão Domingos, e nosso avô

E os seguintes nascidos em Uberaba-MG, também do 2º casamento:

8- Tereza Euzébia da Silva e Oliveira. Ver sobre ela em:

0 0 0 0 Tereza Euzébia da Silva e Oliveira, filha do Capitão Domingos, seu genro Joaquim Inácio de Souza Lima, vinhateiro, e a família Souza Lima de Uberaba e de Uberabinha, hoje Uberlândia

E em:

0 0 0 0 Tereza Euzébia, filha do Capitão Domingos, e nossa avó, esposa do Vovô Cunha Peixoto

9- Sinhorinha Cândida da Silva e Oliveira.
10- Domingos da Silva e Oliveira (mingote).
11- José Joaquim da Silva e Oliveira.
12- Franscisco Gualberto da Silva e Oliveira.
13- Maria Rita Gomides de Oliveira.

O CAPITÃO DOMINGOS também teve um filho natural, em Itapecerica-MG, com Maria do Carmo Pacheco falecida em Campina Verde-MG: o tio Antônio Cesário da Silva e Oliveira, pai de outro Antônio Cesário da Silva e Oliveira, o qual aparece no livro “Inocência” do Visconde de  Taunay, que o conheceu e gostou tanto dele que o colocou no livro. O único que aparece no livro com seu nome real.

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Todos estes filhos ficaram órfãos, quando eram crianças ainda, quando a Vovó Francisca de Salles Gomides faleceu, em 1848 em Uberaba-MG.

Localizei, também, no Cemitério de Uberaba, o túmulo do tio Luís da Silva e Oliveira, falecido em 1896. Na última vez que eu estive no cemitério,  não o achei. Quando eu o vi, estava um pouco danificado, é um túmulo pequeno e alto, e fica no meio não nas avenidas. Estava abandonado e era muito pequeno.

A última filha do Capitão Domingos a falecer foi tia Senhorinha, matriarca da Família Terra, falecida, em 1926, e  cujo túmulo estava  na avenida principal do cemitério de Uberaba.

Não localizei mais o túmulo de tia Senhorinha, falecida em 1926. Deve ter sido reformado e tirado o nome dela. Acredito que seja o túmulo da Família Terra, na avenida principal do cemitério de Uberaba. Penso ter visto uma vez, por volta de 1990, um túmulo com o nome da Tia Senhorinha, a última filha CAPITÃO DOMINGOS a falecer, em 1926.

Tenho um rascunho que consta qual era o túmulo da tia  Senhorinha e do tio Luís, rascunho este que espero encontrar um dia.

Os demais filhos, acreditamos,  foram enterrados no cemitério antigo que não existe mais e que ficava onde hoje no começo da rua Paulo Pontes.

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Valeu a pena?

TUDO VALE A PENA SE A ALMA NÃO É PEQUENA!

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QUANDO NASCE UM SILVA E OLIVEIRA deve-se plantar uma muda de Oliveira:

Árvore que sempre dá BONS FRUTOS, e é uma planta que cresce até os Céus e é forte e dura mil anos:

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ABRA este arquivo em pdf e veja  a ARVORE GENEALÓGICA DO CAPITÃO DOMINGOS:

arvoregenealogicadechiquinhanetadocapitaodomingos

Nossa árvore genealógica, muitos nomes ainda por serem incluídos, calma:

http://www.myheritage.com.br/site-33238761/familias-de-minha-familia

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Antiga Casa de Câmara e Cadeia
Prefeitura e Câmara Municipal de Uberaba-MG construída pelo Capitão Domingos.
A estátua no frente é o Tio Eustáquio da Silva e Oliveira.

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A SALA DE SESSÕES DA CÂMARA MUNICIPAL DE UBERABA:
 A Casa do Capitão Domingos:
Único caso no Brasil de uma Câmara Municipal estar a quase 200 anos no mesmo local.

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Capitão Domingos da Silva e Oliveira, o primeiro a presidir a Câmara Municipal de Uberaba

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Quando o  VISCONDE DE TAUNAY se hospedou na “Casa de Capitão Domingos”, a Casa de Câmara e Cadeia de Uberaba:

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Casa de Câmara e Cadeia de Uberaba – Nota-se as grades nas janelas das celas dos presos

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Sobre a CÂMARA MUNICIPAL DE UBERABA-MG, a CASA do CAPITÃO DOMINGOS:
Naquela época se dizia  CASA DE CÂMARA E CADEIA” : O 1º prédio da Câmara Municipal de Uberaba foi construído pelo Capitão Domingos da Silva e Oliveira às custas da população, em 1836, e inaugurado, em 1837, para sediar o Governo Municipal.  A doação do prédio à Câmara Municipal foi registrada em cartório em 1836, documento este que estamos providenciando sua transcrição.
No  prédio funcionaram as Sessões da Câmara, do Júri, Juntas Municipais, de qualificações e outras de caráter público. Reuniam-se no seu salão os Colégios Eleitorais, e todas as autoridades judiciárias nele davam suas audiências.
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Em seu porão funcionava a Cadeia Pública. Vejam as Grades, na foto, no andar de baixo. O sobrado passou por várias reformas, preservando suas características, tais como: proporção, número de pavimentos, estruturas e decoração interna. As reformas datam de 1888, 1893, 1918, sendo o prédio atual reinaugurado em julho de 1920.
O arquiteto Luís Dorça modificou a antiga forma das edificações portuguesas para um estilo mais moderno. A planta do prédio é de autoria do engenheiro e arquiteto, W. Brosenius. O construtor foi Santos Guido, que introduziu as ordens civis modernas.

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E tudo começou com o Capitão Domingos

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A casa do Capitão Domingos passou por várias mudanças em quase 2 séculos.

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Da Câmara Municipal de Uberaba-MG sobre nomes de Ruas de Uberaba-MG:

 
 O Capitão Domingos da Silva e Oliveira foi o primeiro que exerceu, neste Termo, o Cargo de Presidente da Câmara Municipal, em 1837. Sob sua administração gratuita e diligencia pessoal no agenciamento de donativos, construiu-se o actual edifício do Paço da Câmara Municipal desta povoação, onde até agora se celebram as Sessões da mesma Câmara, as do Jury, Collegios Eleitoraes; Nelle dão as audiências todas as auctoridades judiciárias. Além disto, foi, mais tarde, Juiz Municipal e exerceu outros cargos púbicos, com preponderância constante nos negócios comuns desta povoação, até o seu passamento em 1852. É justo que seu nome seja contemplado na denominação das ruas, especialmente na que lhe dava entrada vindo da sua Fazenda da Conquista, onde era sua residência mais activa; e esta, a que do Largo da Misericórdia vai para o Barro Preto, que se denominará: Rua do CAPITÃO DOMINGOS.
 
NOTAS:
1- Este texto brilhante foi escrito pelo BORGES SAMPAIO, historiador, grande amigo, que comprou a Conquista dos filhos do Capitão Domingos.
2- Naquela época não havia a divisão dos Governos em 3 poderes. Tudo se resolvia na CÂMARA MUNICIPAL.
3- O Largo da Misericórdia é agora a Praça Tomás Ulhoa, do Uberaba Tênis Clube.
4- O Córrego do Barro Preto é hoje a Avenida Grande Abadia.
5- A Fazenda da Conquista é hoje o Conjunto Vallim de Mello e as fazendas à margem da BR-050 até o Rio Conquista (Conquistinha), para frente da Fazenda Tangará. Do Rio Conquista, que todo mundo chama de rio Conquistinha, para frente e até o Rio Grande ficavam as Fazendas do tio tenente Joaquim da Silva e Oliveira.
6- A séde, onde o Capitão Domingos residia era na atual Fazenda Santa Elza, também Chamada Conquistinha, fica às margens da BR-50 Chico Xavier, 10 km do Trevo de Uberaba. A casa não existe mais.
7- O Capitão Domingos também tinha uma residência na cidade de Uberaba na Rua Municipal, atual Manuel Borges.

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Este site se dedica à preservação da História e da Memória do CAPITÃO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA, (FILHO de JOÃO DA SILVA E OLIVEIRA, PORTUGUÊS de Oliveira do Douro) de seus feitos e de sua família SILVA E OLIVEIRA, Silva Cardoso e das localidades que eles ajudaram a construir e que tanto amaram: Glaura (Distrito de Ouro Preto-MG), Desemboque (hoje no município de Sacramento-MG), Uberaba-MG, Prata-MG e tantas outras.
 

NESTA FOTO, DO GOOGLE, SE VÊ, À DIREITA, A PREFEITURA E CÂMARA CONSTRUÍDA PELO CAPITÃO DOMINGOS ,E O EDÍFICIO DO HOTEL CHAVES, ONDE ERA A PRIMEIRA CASA DE UBERABA CONSTRUÍDA PELO TIO ANTONIO EUSTÁQUIO.

AO LADO DO HOTEL, O LOCAL ONDE FOI A  CASA QUE FOI DA NOSSA FAMILIA ALVES GONDIM e dos BERNARDES DA SILVEIRA.

No ano que Uberaba passou de Vila a Cidade:  É a Matriz Nova, a antiga era mais no fundo.

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Na pintura acima, você vê o Largo da Matriz de Uberaba-MG, atual Praça Rui Barbosa.

O edifício assobradado, à direita da pintura, é a Casa de Câmara e Cadeia de Uberaba-MG construída pelo Capitão Domingos da Silva e Oliveira.

Uberaba, na pintura acima, no ano de 1856, quando foi promovida à categoria de Cidade. O Capitão Domingos já tinha falecido há 4 anos (1852).

Abaixo da foto, em frente a Casa de Câmara e Cadeia, vivia nossa avó Sibilia Bernardes da Silveira, no começo da Rua Municipal, hoje Rua Manoel Borges, isto desde o início de Uberaba na década de 1820.

Ali também viveram Tia Tarquilina Bernardes da Silveira. Há uma foto de Uberaba, de 1880, tirada do Alto dos Estados Unidos, que aparece a casa delas.

Ali viveram Mariana Joaquina da Silveira e Joaquim Alves Gondim, que correu de espada na mão por Uberaba, à procura da pequena Sibilia.

A Residência do Capitão Domingos na cidade ficava descendo a Rua Municipal, atual rua Manoel Borges, que principia ao lado da Casa de Câmara e Cadeia.

Uberaba por volta de 1885: A Casa de Câmara e Cadeia (Prefeitura) e Hotel do Comércio. Na Rua Municipal, atual Rua Manuel Borges, à direita da Prefeitura, os sobrados da Tia Tarquilina e Tia Lizarda, onde nossa família Bernardes da Silveira morou por décadas, desde os anos 1820. Bem no canto direito da foto, em cima, o sobrado que Vovô Cunha Peixoto médico ganhou por curar uma mulher. Do Sobrado do Vovô Cunha, na Rua São Sebastião com Major Eustáquio, descia-se o Beco da Maçonaria até chegar a atual Rua Manuel Borges.

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A MESMA FOTO AMPLIADA:

Hotel do Comércio à Esquerda, Casa de Câmara e Cadeia, Casas dos Bernardes da Silveira MARCADA COM X, casa que foi do Capitão Domingos e ficou para Tio Luis da Silva e Oliveira e acima a direita casarão do Vovô Cunha, ganho porque curou uma mulher.

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O CAPITÃO DOMINGOS  INSTALANDO A CÂMARA MUNICIPAL DE UBERABA-MG:

Ata da Instalação do Município de Uberaba-MG:

Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e trinta e sete, décimo sexto da Independência e do Império, aos sete dias do mês de janeiro do dito ano, neste Arraial de Santo Antônio e São Sebastião do Uberaba, Comarca do Rio Paracatu do Príncipe, Província de Minas Gerais, em Nova Casa, construída pelos Cidadãos do Novo Termo para servir de Paço da Câmara que vai se instalar, perante os novos vereadores que hão de formar, eleitos na forma da Lei, e em presença dos cidadãos que concorrerão a este Ato, leu, o Capitão Domingos da Silva e Oliveira, o Ofício da Câmara Municipal da Vila do Araxá, pelo qual o convidava, como cidadão mais votado, a prestar juramento para Presidente da nova Câmara; E declarando que o tinha feito, leu a Certidão do mesmo juramento,  prestado a 20 de dezembro de mil oitocentos e trinta e seis. Leu a Portaria da Presidência da Província de Minas Gerais, de vinte de julho do dito ano, que ordena a execução da Lei Mineira número 28 que elevou este Arraial a Vila e que lhe marcou seus limites“.
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Assinatura do Capitão Domingos no inventário dos bens que ficaram de Vovó Maria Joaquina da Silveira, neta de Bernardo Homem da Silveira, o qual é o tronco dos Bernardes da Silveira, com páginas neste site.

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História de Uberaba pelo Vigário Silva:

 Este primeiro historiador de Uberaba conta a história de nós, os Silva e Oliveira, no sertão, os bandeirantes do SÉCULO XIX: Acredito que o Vigário Silva seja primo do Capitão Domingos, filho de tia Rita.

http://capitaodomingos.wordpress.com/0-0-0-os-silva-e-oliveira-na-fundacao-de-uberaba-pelo-vigario-silva-e-borges-sampaio/

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FOTO DO DESEMBOQUE ONDE O CAPITÃO DOMINGOS FOI JUIZ do Julgado, e, ONDE NASCEU A METADE DE SEUS FILHOS:

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O CAPITAO DOMINGOS na Biblioteca Da Família, Centro de História da Família:
Memória preservada: em breve, eu completo estes dados.Brazil Baptisms, 1688-1935 for Domingos Da Silva De Oliveira
 

Name: Domingos Da Silva De Oliveira

Gender: Male

Baptism/Christening Date: 01 Jan 1782

Baptism/Christening Place: Santo Antônio, Glaura, Minas Gerais, Brazil Birth Date: Birthplace:
Death Date:
Name Note:
Race:
Father’s Name: Joam Da Silva De Oliveira
Father’s Birthplace:
Father’s Age:
Mother’s Name: Joanna Francisca De Paiva
Mother’s Birthplace: Mother’s Age:
Paternal Grandfather’s Name: Manuel Da Silva Cardoso
Paternal Grandmother’s Name: Isabel Francisca
Maternal Grandfather’s Name: Joam Alves Portella
Maternal Grandmother’s name: Joanna Monteira De Paiva
Indexing Project (Batch) Number: C04292-6 System
Origin: Brazil-EASy Source Film Number: 1284508
Reference Number:
 
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O Capitão Domingos na Wikipedia:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Domingos_da_Silva_e_Oliveira

Domingos da Silva e Oliveira. Natural da Freguesia Santo Antônio da Casa Branca, atual Glaura, no Município de Ouro Preto (MG), onde casou com Rita Constância Cardoso. Fazendeiro. Recebeu esmerada educação.

Posteriormente, viveu em no Julgado de Nossa Senhora do Desterro do Desemboque, Capitania de Goiás, denominação reduzida em 1923 para Desemboque, hoje distrito do Município de Sacramento (MG), onde foi comissionado Juiz do Julgado do Desemboque que compreendia todo o Triângulo Mineiro, e agraciado com o nascimento de cinco de seus filhos.

Não teve filhos de 1813 a 1816, numa época que fora assassinado seu irmão em Trairas -GO, Capitão General José Manoel da Silva e Oliveira, tetravô de Fernando Henrique Cardoso.

Em 2-MAR-1818, Domingos recebeu sesmaria na Parada do Ribeirão da Cachoeira, no Distrito de São Carlos de Jacuí, atual Município de Jacuí (MG).

Irmão do fundador de Uberaba (MG), o Sargento-Mor Antônio Eustáquio da Silva e Oliveira, que foi nomeado pelo Governador Provincial, em 27-OUT-1809, para as funções de Comandante Regente dos Sertões da Farinha Podre. Por ato de 3-FEV-1811, Antônio Eustáquio passou a ser, também, Comandante do Distrito e Curador dos Índios, sendo inclusive encarregado de zelar pela segurança dos colonos que estavam se instalando naquela região.

Farinha Podre era a denominação dada a toda a zona do Triângulo Mineiro. Anos depois da morte de Rita, sua esposa, golpe que muito o abateu, Domingos decidiu casar-se com Francisca de Sales Gomides.

Após o nascimento do primeiro filho oriundo do segundo matrimônio, que foi João da Silva e Oliveira, resolveu passar para o Sertão da Farinha Podre, onde já se encontravam os irmãos Major Antônio Eustáquio e Joaquim. A ele, como companheiro de todas as horas do irmão Antônio Eustáquio, coube a tarefa de conduzir os destinos da povoação na sua marcha para a conquista da segunda etapa do sonho que vinham acalentando.

Assim, pôde construir em 1836, às custas da população, o 1º prédio da Câmara Municipal de Uberaba, cuja instalação se deu no dia 7-JAN-1837, sob a presidência de Domingos, o Vereador mais votado para aquela Casa. No mesmo prédio funcionou, também, a Cadeia Pública, juntamente com a Câmara Municipal, o Fórum e os Correios.

Sua luta certamente contribuiu para a transformação da terra inóspita que encontrou na atual Uberaba, que tem merecido os títulos de Princesa do Sertão e Capital do Triângulo. Continuou exercendo, cumulativamente, os cargos de Juiz de Órfãos e Juiz Municipal. Tinha grande popularidade e era muito acatado e político de grande prestígio na região.

Filhos: Francisco da Silva e Oliveira, José Alexandre da Silva e Oliveira, Rita de Cássia da Silva e Oliveira, Maria da Silva e Oliveira, Luís da Silva e Oliveira (do primeiro casamento) e João Domingos da Silva e Oliveira, Teresa Eusébia da Silva e Oliveira, Capitão Domingos da Silva e Oliveira, Senhorinha da Silva e Oliveira, José Joaquim da Silva e Oliveira, Francisco Gualberto da Silva e Oliveira e Maria Rita da Silva e Oliveira (do segundo casamento).

Teve um filho natural com Maria do Carmo Pacheco.

O Capitão Domingos, nos últimos anos de vida, trajava-se, em certos dias, à moda de Luís XV, ou seja, com calção de veludo, capa, espada e chapéu de penas, que era a indumentária própria das pessoas categorizadas da época. Faleceu em 7-AGO-1852 em Uberaba (MG).

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VILA RICA DO ALBUQUERQUE –  Vila Rica do OURO PRETO – e sua Freguesia de Glaura onde o Pai do Capitão Domingos foi Capitão Comandante, e, Vereador 3 vezes em Ouro Preto

A vila e depois cidade em que nosso amado avô JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA, PAI DO CAPITÃO DOMINGOS, foi vereador 3 vezes e uma das mais importantes figuras públicas, vereador 3 vezes junto com os Inconfidentes:

A cidade mais bem preservada, lá se sente perfeitamente como vivia o CAPITÃO DOMINGOS que deixou esta capital e rumou para o sertão distante:

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O Irmão do Capitão Domingos – O Fundador de Uberaba – Antônio Eustáquio da Silva e Oliveira

Eustáquio e sua mulher

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Abaixo, primeira página do mapa de população de 1827, onde aparecem tio Eustáquio com 58 anos, o que é correto, ele é de 1769.  Aparecem também vovó Sibila com 8 anos, que é correto, ela nasceu em 1819.

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OUTRO IRMÃO DO  CAPITÃO DOMINGOS DA MAIOR IMPORTÂNCIA -Desbravador de Goiás – Maior Autoridade no Desemboque, Julgado que abrangia todo o Triângulo Mineiro, descobridor de minas em Goiás

Veja este site em homenagem aos 80 anos do tetra-neto do Capitão General José Manuel da Silva e Oliveira, Presidente Fernando Henrique Cardoso.

 
 
O tetra-avô de FHC  foi barbaramente assassinado em Traíras-GO, em 1813, jurando vingança, o CAPITAO DOMINGOS teria, segundo tradição da família, percorrido Goiás, durante 5 ano,s até encontrar o assassino e matá-lo, em uma cavalhada que participou e o matou de verdade. Há um fundo de verdade nisso, pois, de 1815 a 1820, não teve o CAPITÃO DOMINGOS nenhum filho. Intervalo o qual teria deixado o Desemboque para procurar o assassino do seu irmão JOSÉ MANUEL DA SILVA E OLIVEIRA por aquele mundão de  Goiás afora.
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MEMBROS DA FAMÍLIA SILVA E OLIVEIRA QUE GOVERNARAM UBERABA-MG

- Domingos da Silva e Oliveira

- José Teixeira Alves de Oliveira

- José Joaquim de Oliveira Teixeira

- Gabriel Orlando Teixeira Junqueira

_ Manuel Terra (O Manéco Terra), filho da tia Senhorinha

– Hildebrando de Araujo Pontes, autor de livros sobre Uberaba e o autor da nossa Genealogia, nossa eterna gratidão

- Olavo Rodrigues da Cunha

- Leopoldino de Oliveira

- Guilherme de Oliveira Ferreira

- Artur de Melo Teixeira, prefeito do Centenário da elevação à cidade de Uberaba, em 1956

- Luís Guaritá Netto

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NÃO SÓ ESTES, é claro:
No tempo dos nossos avós coronéis, nem todos assumiam os cargos mais mandavam… como o Comendador João Quintino, nosso primo e principal figura política de Uberaba no final do século 19; e no século XX,  o Bruno da Silva e Oliveira,,, entre outros…
 
 
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A poesia que melhor retrata o heroísmo do nosso povo português, o povo lusitano, o mais internacionalista dos povos, foi escrita por FERNANDO PESSOA:

MAR PORTUGUÊS:

Ó mar salgado!

Quanto do teu sal são lágrimas de Portugal!

Por te cruzarmos, quantas mães choraram,

Quantos filhos em vão rezaram!

Quantas noivas ficaram por casar!

Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena?

Tudo vale a pena,

Se a alma não é pequena.

Quem quer passar além do Bojador,

Tem que passar além da dor.

Deus ao mar o perigo e o abismo deu,

Mas nele é que espelhou o céu.

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O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia,
O Tejo tem grande navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso, porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.

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Da minha aldeia vejo quanto a terra
Alberto Caeiro

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo…
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura…

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe
de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos
nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.

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Agradecemos a Ituverava-SP essa grande homenagem a nós portugueses do Brasil:

F1050018

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Nossos avós portugueses:

Que da ocidental praya lusitana,

Por mares nunca de antes navegados,

Passaram ainda além da Taprobana,

Em perigos e guerras esforçados,

Mais do que prometia a força humana,

E entre gente remota edificaram

Novo Reino, que tanto sublimaram;

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“NÃO SE PARTE DA TERRA ONDE REVOA” – ´José Martiniano de Alencar.

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“E ENTRE GENTE REMOTA, EDIFICARAM, NOVO REINO, QUE TANTO SUBLIMARAM”.

Verso de nosso patrício Luís Vaz de Camões sobre o nosso povo português, o mais internacionalista dos povos.

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Nós Portugueses somos os mais internacionalistas dos povos

Frase do Professor Aníbal Cavaco e Silva, Presidente da República Portuguesa.

Essa frase postei emocionado, lembrando sua excelência dizendo isto em entrevista à Marília Gabriela.

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paracapdommarportu

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Nós Silva e Oliveira, viemos de Oliveira do Douro,  passamos pelo Serro Frio, onde encontramos o Matias Silveira de Távora,  por Glaura (Ouro Preto), rumamos para a Farinha Podre (Desemboque), Uberaba e Goiás, de onde se originaram milhares de descendentes espalhados pelo mundo afora.

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nos na foto

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Além do Capitão Domingos e seus irmãos (José Manuel, Joaquim, Eustáquio) que foram para o Triângulo Mineiro, sabemos que também foram para lá, os primos: VIGÁRIO HERMÓGENES DE ARAUJO e Padre Antônio Alves Portela Dumiense (estes dois padres são irmãos) ,  e primos, filhos do Luis da Silva Cardoso (que é irmão do pai do Capitão Domingos), como o Camilo de Lelis e Silva que foi para Uberaba.

Procuramos saber onde faleceu e onde está o inventário do LUÍS DA SILVA CARDOSO.

MUITO IMPORTANTE CONSULTAR e copiar acentos de batismo, casamentos, depoimentos de conhecidos, no PROCESSO DE GENERE ET MORIBUS do padre Luís da Silva  Mezencio, nascido em 1767 no então arraial de Congonhas do Sabará (hoje Nova Lima), filho de Luís da Silva Cardoso.

OS PROCESSOS DE GENERE ET MORIBUS são ricos em informações, quando vieram de Portugal, esclarece que não são cristãos-novos, pois só cristãos velhos podiam ser padres.  Este processo se encontra no Arquivo da Cúria da Arquidiocese de Mariana-MG, onde também pode estar o processo de casamento do CAPITÃO DOMINGOS, caso tenha se casado depois de 1.800 com sua prima Rita Constância Cardosa.  Os Processos de casamento do século XVIII de Mariana, eu já consultei, não estavam neles.

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Começamos com a História que corria na família de os Silva e Oliveira vieram de Portugal, fugidos da Tragédia dos Távora em 1759, e encontramos por todos os lados que pesquisamos  que a História de Família é verdadeira.
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-“Lesa-majestade quer dizer traição cometida contra a pessoa do Rei, ou seu Real Estado, que é tão grave e abominável crime, e que os antigos Sabedores tanto estranharam, que o comparavam à lepra; porque assim como esta enfermidade enche todo o corpo, sem nunca mais se poder curar, e empece ainda aos descendentes de quem a tem, e aos que ele conversam, pelo que é apartado da comunicação da gente: assim o erro de traição condena o que a comete, e empece e infama os que de sua linha descendem, posto que não tenham culpa.”
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Pelo crime de lesa-majestade, em 1759, no reinado de D. José I de Portugal, a família Távora, no processo dos Távora, havia padecido de morte cruel: tiveram os membros quebrados e foram queimados vivos, mesmo sendo os nobres mais importantes de Portugal. A Rainha Dona Maria I sofria pesadelos devido à cruel execução dos Távoras ordenado por seu pai D. José I e terminou por enlouquecer em 1792.

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EXECUÇÃO DOS TÁVORA, EM 13 DE JANEIRO DE 1759, NA PRAÇA DO BELÉM, EM LISBOA.

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Depois de 21 anos estudando os SILVA E OLIVEIRA, Silva Cardoso, comecei a juntar os pontos soltos da rede de ajuda mútua dos sobreviventes do Caso Távora em Ouro Preto-MG,  numa história que vai muito além das inocentes histórias da Inconfidência Mineira dos livros escolares.
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Desde o Frei Lourenço do Caraça (da família Figueiredo de São João da Pesqueira que, de madrugada, avisou os inconfidentes mineiros que seriam presos, e seu grande amigo o Capitão-Mór de Minas Gerais BERNARDO JOSÉ DE LORENA, filho da Marquesa Nova de Távora (Teresa) com o Rei D. José I, e, portanto, meio irmão da Rainha Dona Maria I e que deu postos importantes para os irmãos Silva e Oliveira.
 
Lorena é o apelido (sobrenome) materno dele, tanto por parte das avó materna quanto de sua mãe que era tia de seu pai.   Lourenço (cujo nome de batismo procuramos e desconhecemos) escolheu esse nome por ser nome de um antepassado dos  Távoras que, um século antes também se recolheu recluso a um convento que criou (Lourenço Pires de Távora) e porque São Lourenço foi um santo que morreu queimado como foram os Távora.
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O  Doutor João Rodrigues de Macedo, (em cuja família Macedo até hoje corre a história dos Távoras fugidos), e que foi patrão e compadre de meu Sexto-Avô JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA, nosso patriarca e pai do CAPITAO DOMINGOS. Pesquiso também se o Seo Macedo não seria parente do famigerado padre Macedo da Revolução de 1757 ocorrida no Porto.
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O  3º – vereador:  Sargento – mor José de Almeida Figueiredo, colega de vereança de João da Silva e Oliveira, em 1785, e membro da Família Almeida Figueiredo, também de São João da Pesqueira, terra dos Távora e do Frei Lourenço do Caraça.
 
Ver esta página 0 1 caso, processo Távora, Frei Lourenço do Caraça).
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O Inácio Correia de Pamplona, da inconfidência mineira em cuja companhia o CAPITAO DOMINGOS serviu, em uma história que vai muito além das inocentes histórias da Inconfidência Mineira dos livros escolares.
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E, por último, o Seo JOSÉ ALVES MACIEL, (padrinho de batismo de José Manuel da Silva e Oliveira), que veio, de Viana do Castelo, onde os Távora tiveram seu palacete derrubado, e, o terreno salgado, exatamente em 1759, para o Brasil.

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Eu estudo todas as 4 grandes tragédias portuguesas, ocorridas, por volta de 1757, que afetaram nossa genealogia e nossos estudos:
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 1- O Caso Távora (execução,, em 1758, de família e fuga de muitas pessoas para o Brasil porque a Marquesa Nova (Tereza de Távora)  deu a luz ao menino BERNARDO JOSE DE LORENA filho do Rei D. José I).
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2- O terremoto em Lisboa, em 1755, onde se perderam muitos livros de Igreja de Lisboa e o primeiro grande genealogista brasileiro, Pedro Taques, perdeu quase toda sua obra magnífica. E quais de nossos familiares teriam vindo para o Brasil por causa do terremoto.
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3- A Revolução do Porto, em 1757, com mais de 50 executados. Quantos e quais parentes envolvidos?
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4- O Maremoto nas Ilhas dos Açores, em 1755, tragédia que também destruiu livros de Igreja e motivou muitos açorianos a virem para o Brasil, especialmente Praia da Vitória foi atingida. Muito provável os Faleiro terem vindo logo após o maremoto. Tsunami em palavras de hoje.
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Investigo também a tetra avó do genealogista DARIO CARDOZO VALE, a Barbara Heliodora Guilhermina da Silveira, se por um acaso, também seria SILVEIRA DE TÁVORA.
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Depois de 21 anos de pesquisa sobre SILVA E OLIVEIRA e TÁVORA, comecei a juntar o fio da meada, quando entendi que os SILVA E OLIVEIRA, começaram a serem promovidos e a prosperar, quando o filho bastardo do Rei Dom José e a MARQUESA NOVA, TEREZA DE TAVÓRA, o BERNARDO JOSÉ DE LORENA, passou a ser o CAPITÃO MOR de MINAS GERAIS e nomeou os irmãos SILVA E OLIVEIRA para altos cargos. BERNARDO JOSÉ DE LORENA, grande amigo do FREI LOURENÇO DO CARAÇA, segundo o velho SAINT HILAIRE.

Sabemos que logo em seguida à Inconfidência Mineira, D. Maria I que sempre protegera seu irmão BERNARDO JOSÉ DE LORENA, enlouquece de tanto ter pesadelo por seu pai D. JOSÉ I ter matado os Távora. Seu Filho D. João assume o governo e continua protegendo seu tio. Assim BERNARDO JOSE DE LORENA passa a comandar Minas Gerais, depois de brilhante governo na Capitania de São Paulo,  onde construiu a CALÇADA DO LORENA, a estrada mais moderna, na época, em todo o mundo.

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Leia estas páginas sobre os Távora:
http://capitaodomingos.wordpress.com/0-0-0-0-o-caso-processo-tavora/

0 1 caso, processo Távora, Frei Lourenço do Caraça

0 1 caso, Família Távora

0 1 caso, processo Távora, e Bernardo José de Lorena

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O General Juarez Távora, quando candidato à presidência, em 1955, encontrou-se com a Família Silva e Oliveira, em Uberaba-MG, ele que conta em suas memórias como seu antepassado só recuperou o sobrenome (apelido no português de Portugal) Távora, após a proclamação da República.

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No final desta página inicial deste site, leia os acentos de batizado do CAPITÃO DOMINGOS e de seus irmãos em Glaura, município de Ouro Preto-MG.
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Em breve, neste site, toda a obra de Hildebrando Pontes, Genealogia dos Silva e Oliveira e outras, que caíram em domínio público, em 2010.
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Nós procuramos os descendentes Rita de Assunção, (irmã do Capitão Domingos) e seu marido, o tio Jerônimo Rodrigues da Silva Macedo. Se você for descendentes deles, poste aqui, aparece neste site.

Além do Carlos e do Antônio que foram padres em Uberaba, e lá aparecem no Mapa de População de 1827, com idades compatíveis com os batismos dos filhos da tia Rita, e os quais acredito serem filhos de Jerônimo e Rita, estes devem terem tido mais filhos que ficaram por Ouro Preto e jamais os vimos.  Nós de Uberaba, procuramos vocês que ficaram em Ouro Preto por mais de cem anos.

O Vigário Silva (Antônio José da Silva) e o Padre Carlos José da Silva aparecem neste mapa de População de 1827.  O livro da Arquidiocese de Uberaba registra DOS SANTOS, mas é Carlos José da Silva.  Verificaremos  o Processo de Habilitação de Genere et Moribus em Mariana-MG para tirar a dúvida.

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Aqui nestes livros raros do Cônego Trindade podem estar nossos parentes Silva Cardoso e os filhos de nossa tia Rita, irmã do  Capitão Domingos:

 

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-NOSSA FAMÍLIA E A CONSTRUÇÃO DO BRASIL:

Construção da PICADA DE GOIÁS: A primeira estrada ligando Minas Gerais a Goiás. Fundação e construção de São Vicente-SP, São Paulo, Taubaté-SP, Baependi, Contagem, Franca-SP, Patrocínio Paulista, Uberaba e de Prata-MG. A Expansão territorial do Brasil por nós Bandeirantes.  A Expulsão dos Franceses de Parati-RJ. As Minas de Goiás.

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E essa era a Goiás do nosso tempo, onde o Tio José Manuel da Silva e Oliveira escreveu sobre como era viajar pelo rio Araguaia indo para a Amazônia, onde ele governou o Sertão da Farinha Podre desde o Desemboque, onde o Capitão Domingos e o tio Eustáquio construíram Uberaba e Prata que pertencia à Goiás na época, como também pertencia a Goiás o leste do atual Mato Grosso do Sul, essa é nossa terra amada, a Capitania de Goyáz:

goias (2)

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AQUI A VERDADEIRA E REAL FOTO DO TRIÂNGULO MINEIRO, O SERTÃO DO PARANAÍBA, O TERRITÓRIO DA FARINHA PODRE QUE TIO EUSTÁQUIO DEFENDIA:

Sertão do Paranaíba, Sertão da Farinha Podre, Triângulo Mineiro

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clique aqui para acessar o registro desta coleção no Catálogo de Manuscritos (Guia)-

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Localização: C-0416,020BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO Autoridade: SILVA, Antonio Eustaquio da capitaoTítulo: Requerimento encaminhado ao Ministério do Império, solicitando para a recem povoada regiao de Farinha Padre, rio da Prata, Goias, os mesmos previlegios concedidos aos povoadores da regiao do rio Doce, e providencias no sentido que seja aberta uma estrada, ligando Sao Paulo a GoiasLocal: [S.l.]

Data: 1809-1811

Paginação: 3 doc.

Coleção: Documentos biográficos

Notas: Orig. Ms.

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Mapa de Uberaba e região na época de sua fundação:

Neste mapa, clic abaixo, já aparece a Baixa, a aldeia de índios ao sul de UBERABA, perto do Rio Grande, onde surgiu a lenda do tesouro dos bandeirantes, e que aparecia uma mulher avisando do tesouro na Fazenda da Ressaca do Antônio Carrilho de Castro, boiadeiro. a lenda do tesouro e da mulher que aparecia falando para desenterrarem o tesouro ainda existia na época da ressaca nos anos 1910.  A Baixa ainda existe até hoje. o vovô JOAO DE AQUINO DA SILVA E OLIVEIRA teve terra lá.

Dado a importância desse mapa, acesse este site, e veja parte por partes ampliado. As partes estão do lado esquerdo da página, clic nelas.

http://purl.pt/3432/1/P39.html

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MAPA desenhado na expedição de 1826, feito pelo Coronel CUNHA MATOS. Este mapa foi impresso em 1836:

Aparecem no mapa: Uberaba, Prata (Santa Ana), Araxá, Desemboque, Baixa, Porto da Espinha, o caminho para Goiás, vindo de São Paulo. Aparecem no mapa, também, o Rio Grande, Rio Uberaba (Uberaba falsa), e rio Uberaba verdadeira (o rio Uberabinha),  e o Rio Mogi-Guassu e o Rio das Velhas (Rio Araguari).

Os  portugueses diziam RIO DAS ABELHAS, e que disso passou para Rio das Velhas. Diogo Vasconcelos registra Rio das Abelhas em sua “História Média de Minas Gerais“, e fala do quilombo que existia onde hoje é o Desemboque.

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Neste mapa já aparece Uberaba, inicio século 19

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Na foto abaixo você vê Goiás, Mato Grosso e São Paulo, pouco antes da fundação de Uberaba, em 1808.

O mapa dá a entender que o Rio Grande se chamava Paraná também.  A confusão houve porque Paraná significa GRANDE, na língua dos índios.

Aqui dei um close no mapa, assinalei o Triangulo Mineiro, mostra rio Uberaba, NO CANTO DIREITO DO CÍRCULO,  que eu fiz a lápis, tem o Rio Uberaba encontrando o Rio Grande. Uberaba fica um pouco acima da foz do Rio Uberaba.

Assinalei, com um X, a antiga divisa Minas Gerais, Goiás e São Paulo: No Rio Pardo, (sul mato grossense) aquele que vem de Ribas do Rio Pardo e chega no rio Paraná.

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O Mapa do Triângulo Mineiro é bem distorcido, aparece o Rio Uberaba bem no alto do Mapa, e o Sertão da Farinha Podre ia até a foz do Rio Pardo (atual sul mato grossense) no Rio Paraná.

Isto  conforme a descrição da Freguezia de Uberaba, no alvará de sua criação, por sua Majestade D. João VI, em 1820.  No mapa, porém, que é mais antigo que Uberaba,  Goiás vai ainda até mais abaixo próximo do Paraguai.

http://www.wdl.org/pt/item/910/zoom.html?ql=por&s=mato+grosso&view_type=gallery

Aqui o mesmo mapa resumido:

Assinalado em cor, o contorno das antigas capitanias de Goiás e Matto Grosso

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http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/brtexport/index.php?cid=14&mid=31&full_pdf=1|3

Descrição de Uberaba, em 1885, por BORGES SAMPAIO, o original, descobri, e vou copiar, está na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro.

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MUITO IMPORTANTE:    Mapa do Sertão da Farinha Podre, em volta da atual Uberaba:

http://purl.pt/3432/1/P39.html

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http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/brtexport/index.php?cid=15&mid=31&full_pdf=1|3

História de Uberaba pelo Vigário Carlos José da Silva, que acredito seja nosso primo: vou pesquisar sobre isto:

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E  a terra de onde viemos em Portugal:

OLIVEIRA DO DOURO tem o melhor azeite de Oliva do Mundo, então leia tudo sobre azeite de oliva:

http://www.snpcultura.org/vol_azeite_como_oliveira_verdejante_na_casa_de_Deus.html

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NESTE LIVRO deve haver muito coisa sobre nossa família SILVA E OLIVEIRA, Silva Cardozo:

Famílias Nobres Nos Concelhos de Cinfães, Ferreiros e Tendais nos Sec. XVI, XVII e XVIII, José Cabral Pinto de Resende & Miguel Pinto de Resende, Porto, 1988.

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Qual o rio que corre por nossa Aldeia em Portugal?

O Rio Bestanças: Como é lindo o rio que corre por nossa aldeia:

Freguesia de Oliveira do Douro

http://www.cm-cinfaes.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=88&Itemid=412

Situada na margem esquerda do rio Douro, é uma povoação antiquíssima, que se estende desde o Cabrum até Porto Antigo e sobe as encostas até às confrontações de Ferreiros de Tendais e Ramires. Tem ligações com a pré-história o remotíssimo povoamento do seu território, onde a toponímia mostra a existência de fortificações castrejas, no monte eminente às povoações por tal motivo chamadas Paredes e Castelo.

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ANTES DE MAIS NADA, em um minutinho e meio, veja a querida Freguezia de São Miguel de Oliveira do Douro, que nos deu o nosso sobrenome (apelido) OLIVEIRA:

Informação
Distância à sede do Concelho  Cinfães: 14 km
Área: 1240 ha
Lugares: Boassas, Desamparados, Fundoais, Oliveira, Porto Antigo e Vila Nova.
Nº de Habitantes: 1.785 (Ano de 2001)
Nº de eleitores: 1.600 (Ano de 2001)
Orago: S. Miguel

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VEJA ESTE LINDO VÍDEO SOBRE O PASSADO A HISTÓRIA E A VIDA ANTIGA E ATUAL NA TERRINHA:

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Veja sobre nossa Terrinha, Oliveira do Douro também nesta  página deste nosso site:

0 0 0 0 0 Oliveira do Douro, Cinfães, Nossa aldeia portuguesa com certeza, uma casa portuguesa com certeza, nossa origem em Portugal nas aldeias portuguesas

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Muito bem SILVA E OLIVEIRA, seja você neto do Capitão Domingos, ou de nossos tios: veja nossa maravilhosa Oliveira do DouroNossa Aldeia em Portugal:

http://capitaodomingos.wordpress.com/nossa-aldeia-em-portugal/

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Não Não, Não é o Paraíso!

É o rio que passa na nossa aldeia, (a Freguesia de São Miguel de Oliveira do Douro), o Rio Bestanças:

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NOSSA TERRA. Freguesia de SÃO MIGUEL DE OLIVEIRA DO DOURO, Concelho de CINFÃES, Distrito de VISEU, PORTUGAL.

Onde se colhe o melhor Azeite de Oliva do Mundo?

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A Família  SILVA E OLIVEIRA, também dita SILVA CARDOSO é da FREGUESIA DE SÃO MIGUEL DE OLIVEIRA DO DOURO,  Concelho de CINFÃES,  PORTUGAL:

http://www.eb1-oliveira-cinfaes.rcts.pt/terra.htm

Mais sobre Oliveira do Douro em:

0 0 0 a aldeia nossa em OLIVEIRA DO DOURO: Boassas a 2º aldeia mais portuguesa

0 0 0 A aldeia nossa, nossa origem em Portugal

http://www.eb1-oliveira-cinfaes.rcts.pt/terra.htm

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MAPA ANTIGO DA TERRINHA, em 1580, NO TEMPO QUE ÉRAMOS do Concelho de Ferreiros de Tendais.

http://www.wdl.org/pt/item/470/?view_type=gallery&end_year=2010&countries=PT&start_year=-8000&regions=europe&qla=pt

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Veja aqui mapas antigos de Portugal, para você entender melhor como era nossa terra, quando viemos  para o Brasil:

http://www.oliveirasalazar.org/portugal.asp

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A Freguesia de São Miguel de OLIVEIRA DO DOURO produz o MELHOR AZEITE DE OLIVA do mundo.

Sim, somos SILVA E OLIVEIRA porque viemos da Freguesia de São Miguel de Oliveira do Douro, do Conselho de Cinfães, Distrito de Viseu, Arcebispado de Braga, Portugal.  (Não confundir com a outra Oliveira do Douro, de Vila Nova de Gaia).
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http://historiadecinfaes.blogspot.com

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Em breve  aqui link para site com quase todas as aldeias de Portugal.

Aqui a terrinha querida:

senhor Fernando Pessoa, o rio que corre por minha aldeia é o Bestanças

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Ponte sobre o Rio Douro, lá na terrinha, na Fóz do Rio Bestanças:
 
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Igreja de Oliveira do Douro. Postal não circulado de uma colecção de 9 que reproduzem aspectos vários de Oliveira do Douro, finais do século XIX. Colecção particular. Atrás da pequena igreja de Oliveira (que nesta altura ainda não possuía campanário) a imponente Casa da Castanheira com os seus acrescentos e edifícios anexos. Embora suspeitemos que este postal seja anterior à implantação da República, não deixa de ser um documento valiosíssimo para o estudo da arquitectura e da própria evolução história da paisagem por terra de Cinfães, nos últimos 150 anos.

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Calçada romana na região do Rio Douro:

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http://www.cm-cinfaes.pt/index.php?ption=com_content&view=category&layout=blog&id=20&Itemid=166

http://www.eb1-boassas.rcts.pt/

http://www.geneall.net/P/forum_msg.php?id=28808&fview=e

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NO GENEAL ALL encontrei esta informação sobre Famílias da Região de Oliveira do Douro:

Autor: aburma


Exma Sra:

Felicito-a pelo avanço das suas investigações, nessas terras onde eu tenho muitas raízes, pelo meu lado materno Serpa Pinto.  Ainda estou muito ligado à zona, e não apenas materialmente. Se conhece Montão, conhecerá também, pelo menos de nome, Boassas, Fundoais, Porto Antigo, tudo sítios que muito me dizem.

Quanto à pergunta que me coloca, o único livro actualmente à venda sobre famílias daquela zona é “Famílias Nobres dos Concelhos de Cinfães, Tendais e Ferreiros de Tendais nos Séc. XVI, XVII e XVIII“, do Dr. José Pinto Rezende (também ele Pinto e cinfanense!).  Esse livro está disponível aqui na Livraria do GP.  A “História da Diocese de Lamego” tem também alguns elementos genealógicos sobre Cinfães, compilados por um dedicado investigador local, o Padre Alfredo Pimenta. Costuma por vezes surgir aqui no Forum outro cinfanense, Nuno Rezende, que sei que também tem feito alguma investigação genealógica sobre a zona. Se procurar o tópico “Monarquia do Norte” é possível que aí encontre o seu email.
Ao procurar os assentos, deverá ter em atenção que não estão todos no Arq. Dist. Viseu. Alguns, penso que os mais antigos, estão na Diocese de Lamego.

Ao seu dispôr

Alexandre de Serpa Pinto Burmester

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DSC01914
O rio Douro em Oliveira do Douro

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E AQUI ESTÁ NOSSA OURO PRETO, Vila Rica do Albuquerque, no nosso tempo, onde o vovô JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA, foi vereador 3 vezes juntos com os inconfidentes.

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O Pai do CAPITAO DOMINGOS foi o Capitão de Ordenanças, aposentado como Sargento-Mor CAPITAO JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA, nascido na Freguesia de São Miguel de OLIVEIRA DO DOURO, CONCELHO DE CINFAES, Distrito de Viseu, em janeiro de 1739, filho de Manoel da Silva Cardozo, nascido em Oliveira do Douro, e de Isabel Francisca, nascida na Freguesia de São Pedro de Ferreiros, vizinha de Oliveira do Douro.

João da Silva de Oliveira  era neto paterno de Manuel da Silva e Ana de Afonseca, neto materno de Manuel Jorge e Maria Francisca.

joao s o perfeita

Acento de batismo de João da Silva de Oliveira, em Oliveira do Douro, Cinfães, em  18 Janeiro de 1739

JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA veio para o Brasil, junto com outros fugitivos, logo depois do CASO TÁVORA, ocorrido em 1758.

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Leia abaixo a patente de  SARGENTO-MÓR, em 1800, depois de 33 anos de dedicados serviços em Glaura, na Companhia de Ordenanças daquele Distrito (Casa Branca), Vovô foi nomeado tenente em 1767.

A carta patente é assinada por BERNARDO JOSÉ DE LORENA, um Távora bastardo. O Filho do Rei José com a marquesa de Távora, a nova. Há outra assinatura de um Oliveira Cardozo.

Clic na imagem uma vez, ela abre e clic de novo e leia com orgulho:

BERNARDO JOSE DE LORENA, do conselho de Sua Alteza Real Príncipe Regente Nosso Senhor, Governador e Capitão General da Capitania das Minas Gerais. Faço saber aos que esta minha Carta que atendendo a JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA haver exercido o posto de Capitão de Ordenanças do Distrito da Casa Branca do termo desta Vila, comportando-se sempre com honra zelo e fidelidade 33 anos que ……….. com desempenho das suas obrigações  cumprido exatamente as diligências que lhe foram incumbidas e me representar que por justos impedimentos de moléstias e outras causas que lhe ……não podia continuar no referido exercício, pedindo me houvesse de reformar com o………. correspondente a seu serviço. Hei por bem fazer mercê de formar ao dito JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA no posto de sargento-mor das ordenanças do termo desta Vila e ficará gozando de todas as honras, graças, privilégios, liberdades, isenções, e franquias, que em razão de lhe pertencerem. Pelo que o Capitão-Mór e oficiais de ordenanças do dito termo o conheçam por tal. E por firmeza de tudo que mandei passar a presente por mim assinada e selada com o selo de minhas armas que se cumprirá inteiramente como nelas contem registrando-se nos livros da secretaria deste governo….mais tocar. José Vicente Pinto a fez. Dada em Vila Rica de Nossa Senhora do Pilar do Ouro Preto, a 23 de janeiro, ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de 1800. José Joaquim de Oliveira Cardozo Oficial maior da Secretaria…………secretario de governo a……. escrever. BERNARDO JOSÉ DE LORENA.

Esse Cardozo que era secretário precisa ser pesquisado. É provável que seja parente nosso entrosado com Bernardo de Távora, meio irmão de Dona Maria I.

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Aqui o inconfidente Ouvidor de Vila Rica Tomás Antônio Gonzaga examina a Folha Corrida do Pai do Capitão Domingos e o declara apto a ser vereador em Vila Rica, em 1785:

1.1.17.   Edital assinado pelo Ouvidor-Geral e Corregedor Tomás Antônio Gonzaga, fazendo pública a eleição do vereador JOÃO DA SILVA E OLIVEIRA à Câmara de Vila Rica.  Vila Rica, 29/12/1785. C. I.

O Compadre Tomás Antônio Gonzaga, padrinho de batismo de Tia Rita, diz que foi aberta o pelouro e tendo sendo eleito  para exercer o cargo de vereador de Ouro preto em 1786 o Capitão João da Silva de Oliveira e  vendo sua FOLHA CORRIDA onde nada consta que o impeça de ser vereador, manda-o jurar os Santos Evangelhos para melhor servir de Vereador.

Foi vereador junto com o inconfidente CLÁUDIO MANUEL DA COSTA.

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Ótima resolução, pode imprimir que sairá uma foto ótima:

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E NAQUELE TEMPO EXISTIA UMA LEI FICHA LIMPA QUE DIZIA QUE VEREADOR TINHA QUE SER ALGUÉM ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA. SER VEREADOR ERA ATESTADO DE BOA CONDUTA A QUAL FOI DADA AO NOSSO AVÔ PELO DR. TOMAS ANTÔNIO GONZAGA:

vereador bom

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E ENTRE GENTE REMOTA, EDIFICARAM, NOVO REINO, QUE TANTO SUBLIMARAM.

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E têm seu tronco no Vereador de OURO PRETO-MG na época da inconfidência Mineira: Capitão JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA.

É a família do fundador de Uberaba-MG Sargento-Mór Antônio Eustáquio da Silva e Oliveira e de muitos de seus prefeitos, ministros da Guerra, políticos, artistas e do Presidente Fernando Henrique Cardoso.

O sobrenome, (em Portugal se diz apelido),  OLIVEIRA se devem ao fato de nós termos vindo de OLIVEIRA DO DOURO.

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http://www.glaura.hpg.ig.com.br/

http://www.ouropreto.com.br/noticias.asp?cod=4030

http://www.ouropreto.com.br/noticias.asp?cod=727

Sites e imagens de Glaura:

http://www.google.com.br/images?hl=pt-br&source=og&sa=N&tab=li&q=Glaura,+Itabirito+-+Minas+Gerais

http://www.flickr.com/photos/12458637@N05/1331396365/

http://estaeareal.blogspot.com/2010/01/glaura-distrito-de-ouro-preto-mg.html

Praça da Gameleira em Glaura, coincidência Uberaba também já teve uma

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Estrada em Glaura do tempo de Capitão Domingos

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JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA veio para o Brasil, com seu irmão LUIS DA SILVA CARDOSO, com O FREI LOURENÇO DO CARAÇA E MAIS ALGUNS SOBREVIVENTES DA TRAGÉDIA DOS TÁVORAS, PARENTES PRÓXIMOS OU EMPREGADOS DOS TÁVORAS.

Nossa maior pista é Ana Joaquina Rosa, solteira, madrinha, em 1784, de Tia Rita, filha de João da Silva de Oliveira.   Essa Ana Joaquina Rosa é muito provavelmente uma das filhas desaparecida dos Távora.

Assim dizendo os pesquisadores dos Távora desaparecidos:

“Dos filhos do Conde de Alvor e da Marquesa de Távora, desconhecemos o paradeiro de duas filhas, D. Ana e D. Inês de Távora, nascidas respectivamente em Chaves, em 1727 e em Lisboa em 1731.”

http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=7669

http://www.portuguesefoundation.org/tavoras.pdf

http://sagatavora.blogspot.com/

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PASSARAM POR DIAMANTINA-MG, ANTIGO ARRAIAL DO TIJUCO, E COM O PADRINHO MATIAS DE TÁVORA, SE FIXOU EM GLAURA, OURO PRETO-MG.

Essa passagem por Diamantina, que Hildebrando Pontes menciona, coincide com o Padrinho Matias ser de lá (que Hildebrando Pontes não sabia) e não sabia ele também que o FREI LOURENÇO DO CARAÇA também passara por lá.  (Descobri, há pouco, que o primeiro Távora chamava-se Lourenço).

JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA se fixou na FREGUESIA DE SANTO ANTONIO DA CASA BRANCA DO OURO PRETO, hoje chamada GLAURA que é, até hoje, Distrito de Ouro Preto-MG.

JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA foi tenente da Companhia de Ordenanças de Glaura, depois seu Capitão, e quando aposentou, em 1798, com 30 anos de serviço, foi promovido a Sargento Mor.

EM OURO PRETO, granjeou amizades influentes como o compadre José Álvares Maciel, ( VINDO EM 1760 DA CIDADE QUE OS TÁVORAS MAIS RESIDIAM = VIANA DO CASTELO)  homem mais poderoso de Ouro Preto e pai do inconfidente Maciel;

E JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA também teve a amizade importante e foi cobrador de impostos a serviço de JOAO RODRIGUES DE MACEDO, seu vizinho de fazenda em Glaura-MG .

Sim o mesmo JOAO RODRIGUES DE MACEDO, homem mais rico das Minas Gerais, envolvido também na Inconfidência mineira. Uma das filhas do Capitão João da Silva e Oliveira foi casada com um sobrinho do João Rodrigues de Macedo, o homem mais rico de Minas Gerais.

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O Capitão JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA foi vereador 3 vezes em Ouro Preto, com folha corrida limpa, como atestou, em despacho, o Ouvidor da Capitania Doutor Tomás Antônio Gonzaga ( o inconfidente), e compadre.

JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA foi vereador em 1782, 1786 e em 1793, em época que vereador era importante, derrubava governadores, e quando existia em Minas Gerais, menos de 10 câmaras municipais.

O CAPITAO JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA foi Vereador da Capital de MG – Vila Rica do Ouro Preto-MG, por 3 mandatos:

“” Abaixo a composição da: Câmara da Vila Rica do Ouro Preto – 1786. (mandato de um ano):

- Juiz mais velho: Cláudio Manoel da Costa (Inconfidente);

- Juiz mais moço: Doutor Gregório Pereira Soares Albergaria;

- Vereador mais velho: Capitão João da Silva de Oliveira

- 2º vereador: João Pinto Basto;

- 3º -vereador: Sargento- mor José de Almeida Figueiredo. (provável parente do Frei Lourenço).

- Procurador: Cirurgião mor Pedro Teixeira da Silva Mursa;

- Tesoureiro: Francisco Caetano Ribeiro;

- Escrivão: Antônio José Velho Coelho””

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JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA foi vereador, em 1793, em Ouro Preto, o que quer dizer que passou apertado, mas escapou de se envolver na inconfidência mineira. Depois, já velho, passou seu prestígio para seu filho JOÃO QUINTINO DE OLIVEIRA, VEREADOR em OURO PRETO em 1798, e que, logo após, passou para ITAPECIRICA-MG (Tamanduá) para ser seu prestigioso  e venerando CAPITÃO-MOR. Amado em Itapecirica até hoje.

Em 1786,  JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA foi vereador junto com o importante Dr. Cláudio Manoel da Costa (Inconfidente).

O Capitão JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA foi o líder político de Glaura-MG por décadas com a patente de  CAPITAO COMANDANTE DE ORDENANÇAS DA FREGUESIA DE CASA BRANCA (GLAURA).

vista de Glaura

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Glaura, nos seus arredores ficava a sesmaria de João Alves Portela e depois de João da Silva de Oliveira

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Aposentou-se em, 1798, sem ter sofrido nenhuma punição em 30 anos de serviço, na Companhia de Ordenanças de Casa Branca do Ouro Preto (Glaura).

Aposentou-se como capitão-mor de Glaura e promovido na aposentadoria para a patente de SARGENTO-MOR.

Faleceu em agosto de 1802.  Aposentado com 30 anos de serviço, em 1798. Recebeu a patente de alferes, em 1768, isto confere pois no batismo de tio João Quintino, em 1767, ainda não é alferes, e no batismo de Tio Eustáquio, em 1769, já é alferes. No batismo de tia Rita, em 1784, já era capitão.

NOTAS:
1- Sim, ser vereador era muito importante na MINAS COLONIAL. Existiam, nas Minas, centenas de arraiais e freguesias, mas só 14 municípios (vilas), que eram enormes em território.

2-Além disto, Vereador Colonial tinha muito mais poder que vereadores de 2.006. Portanto era o CAPITAO JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA era, em 1786, um dos apenas 27 vereadores em toda a Capitania de Minas Gerais (9 vilas, com 3 vereadores cada). A décima vila foi Itapecerica em 1793, a vila em que tia João Quintino foi Capitão-Mor.

3- Ler o livro: DICIONARIO DE TERMOS E GENTES DE MINAS, de WALDEMAR DE ALMEIDA BARBOZA; e ver os sites abaixo:

www.culturamg.gov.br/arquivo/ativperm.html

http://www.descubraminas.com.br/destinosturisticos/hpg_pagina.asp?id_pagina=1897

4- Sim, extremamente escaldados com o Caso dos Távoras, os SILVA E OLIVEIRA atravessaram, sem um arranhão, a INCONFIDÊNCIA MINEIRA. Mesmo sendo o CAPITAO JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA, compadre de ALVARES MACIEL e do RODRIGUES DE MACEDO.

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PARA SE TER UMA IDEIA DA IMPORTÂNCIA DAS CÂMARAS E DOS VEREADORES E DO ORGULHO QUE TEMOS DO VOVÔ:

CAMARAS LEGISLAVAM SOBRE MOEDA PREÇOS PEDIAM A SAIDA DE UM GOVERNADOR DE CAPITANIA.

BONS TEMPOS AQUELES EM QUE CAMARAS MANDAVAM.:

 

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VEREADORES EM OURO PRETO MINAS GERAIS: O pai do Capitão Domingos 3 vezes e o Tio João Quintino um vez:

http://www.ouropreto-ourtoworld.jor.br/cmop%2019.htm

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838. Câmara 1793

Juiz mais velho: Coronel José P. Lima de Velasco Molina

Juiz mais moço: Dr. Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcellos

Vereador mais velho: Capitão João da Silva de Oliveira

2- vereador: Dr. Manoel Rodrigues Pacheco

3vereador: Tenente Libório Martins Machado

762. Câmara 1786

Juiz mais velho: Cláudio Manoel da Costa (Inconfidente)

Juiz mais moço: Doutor Gregório Pereira Soares Albergaria

Vereador mais velho: Capitão João da Silva de Oliveira

2 vereador: João Pinto Basto

3 vereador: Sargento mor José de Almeida Figueiredo

Procurador: Cirurgião mor Pedro Teixeira da Silva Mursa

Tesoureiro: Francisco Caetano Ribeiro

Escrivão: Antônio José Velho Coelho

72a Câmara – 1782

Juiz mais velho: Capitão José da Mota Araújo

Juiz mais moço: Dr. José Dias Rosa Maciel

Vereador mais velho: Sargento mor Pedro Luís P. da Cunha

2- vereador: Capitão João da Silva de Oliveira

3- vereador: Domingos José Ferreira

Procurador: Tenente Francisco Correia Fortuna

88Câmara – 1798

Juiz mais velho: Dr. Teotônio Álvares de Oliveira Maciel

Juiz mais moço: Dr. Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcellos

Vereador mais velho: Dr, Manoel Rodrigues P. de Morais

2- vereador: Capitão João Quintino de Oliveira

3- vereador: Dr. João Gualberto Monteiro de Barros

Procurador: Tenente Domingos de Amorim Lima

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O  CAPITÃO JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA TEVE 8 FILHOS, TODOS CULTOS , O QUE ERA RARO  PARA AQUELA ÉPOCA.

E TODOS OS 8 FILHOS SE DESTACARAM PELA INTELIGÊNCIA, CULTURA, HONRADEZ E BONDADE.

TENDO OS FILHOS HOMENS DESTREZA POLITICA E LIDERANÇA POLITICA.

Abaixo, os 8 filhos de JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA:

1- CAPITAO-MOR DE TAMANDUÁ (ITAPECIRICA-MG) JOÃO QUINTINO DE OLIVEIRA, Batizado em Casa Branca (Glaura) em 25 de outubro de 1767. O PRIMOGÊNITO DA FAMILIA. Homem culto e bondoso, jovem vereador em Ouro Preto-MG, em 1798. Líder político da Região de Itapecirica-MG e Formiga-MG, de grande prestígio, falecido em 1842.  Recebeu a Visita de Saint Hilaire que o elogiou muito. A sua fazenda Cachoeirinha ainda existe com o mesmo nome e fica em Camacho perto do bairro Cachoeirinha e próximo á divisa de Camacho com Itapecerica.   A Fazenda ficava no caminho que ligava Campo Belo a Itapecirica.  Hoje há uma rodovia asfaltada ligando Itapecerica a Camacho.

A Casa do Tio João Quintino ainda existe e  está conservada e usada como museu histórico.  Logo abaixo da casa há nascentes que abasteciam a vila de Itapecirica. Na época Ipapecirica chamava-se São Bento de Tamanduá.

Saint Hilaire no seu livro Viagens às nascentes do Rio São Francisco, passou pela fazenda Cachoerinha, em 1819, (um ano após vovó Joana Francisca de Paiva ter falecido) onde foi recebido pelo tio João Quintino:

Já descrevi em outra parte a fazenda da Cachoerinha, (ver página Vida de antigamente nas fazendas) cujo proprietário, João Quintino de Oliveira, Capitão -Mór de Tamanduá, me recebeu com perfeita cortezia. A Fartura de sua mesa não condizia com a pobreza de seus alojamentos. A comida era abundante e considerada excelente em qualquer país. Diante de cada conviva havia um garrafão de vinho-do-porto de ótima qualidade, acompanhado de um pãozinho saborossímo, o  que era realmente uma raridade. O dono da casa desmanchava-se em gentilezas, mas sem nenhuma afetação, no que era secundado por seu capelão.  Eu fora tão bem tratado na casa do Capitão-Mór e ele me cumulara de tantas atenções que foi com pesar que eu o deixei. ESTE HOMEM TRAZIA A BONDADE ESTAMPADA EM SUA FISIONOMIA e tinha sabido granjear a estima de todos os seus vizinhos“.

Veja aqui, a história da região de Itapecirica:

http://interactfga.vilabol.uol.com.br/historiafga.htm

Veja o vídeo da casa desse tio maravilhoso nosso:

Aos vinte e cinco dias do mês de outubro deste prezente ano de mil setecentos e secenta e sete nesta igreja matriz de Santo Antônio da Casa Branca batizei e puz os sanctos óleos a JOAM ignocente filho legítimo de Joam da Sylva de Oliveyra e de Joanna Francisca de Payva necto pela parte paterna de Manoel da Sylva Cardozo, e de Isabel Francisca naturais de São Miguel de Oliveyra do Douro bispado de Lamego = e pella parte materna necto do Alferes Joam Alvez Portella, natural da Freguesia de Santa Maria do Canedo, Arcebispado de Braga, e de Joanna Monteyra de Paiva nascida e baptizada na freguesia de Sam Paullo do Arcebispado de Lisboa, foram padrinhos o dito Alferes Joam Alvez Portella, e sua mulher Joanna Monteyra de Paiva, todos moradores nesta freguesia de que fiz este assento e assinei vigário encomendado Manoel de Barros.”

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A amada Vila de Tamanduá – Que tio João Quintino de Oliveira comandou por 40 anos de 1802 a 1844. A casa dele fica em cima da foto à direita da Igreja no alto.

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2- SARGENTO-MOR ANTONIO EUSTÁQUIO DA SILVA E OLIVEIRA.  Batizado em Casa Branca (Glaura), em 11 de outubro de 1769. Fundador e construtor da primeira casa de Uberaba-MG. Um homem culto como se prova com as centenas de cartas que ele mandou para o Governador de MG. Estas cartas estão no Arquivo Público Mineiro em BH-MG.

“”AOS ONZE DIAS DO MÊS DE OUTUBRO DO PRESENTE ANO DE MIL SETECENTOS E SESSENTA E NOVE NESTA IGREJA MATRIZ DE SANTO ANTONIO DA CASA BRANCA BATIZOU E PÔS OS SANTOS ÓLEOS O REVERENDO DOUTOR ANTONIO ALVES PORTELA (tio de Eustáquio) A ANTONIO INOCENTE FILHO LEGÍTIMO DO ALFERES JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA E DE SUA MULHER JOANA FRANCISCA DE PAIVA, NETO PELA PARTE PATERNA DE MANUEL DA SILVA CARDOSO E DE ISABEL FRANCISCA, NATURAIS DA FREGUESIA DE SÃO MIGUEL DE OLIVEIRA DO DOURO, BISPADO DE LAMEGO, e PELA PARTE MATERNA DO ALFERES JOÃO ALVARES PORTELA NATURAL DA FREGUESIA DE SANTA MARIA DO CANEDO ARCEBISPADO DE BRAGA E DE JOANA MONTEIRA DE PAIVA NATURAL DA FREGUESIA DE SÃO PAULO DO PATRIARCADO DE LISBOA. FORAM PADRINHOS, O CAPITÃO MATIAS GONÇALVES MOREIRA SOLTEIRO MORADOR NA FREGUESIA DE ANTONIO DIAS DO OURO PRETO E ANA MARIA DE PAIVA MULHER DE JOÃO GONÇALVES CAMPOS. DO QUE FIZ ESTE ACENTO E ASSINEI. VIGÁRIO ENCOMENDADO MANOEL DE BARROS.””

O CAPITAO DOMINGOS PASSOU DE DESEMBOQUE-MG PARA UBERABA-MG, EM PARTE PARA SUPRIR O VÁCUO POLÍTICO EM UBERABA SURGIDO COM A MORTE DO TIO EUSTÁQUIO em 1827. O padrinho de batismo de Tio Eustáquio foi um Távora: o Padrinho Matias Gonçalves.

O Irmão do Capitão Domingos, fundador de Uberaba

Eustáquio e sua mulher

Santo Eustáquio morreu queimado, portanto o nome Eustáquio lembra o martírio dos Távoras.

Nota: O padrinho Mathias era Mathias de Távora da Silveira, (filho de Matias Gonçalves de Proença e Bárbara da Távora da Silveira}, mas não podia, na época, ninguém, usar o sobrenome (apelido)  Távora.

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BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO- BRASIL:

Localização: C-0092,035
Autoridade: OLIVEIRA, Antonio Eustaquio da Silva
Título: Requerimento encaminhado ao Ministerio do Imperio, solicitando Habito de Cristo.
Local: [S.l.]
Data: [s.d.]
Paginação: 2 docs.
Coleção: Documentos biográficos
Notas: Orig. Ms.

3- CAPITAO GENERAL JOSÉ MANUEL DA SILVA OLIVEIRA: Batizado em Casa Branca (Glaura), em  29 de abril de 1771. Barbaramente assassinado, em 1814, em Traíras-GO. Traíras agora são ruínas históricas abandonadas.

Nome dado em homenagem aos seus avós (José e Manoel). Herói sertanista. Homem culto, seu padrinho de batismo foi o político mais importante de Minas Colonial:  o Capitão Mor de Vila Rica do Ouro Preto José Álvares Maciel.  Seu filho José Álvares Maciel Filho foi inconfidente.

O Capitão General José Manuel da Silva e Oliveira foi grande conhecedor de mineralogia, influente no Governo de Minas e Goiás.
Existem estudos seus guardados no Instituto Histórico do Rio de Janeiro e na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro.  Ele fez um estudo sobre as minas de ouro e diamantes de Goiás. Este estudo está na Biblioteca Nacional. Nós pretendemos copiar este estudo brilhante e  postá-lo neste site.

JOSÉ MANUEL Foi líder da Região do Desemboque (atual Triângulo Mineiro), na época que a região pertencia a Goiás. Faleceu assassinado em Traíras-GO, em 1814. PESQUISAMOS: inventário do José Manuel em Goiás Velho, cartas e patentes dele no arquivo publico goiano, eventual processo crime sobre seu assassinato.

Tio José Manuel é tetra avô do Presidente Fernando Henrique Cardoso.  Não se casou, mas deixou orfãos muito novos. Traíras hoje em dia é apenas ruínas históricas. O PRESIDENTE e sua família também gostam de genealogia e de preservar a memória da família, o que muito nos honra.

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BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO- BRASIL:

A biblioteca nacional quer muito caro pela cópia do documento e diz que está em péssimo estado. Mas onde estão os outros 2 textos de José Manuel, doados ao Instituto Histórico do RJ?

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: OLIVEIRA, José Manuel da Silva e
Título: Descrição sobre o estado atual da navegação dos rios Araguaia, Tocantins, e Maranhão, encaminhado a d. Rodrigo de Souza Coutinho.
Datas: Rio de Janeiro 14/07/<1808>
Dimensão e suporte: 07 p.
Nota: Capa e folhas soltas. Original e Autógrafo. Manuscrito.
Âmbito e Conteúdo: V rias informações sobre diversos rios com indicações e relatos da existência de várias minas de ouro.
Assuntos: Rios – Brasil
Navegação – Brasil
Minas e mineração – Brasil
COUTINHO, Rodrigo de Souza
Araguaia, rio
Tocantins, rio
Maranhão, rio

“”AOS VINTE E NOVE DIAS DO MÊS DE ABRIL DESTE PRESENTE ANO DE MIL SETECENTOS E SETENTA E UM NESTA IGREJA MATRIZ DE SANTO ANTÕNIO DA CASA BRANCA BATIZOU E POS OS SANTOS OLEOS O DE MINHA LICENÇA O REVERENDO DOUTOR PADRE FRANCISCO ANTONIO DUMIENSE, MORADOR NA FREGUESIA DE NOSSA  SENHORA DE NAZARE A JOSÉ INOCENTE FILHO LEGÍTIMO DO ALFERES JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA E DE SUA MULHER JOANA FRANCISCA DE PAIVA, NETO PELA PARTE PATERNA DE MANUEL DA SILVA CARDOZO E DE ISABEL FRANCISCA, NATURAIS DA FREGUESIA DE SÃO MIGUEL DE OLIVEIRA DO DOURO BISPADO DO PORTO, DIGO BISPADO DE LAMEGO, E PELA PARTE MATERNA DO ALFERES JOÃO ALVARES PORTELA NATURAL DA FREGUESIA DE SANTA MARIA DO CANEDO DO ARCEBISPADO DE BRAGA E DE JOANA MONTEIRA DE PAIVA NATURAL DA FREGUESIA DE SÃO PAULO DO ARCEBISPADO DE LISBOA, FORAM PADRINHOS O capitão-mor JOSÉ ALVARES MACIEL DA FREGUESIA DE NOSSA SENHORA DO PILAR DO OURO PRETO E MARIA TEREZA DE BARROS MORADORA NESTA FREGUESIA. DO QUE FIZ ESTE ACENTO E ASSINEI. VIGÁRIO MANOEL DE BARROS.”‘

4- TENENTE JOAQUIM DA SILVA E OLIVEIRA: Batizado em Casa Branca (Glaura) em 9 de abril de 1777. Ganhou uma sesmaria em terras que hoje são de Uberaba-MG e Delta-MG, em 1800. Foi o segundo introdutor de gado na região. Construiu, na sesmaria, 3 grandes fazendas no tempo que terra não tinha valor. As fazendas ficavam à beira do Rio Grande, entre Delta-MG e o Distrito Industrial de Uberaba-MG.
Tio Joaquim morreu novo, em 1829, deixando as fazendas para tia Maria Violante cuidar; E deixou também vários filhos menores orfãos. Logo após sua morte e da morte do Tio Eustáquio, em fins dos anos 1820, o CAPITAO DOMINGOS resolveu passar para UBERABA-MG, para cuidar da família e de Uberaba-MG.
nota: Sesmaria eram matos que os Governadores das Capitanias davam para bravos que queriam plantar e colher sem ajuda do Governo.

“”Aos nove de abril de mil setecentos e setenta e sete nesta Igreja Matriz de Santo Antônio da Casa Branca com licença do R. P. M.  Antônio Dias Cordeiro que ficou fazendo as minhas vezes batizou e poz os santos óleos o reverendo José Pereira do Couta a JOACHIM inocente filho legítimo do Alferes Joam da Sylva de Oliveira e de sua mulher Joana Francisca de Paiva, neto pela parte paterna de Manoel da Silva Cardozo natural da freguesia de São Miguel de Oliveira do Douro e de Isabel Francisca, natural da freguesia de São Pedro de Ferreiros bispado de Lamego e pela parte materna do Alferes João Avarez Portela natural da freguesia de Santa Maria de Candedo de Basto, Arcebispado de Braga, e  de Joana Monteira de Paiva batizada na Freguesia de São Paulo do Arcebispado de Lisboa. Foram padrinhos JOÃO RODRIGUES DE MACEDO assistente em Vila Rica e Thomázia Maria de Paiva, assistente nesta freguesia, Para constar faço este assento. vigario encomendado José Nunar Pereira.”””

Nota: Neste batismo de tio Joaquim, se diz que ela é da Freguesia de Ferreiros, vizinha de Oliveira do Douro. Esta madrinha Tomázia de Paiva é tia ou prima, parente da nossa avó Joana Francisca de Paiva, esposa do CAPITÃO JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA, pai do CAPITÃO DOMINGOS.

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5- CAPITAO DOMINGOS DA SILVA E OLIVEIRA – nosso quinto-avô e ao qual este site se dedica. Batizado em Casa Branca (Glaura) em 17  de janeiro de 1782. O acento de batismo está muito apagado, muito difícil de ler. Falecido em Uberaba-MG em 7 de agosto de 1852.

VER FOTO DO ACENTO DE BATISMO no alto desta página.

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6- RITA DE ASSUNÇÃO E SILVA, também RITA EUZÉBIA DE ASSUNÇÃO: Nascida em Casa Branca (Ouro Preto-MG), em 31 de outubro de 1 784, casada em Ouro Preto-MG ,em 1798, com o Capitão Jerônimo Fernandes da Silva Macedo. O Capitão Jerônimo Macedo era lavrador e sobrinho do famoso inconfidente JOAO RODRIGUES DE MACEDO, morava no distrito das cabeças, em Ouro Preto.

O Capitão JOAO DA SILVA DE OLIVEIRA, pai de Rita, trabalhou para o João Rodrigues de Macedo, como cobrador de impostos, na região de Glaura, Cachoeira do Campo e Itabira. Tia Rita morava no Distrito das Cabeças, em Ouro Preto-MG. Foi recenseada em Ouro Preto, em 1804. Teve vários filhos, dos quais nada sabemos sobre seus descendentes, onde estão hoje? Uma se chamava Carlos, nascido em 1802.

 O padrinho de batismo de Tia Rita foi o Ouvidor de Vila Rica (Ouro Preto) e inconfidente TOMAS ANTONIO GONZAGA, na época OUVIDOR em Vila Rica e que declarou naquele ano que a FOLHA CORRIDA de VOVÔ JOÃO DA SILVA DE OLIVEIRA era limpa e que ele podia ser VEREADOR em Vila Rica em 1785.

Acredito que Tia Rita possa ser a mãe do Vigário Silva, (Antônio José da Silva), primeiro Vigário de Uberaba e de seu irmão o Padre Carlos José da Silva que também foi para Uberaba-MG.

Aos trinta e um de outubro do ano de mil setecentos e oitenta e quatro nesta igreja matriz de Santo Antônio da Casa Branca batizou e pôs os santos óleos de licença minha o Dr. Ignácio João de Almeida vigário da igreja de São Bartolomeu a RITA inocente filha legítima do capitão João da Silva de Oliveira e sua mulher Joana Francisca de Paiva. Foram padrinhos, o Doutor ouvidor de Vila Rica TOMÁS ANTÔNIO GONZAGA e Ana Joaquina Rosa solteira da dita freguesia de Casa Branca. Do que fiz este assento e assinei. O Vigário Colado Manuel Pires Vergueiro.”

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Acento de batismo de tia Rita, descobri que existiu uma Rita Euzébia naquela época de onde saiu o nome de Tia Rita em sua homenagem. acima do batismo de tia rita tem Joana Monteira como madrinha, quer dizer que vovó ainda estava viva em 1784.

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7- LUIZA ALMERIA DA SILVA-: também chamada Luiza Alméria do Vale. Faleceu em 1865, em Uberaba-MG, viúva do Capitão João do Vale Pereira, importante homem em Desemboque com vários documentos na Biblioteca Nacional. Foi mãe do importante Comendador José Bento do Vale. Este foi o 2º proprietário da Fazenda da Conquista, depois que os herdeiros do CAPITAO DOMINGOS a venderam para BORGES SAMPAIO que repassou a Conquista para JOÃO BENTO DO VALE.  DESTA tia NÃO ACHAMOS O BATIZADO. Não aparece esse nome no inventário de Vovó Joana. Nem encontrei nos acentos de batismo de Glaura, mas estou a procura. O nome BECO DA DONA LUÍSA era dado em homenagem a ela. TAMBEM CHAMADO BECO DA MAÇONARIA, hoje é o trecho da Rua Major Eustáquio, entre rua São Sebastião e rua Manuel Borges. Quer dizer que morou perto da casa que o Capitão Domingos tinha na rua Municipal (atual Manuel Borges). é possível que sua casa fosse a da esquina onde Vovô Cunha teve residência posteriormente. A Vó Esmeralda, trineta do CAPITÃO DOMINGOS, tinha medo e lembrava bem do beco da Maçonaria.

8- ALFERES SILVESTRE DA SILVA E OLIVEIRA. Filho natural do CAPITAO JOAO DA SILVA E OLIVEIRA, com ANA MARIA DA SILVA, nascido em Santa Luzia do Sabará-MG, agricultor, trabalhou na construção da Matriz velha de Uberaba-MG, onde faleceu em 1885. Essa informação é do genealogista Hildebrando Pontes, da qual ainda não procurei o acento de batismo.


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